Pré-candidato ao governo do Maranhão, Edivaldo Holanda Junior (PSD) vem se constituindo num grande fenômeno da eleição que se aproxima. Eleito e reeleito prefeito da capital, maior colégio eleitoral do estado, Edivaldo impressiona por onde passa e já aparece em segundo lugar nas pesquisas.
Sem estrutura de palanque, foguetórios ou comitiva com convidados descendo de aviões ou carros de luxo para impressionar, como tem feito um pré-candidato, o ex-prefeito de São Luís vem ganhando a simpatia do eleitorado e se credenciando a passar para um provável segundo turno das eleições 2022.
“Temos conversado com lideranças em todo o estado, apresentando o nosso projeto para o Maranhão. E é com diálogo que temos fortalecido nossa pré-candidatura”, diz Edivaldo em sua rede social.
Com a humildade de sempre, carismático e um jeito todo especial de fazer política, o ex-prefeito da capital tem sido bem recebido no interior do estado, onde já visitou nesta pré-campanha mais de 100 cidades sendo recepcionado por lideranças locais e recebido apoios importantes.
Gestor aprovado pela população de São Luís, Edivaldo se notabilizou pela transformação que fez na capital com a execução de um conjunto de obras que transformaram bairros, Zona Rural e Centro Histórico num grande canteiro de obras e ainda entregou para o seu sucessor um município saneado e com recursos em caixa.
Com um discurso afinado e ciente da sua responsabilidade, Edivaldo tem dialogado com presidentes de Câmaras, vereadores, ex-prefeitos e líderes comunitários colhendo informações sobre a realidade de cada região para a montagem de um programa que leve desenvolvimento ao interior do Maranhão.
Político da nova geração, mas com experiência comprovada em gestão pública, Edivaldo vem ganhando adesões de líderes que acreditam no seu projeto político, se consolidando como candidato ao governo e enchendo de esperança aqueles que acreditam em dias melhores para a população do Maranhão.

O senador Weverton Rocha, pré-candidato ao governo do estado pelo PDT, sofreu um duro golpe com a declaração de apoio do partido Cidadania à pré-candidatura de Carlos Brandão (PSDB). Foi a primeira legenda decidir pela unidade em torno do nome lançado pelo governador Flávio Dino para sucedê-lo no cargo após a reunião de segunda-feira (29).
Presidido por Eliel Pereira Gama, irmão da senadora Eliziane Gama, aliada do senador pedetista, o Cidadania decidiu seguir o posição do governador favorável a seu vice e unir força em torno do projeto Brandão 2022, provocando assim uma baixa considerável na pré-campanha de Weverton, que após a debandada do Cidadania postou vídeo em redes sociais afirmando mantém a pré-candidatura e que “foguete não dá ré”.
Aliados do pedetista insistem em tentar confundir a opinião pública espalhando a falsa informação de que o governador teria adiado a decisão para janeiro, quando todos os presentes na reunião de dirigentes partidários ouviram Flávio Dino manifestar seu apoio a Carlos Brandão, dando prazo até final de janeiro para que os partidos discutam e construam a máxima unidade possível, ou seja, em torno de Brandão.
Dizem os mais experientes que em política tudo é possível, até “boi voar”, porém, neste caso, parece pouco provável que o governador reveja sua decisão, até porque, pelos critérios, o vice é quem reúne mais apoio político, é leal ao programa de governo, comprometido com a continuidade da gestão e vai assumir o governo a partir de abril de 2022.
A decisão do Cidadania, de seguir o governador na escolha do nome para sucedê-lo, deverá também ser tomada por outras legendas da base de sustentação do governo, que entenderam e apoiam a decisão de Dino. Somente os aliados do pedetista ainda não entenderam que se ele quiser concorrer terá que ir para oposição e entregar os cerca de 2 mil cargos que indicou.
O deputado estadual Ciro Neto, por exemplo, usou na terça-feira (30) a tribuna da Assembleia Legislativa para alimentar a ilusão de que a decisão final sobre o assunto acontecerá em janeiro do próximo ano. Na realidade, janeiro é o mês limite para os partidos debaterem a questão da unidade em torno do nome indicado pelo governador e que aqueles que não concordarem com a decisão que sigam seus caminhos.
Como o pré-candidato do PDT continua afirmando que seu projeto não tem recuo, tudo indica, conforme prever o deputado estadual Duarte Júnior (PSB), haverá racha no grupo, o que, segundo o parlamentar, já ocorreu desde as eleições de 2020 quando o consórcio de candidatos aliados do governo fez campanha para o adversário no segundo turno da eleição municipal.
Dos treze partidos que integram a base de sustentação do governo, apenas cinco haviam declarado apoio Weverton. Com a retirada do Cidadania ficou reduzido a apenas quatro, ou seja, o projeto pessoal do “senador foguete que não dá ré” não possui argumentos que justifiquem uma mudança de rumo daquilo que já está decidido: Brandão é o candidato do grupo liderado por Flávio Dino, o resto é esperneio de quem ficou pelo caminho.
A Polícia Federal cumpre nesta quarta-feira, 1º, mandados de busca e apreensão em quatro municípios do Maranhão, em investigação sobre desvio de verbas de prefeituras relacionadas a emendas parlamentares. O alvo é o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA).
A autorização partiu da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, que também é relatora de ações que pedem o fim das emendas de relator-geral, base do orçamento secreto, esquema revelado pelo Estadão em maio.
Segundo o Estadão apurou, os mandados estão sendo cumpridos nos municípios de Zé Doca, Maranhãozinho, Carutapera e na capital do Estado, São Luís. A prefeita de Zé Doca, Josinha Cunha, é irmã do deputado federal Josimar Maranhãozinho. O caso tramita sob sigilo.
De acordo com investigações da PF, a relação de parentesco e ligações pessoais de Maranhãozinho com prefeitos e secretários municipais fazem parte do modus operandi para desvio de dinheiro em áreas como saúde e infraestrutura. A operação de hoje, segundo pessoas envolvidas com o caso, está relacionada à infraestrutura.
Há pelo menos dois inquéritos sigilosos abertos no Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar o esquema, batizado de “feirão das emendas” por deputados e assessores. A suspeita é de que parlamentares cobram comissão para indicar recursos do Orçamento a uma determinada prefeitura. O dinheiro seria pago por empresas interessadas nas obras e serviços ou pelo próprio agente público.
No caso de Maranhãozinho, ele já havia sido alvo da Operação Descalabro, deflagrada em dezembro. Na ocasião, a PF apontou que ele indicou um total de R$ 15 milhões em emendas para fundos de saúde controlados por prefeituras maranhenses, que, por sua vez, firmaram contratos fictícios com empresas de fachada em nome de laranjas. O destinatário final do dinheiro, de acordo com a investigação, seria o próprio deputado.
“Posteriormente essas empresas efetuaram saques em espécie e o dinheiro era entregue ao deputado, no seu escritório regional parlamentar em São Luís”, afirma relatório da PF sobre a operação de dezembro.
Como desdobramento da Operação Descalabro, um novo inquérito foi aberto, em maio. Desta vez, além de Maranhãozinho, mais dois deputados e um senador são alvo. Os nomes dos outros parlamentares não foram revelados.
Em uma das investigações, a PF encontrou papéis com nomes de parlamentares e menções a possíveis pagamentos de propina pela destinação de emendas parlamentares. O caso teve origem em denúncia feita pelo ex-prefeito de São José de Ribamar (MA), Eudes Sampaio, que se disse ameaçado por agiotas que buscavam obter porcentuais de recursos transferidos para a prefeitura.
Em outubro, o ministro da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, admitiu, em audiência na Câmara, “não ter dúvida” de que há corrupção envolvendo recursos federais indicados por parlamentares via emendas. Ao ser questionado sobre o orçamento secreto, esquema montado pelo governo de Jair Bolsonaro para aumentar sua base eleitoral no Congresso, Rosário afirmou que sua pasta e a PF investigavam a venda de emendas e que, “em breve”, deveria haver novidades.
A ação da Polícia Federal ocorre um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro se filiar ao partido de Maranhãozinho, o PL. O deputado tem relação próxima com o presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto, condenado pelo esquema do mensalão, quando fazia parte de base aliada do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Procurada, a defesa de Maranhãozinho disse que não se manifestaria porque não teve acesso à decisão que autorizou a operação de hoje. (Estadão)
O pré-candidato ao governo do Maranhão e ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD), aparece como segundo colocado na pesquisa do Instituto Escutec, divulgada nesta quarta-feira (1), de intenção de voto na corrida para o Palácio dos Leões de 2022.
No cenário com pré-candidatos já confirmados à disputa, o pessedista aparece com 16% na pesquisa estimulada, mantendo a vice-liderança já apontada em outubro. Já o senador Weverton Rocha aparece com 26%, o vice-governador Carlos Brandão com 13% e o deputado federal Josimar de Maranhãozinho pontua com 12%.
Numa provável disputa sem Josimar do Maranhão, mas com o atual secretário estadual de Educação, Felipe Camarão (PT), Edivaldo sobe o percentual de intenção para 17% na preferência dos eleitores. Já Weverton Rocha e Carlos Brandão mantém os percentual do cenário anterior e Felipe Camarão pontua com 4%.
Além de aparecer muito bem na pesquisa de intenção de votos, Edivaldo tem uma das menores rejeições do eleitorado maranhense. Apenas 4%, em cenário com outros oito nomes.
Edivaldo se filiou ao Partido Social Democrático (PSD) em agosto deste ano, e na ocasião foi anunciado pela direção nacional como pré-candidato ao governo no Maranhão. Desde então, tem percorrido dezenas de municípios e conquistado o apoio da classe política e de lideranças de diversos segmentos.
A decisão do presidente estadual do PT, Augusto Lobato, declarar apoio à pré-candidatura do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) na reunião de dirigentes de partidos com o governador Flávio Dino, na noite de segunda-feira (29), acabou provocando um mal entendido entre dirigentes petistas que lançaram a pré-candidatura do secretário estadual de Educação, Felipe Camarão.
Diante da repercussão interna, Lobato veio a público nesta terça-feira (30) explicar que, em reunião de dirigentes de partidos, antes do lançamento da pré-candidatura de Camarão, já havia se manifestado a favor do vice-governador “pela lealdade que ele tem tido ao projeto político de transformação do Maranhão” posto em prática por Flávio Dino.
“É de conhecimento de todos que a candidatura do atual secretário de Educação, Felipe Camarão, está mantida pelo Partido dos Trabalhadores até o encontro estadual do partido que acontecerá no início de ano que vem, onde será definida a nossa tática eleitoral para as eleições 2022”, observa Augusto Lobato. Leia abaixo a nota encaminhada ao Blog do Jorge Vieira pelo presidente estadual do PT.
“Nesta segunda, foi realizada uma reunião com os 13 partidos que compõem a base governista, na qual estive presente enquanto Presidente Estadual do PT. Na ocasião defendi minha posição pessoal de apoio a pré-candidatura do vice-governador Carlos Brandão. É importante frisar que na reunião anterior dos partidos e antes da decisão do Governador Flávio Dino em apoio ao Carlos Brandão, e também anteriormente ao lançamento da pré-candidatura de Felipe Camarão, já havia posicionado a favor do vice-governador, pela lealdade que ele tem tido ao projeto político de transformação do Maranhão, portanto não tem subserviência e sim lealdade.
É de conhecimento de todos que a candidatura do atual Secretário de Educação, Felipe Camarão, está mantida pelo partido dos trabalhadores até o encontro estadual do partido que acontecerá no início de ano que vem, onde será definida a nossa tática eleitoral para as eleições 2022″,
Augusto Lobato
Presidente PT/MA