O governador Flávio Dino (PSB) anunciou nas suas redes sociais que testou positivo para a Covid-19. No comunicado, Dino diz se sentir bem e que continuará fazendo despachos interno em isolamento domiciliar.
O vice-governador Carlos Brandão (PSDB), pré-candidato ao Governo do Estado pelo grupo liderado pelo governador Flávio Dino (PSB), suspendeu toda a sua agenda política este mês de janeiro para se concentar na assistência às vítimas das cheias que castigam várias regiões do interior do Maranhão.
Através de sua rede sociais, o vice-governador, que mantinha agenda administrativa paralela as articulações políticas e conversações com lideranças da capital e interior do estado visando consolidar ainda mais sua candidatura, fez o comunicado da decisão.
“Amigas, amigos: todas as atividades de relevância política, das quais participaria este mês, estão canceladas. Nossa prioridade é a atenção às pessoas. Seguimos com o cronograma do @GovernoMa de acompanhamento das enchentes”, disse Brandão em sua página no Twitter nesta tarde de quarta-feira (5).
O vice-governador acompanha de perto a situação de famílias desabrigadas e os danos causados pelas fortes chuvas em cidades e estradas estaduais. As atenções maiores nests momento estão dirigidas aos municípios de Imperatriz, Grajaú e Mirador, onde a situação é mais crítica.
O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD), pré-candidato ao Governo do Estado, através de sua rde social externou sua preocupação com a situação das cidade do interior do Maranhão inundadas em decorrências das fortes chuvas das últimas semanas, que provocaram estragos e muito sofrimento aos desabrigados.
“Acompanho com preocupação a situação das cidades do Maranhão impactadas pelas fortes chuvas das últimas semanas, que ocasionaram enchentes e deixaram muitos desabrigados. Minha solidariedade às famílias atingidas”, disse o ex-prefeito da capital.
Segundo o ex-prefeito, “o momento requer a união do poder público, bem como a solidariedade e orações de todos, para o amparo e acolhimento a quem perdeu tudo que com tanto esforço batalhou uma vida inteira para construir”.
A manifestação de Edivaldo defendendo a união do poder público em favor dos desabrigados e da recuperação das cidades atingidas mostra sua preocupação com a situação de dificuldade de milhares de famílias que sofrem as consequências da ação rigorosa do inverno.
O início do ano está sendo de muita chuva em todas as regiões do estado, famílias ribeirinhas estão tendo obrigadas a abandonarem suas casas por conta da elevação dos níveis d’água dos rios, o que requer atenção especial daqueles que podem e tem obrigação de ajudar.
O governador Flávio Dino (PDB), através de sua rede social, ironizou a audiência pública convocada pelo governo federal nesta terça-feira (04) para debater a vacinação contra Convid-19 em criaças com idade entre 5 e 11 anos.
“Próxima “audiência pública” que essa gente vai promover será para debater se a terra é plana ou redonda. E a outra vai ser para revogar a lei da gravidade. Além do tempo perdido, jogam dinheiro público pela janela para atender caprichos e desvarios”, postou Dino.
A audiência pública, uma imposição do governo, também foi reprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que se recusou a participar alegando que já emitiu posicionamento.
No dia 16 de dezembro de 2021 a Anvisa autotizou a aplicação da vacina da Pfizer para crianças, mas o governo resistiu à recomendação e encontrou uma forma de protelar convocando audiência com especialistas com a alegação de que não havia urgência para a vacinação.
A secretaria-extraordinária de Enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde, Rosana Leite de Melo, afirmou nesta terça-feira que a maioria dos participantes de uma consulta pública realizada para a sociedade civil se manifestar sobre a vacinação infantil se posicionou contrariamente à exigência de prescrição médica para imunização de crianças ao coronavírus.
De acordo com Rosana Leite, ao todo, 99,3 mil pessoas e entidades foram ouvidas. Ainda segundo a secretária, a maioria também foi contra a obrigatoriedade da vacinação infantil.
— A maioria a se mostrou concordante com a não compulsoriedade da vacinação e a priorização de crianças com comorbidade . A maioria foi contrária a obrigatoriedade da prescrição médica — Rosana Leite de Melo.
O Globo — O deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL), alvo de operação da Polícia Federal que investiga desvio de verbas públicas, realizou em dezembro uma transmissão ao vivo nas redes sociais para sortear prêmios em dinheiro.
Ao lado da sua mulher, a deputada Dentinha (PL), o pré-candidato ao governo do Maranhão distribuiu cerca de R$50 mil, em prêmios que variavam de R$500 a R$2 mil.
Para participar do sorteio, o interessado mandava uma mensagem nas redes sociais do deputado, com o nome completo, o telefone e a cidade onde mora. Ao longo da “live”, Maraozinho e Dentinha retiravam papéis de um cesto e, em seguida, anunciavam o ganhador.
De acordo com os parlamentares, o dinheiro era proveniente de doações, do que chamaram de “parceiros”, que, segundo eles, eram prefeitos de cidades do Maranhão, empresários e pré-candidatos estaduais.
Com um boneco de Papai Noel, uma árvore iluminada e uma plateia ao fundo, Maranhaozinho, que é correligionário do presidente Jair Bolsonaro (PL), apresentou um vídeo antes de começar o sorteio. A gravação mostrou supostos feitos do deputado no estado, como a inauguração de uma praça de eventos em Monção.
Durante a investigação que alcançou Maranhãozinho, a Polícia Federal gravou o deputado manuseando uma caixa de dinheiro e entregando a um homem desconhecido. Segundo a PF, a quantia faz parte de um esquema de desvio de recursos de emendas parlamentares. Na gravação, Maranhaozinho chega a dizer que havia R$250 mil na caixa.
Embora tenha feito um discurso com certo apelo à unidade do partido, o novo presidente do PT, Francimar Melo, terá enorme dificuldade em reconstruir a ponte com a grande maioria da executiva da legenda que o acusa de comandar o golpe que subtraiu 45 dias do mandato do ex-presidente Augusto Lobato. Falta-lhe legitimidade para comandar o partido.
Terceiro colocado no processo que elegeu o comando estadual do PT, Francimar somente se tornou vice-presidente por conta de um acordo em que o deputado federal Zé Carlos, que havia apoiado a candidatura de Genilson, abriu mão da primeira vice-presidência permitinro que o terceiro colocado com apenas 23% dos votos se tornasse vice de Lobato.
Dirigentes do partido alinhados com Augusto Lobato advertem que falta a Francimar legitimidade para comandar. E isso ficou bem claro na tarde desta segunda-feira (3) quando dez dos dezoitos integrantes da executiva estadual esvaziaram o ato em que não houve sequer transmissão de cargo. O até então presidente se recusou a pactuar com o que chama de golpe e não compareceu ao evento.
Mas como pode o terceiro colocado no Processo de Eleição Direta (PED) se tornar vice-presidente e agora assumir o comando da legenda sendo rejeitado pelos seus próprios companheiros quando sufragaram seus votos em Lobato e Genilson (segundo colocado)? Essa aberração foi possível por conta de um acordo patrocinado pelo deputado Zé Carlos e seu apadrinhado que abriram mão da vice e elevaram Francimar.
Neste acordo ficou estabelecido que o mandato de quatro anos seria dividido. Os primeiros dois anos de Augusto Lobato e os dois restantes de Francimar. Pelas contas do presidente que saiu, seu mandato iria até 15 de fevereiro, mas numa manobra do grupo de Francimar junto a direção nacional reduziu para 31 de dezembro de 2021, provocando revolta nas correntes que apóiam Lobato.
Mesmo sendo elevado à condição de presidente estadual do PT, Francimar enfrentará resistência interna. O PT é um partido altamente democrático e suas decisões sempre são pautadas e decididas pela maioria, ou seja, suas posições somente poderão ser levadas adiante se houver maioria e pelas contas de quem milita e conhece o petismo, o novo dirigente petista é minoria.
Para se entender melhor o que está acontecendo no partido, vale lembrar que não está assumindo um novo comando, os membros da executiva estadual continuam os mesmos, mudou apenas o presidente, mas Augusto conta com a maioria, ou seja, os rumos que o partido vinha seguindo somente serão mudados se Francimar tiver consentimento da maioria.
O partido terá que tomar decisões importantes e uma dela será se posicionar na reunião do 31 de janeiro em que os dirigentes partidários que integram a base de sustentação do governo irão reunir para concluir a chapa majoritária em que o vice-governador Carlos Brandão conta com o apoio de Flávio Dino para ser candidato ao governo. E o ex-presidente Lobato já deu inúmeras declarações de que segue a orientação do governador. E esta posição somente poderá ser revestida se Francimar conseguir maioria ou houver uma nova intervenção da executiva nacional.
O governador Flávio Dino (PSB) anunciou nas suas redes sociais que testou positivo para a Covid-19. No comunicado, Dino diz se sentir bem e que continuará fazendo despachos interno em isolamento domiciliar.
A grande maioria da executiva estadual do PT decidiu não participar da solenidade de posse de Francimar Melo na presidência do partido, marcada para as 17h desta segunda-feira (3), na sede do Diretório Regional, em protesto contra o que consideram um golpe contra o presidente Augusto Lobato. Não haverá transmissão de cargo.
Dos dezoito integrantes da Executiva Estadual, doze, segundo apurou o Blog do Jorge Vieira, decidiram não comparecer, o que revela a grande dificuldade do novo presidente em conduzir o partido sendo minoria e sem legitimidade já que foi terceiro colocado no PED (Processo de Eleição Direta) que elegeu a atual direção petista, com apenas 23%. Francimar, portanto, terá que se submeter à decisão da maioria.
“Em situação de golpe não se transmite cargo. Ou você acha que Dilma deveria ter transmitido o cargo a Temer (Michel)? Não podemos reforçar ou naturalizar atitude golpista, seja de fora ou de dentro. Não podemos achar natural essa prática da Executiva Nacional, a mesma prática ocorrida quando não respeitou a decisão democrática do Encontro que decidiu apoiar Flávio Dino em 2010”, diz Augusto Lobato.
Lobato, que assumirá a função de vice-presidente, diz que sempre buscou apoiar as decisões democráticas, mas que nesse caso foi uma imposição nacional, mesmo ele ganhando a eleição e se submetido a divisão de mandato e ainda assim não respeitaram a divisão acordada e lhe usurparam 45 dias de seu mandato, que seria concluido em 15 de fevereiro e foi antecipado pela direação nacional para 31 de dezembro.
“Entendo desnecessário a minha presença e deste campo nesse ato. Que sentido há no PED ou outros processos internos se estamos sob risco de golpes? Só há acordos quando ocorre com aceite das partes, nesse caso foi imposição”, observa Lobato.
Militante histórico do PT e membro da atual executiva estadual, Raimundo Monteiro também não comparecerá à posse do novo presidente. Ele alega que já estava com viagem programada ao interior do Estado para conversar com um grupo de apoiadores de sua candidatura a deputado federal, mas criticou a forma com que usurparam 45 dias do mandato do presidente legitimamente eleito .
“Pelo acordo que foi feito, Lobato teria ainda mai 45 dias de mandato. Em nosso entendimento, a gestão iria até o dia 15 de fevereiro e eu acho que deveriam ter respeitado, pois no PT se faz tudo na base do entendimento, mas como não respeitaram o entendimento, Lobato foi prejudicado”, disse Monteiro