O deputado estadual Neto Evangelista participou de mais uma reunião com o Ministério Público, Polícia Civil, familiares de vítimas e advogados do Rio Anil Shopping, local onde ocorreu um incêndio no último dia 07 de março. O objetivo foi acompanhar as investigações e garantir assistência à algumas pessoas atingidas que ainda não tinham recebido apoio da empresa.
“É inadmissível que os representantes do shopping Rio Anil e do cinema CineSystem ainda não saibam quem são todas as pessoas atingidas pelo incêndio, para que elas recebam o apoio necessário. Na reunião foram apontadas algumas dessas vítimas, e os responsáveis se colocaram à disposição mais uma vez para disponibilizar assistência, mas vamos nos manter vigilantes”, explicou Neto Evangelista.
O parlamentar, que também está atuando como advogado de algumas vítimas, parabenizou a atuação do Ministério Público no caso e disse que irá aguardar a conclusão do inquérito para tomar outras providências.
“O Ministério Público tem sido muito diligente no caso. Com relação aos próximos passos, não posso ser leviano e imprudente em querer antecipar algum resultado, isso só atrapalharia a investigação. Mas vamos esperar o encerramento do inquérito, confio no sistema de segurança e sei que estão fazendo um bom trabalho”, disse o parlamentar.
A reunião foi convocada pelo Ministério Público após denúncias de familiares das vítimas sobre a falta de um canal oficial de comunicação com os representantes do cinema Cinesystem e o Rio Anil Shopping. O momento foi oportuno para que alguns familiares tivessem garantida toda a assistência de que precisam, além de esclarecer dúvidas quanto ao procedimentos de investigação com as autoridades responsáveis.
O deputado estadual Carlos Lula (PSB) usou a tribuna da Assembleia Legislativa para homenagear o jornalista e radialista Robson Paz, por sua gestão à frente da Rádio Timbira do Maranhão.
“Em nome do Robson (Paz) e de toda equipe da Rádio Timbira quero poder falar da revolução que foi feita nos últimos anos, na Rádio (Timbira). A emissora que já têm 80 anos foi inaugurada em 1940, a primeira rádio do Maranhão. Infelizmente, ela foi sucateada, abandonada e foi extinta em 1995. Ela (Rádio Timbira) foi reestruturada no governo Flávio Dino e vivencia hoje um dos seus melhores momentos dos seus 80 anos de história”, discursou o deputado.
Carlos Lula destacou a aquisição de novos e modernos equipamentos, melhoria e amplitude de alcance do sinal, a convergência das mídias digitais, a valorização dos profissionais e a qualidade de conteúdo, além da conquista de audiência entre as maiores do segmento AM. “Fortaleceu a comunicação pública e está preparada para migrar para o FM. Em breve, teremos a Rádio Timbira nas ondas do FM. Quero em nome do meu amigo Robson Paz, que foi secretário de Comunicação, secretário adjunto de Radiodifusão desejar muito sucesso e sorte em seu novo desafio profissional”, afirmou.
O parlamentar do PSB também desejou sucesso à nova diretora-geral da Rádio Timbira, a jornalista Maria Spíndola.
Secretário adjunto de Radiodifusão, Robson Paz dirigiu a Rádio Timbira por seis anos e 1 mês. Antes, ele foi secretário e subsecretário de Estado da Comunicação, no governo Flávio Dino.
Um grupo que fez campanha ostensiva contra os candidatos Carlos Brandão e Flávio Dino, então candidatos ao governo e Senado, respectivamente, insiste em plantar falsa informação sobre um suposto afastamento das duas maiores lideranças políticas do estado. Apontam como indicativo para o distanciamento o fato do senador eleito e ministro da Justiça e Segurança Pública não ter subido no trio elétrico onde estava o mandatário estadual no carnaval e mais recentemente de terem participado em dias diferentes do I Congresso Municipalista promovido pela Federação dos Municípios do Maranhão, dois argumentos muito fraco para evidenciar a suposta crise.
A Famem usou como estratégia convidar o governador para falar aos prefeitos e lideranças políticas na abertura do evento e o ministro para fazer palestra sobre pacto federativo no dia seguinte simplesmente para manter o interesse no evento, que foi sucesso de público nos dois dias.
Aparentemente não existe qualquer indicativo do Palácio dos Leões de afastamento entre os dois líderes. A turma que fez campanha para candidatos adversários, no entanto, continua destilando ódio contra Flávio Dino e por conta de interesses contrariados, inventa crise de relacionamento que, diga-se de passagem Brandão e Dino nunca deixaram transparecer ou deram motivo para tal suposição, com a única finalidade de passar a falsa imagem de uma suposta crise que não existe. O governador compôs seu secretariado com representes dos partidos que o levaram a vencer a eleição no primeiro turno e sepultar qualquer possibilidade do estado ser entregue a aventureiros.
Políticos experientes, que chegaram ao poder em 2014 e deram um novo rumo ao Maranhão, os dois, pelo visto, não têm dado a menor importância para os futriqueiros. Brandão acaba de dar um “tapa de luva” no manifesto de desejo dos derrotados, que agora querem se encostar no governo plantado discórdia, ao repudiar as agressões da extrema direita ao ministro Flávio Dino por conta de sua reunião com líderes comunitários do Complexo de Favelas da Maré, o maior conjunto de favelas do Rio de Janeiro.
Se tivesse um pouco mais de cuidado, a turma que torce pelo fim da aliança Dino/Brandão perceberia que o governador tem como seus principais lemas a lealdade e a unidades. E foi pregando a unidade que unificou todas as correntes na eleição do prefeito Ivo Resende para presidente da Famem (Federação dos Municípios do Maranhão); mesmo procedimento ocorrido na Câmara Municipal com Paulo Victor e na Assembleia Legislativa com a eleição da deputada Iracema Vale, primeira mulher a comandar a Casa. Portanto, não faz sentido falar em afastamento quando o clima é de união.
É natural da política que haja divergência em alguns pontos específicos, mas daí especular que Carlos Brandão está se afastamento de Flávio Dino soa mais como delírio daqueles que desejam, de fato, que haja racha, algo que parece muito distante da realidade. Os dois podem até ter visões de mudo diferente, porém nada que impeça de continuarem trabalhando juntos pelo Maranhão. Racha só existe no imaginário de quem perdeu a eleição; o Maranhão vive momento de união de todas as forças políticas, sem espaço para divisão.
Para decepção dos plantadores de fake News Dino e Brandão simplesmente ignoram o manifesto de desejo dos derrotados.
Na próxima terça-feira (21), data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, o Governo do Estado, juntamente com a Defensoria Pública do Maranhão (DPE) e Ministério Público (MP/MA) participam do lançamento, no Maranhão, da Campanha Nacional de Combate ao Racismo nas Instituições Públicas. O evento é promovido pelo grupo Mulheres de Axé do Brasil (MAB).
A cerimônia, que acontecerá às 13h, no Auditório da Defensoria Pública do Estado do Maranhão, conta com o apoio das secretarias de Estado da Comunicação (Secom), da Mulher (SEMU) e de Desenvolvimento Social (Sedes).
O ato deverá resultar no processo de capacitação das instituições públicas do Estado, no combate ao racismo estrutural, institucional e religioso que afetam direta e diariamente a população negra brasileira, e também seguirá as diretrizes da Lei 14.519/2023, que institui o Dia Nacional das Tradições das Raízes de Matrizes Africanas e Nações do Candomblé, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; e que passa a ser comemorada no dia 21 de março.
A coordenadora do Mulheres de Axé do Brasil no Maranhão (MAB/MA), Ana Rosa, destaca que a campanha no estado possibilitará que o Maranhão seja pioneiro na criação de uma rede estadual de escuta qualificada e educacional no combate às diversas formas de racismo.
“A grande importância do Mulheres de Axé estar pautando esta campanha de combate ao racismo nas instituições públicas é, justamente, porque nós precisamos criar, divulgar e difundir aspectos educacionais. Essa campanha possui três eixos importantes que são os racismos estrutural, institucional e o religioso. São atos que ocorrem sem que haja, em algumas vezes, o conhecimento de quem pratica”, explicou a coordenadora do MAB.
“Não podemos tolerar que o racismo ou qualquer tipo de discriminação ocorra dentro dos espaços voltados a coordenarem e executarem políticas públicas que beneficiem a sociedade. O Maranhão possui a segunda maior população negra do país e, por isso, precisamos estar comprometidos a erradicar essa mazela, pois é nosso compromisso como representantes do poder público”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Social (Sedes), Paulo Casé.
Segundo o defensor público geral do Maranhão, Gabriel Furtado, a Defensoria não hesitou em abrir as portas do órgão para discutir o tema de grande relevância e impacto social, fomentando diálogos que possam transformar a sociedade.
“Esse será um momento muito positivo para a Defensoria, que já tem uma forte atuação na promoção dos direitos humanos e fundamentais. E o combate ao racismo, independentemente de onde se manifeste, é uma das nossas causas prioritárias. A realização desse evento acontece em data bastante oportuna, durante as celebrações ao Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial”, destacou Furtado.
MAB
O grupo Mulheres de Axé do Brasil (MAB) foi criado com o objetivo de acolher, apoiar e oferecer formação visando a autonomia das mulheres dos terreiros e seus entornos, muitas delas vítimas de violência doméstica, racismo e intolerância religiosa, e para manter as tradições oriundas de África na diáspora. O MAB encontra-se presente em 22 estados brasileiros e núcleos estaduais em 16 deles, incluindo o Maranhão.
Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial
A partir do objetivo de conscientizar a população mundial sobre a necessidade de combater todas as formas de discriminação racial e promover a igualdade entre todas as raças e etnias, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, data celebrada anualmente em 21 de março.
Criada em 1966, a data tem como referência o Massacre de Sharpeville, ocorrido em 21 de março de 1960, na África do Sul, onde pessoas negras que protestavam pacificamente contra as leis do apartheid, que limitava os lugares por onde eles podiam circular, foram assassinadas e feridas. A violência policial do governo sul-africano matou 69 pessoas e deixou outras 186 feridas.
O governador Carlos Brandão, por meio de suas redes sociais, anunciou que está monitorando as ações das chuvas em todo o Maranhão e que vai adotar medidas para auxiliar os mais afetados.
Em 25 de janeiro deste ano foi criado o Comitê Gestor de Prevenção e Assistência às Vítimas das Chuvas (CPAV), via decreto, com o apoio da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Caema, que realizam o trabalho de prevenção e reparação dos danos causados pelas chuvas mais fortes em todo o estado.
Brandão anunciou que o Comitê de Prevenção já notificou a Defesa Civil para tratar da situação do estado para que sejam assegurados os recursos necessários para que a ajuda seja oferecida aos atingidos, em parceria com o governo federal.
Segundo o governador, já está sendo realizado um levantamento dos municípios mais atingidos pelas chuvas para prestar a devida assistência. “Diante das chuvas intensas em todo o Maranhão, estamos realizando um levantamento dos municípios atingidos a fim de prestar assistência a todos, com acolhimento aos desabrigados, água potável e refeições gratuitas fornecidas pela rede de Restaurante Popular”, destacou Brandão.
Na capital, diversas ações já foram realizadas pelo comitê, como desobstrução de vias, limpeza de córregos e bueiros, ações emergenciais para conter alagamentos, além de um trabalho socioeducativo para conscientizar a população sobre os riscos nesse período chuvoso.
O deputado estadual Carlos Lula (PSB) condena onda de fake news sobre a visita do ministro de Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), ao Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.
“Os bolsonaristas disseminaram a fake news de que, por ter ido ao Complexo da Maré, o ministro estaria, segundo eles, mancomunado com traficantes para chegar lá. Eu sei do horror que essas pessoas têm as pessoas mais pobres desse país. Eles detestam o pobre, eles acham que políticas públicas são feitas dentro de palácios e não são”, disse.
Carlos Lula ainda elogiou o ex-governador Flávio Dino por manter sempre uma atitude de proximidade com a população.
“Eu tenho muito orgulho de um ministro de Segurança Pública poder se dirigir ao Complexo da Maré e lá ouvir as pessoas. Um problema de segurança pública não acontece dentro dos palácios, ele acontece lá, nas favelas, nas comunidades e temos que ouvir essas pessoas. É impossível fazer as políticas públicas sem estar perto das comunidades”, afirmou o parlamentar.
Visita – Durante a visita ao Complexo da Maré, o ministro Flávio Dino reuniu com lideranças e ativistas de direitos humanos de dez comunidades cariocas. Na oportunidade, recebeu um documento com 41 recomendações baseadas em pesquisas feitas com apoio da Fundação Ford e da Open Society.
Como uma das principais reivindicações, os ativistas pediram para serem ouvidos na implantação do novo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), especialmente nas ações destinadas aos territórios mais vulneráveis.
Em depoimentos à Polícia Federal (PF), diversos bolsonaristas presos por conta dos atos do 8 de janeiro revelaram ter recebido doações em dinheiro para viajar a Brasília. Também disseram que foram disponibilizados ônibus gratuitos para a viagem, pagos por empresários ou pessoas desconhecidas. As informações são do jornalista Aguirre Talento, do UOL.
Um deles, Douglas Augusto Pereira, que estava à época desempregado e sem fonte de renda, contou à PF que topou uma oferta de R$ 1,200, em dinheiro vivo e Pix, para participar da tentativa de golpe de estado terrorista. Isso quando estava em um acampamento de manifestantes bolsonaristas no 14º Grupo de Artilharia de Campanha, quartel do Exército em Pouso Alegre (MG).
“O pessoal que estava acampado em frente ao 14° GAC, em Pouso Alegre/MG, realizou uma ‘vaquinha’ para arrecadar recursos que custearam a vinda do interrogado”, disse ele à PF.
E prosseguiu no seu relato: “Recebeu, aproximadamente, R$ 1,200 (mil e duzentos reais) em espécie e Pix”. Questionado sobre os financiadores, Douglas respondeu: “Recebeu os recursos de diversas pessoas, não tendo uma responsável pela arrecadação”.
O jornalista acrescenta em sua reportagem: “Nos depoimentos, os presos evitaram apresentar detalhes como a identidade dos financiadores de suas viagens. Este tipo de depoimento, colhido logo após a prisão das mais de 1.400 pessoas, não costuma trazer muitos detalhes. A PF, entretanto, apreendeu telefones celulares, o que deve permitir o aprofundamento das investigações, cruzando seus dados com as informações colhidas no momento da prisão”.