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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 29/set/2011

Cloves Fecury assume vaga de João Alberto no Senado

Clóvis Fecury (DEM-MA) assumiu nesta quarta-feira a vaga de João Alberto (PMDB-MA) no Senado.
Alberto pediu licença para ocupar o posto de secretário de Estado Extraordinário de Projetos Especiais do Maranhão, governado por Roseana Sarney (PMDB).

Fecury foi deputado federal por duas vezes e preside, desde 2007, o diretório regional do DEM no Maranhão.

No ano passado, à frente da legenda, conduziu o partido à aliança que ajudou a eleger Roseana. O novo senador é o 17º a tomar posse nesta legislatura. 
A troca de João Alberto por Cloves Fecury, na prática, nada muda na representação maranhanse na Câmara Alta do Congresso. O novo senador (o segundo representante do Maranhão sem voto) sempre fez parte do grupo Sarney e vota de acordo com sua orientação. 

Com a posse de Fecury, o Maranhão passará a contar com dois representantes sem voto. O suplente Edinho Lobão já ocupa a cadeira do pai ministro.  

  • Jorge Vieira
  • 29/set/2011

Quando até Paulo Maluf fala em “acabar com a bandalheira” é porque a saúde pública no Brasil chegou ao fundo do poço

Confesso que li e levei alguns segundo para processar a recomendação do deputado Paulo Maluf (PP-SP) para o Governo Federal conseguir recursos e dotar a Saúde Pública de condições dignas para atender a população menos favorecida do país, sem precisar meter a mão no bolso do contribuinte.  
Logo Maluf, o homem que deu aulas de corrupção para o enrolado empresário Fernando Sarney, flagrado na operação Boi Barrica em negócios não republicanos, foi que resolveu usar sua experiência para recomendar ao governo Dilma “acabar com a bandalheira”.
Como se o pais inteiro não conhecesse sua torta trajetória na vida pública, Paulo Maluf, o político que só perde para o insuperável presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), em execração pública, apresentou a receita para por fim ao dilema e evitar a criação de um novo imposto.
 “É só acabarmos com as bandalheiras dos remédios superfaturados, das ambulâncias que não funcionam como vimos no “Fantástico”, no domingo, acabar com os médicos que infelizmente marcam o ponto e vão embora que tenho certeza, não será preciso aumentar imposto.  Temos dinheiro suficiente para bancar a saúde”, declarou.
Em seu pronunciamento, o ex-prefeito de São Paulo lembrou ainda que o impostômetro da Associação Comercial de São Paulo mostrou, no dia 12 de setembro, que o Brasil já havia arrecadado R$ 1 trilhão no ano em impostos, considerando União, Estados e municípios, faltando pouco para atingir o que foi arrecadado em 2010.
Pelo currículo, Maluf não seria a pessoa mais avalizada para emitir opinião sobre um assunto tão delicado, mas por incrível que pareça, nessa, ele tem razão, a final recriar a CPMF disfarçada de um novo imposto é tornar o ralo por onde escoa o dinheiro público ainda maior.
E olha que Maluf fala com conhecimento de causa. Vai ver foi ele que ensinou Fernando Sarney a remeter para o exterior o que não dava para guardar aqui mesmo. Até hoje as autoridades do país tentam recuperar o que encontraram em paraísos fiscais em nome dos dois.       

  • Jorge Vieira
  • 29/set/2011

Eliziane Gama cobra soluções para os moradores de rua

Foto Materia

A presidente da Comissão de Direitos Humanos e das Minorias, deputada Eliziane Gama (PPS), cobrou ações efetivas para resolver a problemática da população de rua no município de São Luís. A parlamentar lembrou que a ação de assistência social deve ser conjunta por parte dos organismos públicos, mas para acontecer é necessário o aparelhamento do município, por meio da Secretaria de Assistência Social.
 
Em reposta a nota publicada na semana passada por um jornal da cidade sobre situação da população de rua, Eliziane Gama disse que como parlamentar e presidente da Comissão de Direitos Humanos têm compromisso com as causas sociais, porém a responsabilidade de tirar a criança e adolescentes das ruas é do município.
 
“Quero que a política da infância é uma política municipalizada. Agora esse encaminhamento que é feito através de uma ação conjunta da política de assistência social do Ministério Público, da delegacia e do Judiciário precisa acontecer, mas para ele acontecer é preciso ter o aparelho, é preciso ter o instrumento que só acontece através da atenção à prioridade absoluta na Secretaria de Assistência Social do município de São Luís”, esclareceu.
 

  • Jorge Vieira
  • 29/set/2011

Marcelo Tavares anuncia emenda de R$ 30 milhões para a Segurança Pública

Agência Assembleia
O deputado Marcelo Tavares (PSB) anunciou, na manhã desta quarta-feira (28), que a bancada da Oposição irá apresentar uma proposta de emenda ao Orçamento do Governo do Estado, para o exercício de 2012, destinando R$ 30 milhões, hoje alocados na área da Comunicação, para a área da Segurança Pública.
 
“Na votação deste ano”, afirmou o deputado, “nós iremos retirar R$ 30 milhões dos recursos da Comunicação e destinar à Secretaria de Segurança Pública, para que o secretário da pasta, Aluísio Mendes, possa permanecer na sua cadeira. Desta vez, nós esperamos que ele faça alguma coisa, além de utilizar de forma irregular os helicópteros do Estado”.
 
Em seu discurso, Marcelo Tavares disse que acredita que nenhum cidadão maranhense consegue assistir, por mais de 100 vezes ao dia, à propaganda da obra do Espigão Costeiro, veiculada diariamente, de forma maciça, nos canais de televisão maranhenses.
 
“É impressionante a quantidade de propagandas veiculadas na televisão a respeito de uma obra que me parece que já foi até concluída. Eu sei que a governadora gosta de mandar a propaganda para as empresas das quais ela é sócia, mas nenhum cidadão do Maranhão consegue assistir, mil vezes ao dia, à propaganda do Espigão”, declarou Marcelo Tavares.
 
Ele explicou que o propósito da Oposição é o de contribuir desta forma com o Governo do Estado, dando condições para que a governadora Roseana Sarney consiga materializar a famosa frase que proferiu, por ocasião de sua posse, em abril de 2009, quando substituiu o governador Jackson Lago. Nesta ocasião, a governadora prometeu que os maranhenses voltariam a sentar nas portas, nas suas cadeiras para conversar no final da tarde.
 
Ao encerrar sua fala, Marcelo Tavares enfatizou: “A Oposição diz e vai fazer uma emenda de R$ 30 milhões retirando recursos da Comunicação para que a população seja poupada das milhares de veiculações e propagandas na Mirante sobre a obra do Espigão. Essa é a nossa disposição, é a vontade da Oposição para mostrar que nós não somos adeptos do quanto pior, melhor”.

  • Jorge Vieira
  • 29/set/2011

Tribunal de Justiça nega recurso e mantém cassação de Hemetério Weba

A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), em sessão nesta quinta-feira (29), negou o agravo regimental interposto pelo deputado estadual Hemetério Weba (PV), que teve o mandato cassado por improbidade administrativa.

Desta forma, a situação do deputado, que já era crítica, ficou desesperadora, uma vez que já não cabe nenhum tipo de recurso e a cadeira terá que ser declarada vaga e entregue ao primeiro suplente, no caso, Tatá Milhomem (DEM). 

A defesa do ex-deputado – que teve seus direitos políticos suspensos pelo período de três anos, conforme determinação do juiz da comarca de Santa Luzia do Paruá, Rodrigo Costa Nina, pediu a reconsideração e reabertura do prazo recursal, sob a alegação de que faltou competência ao relator plantonista, Marcelo Carvalho Silva, para negar seguimento ao recurso.

O argumento da defesa é de que houve uma decisão que não recebeu o recurso de apelação por falta de pagamento de custas, a qual difere da reconsideração, que expõe, de forma ampla e detalhada, as razões pelas quais não deu seguimento ao apelo.

O processo teve origem em Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público Estadual (MPE), quando o ex-parlamentar exercia o cargo de prefeito do município de Olinda Nova do Maranhão, e teria usado, à época, dinheiro público para realizar propaganda em benefício pessoal, contrariando o artigo 37 da Constituição Federal. 

A notícia referente ao processo foi publicada no dia 25 de setembro de 2006, em um jornal de grande circulação local.

Um dos argumentos apresentados pelo juiz Rodrigo Nina para não acolher o recurso é o fato de o pedido ter ocorrido depois de transcorrer todos os prazos, apontando, ainda, a ausência de fatos novos ou erros do magistrado que motivem o recebimento do pedido, além de não ter ocorrido erro material. 

Voto – O relator do processo, desembargador Stélio Muniz, negou acolhimento à alegação de falta de competência do desembargador plantonista, destacando em seu voto que no caso em questão cabe ao julgador analisar, primeiramente, os pressupostos de admissibilidade recursal antes mesmo de apreciar qualquer matéria posta em juízo.

Com relação ao argumento da defesa de que houve duas decisões, considerou que, mesmo com argumentos diferentes, as duas determinações judiciais possuem o mesmo resultado prático, a inadmissibilidade da apelação.

O esgotamento de todos os prazos legais para reconhecimento dos motivos apresentados na peça recursal também foi abordado pelo relator, ao observar que caberia recurso quanto ao não recebimento da apelação, o que não ocorreu, sendo apresentado apenas o pedido de reconsideração, somente 33 dias depois.

Os desembargadores Lourival Serejo e Raimundo Cutrim acompanharam o relator.

 

Correndo o prazo 

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, após consutar a Procuradoria Geral da Casa, concedeu prazo de cinco sessões ordinárias para Weba apresentar sua defesa perante ao plenário. O prazo expirar na próxima terça-feira. 

Na bancada que dar sustentação ao governo, da qual Hemetério faz parte, a grande maioria cha que já não há mais nada a fazer, uma vez que a apresentação da defesa no Legislativo é apenas uma formalidade.  

(Com informações de Joelma Nascimento)

  • Jorge Vieira
  • 29/set/2011

Operação da PF prende fraudador que ganha R$ 2 mil e comprou apartamento de R$ 2 milhões

A Superintendência da Polícia Federal informou agora a pouco que os fraudadores do INSS deram um prejuízo de aproximadamente R$ 16 milhões à Previdência Social, no Maranhão.
A Força Tarefa da Polícia Federal cumpre desde as primeiras da manhã de hoje 14 mandados de prisão e outros 18 de busca e apreensão nos municípios de São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Icatú.
Várias prisões já foram efetuadas e os agentes federais fecham o cerco contra aqueles que conseguiram escapar. Muitos dos acusados foram presos portando grandes somas de dinheiro sem origem.
Os agentes federais prenderam um suspeito de fraudar aposentadorias que ganha R$ 2 mil de salário, mas comprou um apartamento na orla de quase R$ 2 milhões. Na residência do acusado, a polícia encontrou mais de R$ 200 mil em espécie.
Foram recolhidos à carceragem da PF o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Icatú, o presidente do Sindicato dos Pescadores de São José de Ribamar e vários outros acusados de fraudarem o INSS.
 A “Operação Duas Caras”, que cumpre os mandados de prisão e apreensão de documentos, conta com 93 policiais federais e 15 técnicos do Ministério da Previdência Social e do Ministério Público Federal (MPF).
Muitos documentos falsos, com modificação de dados pessoais de beneficiários, para obtenção de benefícios fraudulentos no INSS, foram encontrados durante a operação e servirão de provas contra os fraudadores. Os nomes dos suspeitos presos ainda serão divulgados pela PF.

  • Jorge Vieira
  • 29/set/2011

CNJ diz que são suspeitos de crimes 35 desembargadores

Destes, 20 já sofreram punições do conselho, que podem ser anuladas pelo STF

Acusações contra juízes e ação que pode retirar poder de investigação do CNJ causam guerra na cúpula do Judiciário

FLÁVIO FERREIRA
Folha de São Paulo 
 
Ao menos 35 desembargadores são acusados de cometer crimes e podem ser beneficiados caso o STF (Supremo Tribunal Federal) decida restringir os poderes de investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), órgão que fiscaliza o Judiciário.
 
Os desembargadores são juízes responsáveis por analisar os recursos contra sentenças nos tribunais de Justiça. Formam a cúpula do Judiciário nos Estados.
 
O Judiciário foi palco de uma guerra esta semana após declaração da corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, de que o Poder sofre com a presença de “bandidos escondidos atrás da toga”.
 
A corregedora tenta evitar que o Supremo restrinja a capacidade de investigação do CNJ ao julgar uma ação proposta pela AMB (Associação dos Magistrados do Brasil).
 
O caso seria analisado na sessão de ontem, mas os ministros adiaram o julgamento para buscar uma saída que imponha limites ao CNJ sem desgastar a imagem do Judiciário.
 
Dentre os 35 desembargadores acusados de crimes, 20 já foram punidos pelo conselho -a maioria recorre ao STF para reverter as punições. Os demais ainda respondem a processos no âmbito do CNJ.
 
Dependendo do que decidirem os ministros do STF, os desembargadores acusados poderão pedir em juízo a derrubada das punições e das investigações em andamento.
Os casos envolvem suspeitas de venda de sentenças, favorecimento a partes pelo atraso no trâmite de processos e desvios de recursos, entre outras acusações.

INVESTIGADOS
 
Considerando também os juízes de primeira instância, cerca de 115 investigados podem ser beneficiados caso a ação da AMB seja vitoriosa.
 
A entidade defende a tese de que o CNJ não pode abrir processos contra juízes sem que eles antes sejam investigados pelas corregedorias de seus próprios tribunais.
 
O debate ocorre sob alta temperatura e opõe Eliana Calmon e o presidente do STF, ministro Cezar Peluso (que também preside o CNJ). Peluso reagiu duramente à declaração de Calmon, coordenando a redação de uma nota de repúdio às frases da corregedora, que considerou genéricas e injustas.
 
Ontem, o ministro Gilmar Mendes defendeu a corregedora ao dizer que sua declaração foi motivada pelo resultado positivo do trabalho da corregedoria do CNJ.
Mendes disse que vê com bons olhos a tensão entre os órgãos do Judiciário. “Vamos fazer do limão uma limonada”, disse sobre o debate.

MAÇONARIA
 
Um dos principais casos analisados pelo CNJ envolve desembargadores do Mato Grosso, afastados pelo CNJ sob acusação de desviar verba do Tribunal de Justiça local para socorrer uma instituição da maçonaria. O processo está suspenso por meio de liminar. Os envolvidos negam as acusações.

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