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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 19/jan/2015

Ricardo Murad tenta liderar o que restou do grupo Sarney mas não encontra seguidores

O ex-secretário de Saúde, Ricardo
Murad se movimenta nos bastidores para tentar convencer parlamentares eleitos
pelas coligações que apoiaram a candidatura derrotada do suplente de senador, Edinho
Lobão, nas eleições 2014, a formar bloco de oposição ao governo, mas a tarefa não está sendo nada
fácil.

Segundo uma fonte do que
restou do grupo Sarney, o principal obstáculo para formação do bloco é o
próprio Ricardo Murad, que durante o tempo em reinou absoluto na secretaria,
além de tratar mal os parlamentares, nunca atendia os pleitos. “Agora quem quer distância dele somos nós”, desabafou a fonte sob a condição de anonimato.  

Conforme a mesma fonte, nos
últimos sete meses da administração desastrosa de Roseana Sarney, o ex-secretário não atendia telefone, não recebia os
deputados e nem respondia as mensagens envidas para seu celular.

Agora que a vaca foi pro
brejo, Ricardo voltou a procurar os deputados, mas tem ouvido sempre respostas
negativas. Com exceção da filha, Andréa Murad e do genro Sousa Neto, que se
elegeram gastando rios de dinheiro público, os que já foram procurados não se
mostraram disposto a seguir sendo liderados pelo ex-gerentão.

Comentam nos bastidores do
Poder Legislativo que Murad tomou a iniciativa de tentar comandar o que restou
do grupo Sarney, após ser colocado para escanteio pela cúpula peemdebista. O ex-secretário,
por exemplo, não foi convidado para a reunião do PMDB que será realizada quarta-feira
para tratar sobre o futuro do partido com os deputados eleitos pelas coligações
que apoiaram a candidatura de Edinho Lobão.

Os trabalhos no Poder
Legislativo iniciam em menos de duas semanas, mas até o momento Ricardo conta
apenas com a filha Andréa, o genro
Sousa Neto, o neto do senador José Sarney, Adriano Sarney  e Edilázio
Júnior. Roberto Costa, embora sendo do PMDB, já avisou que não aceita comando
do ex-secretário.

  • Jorge Vieira
  • 19/jan/2015

Convento das Mercês será reaberto ao público nesta segunda-feira

O governo do Estado reabre nesta
segunda-feira (19) a Fundação da Memória Republicana Brasileira, local onde encontra-se
o acervo do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP).

A decisão de reabrir as portas do
Convento das Mercês foi anunciada ontem (18) após reunião entre secretários
estaduais e moradores do bairro do Desterro, que participam de atividades
oferecidas pela FMRB.
A presidente da Fundação, Anna
Graziella, decidiu passar o cadeado na FMRB após o governador Flávio Dino (PC
do B) ter demitido 48 servidores comissionados.
Nesta manhã de segunda-feira, em
entrevista à TV Mirante, a secretária de Cultura do Estado, Ester Marques (foto), garantiu
que o problema dos demitidos será estudado caso a caso.
O FMRB servia como cabide de emprego
de famílias tradicionais que sempre se serviram do Estado para bancar projetos
pessoais. O local era utilizado também por uma ex-secretária do governo de José
Reinaldo Tavares atacar o atual governador que derrotou o grupo Sarney após
cinco décadas de mando.   

  • Jorge Vieira
  • 18/jan/2015

Ações sociais do Convento das Mercês serão mantidas integralmente, garante Márcio Jerry

 Jornal Pequeno

As ações sociais realizadas pelo
Governo do Estado serão mantidas integralmente, é o que garantem as fontes da
administração estadual ouvidas pelo Jornal Pequeno. Segundo o secretário de
Articulação Política, Márcio Jerry, todas as ações realizadas junto à
comunidade do Desterro e do Centro Histórico, bem como a visitação ao prédio do
Convento das Mercês, que faz parte do patrimônio histórico tombado pela Unesco.

A garantia foi dada pessoalmente pelo
secretário Márcio Jerry à comunidade do Desterro na manhã do último sábado
(17). Exercendo a diretriz do diálogo permanente entre os representantes do
Governo do Estado e a população, Jerry transmitiu aos líderes comunitários a
decisão do Governo pela permanência dos programas sociais e eventual ampliação
de programas à comunidade, que serão discutidas entre governo e os movimentos
sociais locais. Uma nova reunião ficou marcada para este domingo, às 15h.

A partir da polêmica desencadeada em
torno da utilização do Convento das Mercês pela Fundação da Memória
Republicana, que guarda o arquivo pessoal do senador José Sarney, o Governo do
Maranhão buscou reavaliar a utilização do prédio e a dinâmica da visitação ao
acervo alojado no Centro Histórico de São Luís.

Representantes do Governo do Estado
afirmaram à reportagem do Jornal Pequeno que a reavaliação passará apenas pela
organização do acervo do senador José Sarney e serão mantidas todas as demais
atividades sociais relacionadas à comunidade do Desterro. “O que iremos
reavaliar é a utilização de um espaço público para fins de promoção pessoal de
uma figura,” explicitou Márcio Jerry, ao revelar também que os objetos de
caráter meramente pessoais serão devolvidos ao senador e sua família.

A Fundação era propriedade particular
do senador José Sarney e foi estatizada em 2012, através de projeto de lei
proposto pela então governadora Roseana Sarney, filha do senador do Amapá. Por
ano, são gastos entre R$ 2 milhões e R$ 3 milhões com a manutenção das
atividades do arquivo.

Segundo a secretária de Cultura do
Estado, Ester Marques, já foram iniciadas todas as tratativas junto ao
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Maranhão para
avaliar as condições estruturais do Convento das Mercês. A secretária
apresentou preocupação com a falta de manutenção do prédio, que, segundo ela,
não foram realizadas para garantir a segurança do local.

Presidente não cumpriu regra de
nomeação

A presidente da Fundação da Memória
Republicana, Anna Graziella Neiva, afirmou esta semana que decidiu fechar as
portas do Convento por “falta de condições estruturais”. Segundo ela, após a
demissão dos funcionários em cargo comissionado, não seria possível manter as
atividades da Fundação.

O pedido feito por Anna Graziella ao
atual Governo, porém, não respeitou os trâmites que foram seguidos por todas as
secretarias, fundações, órgãos e autarquias ligadas ao Governo do Estado antes
da nomeação pelo novo Governo.

A exoneração de cargos comissionados
é uma praxe em todos os governos que se iniciam para, em seguida, readmitir os quadros
que considerar qualificados para permanecer na equipe administrativa. Pela
falta de documentação básica à nomeação, os cargos em comissão continuam em
aberto até novo posicionamento da presidência da FMRB.

Graziella foi chefe da Casa
Civil de Roseana Sarney

Ex-chefe da Casa Civil do Governo
Roseana Sarney, Anna Graziella foi conduzida à presidência da Fundação da
Memória Republicana do Brasil que fez reverência à personalidade do senador
José Sarney.

Mesmo exercendo mandato de 6 anos,
que a encarregará de gerir a Fundação, Anna Graziella não é a responsável pelo
fechamento de um prédio público de interesse da população maranhense. O anúncio
do fechamento foi feito por ela na última semana por meio do jornal O Estado do
Maranhão, pertencente à família Sarney. As fontes do Governo do Estado ouvidas
pela reportagem do Jornal Pequeno, no entanto, atestam que o prédio continuará
em funcionamento e aberto ao público.

A lista de nomeação solicitada por
Anna Graziella Neiva contém 48 nomes, entre muitas pessoas ligadas às famílias
Sarney, Lobão e Neiva. O valor das nomeações variam em salários que chegam a R$
9 mil por mês. Desde que foi estatizada, a Fundação já utilizou R$ 8,1 milhões
num total de 3 anos de funcionamento com verbas públicas.

Além dos cargos em comissão, a
Fundação possui um Conselho Curador, eleito para mandatos de 6 anos, conforme
disposição da lei aprovada durante o Governo de Roseana Sarney. Dos 9 cargos da
Fundação, 2 são hereditários e indicados pelo senador José Sarney. Após a sua
morte, serão seus herdeiros os responsáveis pela nomeação.

A cláusula de previsão de hereditariedade é
contestada pela Ordem dos Advogados do Brasil no Supremo Tribunal Federal. Na
avaliação dos advogados, não é possível que uma função pública tenha caráter
vitalício e hereditário. O caso está sendo avaliado pelo ministro Antonio Dias
Toffoli e aguarda posicionamento da Justiça.

 

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2015

Insatisfeito no PMDB, Gastão Vieira recebeu o candidato do PT Arlindo Chinaglia em São Luís

O ainda deputado
Gastão Vieira, ex-ministro do Turismo indicado na cota do senador José Sarney
pelo PMDB, foi quem recebeu o candidato do PT a presidente da Câmara Federal,
Arlindo Chinaglia, quinta-feira, em São Luís, e somente não foi ao encontro no
Palácio dos Leões porque não foi convidado.

A iniciativa de Gastão
em receber o candidato que faz oposição a Eduardo Cunha, representante do PMDB
na disputa pela presidência da Casa, foi interpretada nos meios políticos como
um recado à direção nacional de que ele estaria de saída do partido por conta
de insatisfações pessoais.

Gastão Vieira,
que perdeu a eleição para o Senado Federal e não foi indicado para nenhum cargo
no governo Dilma Rousseff, tem comentado nas rodas políticas que estaria
disposto a deixar o PMDB porque o grupo que comanda a legenda nacionalmente não
lhe prestigia.

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2015

Prefeito Edivaldo começa implantação das subprefeituras

O prefeito
Edivaldo assinou nesta sexta-feira (16) ato de criação da primeira
subprefeitura no Centro Histórico de São Luís, e anunciou o turismólogo e
gastrônomo Fábio Henrique Farias Carvalho, que já integra o corpo funcional da
Prefeitura, como subprefeito da região. O subprefeito será um agente
articulador do Município dentro do Centro Histórico, que consolide as medidas
conjuntas do Município com o Governo do Estado, dando uma sinergia nas ações
institucionais dos dois entes para o crescimento da Praia Grande e do Centro
como um todo.



“Hoje,
graças a Deus, e com a parceria do governador Flávio Dino, foi possível
criarmos a primeira subprefeitura de São Luís. E no Centro Histórico, um local
simbólico não somente para nós, ludovicenses, mas para o mundo todo, dada a
importância histórica e cultural que carrega. Já estamos com várias frentes de
trabalho abertas na área, para que a revitalização seja completa e para que as
pessoas desejem frequentar ainda mais esta área de nossa cidade”, disse o
prefeito.

O secretário
Municipal de Governo, Lula Fylho, frisou que a subprefeitura é implantada sem a
criação de nenhum novo cargo, mas com o remanejamento de funcionários de outras
secretarias para compor o quadro do novo órgão. “O diretor do Museu de
Gastronomia passa a ser o subprefeito e outros cargos da própria estrutura
passam a compor a subprefeitura, ou seja, não criamos custos para a
Prefeitura”, enfatizou Lula Fylho.

  • Jorge Vieira
  • 16/jan/2015

Conheça a relação dos demitidos da Fundação José Sarney; Anna Graziella pede renomeações

O governador
Flávio Dino por meio das redes sociais afirmou nesta sexta-feira (16) que está
analisando a questão da Fundação da Memória Republicana Brasileira (FMRB). Mas
a ideia é o melhor uso do dinheiro público, o que inclui cortes de privilégios
e desperdícios.

Anna Graziella
Neiva que preside a FMRB desde agosto de 2012, e que no ano passado foi eleita
por um conselho interno para um mandato de mais 06 anos, encaminhou para o
governador uma lista com pedidos de renomeação de servidores.

A lista em
questão é a mesma dos atuais 48 funcionários, sendo que todos são comissionados
e mantidos com recursos da Secretaria de Estado da Educação.

A Folha de
pagamento mensal que custa aos cofres públicos mais de R$ 174 mil inclui
vencimentos que chegam a mais de R$ 9 mil. Na postagem, o governador disse
ainda que vai analisar o quadro de funcionários, o acervo e a disponibilidade
de espaços.

A atitude não
segue a lógica de perseguição política, mas de enxugamento da máquina estatal,
utilizada em todos os setores da administração pública estadual. Veja abaixo a relação dos exonerados encaminhada por Graziella para serem renomeados.

 
 

  • Jorge Vieira
  • 16/jan/2015

Governo economiza R$ 1 bi com fim de terceirização no Detran

O Governo
do Estado estabeleceu acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT) para
encerrar os contratos de terceirização de serviços que deveriam ser prestados
através de concurso público no Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão
(Detran-MA). Com a celebração do acordo será economizado R$ 1, 127 bilhão para
os cofres públicos.

O
governador Flávio Dino ressaltou os esforços para resolver de forma legal e
jurídica o fim das terceirizações. “A dívida de R$1 bilhão foi convertida em
uma série de obrigações que o Detran terá de cumprir para encerrar as
atividades terceirizadas e, assim, resolver esta situação da melhor forma
jurídica e legal”, disse o governador.

 
O Estado
foi acionado pela irregularidade desde janeiro de 2013 pelo MPT, mas a gestão
da ex-governadora Roseana Sarney descumpriu a ordem, gerando uma multa diária
de R$ 10 mil para cada servidor contratado de forma terceirizada para
desempenho de atividade-fim no Detran-MA, serviços que deveriam ser
desenvolvidos por servidores aprovados em concurso público.

Com o
acordo celebrado esta semana pelo Governo do Maranhão, através do Detran-MA e
da Procuradoria Geral do Estado (PGE), os funcionários terceirizados serão
substituídos gradualmente por servidores que realizaram o último concurso do
órgão, no ano de 2013. O diretor-geral do Detran-MA, Antônio Nunes, explicou
que o certame vence em outubro deste ano e que, aos poucos, convocará os
aprovados para as devidas funções.

 
“O Detran
irá chamar, até o mês de outubro deste ano, as pessoas que prestaram o concurso
de 2013. Cada um dos que forem chamados ocuparão a função para a qual se
candidataram sem haver desvio de cargo”, afirmou o diretor-geral Antônio Nunes.

 
Com
relação à quantidade de terceirizados que trabalham no Detran-MA, Nunes
solicitou um prazo de 60 dias ao Ministério Público do Trabalho para precisar o
número real funcionários, mas de adiantou que mais da metade não é concursada.

 

O acordo
com o MPT reduziu a dividida de R$ 1,127 bilhão para R$ 500 mil que deverão ser
empregados pelo Detran-MA em ações educativas direcionadas para motoboys e
mototaxistas, que serão desenvolvidas como cumprimento à medida até 2016.

Empresas terceirizadas
 

Pelas
empresas terceirizadas existem 193 funcionários contratados pela Diplomata e 232
pela IADESB. As duas são rés na ação movida pelo Ministério Público e acumulam
multas de R$ 671 mil (Diplomata) e R$ 248,5 mil (IADESB) pelo não cumprimento
da ordem judicial.

 

O
contrato com a IADESB foi encerrado e a mesma está recebendo pagamento por
indenização. Já a Diplomata teve o seu contrato renovado em 01/12/2014 e passou
para o valor anual de R$ 10.245.146,40 (dez milhões duzentos e quarenta e cinco
mil cento e quarenta e seis reais e quarenta centavos).




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