
Ribamar Alves regulariza pagamento dos servidores da Prefeitura de Santa Inês
De volta à Prefeitura de Santa Inês, o prefeito Ribamar Alves começa a colocar a casa em ordem. O pouco tempo em que o Município esteve sob o comando do vice-prefeito Dino do PT (cerca de 20 dias) foi o suficiente para que, em seu retorno, ocorrido no último dia 07/03, o gestor encontrasse muita coisa por fazer.
Como passo inicial no retorno à gestão do Município, Ribamar Alves reconvocou seu secretariado e determinou minucioso levantamento em todos os setores da administração. Através do Departamento Jurídico, Ribamar Alves assinou Decreto revogando atos de Dino do PT e tratou de procedimentos que dessem continuidade ao trabalho de sua equipe.
Após ter acesso às contas do Município, Ribamar Alves determinou ao setor de finanças que viabilizasse imediatamente o pagamento do funcionalismo público municipal, fato ocorrido na última quinta-feira (10), quando os servidores começaram a sacar o salário referente ao mês de janeiro, já que o prefeito interino Dino do PT não cumpriu o pagamento da folha. O prefeito garante que a folha de fevereiro será quitada até o final deste mês.
Com relação aos servidores da Educação, a categoria procurou o gestor Ribamar Alves, que foi o prefeito que assinou a Lei que criou o Plano de Cargos Carreira e Remuneração do Magistério de Santa Inês, para que o mesmo regularizasse a situação do pagamento dos educadores referente ao mês de fevereiro.
Reunidos com a secretária municipal de Educação, Maria da Conceição Costa, os educadores receberam a notícia sobre a normalização do pagamento, que aconteceu na última sexta-feira (11), inclusive com a Prefeitura pagando também terço das férias dos educadores concursados. Na mesma reunião, foi confirmado que a diferença do reajuste nacional do piso será depositada a partir do dia 21 deste mês.
“Sem dúvida, nossa prioridade era pagar o funcionalismo, pois são eles os responsáveis pelo andamento dos serviços em prol da população do Município Santa Inês. Apesar das dificuldades e da falta de dinheiro em caixa, estamos cumprindo com nossas obrigações”, resumiu Ribamar Alves.
A deputada Eliziane Gama, se quiser contar com cem por cento do apoio do partido que escolher para ser candidata a prefeita de São Luís, terá que manter-se filiada à Rede Sustentabilidade. O PSB, apontado como provável abrigo da parlamentar, acaba de mandar um duro recado: a direção da legenda não aprova a forma como ela quer se impor no partido e reafirmou compromisso com a pré-candidatura do deputado Bira do Pindaré, no encontro realizado no último domingo (13).
A parlamentar, que vem se movimentado nos bastidores para rifar a candidatura de Bira e formar frente com o senador Roberto Rocha, já visando as eleições de 2018, enfrenta forte resistência nas hostes socialistas, até por não possui a menor identidade ideológica e por querer fazer do partido apenas um trampolim para seus objetivos pessoais. A deputada que em sua curta carreira já passou por PDT, PPS, REDE não é bem vista no PSB e já acena para o PSDB.
No PSDB, por exemplo, o ex-prefeito João Castelo, aquele das obras de papel, que deixou a cidade transformada num caos total, os servidores sem o pagamento do mês de dezembro de 2012, dívida vencida de R$ 1 bilhão e que já teve duas prestações de contas reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado, só aceita o ingresso dela no ninho dos tucanos, caso aceite a filha ex-deputada Gardeninha.
Com o PSB fechando as portas, a deputada admite a possibilidade do PSDB, mas com a condição de que o candidato a vice seja Pinto Itamaraty, primeiro suplente do senador Roberto Racha, mas que não estaria disposto a compor a chapa da pré-candidata.
Com a janela partidária fechando dia 18 próximo, Eliziane tem quatro dias para dizer se sai ou fica na Rede, mas uma coisa já está bem clara: se vier por cima terá contra ela forte resistência interna e os braços cruzados da militância socialista, que identificam a parlamentar apenas como mais uma oportunista, sem qualquer compromisso com a legenda.
Após usar e abusar do PT no Maranhão e obrigar o partido a coligar com sua filha Roseana Sarney (PMDB), em 2010 e como Edinho Lobão (PMDB), em 2014, o ex-presidente José Sarney (PMDB) virou as costas para o governo da presidente Dilma Rousseff e já se articula internamente no PMDB, para voltar a dar as cartas, caso seja confirmado o golpe que está sendo perpetrado para colocar Michel Temer no comando do país.
O comportamento da mídia controlada pelo grupo Sarney e seus tentáculos na blogosfera, revela que o oligarca maranhense partiu para o ataque e soltou seus veículos para fazer a mais ampla cobertura da “Pressão das Ruas”, conforme estampa hoje a manchete principal do jornal O Estado do Maranhão, porta voz da família do ex-presidente.
A coluna “Estado Maior”, por exemplo, vai direto ao ponto. Na ânsia de atacar o governador Flávio Dino, um aliado de primeira hora da presidente e principal articulador contra o impeachment, afirma que Dino estaria mesmo é com medo da queda da presidente e da volta de Sarney ao cenário político nacional com forte de poder de influência sobre Michel Temer.
A coluna é bastante explicita quando afirma que o governador age em causa própria ao defender a dupla Dilma/Lula por temer a volta dos caciques do PMDB ao comando do país.
A pretexto de dizer que Flávio Dino defende Dilma por temer Sarney, a coluna “Estado Maior” entrega o oligarca: “O que ele (Dino) teme, de verdade, é que uma queda da presidente leve ao poder os peemedebistas. E que o ex-senador e ex-presidente José Sarney, ainda muito influente no cenário nacional, volte a ter o poder não apenas de influenciar, mas de dar as cartas, ao lado de Michel Temer, por exemplo”.
Como se pode deduzir, Sarney já pulou fora do barco na esperança de voltar a dar as cartas do jogo, o que seria um enorme retrocesso para o país e principalmente para o Maranhão. É sempre bom lembrar que Sarney proibia até ministro vir ao Maranhão quando Lula era presidente Jackson Lago (PDT) governador do Estado.
Mudanças impostas à força no Brasil sempre resultaram em grandes desastres. O exemplo mais recente foi o golpe civil-militar de 1964, que prendeu, exilou, perseguiu e torturou brasileiros, sem amparo em regras legais. Ao contrário disso, o Brasil avança quando maiorias são construídas nos marcos do Estado de Direito, mediante diálogos e consensos progressivos, sem rasgar regras constitucionais.
Rasgar princípios e regras, a pretexto de uma luta política momentânea, abre as portas para jogar-nos novamente no imprevisível. A pretendida solução de um impeachment sem base constitucional não seria um ponto final, mas o marco zero de um longo ciclo de vinganças, retaliações e violência política, que arrastaria a economia para uma depressão ainda maior.
Seria um caso único no presidencialismo no Planeta: um Chefe do Poder Executivo ser afastado sem ter pessoalmente cometido qualquer crime no curso do mandato; e afastado sob a liderança de políticos que, eles sim, respondem a processos criminais. Nem Kafka, nem Marx, nem Hegel escreveriam um roteiro tão “criativo”.
Chegamos na beira do precipício com uma gravíssima crise política. Recentes ações atabalhoadas de alguns promotores são sintomas institucionais de preocupante descontrole geral, em que tudo pode acontecer. Não teremos um “vencedor” nesta guerra. É preciso que todos os lados envolvidos sentem-se para dialogar tendo à mesa o futuro do país.
Do lado da oposição, é preciso entender que, por maior que seja a ânsia de retornar ao poder, o momento marcado na Constituição para esse debate será outubro de 2018. Do lado do governo, é preciso apresentar uma agenda clara de retomada do crescimento econômico, que supere a crise que vivemos com conseqüências alarmantes para o emprego e qualidade de vida de milhões de brasileiros. Essas soluções não passam por um “ajuste fiscal” que consome metade dos recursos da União com pagamento de juros. É preciso reduzir os juros e retomar programas de crédito direcionado, como o “Minha Casa Minha Vida”.
Fora do mundo político, é preciso que as elites econômicas também assumam a responsabilidade sobre o clima de beligerância criado. Atualmente, a crise só tem servido a bancos, que em meio a uma queda de 3,8% do PIB viram seus lucros crescer 15% chegando à somatória de quase R$ 50 bilhões em lucro – apenas considerando as três maiores empresas privadas do setor. São os seus interesses de manutenção dos juros altos que levam à crise recessiva. Com a recessão instalada, os bancos defendem que é preciso aumentar juros para atender ao “mercado”, mantendo o círculo vicioso. Ou seja, querem um Brasil em que somente 1% da população ganha, passando por cima dos interesses e direitos dos demais 99%.
As grandes empresas de mídia do país também devem ter consciência do papel decisivo que desempenham neste momento. A onda de pregações delirantes e boatos sobre intervenção das Forças Armadas mostram a gravidade do quadro. Não vale a pena destruir a democracia por interesses momentâneos. Sempre se deve lembrar que o princípio da ação e reação atua também na história.
Na guerra de todos contra todos, sobressai o mais forte. E com certeza, no mundo em que vivemos, esse não é o interesse do cidadão comum. É preciso retomar o diálogo sério para encontrar soluções aos males que realmente afligem o país, como o subfinanciamento da saúde pública, os casos de Zika, a crise econômica, o desemprego, a mobilidade urbana. Toda forma de corrupção deve ser combatida, mas segundo o devido processo legal, conduzido com serenidade, prudência, sem a paixão pelo espetáculo.
Será vergonhoso para o País chegar a agosto de 2016, na abertura de um evento que celebra a união dos povos, os Jogos Olímpicos, no clima de conflagração interna que vivemos. Só o diálogo pode salvar a Nação de momentos ainda piores.
POR ANDRÉ DE SOUZA

Senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), ex-petísta, durante discurso na convenção nacional do PMDB – Ailton de Freitas / Agência O Globo
O Globo — A convenção do PMDB começou com discursos contra o governo Dilma Rousseff e a defesa de que a legenda deixe os cargos no Executivo. Parte dos convencionais gritaram palavras de ordem contra Dilma e pelo afastamento do governo. Deputados ligados ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), puxaram o coro. Darcísio Perondi (RS), ao microfone, liderou os gritos de “Fora Dilma!”. Carlos Marun (PMDB-MS) liderou o “Saída já”. Os peemedebistas também gritaram “Fora PT”. A decisão sobre o afastamento do PMDB do governo Dilma, contudo, só deverá ser deliberada em 30 dias.
O vice-presidente Michel Temer, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), e o ex-presidente José Sarney participaram da convenção. Temer defendeu em seu discruso que não é hora de dividir o país. No encontro, Sarney foi alçado à condição de presidente de honra do PMDB. Ele chegou a ouvir algumas vaias, quando seu nome foi anunciado, mas fez um discurso agradecendo a honraria. O deputado estadual Edson Brum (RS) criticou a escolha de Sarney. Em discurso exaltado, ele lembrou que o ex-presidente apoia qualquer governo há 60 anos.
O deputado Mauro Lopes (MG), cotado para ser ministro da Aviação Civil, também apareceu. O nome dele foi anunciado por Eliseu Padilha, que o chamou de futuro ministro. As manifestações contra Dilma, o governo e o PT se deram na presença de vários ministros peemedebistas, como Marcelo Castro (Saúde), Helder Barbalho (Portos), Eduardo Braga (Minas e Energia), Henrique Alves (Turismo) e Celso Pansera (Ciência e Tecnologia).
O deputado Darcisio Perondi (RS) comparou a Lava-Jato à Operação Mãos Limpas, que desvendou um esquema de corrupção na Itália e dizimou alguns partidos políticos. Segundo ele, o PMDB corre esse risco, se permanecer no governo. O parlamentar também defendeu o prazo de 30 dias para deliberar as moções, até mesmo para convencer os indecisos e os contrários. Nesse prazo, o deputado avalia que a situação do país estará pior do que hoje.
— Quando o PMDB quer, o Brasil muda. Fora, Dilma! Fora, Dilma! Fora, Dilma! Fora, Dilma! — discursou Perondi, sendo acompanhado pelo público.
A senadora Marta Suplicy (SP), que até o ano passado era filiada ao PT e foi ministra do Turismo no governo Lula, pediu a saída do governo, defendeu Michel Temer para presidente e disse que o atual governo é corrupto e incompetente.
— O impeachment da presidente vem tarde. Se tivéssemos tomado essa posição antes, não estaríamos assim — disse Marta, acrescentando:
— O governo é corrupto e incompetente, com uma presidente que não dá conta do recado, uma presidente isolada e que não consegue governar. De modo que apoiamos, sem sombra de dúvida, a saída do governo o quanto antes.
O ex-governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, discursou destacando que o desejo de sair do governo não está presente apenas na base. Agora também é um sentimento da direção. Pregou candidato próprio em 2018. E, mesmo sem mencionar uma eventual saída de Dilma da Presidência antes do fim do mandato, afirmou que é preciso fortalecer Temer “para qualquer desafio no futuro”. Ele foi bastante aplaudido e, após terminar o discurso, houve militante gritando “fora, Dilma”.
Regina Perondi, do PMDB Mulher e esposa do deputado Darcisio Perondi, também discursou:
— Fora Dilma, Michel já — disse, inflamando a plateia, que gritou em coro “fora, Dilma”.
O deputado Mauro Pereira (RS) fez críticas ao governo e anunciou apoio à operação Lava-Jato:
— O que está faltando a esse governo é ética, vergonha na cara. O que esse governo tem é corrupção — atacou.
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A nova conexão é a primeira das 14 vias interbairros que estão sendo construídas em São Luís, como parte do grande Programa Interbairros, executado pelo governo do Estado, em parceria com a Prefeitura de São Luís. O projeto contempla obras de conexões viárias para interligar um bairro a outros e promover melhorias na mobilidade urbana em diversos setores da capital maranhense. O prefeito Edivaldo ressaltou a efetiva parceria celebrada entre a Prefeitura de São Luís e o governo do Estado para a concretização da obra. “Hoje, concluímos a primeira etapa de um grandioso projeto de infraestrutura e mobilidade urbana, que são as interbairros. As intervenções foram planejadas para oferecer novos corredores de tráfego, com o objetivo de melhorar a vida da nossa população. São obras viárias muito importantes e que comprovam que a parceria tem dado certo e que muito ainda vamos fazer conjuntamente em favor da nossa cidade”, disse Edivaldo. O trecho entregue neste sábado tem cerca de mil metros de extensão. Para efetivar a conexão, foi construída uma ponte de concreto armado que facilita o deslocamento aos destinos, proporcionando melhor fluidez ao trânsito na região. As ruas utilizadas para a conexão receberam serviços de requalificação asfáltica e melhorias na iluminação pública, com a substituição das lâmpadas velhas por novas luminárias que emitem luz branca. O governador Flávio Dino destacou as obras de infraestrutura como um indicador de melhoria da qualidade de vida da população. “Pavimentar uma rua e melhorar a trafegabilidade das vias significa muito mais que mera colocação de asfalto, porque os serviços proporcionam melhorias em diversos aspetos: na saúde, no lazer, no convívio social e muitos outros. As parcerias que o governo do Estado e a prefeitura de São Luís têm firmado visam proporcionar exatamente isso: melhorar a vida das pessoas. E hoje estamos entregando mais esta importante obra para a população. A Prefeitura realizou todos os estudos, os projetos e o planejamento, e nós viabilizamos os recursos necessários para a execução”, disse o governador Flávio Dino. O governador frisou ainda que a via interbairros inaugurada integra o pacote de 23 obras que estão sendo entregues, simultaneamente, pelo governo do Estado, neste sábado (12), em diversas cidades maranhenses. PROGRAMA Fruto de parceria celebrada entre a Prefeitura de São Luís e o governo do Estado, o Programa Interbairros está implantando 14 novas conexões viárias no trânsito de São Luís. O valor total do investimento é de R$ 32 milhões. A ação tem como objetivo criar novas possibilidades de tráfego de veículos para melhorar a mobilidade urbana na capital maranhense. Visa, ainda, desafogar os grandes corredores urbanos de fluxo intenso da cidade. RECONHECIMENTO A dona de casa Elza Moraes, 46 anos, moradora do Jardim São Cristóvão, relembra a situação da rua antes de serem realizados os serviços e relata as melhorias proporcionadas com a conclusão da obra. “Aqui era só piçarra que se transformava em um lamaçal quando chovia. Agora, sim, podemos dizer que moramos numa rua de verdade”, disse ela. Residindo na área há cerca de um ano, a dona de casa Brasilina Moraes, 24, testemunha que acompanhou os serviços de sua porta e viu a transformação acontecer. “Mudou para muito melhor tanto a infraestrutura da rua como as nossas vidas também, porque ganhamos uma nova rota e não precisamos mais trafegar pela avenida principal do bairro”, enfatizou. Participaram também do ato de entrega da via interbairros os secretários municipais Lula Fylho (Governo), Antônio Araújo (Obras e Serviços Públicos), Severino Sales (Relações Parlamentares), Tati Lima (Informação e Tecnologia), além do vice-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Othelino Neto, entre outras autoridades políticas locais. |
O secretário de Desenvolvimento Social, deputado Neto Evangelista, disse ontem ao Jornal Pequeno que seu nome está à disposição do partido para concorrer à sucessão na capital.
“Se o desejo da maioria do PSDB for pelo meu nome, serei sim. Meu nome está à disposição”, enfatizou.
Os tucanos possuem duas pré-candidaturas: João Castelo e Neto Evangelista, porém, o primeiro, após duas reprovações de contas pelo TCE-MA, deve ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa.
O parlamentar conversou nesta tarde de sexta-feira com o titular do blog e reafirmou sua vontade de disputar a sucessão municipal pelos tucanos, mas desde que o partido esteja ao seu lado.
“Teremos candidato a prefeito de São Luís e meu nome está à disposição. Se a opção da maioria for mim, serei”, adiantou o jovem parlamentar tucano.