Os investimentos destinados pelo governador Flávio Dino à saúde do estado têm transformado a realidade da área no Maranhão. Uma missão árdua de organizar a saúde do estado foi assumida desde o primeiro dia da gestão, e o reconhecimento disto tem chegado. Durante reunião ampliada com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, prefeitos, deputados e representantes do setor avaliaram positivamente os avanços na saúde do Estado.
O cuidado com os municípios, a partir de parcerias e investimentos diretos, tem assegurado o fortalecimento da saúde também para as redes municipais. São ações como a distribuição das ambulâncias – 105 veículos completamente equipados e modernos já foram entregues às Prefeituras – além de repasses para manutenção dos hospitais.
Para o presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), o prefeito de Tuntum, Cleomar Tema, essa postura tem sido fundamental, e é preciso que União, Estado e Município caminhem irmanados para resolver as questões da saúde. “Nós temos dezenas de municípios com hospitais fechados, graças ao governador, desses 50 novos hospitais, 36 recebem recurso do tesouro estadual. Espero que nesse momento possamos nos unir para resolver o problema de alguns municípios”, pontuou.
O deputado federal Junior Marreca endossou as palavras do presidente da Famem, garantindo ao ministro que a gestão do dinheiro público tem permitido a transformação da saúde. “Pode mandar recursos que o governador sabe tratar muito bem”. Já para o deputado federal Pedro Fernandes, é planejamento organizado que vai fazer com que a saúde pública chegue nos municípios do país e no Maranhão essa lógica tem funcionado.
O prefeito de Chapadinha, Magno Bacelar, defendeu que a ação firme da pasta de saúde tem sido fundamental. “A Secretaria de Saúde do Estado do Maranhão está fazendo um trabalho excelente”, opinou o gestor. Ao que concordou o presidente do Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde (Cosems), Vinícius Araújo: “Quero parabenizar o governador Flávio Dino que muito tem feito pela saúde do Maranhão”.
Reunião – Durante o evento, realizado na Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), o governador garantiu que vai assumir a contrapartida dos municípios para implantação do prontuário eletrônico nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Para dar maior agilidade no atendimento ao cidadão e melhorar eficiência na gestão dos gastos públicos em saúde, o Governo do Estado dará o aporte dos 50% para implementar a iniciativa, que seriam de responsabilidade das prefeituras – o Ministério arcará com 50% dos recursos.

Apesar da crise, prefeito Edivaldo mantém em dia salário dos servidores
O prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) vem cumprindo rigorosamente seu compromisso de manter em dia a folha de pagamento dos servidores municipais. O vencimento do mês de julho será pago na nesta terça-feira (1°). A atual gestão municipal tem mantido o compromisso de quitar a folha de pagamento dentro do prazo previsto no decreto n° 48.875.
A crise econômica e política brasileira tem afetado diversos estados do país. São Luís, no entanto, consegue, mesmo com a queda dos repasses federais, manter o equilibrio financeiro com planejamento e controle dos gastos públicos, pilares da gestão do prefeito Edivaldo.
“Conseguimos quitar a primeira parcela do 13° salário dos nossos servidores e agora estamos efetuando o pagamento salarial referente ao mês de julho. A Prefeitura de São Luís, com o pagamento em dia dos servidores, está conseguindo movimentar a economia da região”, afirmou o titular da Secretaria Municipal da Fazenda (Semfaz), Delcio Rodrigues.
Os servidores municipais tem acesso às informações de seus vencimentos nos terminais de autoatendimento do Banco do Brasil, por meio do contracheque eletrônico. A informação também pode ser acessada através do site da Prefeitura de São Luís (www.saoluis.ma.gov.br), no Portal do Servidor, menu do lado esquerdo, informando o número da matrícula e senha.
Os deputados federais Rubens Júnior (PCdoB) e Weverton Rocha (PDT) são os parlamentares do Maranhão mais atuantes nas redes sociais, em termos de alcance, presença e influência. Os dados são de um estudo, realizado pelo Instituto FSB Pesquisa, e que será divulgado nos próximos dias, segundo noticiou o jornal Folha de S.Paulo neste sábado (29).
Ao comentar os dados preliminares da pesquisa, o deputado Rubens Júnior destacou a importância das redes sociais como ferramenta de aproximação com a população e de transparência do mandato. “As redes nos dão a oportunidade de estar cada vez mais próximo de quem representamos, seja ouvindo as demandas, opiniões sobre nossas ações. Bem como também nos garante espaço para compartilhar nosso trabalho em prol do Maranhão.
O estudo mediu informações de 85.203 publicações em contas oficiais de 559 parlamentares no Facebook e no Twitter entre 2 de fevereiro e 17 de julho deste ano. Com base nesses dados, foi criado um índice de influência dos políticos nessas redes – com mais peso para o Facebook, por ter maior número de usuários no País. Os critérios levados em conta foram postagens, número de seguidores, alcance das publicações, curtidas, comentários e compartilhamentos.
A pesquisa também fez um ranking por partidos, onde o PT aparece em primeiro, seguido por PSC, Podemos, PSol e PCdoB. O PMDB, aparece em 10º, e o PSDB na 15ª posição.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou nesta sexta-feira (28), que a partir do dia 17 de agosto vai dar início a uma caravana de 21 dias pelo Nordeste, começando pela Bahia e terminando no Maranhão. O anúncio foi feito durante entrevista concedida à Rádio Som Maior de Santa Catarina.
“Estou começando uma caravana e vou passar por dez estados. Depois quero ir ao Sul, Sudeste e ao Norte para ver como eles estão estragando esse país que nós conseguimos fazer crescer, ter autoestima e que está em decadência. Todo dia que deito, penso na situação que está o país e em como o deixamos. Quero viajar o Brasil todo de ônibus e de ônibus, de carro, de trem, de barco para que a gente possa ter acesso ao povo”, declarou o ex-presidente.
Ele lembrou que uma das maiores experiências da sua vida pública foram as caravanas realizadas entre 1992 e 1993. Para o ex-presidente, essas foram “as maiores aulas de sua vida sobre o Brasil”. Ele afirmou que a caravana acontece independentemente de candidatura. “O PT tem que decidir se eu sou candidato. Se eu não for, serei um bom cabo eleitoral. Nada vai me fazer esmorecer. Ninguém me fará baixar a cabeça nesse país”.
O senador Edison Lobão (PMDB) reafirmou nesta manhã de segunda-feira (31) que será candidato a reeleição em 2018, conforme já havia declarado à chamada grande imprensa nacional.
Investigado na Lava Jato como beneficiário de propina, sendo figura carimbada em delações premiadas de personagens do esquema que desviou recursos da Petrobras e Eletrobras, Lobão confirmou que é ele mesmo candidato, nada do filho Edinho.
Lobão parece ignorar que está sendo investigado pela Polícia Federal e no olho do furacão de uma investigação que já levou barra cadeia a nata do empresariado nacional e está próximo de colocar as mãos nos políticos que assaltaram cofres públicos.
O “Sou candidato a reeleição”, dito por ele, inclusive, soa como deboche. Não merecemos ser representados por corruptos. É provável que até as convenções de 2018, a Justiça já tenha se manifestado sobre os diversos processos que ele responde no Supremo Tribunal Federal por corrupção.
O Maranhão não merece ter um representante no Senado com a moral enfiada na lama da Lava Jato, que não se tem notícia de ter feito alguma coisa pelo Estado nesse quase oito anos de mandato. Pelo contrário, sua atuação só tem servido para continuarmos servindo de chacota nacional.

O boa vida “Asa” confirma participação no consórcio da oligarquia Sarney e diz que não recua
A reação do senador Roberto Rocha, o “Asa de Avião” (ainda no PSB), a uma nota de abertura da coluna “Estado Maior”, do jornal O Estado do Maranhão, de propriedade da família Sarney, afirmando que ele recuou em seu tresloucado projeto de ser candidato ao Governo do Estado, revela que começa desandar a tentativa do grupo Sarney formar um consórcio de candidato para enfrentar o governador Flávio Dino, franco favorito para renovar o mandato na eleição de 2018.
Segundo “Estado Maior”, Rocha recuou em seu projeto de disputar o Governo do Estado após ser derrotado pelo governador Flávio Dino em sua ambição de se apropriar da legenda socialista no Maranhão. De imediato o senador recorreu às redes sociais de internet para afirmar que não existe recuo. “O grupo Sarney diz isso porque sabe que sem nossa presença na disputa Flávio Dino ganha de WO. Apenas isso!”, enfatizou.
O senador “Asa”, que até hoje não disse o que foi fazer no Senado, na realidade, estaria sendo provocado pela grupo Sarney a se manifestar sobre o assunto, já que estava em silêncio desde que passou a ser ameaçado de expulsão do PSB por traição, mas pela reação, o projeto do consórcio continua, embora Rocha tenha pouco a contribuir.
Roberto Rocha, pelo visto anda completamente alheio à realidade eleitoral do Maranhão, pois as pesquisas de opinião pública divulgadas até agora, sempre aparece na rabeira, nunca ultrapassando a casa dos 4%. Este, por sinal, era o mesmo percentual que ele possuía em 2002 quando renunciou a candidatura ao governo na reta final do primeiro turno.
Político sem escrúpulos, caloteiro contumaz e traidor compulsivo, “Asa”, como jocosamente é chamado nos bastidores por querer se nivelar a Flávio Dino (Flávio seria a outra asa), sem a menor perspectiva de vitória ou poder de interferência no processo eleitoral, começou a acenar com o retorno ao seu berço de origem, o grupo Sarney, mas até por lá, parece que duvidam dos seus arrotos e resolveram cobrar publicamente.
E pelo que postou no Facebook, sua pré-candidatura, ainda que moribunda, continua. Resta saber se terá partido, pois sua situação junto a direção nacional do PSB é crítica, principalmente após ele votar a favor da reforma trabalhista, declarar apoio a Michel Temer e ser a favor de sua permanência na Presidência da República ainda que com apenas 5% de popularidade, contrariando as posições do partido.
Prefeitos e prefeitas de todas as regiões do Maranhão estão apreensivos. O Governo Federal, até a presente data, não cumpriu acordo, firmado no último dia 11 em Brasília, no qual se comprometeu em depositar nas contas dos municípios, até o fim deste mês de julho, R$ 168 milhões referentes a antecipação da compensação do Fundeb.
Com o não cumprimento do acordo, gestores municipais estão preocupados, principalmente no que diz respeito a não conseguir honrar a folha de pagamento do setor da educação.
A diretoria da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, por sua vez, também está extremamente preocupada e lamenta o fato de, mais uma vez, as cidades estarem sendo penalizadas por uma quebra de palavra por parte da União.
Em abril, a diretoria da Famem e integrantes da bancada maranhense em Brasília reuniram-se com o ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, que assumiu o compromisso, em nome do presidente Michel Temer, de parcelar o ajuste anual do Fundeb em até 12 vezes.
Com a medida, à época, e também por força de liminares expedidas em favor dos estados do Ceará e da Paraíba, evitou-se que os municípios maranhenses perdessem, de uma vez só, R$ 177 milhões. O governo do estado também foi beneficiado e não perdeu R$ 47 milhões.
Porém, no dia 06 deste mês, a entidade municipalista; bancada maranhense; e gestores foram pegos de surpresa com a edição de uma portaria (nº 823/17), por parte da União, autorizando o desconto, o que acabou ocorrendo.
De forma rápida, o presidente da Famem, prefeito Cleomar Tema (Tuntum); deputados federais e senadores conseguiram reunir-se, na semana seguinte, com o próprio presidente Michel Temer. Também participaram do encontro os ministros José Mendonça Bezerra Filho (Educação) e Henrique Meirelles (Fazenda); além do presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, Sílvio Pinheiro.
Michel Temer e seus auxiliares, durante a reunião, garantiram a antecipação aos municípios de R$ 168 milhões, resultante da complementação do Fundeb, por parte do Governo Federal, de todo o segundo semestre deste ano.
O acordo foi a forma encontrada para amenizar os problemas financeiros das prefeituras ocasionados pelo sequestro dos valores determinado pela portaria governamental.
No entanto, até o momento, o acordo não foi cumprido. Procurados pela Famem por diversas vezes, o FNDE e a Secretaria Nacional do Tesouro Nacional limitaram-se a informar que a antecipação não poderia ser feita, uma vez que a medida, caso fosse realmente adotada, teria que beneficiar todos os estados e municípios da região Nordeste, o que causaria um impacto negativo nos cofres da União de mais de R$ 740 milhões. Com a palavra o senhor presidente Michel Temer.