Inaugurado recentemente no bairro do São Francisco, o Instituto João Evangelista, uma homenagem do deputado Neto Evangelista ao pai, saudoso presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado João Evangelista, chegou para oferecer mais oportunidades a crianças e adolescentes . A cerimônia oficial ocorreu no sábado (10), com a entrega de quimonos ao projeto Judoca Cidadão.
Desde dezembro, 86 participantes recebem aulas gratuitas de judô com o professor (sensei) Witaçuci Khlewdyson Bezerra que leciona no esporte há quase vinte anos. “São projetos como esse que mudam a vida das pessoas. Temos 4 turmas com idade de 7 a 14 anos e é só o começo. Sou muito grato pela oportunidade e pelo convite de participar dessas ações” comentou o faixa preta, Witaçuci.
A iniciativa da criação do instituto é antiga e surgiu de um desejo dos familiares e de amigos do ex-deputado João Evangelista. Segundo o filho, Neto Evangelista, o projeto Judoca Cidadão tem outra missão. “Não pretendemos criar apenas atletas e campeões, e sim cidadãos. O judô trabalha a disciplina, a atenção, é um esporte completo. Estou realizado de termos concretizado esse espaço. Sei que meu pai está muito orgulhoso de dar prosseguimento ao legado do meu pai, quem o conhece sabe como ele foi incansável pela melhoria das condições de vida dos maranhenses” afirmou o deputado.
Sobre João Evangelista – Considerado um dos mais brilhantes políticos da nova geração de homens públicos do Maranhão, João Evangelista nasceu no dia 03 de junho de 1957, natural de São João Batista, onde viveu parte de sua infância, e faleceu em maio de 2010 no auge de sua carreira política.
João se destacou desde o colégio e logo virou prefeito nas eleições escolares. Aos 13 anos começou a trabalhar para ajudar no sustento da família e aos 18 anos serviu ao exército. Sentindo o chamado para a vida pública, resolveu se candidatar a vereador na eleição de 1984 mas não conseguiu sigla, tendo obtido êxito no ano de 1988.
Com um ótimo desempenho em seu primeiro mandato, João foi reeleito, em 1992, dessa vez com a maior votação já registrada até aquelas eleições. Logo em seguida conduzido por seus pares à Presidência da Câmara Municipal, onde teve destacada atuação à frente do Legislativo ludovicense, cuja marca foi a modernização de sua estrutura e a democratização.
Seu atuante desempenho, o credenciou a conquistar o mandato de deputado estadual em 1994, com a terceira maior votação do estado e a maior da capital, novamente com uma votação jamais obtida por um parlamentar, até aquele ano em São Luís.
Foi reeleito em 1998, em 2002 e em 2006, sendo outra vez o terceiro mais votado. Em 2001 licenciou-se para exercer o cargo de Gerente de Estado da Regional de Zé Doca retornando depois como presidente da Assembleia Legislativa nos biênios 2005/06 e 2007/08.
Suas gestões foram marcadas pela visão empreendedora de valorização da instituição e de seus servidores; projetos relevantes, como Sol Nascente, Parlamento Estudantil; Assembleia na Comunidade, Águas Perenes, entre outras; Ações de comunicação que aproximaram o Legislativo da sociedade, além de comandar a construção de uma das Assembleias Legislativas mais modernas do Brasil, proporcionando aos parlamentares um espaço digno para o trabalho legislativo e para a população, a verdadeira Casa do Povo.
Casado com Dona Georgina e pai de Geórgia e Neto Evangelista, sempre conseguiu manter a família firme e unida, mesmo nos momentos mais difíceis.
Hoje, Geórgia é médica, especializada em Ginecologia e obstetrícia, e o Neto Evangelista é formado em Direito, pós graduando em MBA Executivo em Administração Pública pela FGV, e seguindo os passos do pai, está em seu segundo mandato como deputado Estadual e hoje como Secretário de Estado de Desenvolvimento Social.

Prefeito Domingos Dutra vence mais uma contra as viúvas derrotadas de Paço do Lumiar
O Plenário do Tribunal Regional Eleitoral, por 05(cinco) a 01 (um), julgou improcedente a Ação Judicial em que o ex–prefeito Josemar Sobreiro pretendia cassar o mandato do Prefeito de Paço do Lumiar Domingos Dutra. Josemar alegava que o prefeito teria sido eleito com abuso de poder econômico e abuso de poder político e acusava o governador Flávio Dino de ter distribuído títulos de terras no município no período eleitoral para influenciar no resultado das eleições.
Pura lorota de quem perdeu e não se conformou com a derrota. O Maranhão inteiro sabe que o atual prefeito de Paço do Lumiar sempre fez campanha a pé e na base do camarão seco com farinha. Em Paço não foi diferente: Dutra caminhou 450 quilômetros em todo o município, em uma coligação de três partidos e poucos candidatos a vereador.
A maioria dos julgadores entenderam que não houve abuso algum na eleição e arquivando o processo por absoluta falta de provas. O TRE-MA ainda vai julgar outra ação contra o prefeito Dutra movida pelo ex–prefeito Gilberto Aroso (ex-presidiário), que usa também os mesmos argumentos para cassar Dutra, o prefeito que mais trabalhou em Paço, sendo por isto o mais perseguido do Maranhão, odiado por Bia Aroso, Gilberto Aroso e Josemar Sobreiro que se uniram para perseguir o Governo Municipal.
Pelo andar da carruagem as viúvas dos Arosos e dos sobreiros irão pegar outra taca no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão.
Em evento da Rede Nacional de Ouvidorias, realizado nesta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro, o professor canadense Robert Gregory Michener, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV), apresentou estudo que mostra que, dentre os Estados brasileiros, o Maranhão é exceção na transparência das informações públicas.
Segundo o estudo apresentado, a atual gestão agiu para dar transparência às informações. Durante a exposição, o pesquisador citou nominalmente o governador Flávio Dino como exemplo de governante supranacional referência em transparência. O estudo foi feito pelos professores Gregory Michener, Evelyn Contreras e Irene Niskier. O título do trabalho é “Avaliando os Cinco Anos da Lei de Acesso no Brasil”.
“Os resultados positivos da política de transparência do Governo do Maranhão só foram possíveis graças a vontade política do governador Flávio Dino e da imensa dedicação dos servidores estaduais, com destaque para a equipe da Secretaria de Transparência”, enalteceu o secretário de Transparência e Controle, Rodrigo Lago. “O empoderamento do cidadão só é possível com uma gestão efetivamente transparente”, concluiu.
A V Reunião da Rede de Ouvidorias contou ainda com exemplos de boas práticas de realizadas pelas Ouvidorias dos Estados de Pernambuco e Alagoas. A Secretaria de Transparência do Governo do Maranhão foi representada pelo ouvidor-geral do Estado, Marcos Caminha.
Neste momento, o presidente Michel Temer (PMDB) está reunido com sua equipe de segurança pública.
O motivo da reunião é para tratar das investigações quanto à suspeita morte da vereadora Marielle Franco, do PSOL.
Há alguns meses, Temer autorizou a intervenção militar no Rio de Janeiro. Mariella vinha denunciando abusos cometidos. No domingo, ela denunciou uma ação de PMs do 41º BPM na Favela de Acari.
O ministro @Raul_Jungmann estará no Rio de Janeiro para acompanhar as investigações sobre a morte da vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson. Trata-se de um atentado ao estado de direito e à democracia. pic.twitter.com/X6WwXVRjrX
— Michel Temer (@MichelTemer) March 15, 2018
A caravana da Oligarquia é de fato uma grande piada política neste ano de 2018.
O jornalista George Marques, responsável por grandes reportagens no jornal The Intercept, publicou crítica à caravana expondo o fracasso de Roseana.
“Palanque de lacaios – ex-prefeitos (sem mandato), plateia vazia”, disse.
Nada mais do que uma avaliação que os maranhenses já sabem: o povo não quer mais os Sarneys no poder do Estado.
E isto é tão notório chegando a todos os estados.

Arrolado como testemunho de defesa de Paulo Vieira Costa, ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), o ex-presidente José Sarney (MDB) prestará depoimento por videoconferência na sexta-feira (16), aqui em São Luís. Costa responde a uma ação penal derivada da Operação Porto Seguro, que investigou irregularidades no setor portuário.
O ex-dirigente da ANA, atualmente vereador na cidade paulista de Cruzeiro – chegou a ficar preso.
Segundo a revista Época, Sarney foi decisivo para sua indicação ao governo. O ex-presidente deporia no fim de janeiro, mas não foi encontrado para receber a intimação.

Janela partidária que vai até 6 de abril transformou Câmara em ‘mercado’ – Ailton de Freitas / Agência O Globo 20/02/2018
O Globo — Nos bastidores do leilão por deputados em andamento na Câmara com a janela partidária, legendas estão oferecendo cota fixa para bancar eleições de parlamentares e criando regras tanto para atrair quanto para evitar a perda de filiados. Nas negociações, há cobrança para registro formal de promessas, “punição” a quem votou contra o novo fundo que vai irrigar as campanhas e diferenciação de valores para novos e antigos filiados. Tudo isso em meio a uma forte concorrência.
— Isso aqui virou um mercado. Se um (partido) fala que vai dar R$ 1,5 milhão, o sujeito vai lá, conta para o outro partido, que aí oferece R$ 1,6 milhão — conta um deputado que participa das negociações para receber novos quadros em seu partido.
REGISTRO DE VALOR EM ATA – No sobe e desce dessa bolsa, o PMDB está oferecendo R$ 1,5 milhão para os deputados que tentarão se reeleger. Prometido pelo presidente da legenda, senador Romero Jucá (RR), o valor levantou desconfianças, e houve pedido para que a oferta fosse registrada em ata, para cobranças futuras. A reunião do PMDB no dia 21 de fevereiro, quando foram prorrogados os comandos dos diretórios estaduais e municipais, fixou em um documento interno o montante a ser repassado para as campanhas federais. Mesmo assim, o partido do presidente Michel Temer tem sido um dos mais vulneráveis na janela partidária.
No DEM, partido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), o compromisso é repassar entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão para cada campanha à reeleição de deputado federal. Mas o valor vai variar de acordo com o comportamento dos deputados em votações, e privilegiará os novos quadros.
O critério que o partido definiu é o de que quem votou contra a criação do fundo eleitoral, em outubro do ano passado, receba o piso para a campanha, ou seja R$ 1 milhão. Quatro deputados se enquadram nessa situação: Alan Rick (AC), Marcos Rogério (RO), Norma Ayub (ES) e Onyx Lorenzoni (RS). Quem votou a favor receberá o valor máximo, de R$ 1,5 milhão. Os novos deputados que se filiarem à legenda também contarão com esse valor maior. O DEM tem tido um aumento robusto em sua bancada, que deve praticamente dobrar de tamanho. A sigla iniciou a legislatura, em 2015, com 21 deputados e já chega a 38. Há ainda outros quatro deputados negociando para se filiar.
Com a proibição do financiamento empresarial, as campanhas em 2018 serão majoritariamente pagas com dinheiro público, e os partidos terão que se virar com os recursos do fundo partidário e do fundo eleitoral, que juntos somam R$ 2,6 bilhões. As regras de distribuição são feitas internamente. Além dos recursos públicos, as campanhas também podem ser pagas com doações de pessoas físicas, o que, em tempos de impopularidade da classe política como um todo, não deve fazer muito sucesso.
Sem candidaturas presidenciais e com poucas pretensões de fazer governadores, PP e PR concentrarão os recursos a que tiverem acesso nas campanhas para deputado federal. Foram esses dois partidos que mais se articularam pela aprovação da reforma eleitoral que definiu o novo fundo e que agora devem alcançar ou chegar mais perto ao teto de financiamento para campanhas de deputados, de R$ 2,5 milhões.
No PR, segundo relatos, aos deputados com maior visibilidade foi prometido o valor máximo previsto na nova legislação eleitoral. Já o PP vem falando nos bastidores em algo em torno de R$ 2 milhões. Pré-candidato ao governo de Santa Catarina, o deputado Espiridião Amin (PP) diz que seu partido quer se tornar uma das duas maiores bancadas da Câmara. Atualmente, a legenda é a quarta, com 45 deputados.
Com a reforma eleitoral aprovada no ano passado, o tamanho das bancadas federais passou a ser crucial, pois o valor dos fundos públicos de financiamento, bem como o tempo de TV de cada legenda, é proporcional ao número de deputados na Câmara.
— A lógica das campanhas se inverteu. Antes, girava em torno das candidaturas presidenciais. Agora, com o fundo eleitoral, eleger o maior número de deputados virou o novo ouro em pó — pontua um dirigente partidário. (Por Catarina Alencastro)