18/09/2014

Família reunida: Froz Sobrinho, Edmar e Raimundo Cutrim
Faltando menos quinze dias para o fim da propaganda eleitoral, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Froz Sobrinho, continua sob suspeita e ninguém toma uma providência. Parlamentares já o denunciaram no plenário da Assembleia Legislativa como integrante de uma engrenagem que visa beneficiar a oligarquia Sarney e seus parentes candidatos a deputado federal e estadual, mas ele se finge de morto e mantém-se em silêncio.

No plenário do Poder Legislativo, a grande maioria dos parlamentares critica e acusa Froz Sobrinho e o presidente do Tribunal de Contas do Estado, Edmar Cutrim, de estarem chantageando prefeitos com pendências no TCE-MA em troca de votos para o ex-desembargador Raimundo Cutrim e Glaubert Cutrim, mas somente Camilo Figueiredo e Manoel Ribeiro vieram a público para denunciar a dupla que vem pressionando políticos a votarem nos seus parentes.
Após Camilo acusar o desembargador de conluio com o presidente do Tribunal de Contas para manter o prefeito de Codó, Zito Rolim, no cargo em troca de apoio ao candidato Glaubert, filho de Edmar, agora quem questiona a imparcialidade do presidente do TRE-MA é o deputado Manoel Ribeiro, um dos líderes do governo na Assembleia Legislativa.      

Esta semana, Camilo voltou a acusar a articulação de Froz e Edmar Cutrim para manter Zito no cargo em troca de votos e  Manoel Ribeiro aproveitou para levantar ainda mais suspeitas contra o desembargador, questionando inclusive a isenção dele na condução do processo eleitoral.
“O senhor disse que tem certeza de que ele (Edimar Cutrim) não manda no Tribunal Eleitoral, não foi? Agora, tome cuidado que o presidente do Tribunal Eleitoral é primo dele. E já teve gente que pediu a suspensão dele, o afastamento dele no tribunal porque ele tem dois parentes concorrendo à eleição”, observou Ribeiro.

O deputado do PTB, ao se referir a denúncia de Camilo contra Froz Sobrinho e Edmar, sobre tentativa de interferência no pleito, disse ainda que “essa sua certeza me deixa em dúvida um pouco, porque ele tem dois parentes lá concorrendo, é o desembargador Raimundo Cutrim e o Glaubert, um é tio e o outro é primo”.
Editorial – Jornal Pequeno

O caráter de uma campanha política se expõe a partir das armas usadas contra os adversários. O que não exclui a personalidade tortuosa dos que dessas armas se utilizam e o perigo que representam para um Estado ou Nação. Já havíamos chamado a atenção aqui para a pregação anticomunista dos defensores do candidato Lobão Filho, matéria que, agora, foi para as páginas do jornal O Globo.

Na mídia sarneisista, o candidato Flávio Dino, por integrar o PCdoB, transformou-se em ameaça à democracia, à liberdade de expressão e até à fé religiosa dos maranhenses. O Maranhão se tornaria uma espécie de Cuba, uma sucursal das repúblicas soviéticas, que, por sinal, extinguiram-se com a glasnot e a queda do muro de Berlim. Ao exagero da burrice e da falta de escrúpulos, um repórter perguntou em São Luís sobre a implantação do regime imaginado por Marx e Engels somente no Maranhão, e outro, em Imperatriz, entrevistou uma ‘evangélica’ encapuzada que mentia sobre ‘esquerdistas’ armados disparando armas de fogo para o alto.

A tentativa é criar um clima de terror na população religiosa; o crime é usar a fé do povo em Deus para apavorar os eleitores. Não é pouco, mesmo para uma gente que transformou Cafeteira em ‘assassino’, criando um cadáver, o de Reis Pacheco, que nunca tinha morrido, mas apenas sumido convenientemente do Maranhão.

O interessante disso tudo é que, poucos dias depois dessa intentona, o próprio Sarney confessaria ao blogueiro Robert Lobato ser um ex-comunista que só não se filiou ao partido porque sua mãe não permitiu. E não permitiu porque estava apavorada com o terror psicológico espalhado pelo regime militar para justificar as prisões, exílios, mortes e torturas, práticas viris do período de exceção. Estes, não eram atentados contra brasileiros, mas contra ‘comunistas’, comunistas comiam criancinhas, coisa em que a propaganda nazi-fascista do regime fez o povo acreditar.
 
Só para anotar, foi com Sarney na Presidência da República que os partidos comunistas foram legalizados no Brasil, uma das poucas coisas de que, como presidente, costumava se orgulhar.

Por apego ao poder, Sarney se tornou uma das principais lideranças civis em defesa do regime de terror instalado no Brasil. E, com a maestria de quem esteve tão próximo dos porões da ditadura, organiza seu séquito para hoje espalhar o terror na população maranhense, utilizando-se de um exército de neófitos que nenhum conhecimento têm sobre a história da humanidade, para tentar reverter uma realidade eleitoral que lhe é infensa. Ainda uma vez por apego ao poder.

O que fez Sarney com os que no Brasil lutaram pela liberdade, aliando-se aos fuzis, defendendo o silêncio imposto pelas baionetas quer fazer agora com o povo do Maranhão inteiro, criando aqui, e somente aqui, um regime político-eleitoral que antecede ao regime de terror que tanto defendeu.

 


 

17/09/2014

Regularização fundiária é uma das principais lutas conjunta do deputado estadual Bira do Pindaré (PSB), candidato à reeleição, e da vereadora Rose Sales (PCdoB), candidata a deputada federal. A pauta foi ainda maior em comunidades como a Portelinha e o São Bernardo, onde os dois candidatos participaram de duas caminhada.

Durante a atividades, os moradores agradeceram a luta dos dois parlamentares e afirmaram que é de representante dessa qualidade que o povo do Maranhão precisa.
“Foi a nossa união somada ao compromisso e luta do deputado Bira e da vereadora Rose Sales, que nos garantiu o direito de permanecer em nossas casas, criando os nossos filhos”, destacou Silvana, morado do bairro Portelinha.

A questão fundiária é um dos maiores problemas da Ilha de São Luís e de todo Estado. Para Bira, o problema é tão possível quanto necessário de resolver, mas para isso é preciso eleger um governador que “olhe para os problemas da população, que priorize a regularização fundiária em sua gestão”, afirmou.

Afinado com as proposta do candidato a governador, Flávio Dino 65, o socialista esclarece que não tem como desenvolver um estado sem viabilizar a titulação de terras.

“Não tem como pensar em desenvolvimento nesse Maranhão, sem resolver a questão fundiária. Aquilo que a gente imaginava, que era só no interior do Estado que havia esse problema (regularização fundiária) e os conflitos agrários, de repente a gente descobriu que a questão fundiária também está na Ilha de São Luís”, frisou o candidato.


Dentre as propostas que Bira do Pindaré 40100 defende, estão o programa “Minha Casa, Meu Maranhão”, que tem a meta de reformar ou construir 200 mil unidades habitacionais em todo Maranhão, além do plano de regularização fundiária para garantir a titulação de terra e moradia para todos os maranhenses.
O deputado Hélio Soares (PMDB) abandonou a candidatura do senador Edinho Lobão e aderiu, nesta noite de quarta-feira (17), à candidatura de Flávio Dino ao Governo do Estado.

A adesão do experiente parlamentar de quatro mandatos, que busca a reeleição, segundo analistas, políticos representa mais um duro golpe na combalida candidatura de Edinho Lobão, que vem perdendo apoio à medida que se aproxima o pleito.

O anúncio foi feito durante comício no município de Maracaçumé.


O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) instaurou procedimento para investigar o processo licitatório realizado pelo Tribunal Regional Eleitoral no Maranhão (TRE/MA) para gestão das urnas eletrônicas nas eleições de 2014, que teve como vencedor a empresa Atlântica Serviços Gerais Ltda.
 
No intuito de esclarecer os fatos e apurar as denúncias noticiadas na imprensa, o procurador da República José Raimundo Leite Filho informou ao TRE/MA que instaurou o procedimento e pediu cópia integral do processo licitatório e do contrato administrativo que atribuiu à empresa Atlântica a gestão das urnas eletrônicas no Maranhão. E, ainda, notificou a empresa para que, no prazo de dez dias, se manifeste sobre a denúncia.
 
 
O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) disse, na sessão desta quarta-feira (17), que a população assiste atônita ao total descontrole do governo do Maranhão com o seu Sistema Penitenciário. Ele lamentou as novas fugas que aconteceram, desde a madrugada, na Penitenciária de Pedrinhas, o que geraram mais notícias negativas no noticiário nacional.

Primeiro, os bandidos cavaram um novo túnel por onde fugiram dezenas na madrugada. E na manhã desta quarta-feira, uma nova tentativa de fuga, inclusive, foi mostrada, ao vivo, em rede nacional, pela Globo News. Os bandidos pularam muro, desceram telhado e ficaram frente a frente com a Polícia.

“Os presos tiveram tempo de cavar um túnel. Havia bastante barro. As fotos mostram um buraco. O túnel sai lá do outro lado e há fotos registrando tudo isso. Ou seja, mais uma vez, repete-se o total descontrole do governo do Maranhão com o sistema penitenciário”, frisou Othelino Neto.

O deputado lembrou que já houve decreto da governadora Roseana Sarney, instituindo situação de emergência com relação a esse caos na Segurança Pública, mas em nada adiantou. “Da crise que se radicalizou em janeiro deste ano para cá em nada melhorou a gestão do Sistema Penitenciário do Maranhão. Aliás, vem até piorando”, disse Othelino.

“Então, o que se pode observar é que o governo, de fato, é incapaz de controlar e de administrar o Sistema Penitenciário. Os presos fogem, uns pela porta da frente, subornando um diretor da casa que acabou de ser preso; outros cavam túneis. O certo é que a Penitenciária de Pedrinhas não tem a menor segurança e, cada dia mais, os cidadãos maranhenses ficam expostos à insegurança que se agrava com a falta de política de segurança e também porque os bandidos, que já estavam presos, vêm sendo soltos e vêm fugindo”, analisou Othelino.

Agentes penitenciários - Othelino destacou também a paralisação de advertência de 24h dos agentes penitenciários. Eles alegam que, por cinco vezes, solicitaram à Secretaria de Administração Penitenciária uma audiência para tratar de assuntos de interesse do Sistema Penitenciário do Maranhão e da categoria dos funcionários.

Segundo o deputado do PCdoB, eles pedem coisas simples, mas que deveriam ter no dia-a-dia da atividade, como coletes à prova de bala, algemas, segurança mínima para que possam trabalhar. “Diz o presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Penitenciário do Maranhão, Antônio Portela, que deveriam ser três agentes para cada detento, enquanto que lá em Pedrinhas, quando muito, é um para um”, comentou.

Segundo informação do sindicato, o governo do Maranhão paga para a empresa VTI R$ 5 mil reais por monitor, mas o servidor contratado recebe apenas R$ 900,00. De acordo com o deputado, ele recebe esse salário pela atividade para a qual não foi treinado e aumenta, mais ainda, o risco de exposição e até de suborno para facilitar a fuga de presos.

“Firmas terceirizadas não são policiais, não são funcionários públicos. Então o que se espera é que o estado, minimamente, ouça e converse com os agentes penitenciários para que essa situação, que já fugiu do controle, não piore, ainda mais, pois os agentes penitenciários não descartam uma greve por tempo indeterminado, caso não sejam atendidos e ouvidos pelo governo do Maranhão”, disse o deputado.

Othelino lembrou que da mesma forma que o Sindicato dos Agentes de Defesa Agropecuária não foi ouvido pelo governo, na paralisação dos servidores da Aged, os agentes penitenciários também não conseguem dialogar com o governo. “Isso é muito grave. O governo é incompetente, não dialoga e, pior, a governadora Roseana Sarney agora só pensa em fazer campanha, ao invés de cuidar do governo, que é a sua obrigação, até o dia 31 de dezembro”, finalizou.
Mais um prefeito declarou apoio a Flávio Dino esta semana. Dr. Francisco (PRB), gestor da cidade de Governador Luiz Rocha, veio a São Luís na noite da última terça (16) para se integrar à campanha da coligação “Todos pelo Maranhão” pela virada de página na política do estado.
               
Após um evento de apoio evangélico à candidatura de Flávio Dino realizado na capital, o prefeito dr. Francisco aproveitou para também unir esforços em nome da campanha de Governador do líder das pesquisas. Com 56% das intenções de voto, as pesquisas apontam vitória de Flávio Dino ainda em primeiro turno.

O prefeito levou líderes municipais para também abraçar a candidatura de Dino. A 18 dias das eleições, aumentam em todo o Maranhão os apoios à campanha da coligação composta por 9 partidos e que está levando às ruas e às mídias momentos de alegria e esperança para o Maranhão.

Baseado em um programa de Governo construído ouvindo mais de 40 mil pessoas ao longo de 1 ano e meio, passando por mais de 130 cidades maranhenses, Flávio Dino fortalece a sua campanha politicamente. Com 9 partidos, dezenas de sindicatos, organizações da sociedade civil e apoio popular, Dino tem levado multidões às ruas de todo o Maranhão.

Nesta semana, Flávio Dino visitará 22 municípios maranhenses e acredita que até o dia das eleições, o apoio político crescerá ainda mais. “Estamos unindo o Maranhão em torno de um Programa de Governo que vai melhorar a vida dos maranhenses. Temos propostas concretas e que são aceitas pelos maranhenses, que acreditam em um futuro melhor,” disse o candidato.



 

 

 

 

 

          
O Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão (Sinpol) e a Associação dos Servidores da Policia Civil do Estado do Maranhão (Aspcema) já estão prontos para dar início à paralisação de 48h dos policiais civis do Estado do Maranhão, nestes dias 18 e 19 de setembro. A ação foi deliberada durante a Assembleia Geral realizada no dia 12 de setembro. Amanhã às 7h, a categoria estará reunida em frente ao Plantão Central da REFFSA, como forma de mobilização da sociedade.

Logo em seguida, já está agendada nova data de paralisação, a ser realizada nos dias 24, 25 e 26 de setembro. Após as eleições, os Policiais Civis irão parar as atividades novamente, dessa vez com uma semana, de 13 a 17 de outubro. Caso nenhuma das reivindicações sejam atendidas, já está convocada nova Assembleia Geral para o dia 17 de outubro, onde será deliberada greve geral por tempo indeterminado.

Entre as principais pautas de reivindicação está o não cumprimento do Estado da implantação da Gratificação de Dedicação Exclusiva, cuja sentença transita em julgado. Além disso, são várias as dificuldades enfrentadas pela categoria na capital e no interior do Estado, principalmente a falta de estrutura das delegacias. O efetivo reduzido também tem se tornado um problema cada vez mais evidente, contribuindo para a instauração do caos na Segurança Pública do Estado.

                                                                                           

 
Costumo brincar com os amigos que Deus fez o mundo redondo para que as pessoas possam se reencontrar algum dia. Com Gastão Vieira e Raimundo Monteiro foi exatamente isso que aconteceu. Quis o destino que o deputado federal do PMDB pedisse à Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados, em 2006, que solicitasse ao Tribunal de Contas da União auditoria especial nos convênios firmados entre Superintendência Regional do INCRA no Maranhão, comandada pelo presidente do PT, com entidades não governamentais. Oito anos se passaram e os dois estão hoje no mesmo palanque, agora na condição de candidato e primeiro suplente ao Senado Federal.

Por indicação de Gastão, foram auditados os seguintes convênios: MST (R$ 5 milhões), Fetaema (R$ 24 milhões), Sociedade de Direitos Humanos (R$ 1 milhão), Centro de Cultura do Trabalhador Rural (R$ 3 milhões), Fundação Sousa Andrade (não especifica o valor), Associação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Não especifica o valor) e foram constatadas uma série de anormalidades.   

As principais irregularidades apontadas pela Corte de Contas nos convênios com a Fetaema são: não cabimento do instituto do convênio para assessoria técnica; ausência de critério para fixação do objeto e do valor do convênio; ausência de capacidade técnica, desvio de finalidade do convênio e lesão ao patrimônio público, celebração de convênio indevida e desqualificação da entidade para atuar como organização social da sociedade civil de interesse público.

Segundo o relatório encaminhada pelos técnicos do TCU à Comissão de Fiscalização, procedida a investigação, ficou constatado uma série de irregularidades que acabaram levando à desaprovação das contas do então Superintendente do INCRA-MA, Raimundo Monteiro, e sua inclusão na relação dos políticos ficha suja, impedidos de disputar as eleições 2014.

Diante do resultado da investigação, Raimundo Monteiro foi afastado da Superintendência do INCRA-MA, a bem do serviço público. No período pré-eleitoral, no entanto, para manter o presidente do PT satisfeito com o tratamento lhe dispensado pela oligarquia, os coordenadores da coligação Pra Frente Maranhão sequer lembraram a ele da possível inelegibilidade, mas estimularam José Antônio Heluy e Honorato Fernandes a brigarem pela primeira suplência, já sabendo qual seria o futuro do primeiro suplente.

Os problemas de Monteiro começaram logo no pedido de registro ao TRE-MA quando o Ministério Público, diante da burla à lei, recorreu ao Tribunal Superior contra a decisão da corte maranhense que liberou o registro, mesmo ele estando incluído na Lei da Ficha Limpa. Como já era esperado, o TSE rejeitou o pedido de registro.

A abandonado pela oligarquia, Monteiro tenta reagir apresentando recurso contra a decisão da corte superior, agora com a nítida intenção de prejudicar a candidatura de Gastão Vieira, pois enquanto não for julgado o recurso a chapa da coligação Pra Frente Maranhão estará sub judice.
Finalmente o Tribunal de Contas da União resolveu investigar a farra de dinheiro público na Secretaria de Saúde do Maranhão, comandada pelo deputado Ricardo Murad, onde, segundo denúncias da oposição, gastou mais de R$ 1 bilhão somente com dispensa de licitação.

Diante de tantas denúncias de malversação de recurso públicos,     o TCU deve iniciar, hoje (17), uma devassa nas contas da Secretaria de Saúde do Maranhão.
A auditoria deve se ater aos recursos repassados pelo Ministério da Saúde para a construção e Unidades de Pronto Atendimento e dos hospitais inacabados do Saúde é Vida. Os repasses gerenciados por OSCIPs também devem ser auditados.

Técnicos do Tribunal de Contas da União responsáveis pela investigação deverão ser acompanhada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público da União.
A bancada de oposição na Assembleia Legislativa, que vem denunciado a gastança de dinheiro público na pasta comandada por Murad desde que ele assumiu o cargo, estima que o rombo supere é superior a R$ 5 bilhões.

Por conta da investigação do TCU, o clima na secretaria é de tensão. Murad estaria apavorado e ainda se dizendo vítima de perseguição.  
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