Carnaval de Caxias se consagra como um dos melhores do MA

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DSC_9051“Este foi o melhor carnaval da história da cidade”, afirmou o prefeito de Caxias, Léo Coutinho, por causa da organização e quantidade de público, que, segundo estimativa da Polícia Militar, chegou a 120 mil pessoas. Uma afirmativa sustentada por unanimidade não só pelo executivo municipal, mas por milhares de caxienses e turistas que curtiram os seis dias da “Folia de Caxias – Carnaval cada vez melhor!”.

Logo no primeiro dia de Carnaval, uma multidão saiu atrás do trio elétrico comandado pela Farra da Gordinha, na avenida Alexandre Costa, a “Avenida da Folia”, no arrastão do bloco “As Marias”, da Secretaria de Políticas para as Mulheres.

O dia seguinte, sexta-feira de Carnaval, começou na parte da tarde, com a concentração no antigo Coringa dos carros alegóricos para o Corso. Os veículos desfilaram pelo Centro Histórico em direção à Avenida da Folia, onde passaram pela avaliação do corpo de jurados. O veículo com o tema “O Mundo da Fantasia” foi o primeiro colocado no III Corso de Caxias. O ganhador levou para casa um prêmio de R$ 3 mil. Em segundo lugar, ficou o carro “Frevo no Ritmo do Carnaval”, faturando R$ 2 mil; e em terceiro lugar, o “Trem da Folia”, com R$ 1 mil.

Som para todos os gostos

No palco e trio na Avenida da Folia, a Prefeitura de Caxias procurou valorizar as bandas locais, como a Furiosa do Frevo, Art Music e Pra Mexer, assim como as atrações de renome nacional no circuito elétrico carnavalesco, entre elas Lilly Araújo, Sacode, Chicabana, Fabrícia & Banda e Bailão do Robyssão.

Para os vendedores ambulantes, isoposeiros, bem como restaurantes e bares localizados no corredor da folia, uma ótima oportunidade de lucrar. “As vendas melhoram, o movimento é bem maior, então, com isso, foi uma ótima iniciativa para todos nós\”, disse a comerciante Ana Paula.

Um forte esquema de segurança coordenado pela Secretaria de Segurança Pública foi montado na avenida, que contou com guardas municipais, agentes do Departamento de Trânsito, Conselho Tutelar, polícias Militar e Civil, bombeiros, além de seguranças particulares. Uma das estratégias da polícia foi a abordagem feita aos foliões, no entorno da Avenida da Folia. O acesso no circuito era seguro, todos passavam por uma minuciosa revista. “As revistas evitaram a entrada de pessoas com arma. Segundo a polícia, nenhum homicídio foi registrado”, frisou o secretário de Segurança, Silvínio Rocha.

Em caso de pequenos acidentes ou problemas de saúde, uma equipe de médicos e enfermeiros estava dando suporte no local.

Tradição é tradição

Junto com a animação na Avenida da Folia, também houve a preocupação de manter a festa momesca do Centro Histórico, com matinês para as crianças, desfile das escolas de samba na Passarela do Samba, as marchinhas carnavalescas e o apoio aos blocos tradicionais e de arrastão.

A caxiense Eunice Soares há mais de 40 anos mora em João Pessoa, na Paraíba, mas não deixa de visitar sua terra natal todo período carnavalesco. Para ela, só elogios. “Leo Coutinho e Léo Barata são pessoas dinâmicas e eles estão de parabéns por resgatar os antigos carnavais no Centro Histórico, mas também pelo Carnaval moderno na Avenida Alexandre Costa, atingindo assim todas as idades. Nunca eu vi um Carnaval como esse aqui”.

A Folia de Caxias encerrou na madrugada desta quarta-feira de Cinzas, dia 10, com o tradicional Bloco do Mocotó, na Praça da Escola Thales Ribeiro.

Imagem do dia: Mobilidade urbana levada a sério

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Novos ônibus da Linha Expressa Metropolitana.

O governo Flávio Dino anuncia na semana que vem a ampliação da linha Expressa Metropolitana, que faz a ligação entre São Luís e São José de Ribamar por meio de veículos novos, confortáveis e com ar-condicionados. Os dez novos ônibus que serão acrescentados à frota já estão na capital.

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Veículo do programa Travessia, para transporte gratuito de pessoas com deficiência.

Em postagem nas redes sociais, Dino afirmou que o projeto das linhas expressas chegará a outras regiões do Maranhão. O governador também lançou o programa “Travessia”, vai fazer transporte especial, agendado e gratuito para pessoas com deficiência na Ilha de São Luis.

Lava Jato foca em Lula

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lulaO juiz Sérgio Moro autorizou a abertura de um inquérito policial para investigar especificamente a compra e a reforma de um sítio em Atibaia (SP), muito usado e visitado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Será uma ramificação do procedimento que investiga a empreiteira OAS por pagamento de propina.

Em despacho de 4 de fevereiro, Moro diz que “entendemos ser necessário o desmembramento dos documentos produzidos no bojo deste IPL que digam respeito à investigação da suposta relação do imóvel em Atibaia/SP, com a empresa OAS e outras empresas e pessoas físicas investigadas na Operação Lava Jato”.

O sítio está registrado em nome dos empresários Jonas Suassuna e Fernando Bittar, sócio de Fábio Luís, um dos filhos de Lula. A reforma do local, que superou os R$ 700 mil, foi paga pela OAS e por outra empreiteira investigada na Lava Jato, a Odebrecht. Em várias notas, o Instituto Lula afirma que o sítio não pertence a Lula, mas a amigos da família.

Com informações da Época.

Eventos gospel reúnem comunidade para momentos de fé e comunhão
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Aniversario_Sao_Luis_Bruna_Karl-550x306Nestes dias de muita folia, segurança e alegria, o ‘Carnaval de Todos’ também reservou uma programação toda especial para quem não esteve nos circuitos carnavalescos organizados pelo Governo do Estado e Prefeitura de São Luís, mas preferiu utilizar o período para fazer reflexões. Nesta quarta-feira acontecem dois grandes eventos no Centro da capital maranhense, o ‘Ora São Luís’ e o encerramento da ‘Semana Maranhense de Retiros Culturais’, que reunirão artistas gospel de renome nacional, além de várias atrações locais.

Com o apoio do Governo do Estado, os dois eventos convidam o público a vivenciarem grandes momentos de fé e comunhão. A partir das 15h, na Praça Maria Aragão estarão presentes pastores de denominações variadas com o propósito congregar e refletir no ‘Ora São Luís’.

O público vai poder acompanhar as apresentações das bandas ‘Livre para Adorar’, ‘Som e Louvor’ e os cantores Maurício Paes e Bruna Karla. Os maranhenses abrilhantam a programação com a música de Francivaldo Borges, Joel Mistokles, Claudilene Aguiar, Jacymário, missionário Rafael Garcia e ainda, ‘Forró de Crente’ e ‘Marcados pela Promessa’.

Semana

Já no Aterro do Bacanga, a partir das 17h, outro grande evento gospel, reunirá o público em momentos de louvor e adoração a Deus. O encerramento da ‘10ª Semana Maranhense de Retiros Culturais’ receberá shows de Priscilla Alcântara; Marcos Nunes; Lidia Carollini; ‘Christafari’, Avion Blackman e Solomon Jabby; e um dos maiores nomes da música evangélica, a cantora Aline Barros que fará lançamento do seu novo disco.

Roberto Rocha faz pouco caso de possível candidatura de Bira a prefeito
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Roberto Rocha o ingrato

Senador minimiza candidatura de Bira do Pindaré.

Presidente do PSB em São Luís, o senador Roberto Rocha voltou a ironizar a possível candidatura do deputado licenciado Bira do Pindaré (PSB) a prefeito de São Luís.

Em entrevista ao jornal O Imparcial, quando questionado se o atual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Maranhão tem alguma chance de ser o candidato do PSB na capital, o socialista minimiza os esforços do correligionário no sentido de viabilizar-se para a disputa.

“Não sei. Não tenho falado com ele sobre candidatura. Na verdade, muito poucas vezes ele falou comigo sobre candidatura. Não sei a disposição dele de ser. O que eu vejo é pela imprensa”, diz Rocha em tom de desdém.

O ‘pouco caso’ do senador em relação a Bira tem razão de ser. Apesar dele trabalhar para emplacar o filho-vereador, Roberto Rocha Junior, como vice da pré-candidata Eliziane Gama (Rede), usando o PSB mais uma vez como moeda de troca, há uma determinação do diretório nacional da legenda em favor da candidatura própria na capital.

Fato este que só favorece Bira do Pindaré, que só não será o nome do PSB para a disputa se o próprio Roberto Rocha for o adversário do prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT).

Em meio à crise, MA arrecada tributos e se destaca no cumprimento da LRF

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LRF

Folha de São Paulo – A crise econômica e os desajustes nos Orçamentos fizeram os Estados arrecadarem no ano passado quase R$ 30 bilhões a menos do que o esperado e avançar sobre limites de gastos impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Pelo país, as perspectivas para o ano são de mais atrasos em pagamentos e nos salários de servidores.

Levantamento feito pela Folha mostra que a maioria dos governos obteve menos receitas com tributos e com transferências federais do que o previsto um ano atrás.

Os problemas financeiros também levaram a maioria dos governadores a piorar o comprometimento das finanças com pessoal em 2015. Vinte deles ultrapassaram limites estabelecidos pela norma ao longo do ano. O nível de endividamento dos governos teve elevação generalizada.

A virada do ano escancarou os problemas de caixa que vinham se agravando ao longo de 2015. Em dezembro, o governo do Rio, administrado por Luiz Fernando Pezão (PMDB), atrasou pagamentos no setor de saúde, o que fez funcionários fecharem emergências de hospitais, gerando caos no atendimento.

Outros Estados, como Sergipe e Tocantins, retardaram o pagamento do décimo terceiro. No Rio Grande do Sul, o atraso no pagamento mensal da dívida com a União virou rotina. Há o risco de o mesmo ocorrer em Minas.

Em São Paulo, o grau de endividamento pulou de 148% de sua receita corrente líquida em 2014 para 168%.

Em relação a 2014, apenas três Estados conseguiram ampliar a arrecadação de tributos, em valores corrigidos pela inflação. Um deles foi o Paraná, primeiro a articular um pacote de aumentos de impostos neste mandato.

Os demais são o Pará e o Maranhão. Este último diz ter revisto benefícios fiscais concedidos em mandatos anteriores. A Paraíba não disponibilizou os dados.

O maior desfalque ocorreu no Rio, que esperava arrecadar com impostos e taxas R$ 43,4 bi, mas, com as dificuldades do setor do petróleo, só conseguiu R$ 29,1 bi.

Os quase R$ 30 bi a menos arrecadados representam uma queda de 7% em relação ao esperado. Nem o tarifaço, que elevou há um ano os preços da energia elétrica e dos combustíveis, evitou a queda.

Infográfico: Arrecadação total

O secretário da Fazenda de Santa Catarina, Antônio Gavazzoni, diz que o fenômeno é culpa “exclusivamente” da situação da economia nacional. No Estado, a arrecadação ficou quase R$ 800 milhões abaixo da esperada em 2015 –obteve 94% do previsto.

“A arrecadação é toda vinculada: 12% para saúde, 25% para a educação. Repassando menos recursos para áreas fundamentais e com a inflação elevando o custeio, vai tornando mais difícil a boa prestação do serviço público”, afirma Gavazzoni. A previsão para 2016 no Estado é de queda na arrecadação.

SANÇÕES

A Lei de Responsabilidade Fiscal prevê uma série de restrições a quem ultrapassa os limites de comprometimento de receita. No caso dos gastos com pessoal, o Estado fica impedido de fazer contratações. Se não houver uma melhora nas contas em oito meses, as transferências federais podem ser cortadas. Novos empréstimos também são barrados e as contas de governo podem ser rejeitadas, o que provoca a inelegibilidade do governador.

O presidente da Associação Nacional do Ministério Público de Contas, Diogo Ringenberg, diz que a piora nos índices reflete o fim de um período de “exuberância econômica”, em que os Estados se comprometeram descontroladamente com gastos.

“A mudança do viés ‘mão aberta’ para o ‘mão fechada’ é muito lenta e há resistências gigantescas a ela”, disse.

Um dos Estados que superaram o limite máximo com pessoal foi o Rio Grande do Sul, que acumula outras marcas negativas. O Estado, governado por José Ivo Sartori (PMDB), está com uma dívida 227% superior à receita corrente líquida, pior índice em oito anos.

Apesar de ter um dos maiores PIBs do país, o Rio Grande do Sul foi um dos que menos destinaram recursos para investimentos –só superou pequenos Estados do Norte.

CULPA DA CRISE

Governos ouvidos pela reportagem afirmam que a previsão de arrecadação para 2015 foi feita quando a situação da economia não estava tão deteriorada.

Em São Paulo, o governo administrado por Geraldo Alckmin (PSDB), por exemplo, afirmou que, na época da elaboração do Orçamento de 2015, a perspectiva era de crescimento de 1,5% do país no ano, enquanto o resultado final acabou sendo um encolhimento de 3%.

A piora na relação entre a dívida e a receita corrente líquida, afirma o governo paulista, ocorreu por causa da inflação e da desvalorização cambial, que afeta dívidas contraídas em dólar ou euro.

O governo do Rio diz que o aumento nesse indicador é “inevitável” quando há queda da receita. O Estado agora tem uma dívida de quase o dobro de sua receita corrente líquida e ficou próximo de atingir o limite máximo imposto pela legislação.

O governo mineiro também afirmou que parte do endividamento é afetado pelo câmbio. A Secretaria da Fazendo do Rio Grande do Sul não quis se manifestar sobre as razões da escalada da crise.

Decreto tira nome de Sarney de escolas no Maranhão

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Escola-sarneySarney, Murad, Castelo e Lobão são nomes comuns em prédios públicos de escolas e outras áreas do Estado do Maranhão. Porém, essa realidade vai mudar. Em 2015, ao assumir o governo, Flávio Dino (PCdoB) proibiu que o patrimônio estadual receba o “batismo” de pessoas vivas e também vetou que os bens públicos sejam nomeados em homenagem a pessoas responsabilizadas por violações aos Direitos Humanos durante o regime militar. Esta foi uma das primeiras medidas anunciadas pelo governador em 1º de janeiro do ano passado.

Um ano depois, Flávio Dino por meio do decreto 31.4690, assinado no dia 4 de janeiro e publicado no Diário Oficial do Estado de 14 de janeiro, trocou as denominações de 37 estabelecimentos da rede estadual de ensino que homenageavam pessoas vivas e deu a eles nomes de personalidades que já morreram – professores, religiosos, políticos (como os ex-deputados João Evangelista e Júlio Monteles) e até mesmo o cientista alemão Albert Einstein.

O campeão em perdas de homenagens foi o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP), que exerceu também os cargos de governador do Maranhão, deputado federal, senador da República e presidente do Congresso Nacional – Sarney também é membro das academias de letras do Brasil (ABL) e do Maranhão (AML). No total, o ex-presidente do Senado perdeu sete homenagens em diferentes municípios maranhenses.

Sarney não foi o único a perder as homenagens. Os ex-governadores Edison Lobão – atual senador e ex-ministro de Minas e Energia – (três), Roseana Sarney (três), João Alberto de Souza (duas) e João Castelo (uma) também tiveram seus nomes trocados, assim como a ex-secretária de Educação Leda Tajra (cinco), o ex-deputado federal e ex-proprietário da Rádio e TV Difusora Magno Bacelar, o ex-vice-presidente da República e ex-governador de Pernambuco Marco Maciel.

Além dos políticos, também perdeu a homenagem o poeta Ferreira Gullar, membro da Academia Brasileira de Letras.

Militares

Em março de 2015, Flávio Dino, alegando não haver motivos para se homenagear “ditadores”, tirou os nomes dos ex-presidentes militares de vários estabelecimentos de ensino. Na oportunidade, os ex-presidentes Castelo Branco, Emílio Garrastazu Médici e Arthur Costa e Silva perderam as homenagens conferidas em dez escolas e cidades diferentes.

O governador justifica em seu decreto que promoveu as mudanças em obediência aos os incisos III e V do Art. 64 da Constituição Estadual. Segundo o governo, a medida também pretende regular algo que é constitucionalmente previsto e que deveria ser cumprido conforme a Lei Federal n.º 6.454, de 1977.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.