22/07/2014

Prefeito acompanha serviços de reforma do Cras na Cidade Operária
O prefeito Edivaldo visitou na manhã desta terça-feira (22) as obras de reforma do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) da Cidade Operária. A revitalização da unidade, que estava em condições físicas precárias e passará a contar com uma estrutura de primeira qualidade, abrange todo o arcabouço físico, visando garantir um acolhimento de excelência e conforto à população.

“Será o primeiro Cras com sede própria da Prefeitura e temos mais dez para entregar. Estes Centros geram grandes benefícios a comunidade, atendendo famílias do Bolsa Família e de outros programas sociais, além de oferecer, por exemplo, a inclusão em cursos profissionalizantes, como o Pronatec, ou seja, é um importante instrumento social que vai favorecer toda essa região da Cidade Operária”, disse o prefeito, após supervisionar o curso das obras.

O Centro de Referência da Assistência Social da Cidade Operária abrigava o Centro Social Urbano (CSU) do bairro, em terreno de propriedade da Prefeitura. A gestão municipal incorporou toda a estrutura para o funcionamento pleno do Cras e, de imediato, o prefeito Edivaldo autorizou o início dos trabalhos de reforma, que já ocorrem há um mês.

Em São Luís, existem 20 Cras divididos por território, abrigados em espaços alugados pela Prefeitura, exceto o da Cidade Operária. De acordo com o secretário de Urbanismo e Habitação, Diogo Lima, mais dez Cras serão construídos na capital no regime de parceria com o governo federal e estadual.

“A finalidade é contribuir para prevenção e enfrentamento das situações de vulnerabilidade e promoção de protagonismo das famílias, indivíduos e comunidades na melhoria das condições de vida nos territórios”, explicou Diogo Lima.

As intervenções no prédio abrangem reparos na parte elétrica, civil, conserto na cobertura (telhado), rede hidráulica e pinturas. Depois da conclusão dos serviços, a unidade da Cidade Operária será dotada de salas de atendimentos particularizados, coordenação, quadra poliesportiva, sala de atendimento psicossocial, compartimentos para cadastro único (programas sociais) e serviço de convivência.

Para a secretária adjunta da Secretaria da Criança e Assistência Social (Semcas), Nazareth Garcez, a revitalização do espaço otimizará o atendimento, já que a antiga estrutura estava deficitária. “Vamos receber o usuário com mais dignidade, contribuindo com a política de assistência”, destacou Garcez.

A coordenadora do Cras da Cidade Operária, Marina Coelho Souza, explicou que no local são oferecidos serviços de convivência, atividades socioeducativas e oficinas de capacitação.

CRAS

O Centro de Referência da Assistência Social (Cras) é uma unidade pública estatal localizada em áreas de vulnerabilidade social que desenvolve o Programa de Atenção Integral as Famílias (PAIF), atendendo preferencialmente famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família (PBF) e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), através de serviços socioassistenciais, encaminhamento da população para a rede de proteção social local e para acesso a outras políticas públicas.

Além do acompanhamento socioassistencial das famílias em cada território referenciado, o Cras também é responsável pelo fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários e pela articulação de ações com as organizações governamentais e não-governamentais nas áreas de atendimento onde está instalado.
O pai de Flávio Dino, advogado Sálvio Dino, foi cassado e perseguido pela ditadura.

O pai de Edinho Lobão, senador Edison Lobão, foi aliado e apadrinhado pelos ditadores.

Flávio Dino foi líder estudantil no antigo 2º grau e na Universidade Federal do Maranhão.

Antes de o pai, Edison Lobão, ser governador, Edinho Lobão possuía uma padaria em Marabá, no Pará.

Flavio Dino foi advogado de movimentos sociais, sindicatos, e de quilombolas.

Com pai Lobão no governo do Estado, Edinho Lobão, ascendeu no meio empresarial, adquirindo emissoras de TV, rádios, helicópteros, construtoras, etc.

Flávio Dino, aos 23 anos, foi aprovado em concurso para Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Maranhão; aos 25 anos de idade, foi aprovado em primeiro lugar em concurso para juiz federal.

Como juiz federal, Flávio Dino foi presidente da AJUFE, Associação dos Juízes Federais do Brasil, por dois mandatos, em eleição direta.

Flávio Dino foi Secretário Geral do Conselho Nacional de Justiça, e atuou de forma decisiva para combater o nepotismo no Judiciário, na elaboração da Sumula 07/CNJ;

Edinho Lobão se valeu do nepotismo para ser lançado suplente de senador na chapa do pai, senador Edison Lobão e, hoje, diante do afastamento do pai para exercer o cargo de ministro de minas e energia, Edinho ocupa a vaga de senador.

Flávio Dino deixou o judiciário federal e foi eleito deputado federal em 2006, tendo sido o deputado mais atuante do Maranhão no Congresso Nacional. 

Flávio Dino foi presidente da Embratur.

Ambos são candidatos a governador.

 
A campanha do Bira, que já está nas ruas de São Luís, começa a alcançar as cidades do interior do Maranhão. Desde o dia 05 de julho a militância do 40100 já levou as propostas do Bira e o ideal de mudança política às cidades de Santo Antônio dos Lopes, Mirinzal, Cururupu, Santa Helena, Carutapera, Nunes Freire e Guimarães.

Na próxima terça-feira (29), acontecerá a Plenária de Lançamento da Candidatura do 40100 e a inauguração do Comitê Central de campanha. O candidato a Governador pela coligação “O Maranhão é de todos nós”, Flávio Dino 65, confirmou presença ao lançamento.
O Comitê fica localizado em frente ao plantão central da Reffsa e o evento será realizado às 18 horas com a presença dos apoiadores da campanha do Bira 40100 na região metropolitana de São Luís.
Dezenas de movimentos sociais estão preparando uma carta ao candidato Flávio Dino para ressaltar e apoiar as mudanças que melhorem a qualidade de vida no Maranhão. O pacto é uma união de esforços para reverter o baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Estado.

O Maranhão tem o segundo pior IDH do Brasil. Essa nota mede a qualidade de vida da população.

Os representantes dos movimentos sociais vão convidar Flávio para assinar um documento com as principais propostas, no dia 30 deste mês. Esse documento vem sendo construído ao longo dos últimos meses em diversos encontros das entidades.

Resistência às injustiças - “Precisamos dizer que este candidato é nosso, que é o candidato em quem temos esperança de mudar esses indicadores que estão aí, contra nós, as pessoas mais humildes. E o candidato Flávio Dino tem um histórico muito grande de resistência às injustiças, a vitória dele tem um significado extraordinário. A gente vai estar do lado de um cara que já conhece as nossas dificuldades”, afirma Joel Nascimento, presidente da Central dos Trabalhadores no Brasil.

Os movimentos sociais que preparam a carta são de educadores, trabalhadores rurais, religiosos, funcionários da Saúde e da Cultura, representantes da moradia popular, dos direitos humanos e das pastorais, militantes e muitos outros.

Todos se uniram em torno do objetivo de mudar os índices sociais do Maranhão. A ênfase é em torno de quatro grandes temas: Educação, Saúde, Habitação e Direitos Humanos.

Mudança pela política - “Quando ostentamos os piores índices de desenvolvimento humano, isso significa dizer que as pessoas estão morrendo. Por concentração de renda, terra e poder. E único modo de mudar isso é mudar a política. A causa se encontra na política, no modo que o Maranhão vem sendo governado nas últimas décadas, pelo sistema oligárquico”, afirma o professor e secretário de Cultura de São Luis, Francisco Gonçalves.

Ele acrescenta que “num Estado que ostenta os piores índices de desenvolvimento humano, qualquer campanha que queria ser consequente precisa ganhar uma dimensão humanitária, que é de defesa da vida”.

“E a campanha de Flávio é a da defesa da vida, e por isso os movimentos vão se reunir com Flávio para propor um pacto pela cidadania, para mudar a vida das pessoas.”
← Posts mais antigosVolte para a pagina inic POR CHICO DE GOIS
Edmar Cutrim, ladeado  pelo irmão Raimundo e pelo sobrinho Fróz Sobrinho 
← Posts mais antigosVolte para a pagina inic BRASÍLIA, SÃO LUÍS, FLORIANÓPOLIS, CUIABÁ E CURITIBA — Os salários ultrapassam R$ 26 mil. A eles, somam-se auxílio-alimentação que chega a R$ 1.000 por mês; auxílio-moradia que, em alguns casos, ultrapassa R$ 7 mil por mês; R$ 2.924 por abono de permanência, pago ao magistrado que, aposentado, continua trabalhando; e 14º e 15º salários camuflados sob a rubrica de “aquisição de obras técnicas”. É a folha dos conselheiros dos Tribunais de Contas dos estados no país.

Em Mato Grosso, por exemplo, o auxílio-moradia é de R$ 7.235 — mais que o dobro do que têm direito os deputados federais, que podem receber até R$ 3 mil. Mesmo com as regalias, há diversos casos de conselheiros acusados de desvios de verba pública, como mostrou O GLOBO neste domingo. Além disso, os tribunais, que cobram a prestação de contas de vários entes governamentais, não são transparentes.

NA PRESIDÊNCIA DO TCE-MA DESDE 2005 - Alguns conselheiros quase se perpetuam na presidência do órgão. O ex-deputado Edmar Serra Cutrim, pai do prefeito de São José do Ribamar, Gil Cutrim, e um dos maiores defensores do clã Sarney, preside o TCE do Maranhão desde 2005. O único biênio em que não estava à frente da entidade — por imposição regimental — foi entre 2009 e 2010. Mas ele ficou como vice, mantendo o poder de decisão.
 
Colega de Cutrim, Raimundo Nonato do Lago Neto é um dos conselheiros mais longevos do país. Está na função desde 1989. Formado em Medicina, presidiu a entidade por três biênios — menos, portanto, que Cutrim, que, apesar de ter menos tempo de casa, ao final deste biênio terá presidido a entidade por oito anos. Os conselheiros do Maranhão recebem auxílio-moradia de R$ 3.988, auxílio-refeição de R$ 800 por mês e abono de permanência de R$ 2.924.

Em Santa Catarina, cada conselheiro dispõe de R$ 49 por dia para almoçar. De acordo com pesquisa da Associação das Empresas de Refeição e Alimentação (Assert), o preço médio de uma refeição (prato principal, bebida, sobremesa e café) em Florianópolis, em 2014, varia entre R$ 36,41 (comercial) e R$ 61,24 (à la carte). Os conselheiros, porém, podem almoçar no próprio gabinete, uma vez que há serviço de garçons e um restaurante no prédio do tribunal.

Em Mato Grosso, o auxílio-moradia é de R$ 7.235 (mais que o dobro daquele dos deputados federais); em Santa Catarina, é de R$ 4.377. Os conselheiros mato-grossenses também recebem, na prática, 14º e 15º salários. A cada semestre, eles têm direito a um subsídio mensal para “aquisição de obras técnicas”. Ou, traduzindo, livros.

Mesmo não sendo parlamentares, os conselheiros do Mato Grosso têm também um benefício dado àqueles: verba indenizatória. Mas o cidadão pode procurar à vontade no site da entidade que não encontrará prestação de contas sobre os gastos realizados com esse dinheiro público — ao contrário da Câmara, onde é possível saber nome do estabelecimento, tipo de serviço, número da nota fiscal e valor. A lista dos carros à disposição do tribunal também é antiga — maio de 2013.

Os conselheiros do Paraná recebem mensalmente, além dos R$ 26.589 de salário, mais R$ 2.924 de abono permanência e outros R$ 5.317 de vantagens transitórias. Mensalmente, a soma de todos esses benefícios, em vários casos, ultrapassa R$ 35.000. Com o abate-teto constitucional, o salário líquido quase equipara-se ao bruto: R$ 22.800, no mínimo; em alguns casos, vai além dos R$ 25 mil. Os R$ 5.317 pagos a título de “vantagens transitórias” não têm nada de passageiro. Todos os conselheiros titulares recebem.

Ainda no TCE-PR, o conselheiro Fábio de Souza Camargo, que foi vereador e deputado estadual, teve a nomeação contestada na Justiça em novembro passado e foi afastado. Ele recorreu e conseguiu reverter a decisão. A Justiça lhe garantiu o recebimento dos atrasados; em maio deste ano, recebeu, de uma vez, R$ 112 mil líquidos. Ele é filho do desembargador Clayton Camargo, que presidia o tribunal quando o filho foi nomeado, mas que renunciou ao cargo depois do imbróglio. O Conselho Nacional de Justiça abriu uma investigação para saber se Clayton, de alguma forma, interferiu a favor do filho.
EM CASA, RECEBENDO SALÁRIO - Em 10 de junho deste ano, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, reconsiderou sua própria decisão de conceder uma liminar para Camargo se manter no cargo, e mandou afastá-lo novamente de suas funções, mas sem prejuízo dos recebimentos dos vencimentos. Ou seja: fica em casa, mas continua recebendo o salário.

Camargo foi eleito em junho do ano passado por 27 votos de seus colegas de Assembleia Legislativa. Logo após a posse, surgiram as contestações. Ele teria apresentado certidão criminal positiva, o que o impediria de assumir o cargo. O documento refere-se a um crime contra a honra, mas não há condenação no caso. Além disso, ele não teria tido o número mínimo de votos para elegê-lo. A Assembleia tem 54 deputados, e ele teria de ter 28 votos — metade mais um. Como ele mesmo não pode votar, e outro parlamentar se absteve, não somou os 28 votos
Na noite de domingo (20/07), o programa Fantástico, da Rede Globo, exibiu extensa reportagem denunciando o desvio do dinheiro público nos municípios de Anapurus e Mata Roma expondo negativamente, mais uma vez o Estado do Maranhão.

Para o deputado federal Domingos Dutra (SD/MA,) essas denúncias e exposições negativas de seu Estado ocorrem pela herança maldita deixada pela Oligarquia Sarney. “Mais uma vez a oligarquia comandada pelo Futi submete o Maranhão a um vexame nacional. A pobreza do Maranhão que se expressa no número enorme de maranhenses morando em casas de palha, bebendo água de cacimba, pescando com jequi e carregando a produção nas costas de jegue, tem como principal causa a corrupção”, lamentou Dutra.
Em apenas duas cidades do Maranhão a reportagem abordou a denúncia sobre um esquema de laranjas que movimenta R$ 30 milhões em contratos municipais nas mãos de empresas suspeitas, muitas delas não têm sede e nem capacidade de prestar o serviço.
Tanto a prefeita de Mata Roma, Carmem Neto como a prefeita Tina Monteles, de Anapurus pertencem ao grupo político que apoia a candidatura de Edinho Lobão, representante da oligarquia Sarney na sucessão estadual.
Dutra informa que o motivo das mazelas do Estado nada tem a ver com a oposição e sim com o desgoverno dos Sarneys. “A oposição não difama o Maranhão. É a oligarquia comandada pelo Zé Futi há 60 anos que transforma a vida dos maranhenses em um inferno”, garantiu.
Procuradas pela equipe do Fantástico, a prefeita de Mata Roma, Carmem Neto e Tina Monteles de Anapurus não foram encontradas e não retornaram o recado da equipe.

O parlamentar afirma que a violência sofrida pelos repórteres na última quinta-feira ao gravarem o programa só reforça o desrespeito com a população maranhense. “A violência praticada contra os repórteres da Globo só ratifica o que tenho denunciado na Tribuna da Câmara: A Oligarquia Sarney trata o Maranhão como uma Capitania Hereditária, propriedade privada das famílias Sarney, Lobão e Murad”,  completou Dutra.
É altíssima a chance de o Brasil se tornar réu na Corte Interamericana de Direitos Humanos por causa do presídio maranhense de Pedrinhas.

Nesta semana, um relatório elaborado por ONGs do setor e pela OAB será enviado ao tribunal. Ele refletirá o caos encontrado por essas entidades numa visita feita ao presídio há dez dias.
Em dezembro, a Comissão de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) já havia advertido o Brasil a tomar providências em relação ao presídio.

Aquela foi uma reação ao assassinato de 60 presos de Pedrinhas ocorridos em 2013. Neste ano, já foram mais onze.
Editorial – Jornal Pequeno

Na origem do que aconteceu com uma equipe de jornalismo do Fantástico no município de Anapurus está a permissividade dos ataques contra a imprensa no Maranhão; na origem do esquema de corrupção  denunciado, está a indecência de um modelo político que se acostumou a vencer eleições com maços de dinheiro, conforme fotos e vídeos amplamente mostrados em sites e blogs depois do ataque.

A imagem construída de brucutus cercando repórteres da Globo e avançando sobre as câmeras, na solidão de municípios bem distantes dos grandes centros do país, dá uma idéia do terror que eles viveram e do que poderia ter acontecido se não tivessem se identificado imediatamente como funcionários da toda poderosa Rede Globo. Foi um crime cometido por policiais, por parentes de prefeitos, altos funcionários de municípios maranhenses. E aconteceu porque o cerceamento da liberdade de imprensa no Maranhão se tornou uma banalidade, na medida em que o poder e o tráfico de influência corroeram as instituições.

Ninguém, no mundo político desse Estado, espera castigo por afrontar jornalistas, por perseguir profissionais de imprensa. E aí estão como exemplo as dezenas de processos e os ataques que o Jornal Pequeno já sofreu. A permissividade dessa política de terror herdada do coronelismo e da ditadura, que limita o noticiário, castra o jornalismo de opinião, silencia emissoras de rádio, privilegia a omissão e a mentira levou as autoridades de Mata Roma e Anapurus a cometerem a estupidez de atacar repórteres da Rede Globo. Não são jornalistas do Maranhão, mas eles não souberam ver a diferença e estão às voltas agora, além da CGU, com a Polícia Federal.

O tom da matéria foi fulminante. “O bando cercou os repórteres. Dois bandidos entraram no carro”. Bandidos? “Os ladrões fugiram em dois veículos levando as câmeras”. Ladrões? E havia entre eles dois policiais, o irmão de um ex-deputado que já foi secretário do município, um sobrinho da prefeita Tina Teles, de Anapurus. O mais provável é que um jornalista maranhense que assim se expressasse iria parar na cadeia.

E essa imagem revelada para o Brasil e para o mundo na reportagem do ‘Fantástico’, de um Maranhão atolado na corrupção, na pistolagem, no banditismo político, na capangagem resfria o coração nativista de quem realmente ama o Maranhão. O castigo de Deus, porém, impõe-se porque as verdades que estamos proibidos de escrever, as imagens que somos proibidos de divulgar, as palavras que estamos proibidos de falar parecem ter ganho o poder de sair sozinhas pelo mundo, sem nenhuma conexão com a ‘Boca do Inferno’, para denunciar esse verdadeiro regime de terror.

E o Brasil sabe agora que enquanto alguns poucos arrotam riqueza, o povo maranhense não dispõe sequer de uma privada onde diluir seu constrangimento e sua decepção.

Parabéns, José Sarney!

21/07/2014


O reinício das aulas ocorreu nesta segunda-feira (21)
respeitando o calendário escolar
A Prefeitura de São Luís iniciou nesta segunda-feira (21) o segundo semestre letivo nas escolas públicas do município. Atualmente, a rede municipal de ensino possui 85 mil estudantes, distribuídos em 252 escolas.

O secretário de Educação, Geraldo Castro, destacou o cumprimento do calendário escolar no recomeço das aulas. “Agradeço a Deus a graça de podermos iniciar mais um semestre letivo em nossas escolas. Tenho a certeza que teremos bons resultados, com a atuação da nossa competente equipe pedagógica e com a vontade que nossas crianças têm de aprender”, declarou.

O reinício das aulas contou com uma programação diferenciada na Unidade de Educação Básica (U.E.B.) Pedro Marcosini Bertol, no bairro do Jaracaty. As crianças foram recebidas com atividades de acolhida pelos professores e reforço do sentimento cívico. Estudantes e docentes participaram do hasteamento da bandeira, hino nacional e um momento de oração.

Em sala de aula, o primeiro dia foi direcionado à revisão do conteúdo aprendido no semestre anterior e as atividades foram encerradas com um lanche coletivo. A U.E.B. Pedro Marcosini Bertol atende 229 crianças do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental.

“Fizemos o possível para que nossas crianças se sentissem acolhidas e bem recebidas, de modo que pudessem começar o novo semestre com toda vontade de aprender”, frisou a gestora adjunta da escola, Soraia de Fátima Nunes Pinheiro.

Na U.E.B. Maria Rocha, no bairro da Areinha, que atende 308 crianças do Ensino Fundamental, os estudantes estavam ansiosos pelo reinício das aulas. “Estou muito animada com o início de mais esse semestre”, comentou a estudante Carolina Silva, do 5º ano.

A gestora da U.E.B. Maria Rocha, Miriam de Jesus Passos Martins, informou que a volta às aulas foi tranquila. “Esperamos os estudantes com toda a estrutura de que a escola dispõe. Confiamos no trabalho dos nossos professores e tenho certeza que este será um semestre de muito aprendizado e de muitos bons projetos na nossa escola”, disse.

Márcio Jardim organiza o Comitê Flávio Dino Governador, Dilma Presidente
A militância petista no Maranhão vai inaugurar nesta quarta-feira, dia 23, o Comitê Flávio Dino Governador, Dilma Presidente. A iniciativa é uma nova demonstração de que os militantes do partido não aceitam a aliança com Edinho Lobão (PMDB).

O PT está oficialmente coligado com Edinho, mas a militância do partido sempre se mostrou descontente.

A insatisfação não é apenas na militância. Muitos candidatos a deputado federal ou estadual do PT não queriam a associação com Edinho. Grande parte deles vem excluindo o candidato do PMDB do material de campanha.

Marcio Jardim, dirigente do PT e candidato a deputado federal, diz que o comitê “será o espaço de acolhimento e organização da campanha de todos que querem a reeleição da presidenta Dilma e Flávio Dino governador”.

“A história de vida de Flávio Dino é de compromisso com as mesmas causas que dão grandeza à trajetória e à biografia da presidenta Dilma”, acrescenta. “Em sintonia com o governo do PT, Flávio Dino fará no Maranhão as mudanças que Dilma e Lula já fizeram no Brasil.”

O lançamento do Comitê Flávio Dino Governador, Dilma Presidente será às 18h desta quarta-feira, na Avenida Beira-Mar.

 
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