Vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, o deputado federal Rubens Pereira Junior confirmou nesta manhã de quarta-feira (14) em entrevista ao programa Bom Dia Mirante, quadro Bastidores, conversas das direções nacionais do PT e PSD, do prefeito Eduardo Braide, sobre sucessão estadual no Maranhão.
Segundo o parlamentar, um dos vice-líderes do PT na Câmara Federal, atualmente existem três teses sendo avaliadas no partido: candidatura de Felipe Camarão, que contaria com o apoio da militância; aliança com o prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD) e aliança com o secretário de Assuntos Municipalistas do governo, Orleans Brandão (MDB), defendida pela direção estadual.
A posição definitiva sobre os rumos que os petistas tomarão no Maranhão será definido no encontro que definirá sobre tática eleitoral, a data ainda não definida, podendo sair vencedora um das três teses que estão sendo discutidas, inclusive aliança com o prefeito, que segundo ele vem fazendo uma grande administração e que este fator deverá ser levado em consideração.
O parlamentar, que recentemente manifestou apoio à pré-candidatura de Felipe Camarão, adiantou, no entanto, que a tomada de decisão será levada em conta não o que será melhor para os políticos e sim para o Maranhão.
Pelo que falou o parlamentar, que é membros da executiva nacional, a questão sobre sucessão estadual está completamente aberta, podendo prevalecer qualquer uma das três teses ora em discussão no partido.
O fato novo foi a confirmação de que dirigentes do PT e do PSD realmente conversam sobre a possibilidade de aliança dos dois partidos no Maranhão. Braide faz grande na Prefeitura de São Luís e vem tendo excelente desempenho nas pesquisas.
Essa articulação que já vinha sendo especulada nos bastidores da sucessão ganhou vida hoje com a confirmação do deputado Rubens Pereira Junior, atualmente rompido com o governador Carlos Brandão.
E por falar em Bradão, ele deve reunir líderes de partidos que integram sua base de apoio na próxima semana para tratar de eleições e apresentar oficialmente o pré-candidato Orleans. O governador também deverá definir se fica até o final do mandato ou sai para ser candidato ao Senado.
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