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Sucessão apresenta quadro confuso na aliança governista; presidente do PT fala em construir um nome de consenso

O suposto veto da direção nacional do Partido dos Trabalhadores à candidatura do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB), ao governo do estado foi apenas mais um ingrediente complicada engenharia para a manutenção da aliança governista visando as eleições de outubro próximo.

O caminho natural para a pacificação da base aliada ao presidente Luís Inácio Lula da Silva seria o governador Carlos Brandão (sem partido) entregar o comando do governo para vice-governador Felipe Camarão (PT) e disputar o Senado, mas a sucessão tomou rumo diferente do que supostamente teria sido acordado em 2022 na composição da chapa que elegeu Brandão governador.

Nesta terça-feira (10), o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que o partido seguirá trabalhando pela unidade do campo que apoia o presidente Lula no Maranhão e pela construção de uma candidatura capaz de unificar a base aliada nas eleições de 2026. A declaração do líder petista pôs fim às especulações sobre a posição nacional do partido, porém deixou subentendido que Orleans não unifica o grupo.

“O PT vai continuar trabalhando pela unidade do nosso campo. Nós queremos construir um nome que unifique o nosso campo no Maranhão, para eleger governador ou governadora, senadores, ampliar a bancada federal e voltar a eleger deputados estaduais”, afirmou o presidente nacional do partido. Edinho Silva disse ainda que o objetivo central da legenda é fortalecer o projeto político liderado pelo presidente Lula, ampliando a presença do campo progressista nos cargos majoritários e proporcionais

Segundo o professor Nonato Chocolate, militante histórico do PT e que esteve o evento em Salvador (BA) que comemorou os 46 anos de fundação do PT, em entrevista ao Pod Cast Café Quente, comandado pelo ex-deputado estadual Rogério Cafeteira, na noite de segunda-feira (9), o presidente Luís Inácio Lula da Silva delegou à executiva nacional do PT a responsabilidade de conduzir as eleições nos estados e que os dirigentes decidiram pelo veto a Orleans. Agora Edinho Silva fala em construir um nome de consenso quando o governador já disse que vai ficar até o final do mandato e que a candidatura de Orleans é irreversível.

Carlos Brandão já deixou claro que preparou Orleans para sucedê-lo e vai fazer o sacrifício de ficar sem mandato para garantir, segundo ele tem afirmado por onde passa, a continuidade dos programas que estão sendo executados pelo seu governo. Pelo que tem dito e reafirmado, a candidatura de Orleans é irreversível e a possibilidade de passar a faixa para o vice-governador Felipe Camarão zero. Diante do que está exposto, parece difícil, mas não impossível construir um nome de consenso, mas para isso os dois lados precisam se desarmar.

Como o grupo considerado dinista não aceita Orleans e  Brandão não aceita Camarão, a alternativa seria encontrar de fato um nome capaz de unificar a base de Lula, só saber se o governador estaria disposto a rever seu projeto político aopos percorrer o Maranhão defendendo a candidatura do sobrinho.

É fato que muita água ainda vai correr por debaixo dessa ponte, pois com já dizia uma velha raposa da política brasileira, política é como nuvem, basta piscar e ela muda.

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