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Senador “Asa” manobra para ajudar Temer na CPI do BNDES

Relator da CPI do BNDES, o senador Roberto Rocha, já manobra para ajudar Temer

Relator da CPI do BNDES, o senador traíra Roberto Rocha, o “Asa de Avião”, logo na abertura dos trabalhos, na quarta-feira (16), já mostrou a que veio: Constranger o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, autor da denúncia contra Michel Temer por corrupção, manobrar para favorecer o presidente golpista e ser recompensado com verbas e cargos públicos, como foram os parlamentares que votaram contra a aceitação da denúncia na Câmara dos Deputados.

Na discussão sobre plano de trabalho, o senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) tentou retirar a delação dos empresários Joesley e Wesley Batista, e a participação de procuradores e de membros do Ministério Público, principalmente o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nas audiências públicas, mas foi voto vencido.

Randolfe acha que a abordagem da delação da JBS pode ser usada para beneficiar o presidente Michel Temer no Senado. Em seu discurso, ele ponderou que a CPI e o Congresso Nacional precisam compreender a estratégia usada pelo Ministério Público Federal para fechar o acordo na forma como foi feito em cada um dos casos, e o que os diferencia de outros acordos celebrados. Janot, antes de se despedir da PGR deve encaminhar nova denúncia contra Temer por corrupção.

— O relator admite, inclusive, a possibilidade de convocação, ou de convite, para aqui trazer informações, pelo que eu entendi, do Procurador-Geral da República. Só advertindo que, em respeito ao  princípio da separação dos Poderes, tem consagração — se eu estiver errado, me corrija, inclusive, Senador Roberto —, tem decisão consagrada por parte do Supremo Tribunal Federal de que é impossível convocação para comparecer em comissões parlamentares de inquérito de qualquer um dos membros dos três Poderes, dos chefes dos três Poderes — disse Randolfe Rodrigues.

Apesar das ponderações de Randolfe, o senador “Asa” e o presidente da CPI, Davi Alcolumbre, mantiveram seu posicionamento.

“Primeiro que o Ministério Público não é um Poder. Segundo, que aqui não é convocação, é um convite. Nós não temos esse bloqueio nem esse limite. É matéria correlata, qualquer coisa que vier acrescendo àquilo que está dentro do escopo da CPI, ela poderá ser ampliada, nós poderemos solicitar. Isso aí, nós já temos várias decisões do Supremo que nos autorizam a esclarecer todo e qualquer fato”, justificou Rocha.

Além do plano de trabalho, a comissão aprovou, inclusive, requerimento do relator Roberto Rocha convidando o procurador da República do Ministério Público Federal, Dr. Ivan Marx, para ser ouvido pela CPI. (Com informações de O Globo)

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