O ex-senador João Alberto, diante da falta de entendimento interno entre os grupos liderados pelos deputados Hildo Rocha e Roberto Costa, será reconduzido, nesta sexta-feira (5) ao cargo de presidente do MDB, sigla que entrou em fase de decomposição no Maranhão após os fiascos nas eleições de 2014 e 2018.
O partido que já foi o maior do Estado começou o processo de inanição em 2014 quando o governador Flávio Dino impôs humilhante derrotada ao candidato emedebista Edinho Lobão, logo no primeiro turno, pondo fim ao ciclo de dominação da oligarquia Sarney, que já durava quase cinco décadas.
A pá de cal sobre grupo que mandou e desmandou no Maranhão aconteceu em 2018 quando o governador Flávio Dino derrotou também no primeiro turno a ex-governadora Roseana, a mais legítima representante do clã Sarney, enquanto sua coligação elegeu nada menos que 38 parlamentares estaduais.
O MDB, hoje aos frangalhos e com brigas permanente pelo comando da legenda, volta a reunir para eleger seu presidente, ou melhor renovar o mandato de João Alberto, um político decadente que não teve moral sequer para tentar a reeleição em 2018. Nesta eleição, o partido conseguiu eleger apenas dois deputados estaduais (Arnaldo Melo e Roberto Costa) e dois federais (João Marcelo e Hildo Rocha)
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