A ex-governadora Roseana Sarney, embora pressionada a assumir uma pré-candidatura ao Governo do Estado em 2018, mostra-se indecisa em aceitar o desafio. O pai oligarca pressiona por entender que sem um candidato competitivo, o sarneisismo no Maranhão, já em fase elevada de decomposição, será definitivamente sepultado.
Na avaliação da cúpula sarneisista, a candidatura de Roseana, embora sem chance de vencer a disputa contra o governador Flávio Dino, salvaria a eleição de representantes na Assembleia Legislativa, Câmara Federal e até a possibilidade de um senador, mantendo desta forma o grupo vivo para um confronto em 2022. Sem ela, temem uma debandada geral.
A ex-governadora é o único nome que o PMDB possui em condições de manter a esperança de sobrevivência do grupo, mas ela teme ser novamente humilhada nas urnas, como foi em 2002 quando perdeu para Jackson Lago e em 2014 apoiando Edinho Lobão. A vaidade de Roseana, segundo avalia uma fonte do PMDB, não lhe permite sacrifício.
O fato é que Roseana continua sendo uma dúvida. Todos os dirigentes peemdebistas querem e pressionam para que ela decida pela pré-candidatura, mas o temor de enfrentar uma eleição completamente adversa é tão grande que a faz pensar e adiar a decisão para 2018, deixando desta forma aqueles que apostam em sua candidatura na expectativa.
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