As razões pelas quais a ex vereadora Rose Sales se empenha em uma falida tentativa de desgastar o governo Flávio Dino vêm desde à época em que era filiada ao PCdoB. O que parece ser uma postura política e de defesa da população, não passa de engodo e ódio nutrido pelo partido desde então.
À época, Sales foi enquadrada pelo partido quando não conseguiu explicar para onde foram os R$ 330 mil de emendas parlamentares da Prefeitura de São Luís. Ela disse apenas ter aplicado R$ 80 mil do montante na compra de um imóvel onde funcionaria a sede do Instituto Hugo Reis (homenagem ao seu pai), na Avenida São Sebastião, nº 79, no bairro Anil, presidido pelo marido dela.
Os R$ 250 mil restantes seriam aplicados em obras em seis bairros que, segundo ela, compõem o Grande Anil, obras estas que ninguém até hoje viu. A casa alugada pela Funac funcionou, em 2014, como comitê auxiliar da campanha, mas era utilizado por ela, à época, candidata à Câmara Federal, e fez dobradinha com Júlio Guterres, então candidato a deputado estadual.
Em virtude de uma situação tão escabrosa, Rose Sales foi enquadrada pela direção do partido. O ódio pelo PCdoB desde então só cresceu, fazendo com que ela e juntasse até mesmo ao grupo Sarney. O episódio da Funac nada mais é do que uma infrutífera missão de, não somente difamar o atual governo, mas também de mascarar os seus erros como parlamentar e nada mais do que isto.
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