
Roberto Rocha (Asa) e Maura Jorge deverão atuar como “laranjas” de Roseana contra Flávio Dino
O grupo Sarney continua apostando na tese da cooperativa de candidatos para tentar levar a eleição majoritária de governador para o segundo turno, na esperança de conseguir impedir a reeleição de Flávio Dino (PCdoB) logo no primeiro turno. Conta em sua difícil empreitada com a colaboração do senador traíra Roberto Rocha (ainda no PSB) e da ex-deputada Maura Jorge (Podemos), pré-candidatos, mas sem a perspectiva de vitória.
O consórcio de candidatos deverá ser liderado pela ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), envolta em escândalos de corrupção nas secretarias de Saúde, Fazenda e pagamento de precatório milionário mediante pagamento de propina, tendo como linha auxiliar o senador que traiu a oposição que lhe deu o mandato em 2014 e se junto à oligarquia Sarney, e Maura Jorge, uma política sem expressão.
A tarefa de Rocha, também conhecido pela alcunha de “Asa de Avião”, e de Maura Jorge seria agredir o governador, tentar provoca-lo e deixar Roseana livre para apresentação de proposta sem se envolver na baixaria dos seus aliados. Caberá ao senador e a ex-deputada fazer o jogo sujo, desempenhar o ridículo papel de batedores e linha auxiliar de um grupo podre e que nos levou ao fundo do poço.
Maura Jorge, coitada, não aguenta cinco minutos de investigação. Uma empregada doméstica sua que tentou se aposentar e descobriu que tinha sido nomeada para ganhar um gordo salário na Assembleia Legislativa (Cargo Isolado) sem seu consentimento, que o diga. O caso, ocorrido quando Maura era deputada estadual, foi registrado em delegacia de polícia como estelionato, mas foi abafado.
Já Roberto Rocha dispensa maiores comentários, o Maranhão todo reconhece sua falta de caráter. Político sem mandato que vivia no ostracismo e se fingindo de oposição à oligarquia Sarney, bastou o governador Flávio Dino lhe dá a mão e o mandato de senador para subi-lhe à cabeça a ambição pessoal de ser governador atropelando tudo, mas sem reunir as condições que um gestor necessita: falta-lhe honestidade e postura.
Faltando pouco mais de um ano para as eleições de 2018, o quadro que se pinta no grupo Sarney para enfrentar o governador Flávio Dino e sua administração eficiente e transparente é esse: Uma trinca de candidatos com a moral enfiada na lama unida por afinidade. Joga a favor de Flávio Dino, no entanto, o fato do povo do Maranhão conhecer bem seus opositores e saber do que eles são capazes para engordar seus patrimônios.
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