O senador Roberto Rocha, o popular “Asa de Avião”, dedicou uma hora do seu precioso tempo, no sábado (17), para escutar a entrevista do presidente estadual do PSDB e vice-governador Carlos Brandão, ao programa Redação 1290, da Rádio Timbira, sobre a rejeição de sua entrada no partido, mas não deu um pio. Ficou e continua caladinho.
Chegou até entrar em contato, via WhatsApp, com um dos entrevistadores, mas preferiu manter-se em silêncio após as afirmações de Brandão de que sua chegada no ninho vai provocar uma verdadeira revoada dos tucanos em direção a outras legendas, caso o senador insista em seu projeto mirabolante de disputar o governo em 2018, mesmo sem a menor condição.
Jornalistas, radialistas e blogueiros monitoram suas páginas nas redes sociais, por onde costuma destilar ódio se manifestar para agredir adversários, mas não encontram nada. Rocha, diante de tanta rejeição – acabou de ser expulso do PSB – simplesmente submergiu para não ter que responder sobre os motivos que levam a militância tucana se rebelar contra sua filiação ao PSDB.
Indigesto, debochado e considerado traidor pelo grupo políticos que lhe deu o mandato de senador em 2014, Rocha sente hoje o peso de ser considerado traidor. E tudo por conta de uma ambição pessoal, que o cegou, o levou se reaproximar da oligarquia Sarney e, como um verdadeiro Judas, tramar contra os interesse do Maranhão
Pelo silencio incomum do senador “Asa de Avião”, a pancada da rejeição dos tucanos foi grande, o colocou nas cordas zonzo tal qual um boxeador ao levar um cruzado no queixo. Seu projeto de ser candidato a governador pelo PSDB para tentar atrapalhar a reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB) não empolga o partido por uma questão muito simples: falta de confiança no candidato e de qualquer perspectiva de sucesso da candidatura.
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