
Péssimo empresário, o boa vida Roberto Rocha é contra a classe trabalhadora
O projeto de Reforma Trabalhista proposta pelo presidente Michel Temer (PMDB) e que deverá ser votada no Senado até o final de maio, está colocando em rota de colisão a direção nacional do Partido Socialista Brasileira com o senador Roberto Rocha, o “Asa de Avião”.
A cúpula do PSB tomou posição contra a Reforma Trabalhista, enquanto Roberto Rocha se aliou aos senadores Edison Lobão (PMDB), envolvido até a medula na Operação Lava Jato, e João Alberto (PMDB) para massacrar a classe trabalhadora.
A iniciativa de Rocha se aliar aos adversários da classe trabalhadora, no entanto, pode gerar um processo de expulsão do partido, colocando por terra seu projeto pessoal de usar a legenda para tentar atrapalhar a reeleição do governador Flávio Dino em 2018.
Dos senadores João Alberto e Lobão não se esperava nada mesmo, a final sempre acompanharam e aprovaram as maldades do presidente ilegítimo Michel Temer (PMDB) contra a classe trabalhadora, mas será que alguém esperava esse comportamento do “Asa de Avião”?
Em sua caminhada de volta ao grupo Sarney, com quem costura aliança para as eleições de 2018, Rocha se aliou a João Alberto e Edison Lobão, peitou a direção nacional do PSB, que se posicionou contra a Reforma, e será mais um a votar contra os trabalhadores.
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), segundo afirmou à agência de notícia Reuters, pretende colocar em votação no plenário da Casa o projeto de Reforma Trabalhista até o final de maio. Ele disse acreditar que as fases de debates nas comissões encerrem nesta quarta-feira (17).
Segundo informou o site Brasil 247, na semana passada, o presidente Michel Temer promoveu um encontro com 19 dos 22 integrantes da bancada do PMDB do Senado, a maior da Casa, e defendeu que eles que apoiem a votação do texto das alterações na legislação trabalhista como veio da Câmara.
O governo tem interesse em acelerar a votação da reforma trabalhista porque há deputados que só querem apreciar a reforma da Previdência no plenário da Câmara após uma decisão dos senadores sobre as mudanças nas leis trabalhistas.
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