
Senador “Asa” acabou enganando a direção do PSDB ao vender o que não pode entregar
A direção nacional do PSDB deve se arrepender amargamente de ter entregue o comando do partido no Maranhão para o senador Roberto Rocha, o popular “Asa de Avião”, na queda de braço que travou com Carlos Brandão pelo controle do diretório estadual.
O partido que já foi considerado grande por conta da qualidade dos seus quadros, hoje se dá por satisfeito filiar projetos de políticos que não deram certo por se transformarem em personagem folclórica, caso de João Câncio e João Bentivi, este último acusado pela Polícia Federal de ter tentado fraudar o último em que tentou se eleger vereador de São Luís.
Ao contrário do que prometeu a Geraldo Alckmin e demais dirigentes tucanos, Roberto Rocha está simplesmente transformando o PSDB num partido nanico, sem expressão e cheio de políticos fora de tempo, a exemplo de Sebastião Madeira, um tucano de bico mole e subserviente ao senador “Asa de Avião”, seu novo guru político.
Quem viu a qualidade dos filiados do último final de semana sentiu saudade dos bons tempos em que os tucanos eram cortejados e tinham quadros em condições de contribuir com o processo eleitoral, enquanto hoje não consegue atrair nenhuma liderança capaz de concorrer com possibilidade de sucesso a um mandato eletivo.
O que esperar de figuras carimbadas como João Câncio e João Bentivi e de uma série figuras vacinadas contra voto? Provavelmente o definhamento ainda mais da sigla, que pelo andar da carruagem, deve sair da eleição de outubro próximo bem pequenininha, do tamanho do senador “Asa”.
Antes de mesmo do pleito que se aproxima, o partido já perdeu quase toda a sua bancada na Assembleia Legislativa. O último que elegeu em 2014, deputado Sérgio Frota, já conversa com o PR e deve o ser o próximo a deixar o ninho dos tucanos.
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