
Renan Calheiros ignorou ato de Waldir Maranhão e manteve o rito do impeachment
A decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP), de anular o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, teve valor de uma nota de três dólar. O presidente do Senado, Renan Calheiro, sequer tomou conhecimento do ofício de Maranhão.
Renan, em sessão do Senado nesta tarde de segunda-feira (9), considerou o ato de Maranhão “ilegal” e “intempestivo”. Disse ainda que a Câmara não poderia tomar a decisão de anular a sessão em que 367 deputados deram aval ao prosseguimento do processo de impeachment para o Senado quase 30 dias após a votação da admissibilidade – muito menos quando o Senado está prestes a deliberar sobre o tema.
Waldir, além de ser anarquizado por senadores, juristas e comentaristas políticos por ter anulado as sessões que culminaram com a admissibilidade do impeachment da presidente, ainda deve enfrentar um processo por quebra de decoro no Conselho de Ética da Câmara, segundo anunciou o líder do Democratas, Paudernei Avelino.
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