Os partidos políticos que vão disputar a eleição majoritária de outubro próximo já estão com seus candidatos praticamente definido, faltando apenas o PSB decidir se lança candidato próprio e ou coliga com o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, o que deve acontecer em reunião programada para esta quinta-feira (14), conforme o presidente da Comissão Provisória Municipal, vereador Roberto Rocha Júnior, acertou com o pré-candidato Bira do Pindaré.
A coligação de 15 partidos, liderada pelo PDT, que vai apoiar a reeleição do prefeito Edivaldo, está consolidada e deve iniciar a gora as discussões em torno do candidato a vice, o que não será uma tarefa fácil já que existem várias legendas da aliança reivindicando a indicação. Tudo ainda vai depender de muita conversa e articulação para convencer os que forem preteridos a permanecer, já que a concorrência é grande e qualificada.
No PPS a situação do vice está praticamente definida desde que a pré-candidata Eliziane Gama recusou o convite para ingressar no PSB e optou pela companhia do PSDB, a quem delegou competência para indicar o vice. Os tucanos, por sua vez, não perderam tempo e indicaram o presidente municipal do partido, ex-deputado Pinto Itamarati, o que levou os socialistas a repensarem seu projeto para São Luís.
A deputada, no entanto, enfrenta sério problema para formar sua coligação em função da pouca credibilidade que possui no ceio da classe política. Até o momento, a parlamentar conseguiu compor aliança apenas com os tucanos, embora tenha procurado quase todos os partidos para conversar sobre o projeto dela para a capital.
Problema maior enfrenta o polêmico e controvertido deputado Wellington do Curso (PP), uma espécie de balão de festa, que não consegue encontrar um único partido disposto a acreditar em seu projeto político. A única esperança dele, o PMDB, não parece disposto a embarcar na canoa furada, e deve confirmar a candidatura do vereador Fábio Câmara, único representante da legenda disposto a enfrentar as urnas em outubro próximo, ainda que as pesquisas sejam desfavoráveis.
Do Curso não tem candidato e nem pretendente a compor a chapa como vice. Sua atuação no plenário da Assembleia é tão pífia que tem afastado os partidos. Para completar tem mania de pedir cabeça de jornalista e usar a Assembleia Legislativa como escudo para se proteger de críticas. O parlamentar tem ainda a mania de pagar escroques para difamar profissionais de imprensa em grupos de WhatsApp.
O deputado Bira do Pindaré, embora conte com o apoio da grande maioria do PSB para ser candidato, trava uma lua interna para se ver livre da perseguição do senador Roberto Rocha, que vem transformando o partido num balcão de negócios e quer trocar a reeleição do vereador Roberto Rocha Júnior por apoio a quem garantir o mandato do filho, mesmo sacrificando o crescimento do partido.
O quadro de candidato se completa com os nanicos Rose Sales (PMB), João Bentivi (PHS), Eduardo Braide (PMN), Claudia Durans (PSTU) e Vadenir Barros (PSOL). Esses pequenos partidos devem aproveitar o período da campanha apenas para marcar posição, pois não possuem a menor condição de competitividade.
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