A população de Paço do Lumiar fechou, por dois dias, na sexta-feira (27) e neste sábado (28), o escritório da Odebrecht na cidade em protesto de advertência.
O advogado Domingos Dutra e lideranças denunciaram “as tarifas abusivas e ilegais de água e esgoto ao Procon, à Promotoria de Paço do Lumiar, à Procuradoria Federal e à Agência Estadual de Serviços Públicos”.
O Ministério Público e as Defensorias Públicas de Paço do Lumiar e Ribamar ajuizaram três ações civis públicas contra os prefeitos e a Odebrecht.
O juiz Clésio Muniz, da Vara de Interesses Difusos, está avaliando as ações.
De acordo com os moradores, “a Odebrecht cobra a tarifa de água mais cara do Brasil e é quatro vezes maior que a de São Luís”.
O prefeito de Paço do Lumiar, Josemar Sobreiro, assinou contrato de 35 anos; e dou mais 80 poços, terrenos, sede, redes de água e esgotos, entre outras acusações.
O advogado Dutra disse esperar que o Poder Judiciário “acolha as ações civis públicas; que o Procon cumpra suas obrigações e que a Procuradoria Federal investigue os crimes contra o patrimônio público”.
Dutra avisa que o próximo ato a Odebrecht será fechada por tempo indeterminado. Para o advogado, “a Odebrecht não fez nenhum investimento; é responsável pela crise moral e política do país, ao montar um esquema de corrupção para vencer obras públicas e massacra a população”.
O advogado desafiou o prefeito Josemar e os vereadores a rescindir o contrato com a Odebrecht e procurar o governador e a Caema para garantir os investimentos do Governo Estadual para o município.
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