“Foi o diálogo da esperança, da inspiração para nossa luta diária por um país melhor para todos. Lula e Dino confirmam que eles têm muito a dizer e a fazer juntos pelo Brasil”, comentou o parlamentar.
Jerry também observou alguns pontos do conversa, como a convergência de que o Sistema Único de Saúde (SUS) precisa ser fortalecido. “Lula apresenta um roteiro de ações que deveriam estar sendo implantadas pelo governo federal para enfrentar a pandemia. Mostra caminhos reais, concretos” disse.
“O governador Flávio Dino, por sua vez, insiste na defesa de recursos do governo federal direto para o socorro às micro, pequenas e médias empresas. É a forma de evitar o agravamento da situação econômica do país”, completou o parlamentar.
Por iG Último Segundo – Em conversa ao vivo na manhã desta segunda-feira (29) com o governador do Maranhão, Flávio Dino, o ex-presidente Lula fez críticas ao governo de Jair Bolsonaro diante da crise do novo coronavírus (Sars-Cov-2) e afirmou que o presidente está “avacalhando” com os governadores estaduais.
Lula fez menção a Bolsonaro ao afirmar que, no lugar dele, mandaria o Brasil rodar mais dinheiro para contornar a crise financeira no período da pandemia, pensando nas consequências disso após vencer a “guerra”. “Ao invés do presidente da república atender com carinho, ele fica xingando os governadores, fica avacalhando os governadores, quando na verdade ele deveria ser responsável e tratar os governadores como os governadores estão tratando ele”, afirmou.
O ex-presidente também prestou solidariedade ao governador do Maranhão, ao governador do Ceará, Camilo Santana, e à governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, pelo trabalho executado nos estados. “Daqui a pouco o governo federal vai jogar a culpa em vocês. Fiquem com a consciência tranquila de quem agiu corretamente. Vocês podem ficar certos de que o que vocês fizeram para este país foi muito mais do que o que o governo federal fez”, pontuou. Lula chegou a brincar afirmando que “espera que não seja necessário” aguardar até 2022 para esperar uma mudança.
Em plena noite de “São João em casa” (24), por conta da pandemia do provocada pelo novo coronavírus, o debate político correu solto no programa Os analistas, da TV Guará, com o pré-candidato da Rede Sustentabilidade, comunicador Jeisael Marx. Sem qualquer temor de está dando tiro errado, Jeisael cravou: “Eduardo Braide (Podemos) vai perder a eleição”.
A afirmativa do pré-candidato assustou até um dos apresentadores do programa, Felipe Klamt, que quis souber saber porque tanta convicção. E Jeisael foi mais categórico ainda na a afirmativa: “Ele já teve mais 60% de preferência nas pesquisas, baixou para 58%, 56%, 51%, 49% e hoje não passa de 37% e vai perder a eleição, tá gravado”.
Numa prévia do que será a campanha pela Prefeitura de São Luís, Jeisael abriu a “caixa de ferramenta”. Entre outra coisa, revelou que já foi enganado por Braide ao se reportar a um incidente ocorrido num debate na TV Difusora no auge da campanha de 2016 quando os dois se estranharam e travaram acalorada discussão: “Eu escrevi em texto em 2016 dizendo que se as eleições fosse hoje eu votaria no Braide. Ele conseguiu me enganar, imagine uma pessoa com muito menos informação que eu que sou jornalista. Isso (Braide) mente com cara mais cínica do mundo”.
Durante cerca de 39 minutos, o candidato da Rede se apresentou como independente, disse desconhecer um suposto consórcio montado pelo Palácio dos Leões para enfrentar Braide, e afirmou que não é candidato do governador, mas que possui um bom relacionamento do chefe do Executivo estadual.
Jeisael Marx adiantou que, se eleito, pretende reduzir gastos públicos para enfrentar os desafios financeiros pós pandemia, promovendo um enxugamento na maquina administrativa do município. O pré-candidato disse que uma das metas é administrar com apenas 19 secretárias, criar cinco subprefeitura e criar o Procon municipal.
O vice-líder do PCdoB na Câmara Federal, deputado federal Márcio Jerry (PCdoB-MA) prevê o “tremor” no Palácio da Alvorada causado pela revelação, na sexta-feira (26), de que a defesa de Fabrício Queiroz, ex-assessor do atual senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), e o Ministério Público do Rio de Janeiro estão negociando um acordo de delação premiada.
“’Tremor’ no Palácio da Alvorada com anúncio de que Queiroz pode fazer delação premiada. O Flavio Bolsonaro sabe de tudo que fez, por isso tanto receio e desespero tentando impedir as investigações. Tentou por todas as formas travar processos, escondeu o Queiroz e agora deve estar tremendo com o que pode dizer o grande amigo gerente das rachadinhas”, elencou o parlamentar.
De acordo com informações da CNN Brasil, além de pedir para cumprir prisão domiciliar, o braço-direito do primogênito de Jair Bolsonaro (sem partido) pediu garantias de proteção para sua esposa, Márcia Aguiar de Oliveira e as filhas, Nathalia Mello e Evelyn Mello, todas investigadas no “esquema da ‘rachadinha’, para revelar o que sabe.
Foragida há oito dias, a prisão da mulher de Queiroz é considerada crucial para pressionar e conseguir a colaboração de Queiroz.
Mais de 60 organizações, entre entidades nacionais, centrais sindicais, movimentos sociais, articulações pró-democracia e organizações não-governamentais lançam, na próxima segunda-feira (29), a campanha “#BrasilpelaDemocracia #BrasilpelaVida”.
A ação é uma resposta à situação enfrentada pelo país, que exige a união de todos em defesa da democracia, ameaçada pelo ataque permanente e inconcebível às instituições, à imprensa, ao Estado Democrático de Direito e aos direitos dos cidadãos e cidadãs consagrados na Constituição Federal.
As entidades se unem também em defesa da vida, ameaçada pela descoordenação do governo federal no combate à pandemia do novo coronavírus, agravando a já crítica situação sanitária e econômica, implicando mais sofrimento a trabalhadoras e trabalhadores, às populações vulneráveis e inviabilizando a sobrevivência de empreendedores, em especial micro e pequenos empresários.
Para marcar o lançamento, na próxima segunda, acontece uma grande mobilização nas redes sociais da campanha, com participação das entidades e personalidades, o lançamento do site, que terá espaço para novas adesões, e projeções em pontos icônicos de algumas capitais.
A primeira atividade, logo após o lançamento, será a Virada da Democracia, nos dias 4 e 5 de julho – um evento coletivo com dezenas de atividades propostas pelas organizações envolvidas, entre palestras, ações culturais e manifestações virtuais.
A partir de segunda, a campanha estará no ar aqui:
Site: www.brasilpelademocracia.org.br
Facebook – @brasilpelademocracia
https://www.facebook.com/brasilpelademocracia
Twitter – @bra_democracia
https://twitter.com/bra_democracia
Instagram – @brasilpelademocracia_
https://www.instagram.com/brasilpelademocracia_
Confira quais são as entidades que integram a campanha:
#Juntos
#somos70porcento
342Artes e 342Amazônia
ABI – Associação Brasileira de Imprensa
ABONG – Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais
Ação Educativa, Assessoria, Pesquisa e Informação
ANPG – Associação Nacional de Pós-graduandos
Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB
Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo
Associação de Juristas pela Democracia
Associação Juízes para a Democracia – AJD
Bloco da Cultura
Brigadas Populares
Campanha Nacional pelo Direito à Educação
Casa Fluminense
Cenpec – Centro de estudos e pesquisas em educação, cultura e ação comunitária
Central dos Sindicatos Brasileiros – CSB
Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB
Clube de Engenharia
Comissão Arns – Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns
Comitê em Defesa da Democracia e do Estado Democrático de Direito
Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (CONTAG)
Conic – Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil
CUT – Central Única dos Trabalhadores
Força Sindical
Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Frente Brasil Popular
Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito
Fundação Tide Setubal
GELEDES – Instituto da Mulher Negra
Greenpeace
IDDD (Instituto de Defesa do Direito de Defesa)
IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor
Instituto Cidades Sustentáveis
IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil
Instituto de Estudos da Religião – ISER
Instituto de Estudos Socioeconômicos
Instituto Ethos de Responsabilidade Social Empresarial
Instituto Igarapé
Instituto Socioambiental
Instituto Sou da Paz
Instituto Vladimir Herzog
Intersindical Central da Classe Trabalhadora
MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST
OAB Nacional
Observatório do Clima
Oxfam Brasil
Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político
Projeto Brasil Nação
Projeto Liberdade
Pública Central do Servidor
SBPC – Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência
Somos Democracia
Transparência Brasil
UBES – União Brasileira dos Estudantes Secundaristas
UGT – União Geral dos Trabalhadores
UNE – União Nacional dos Estudantes
WWF-Brasil
UNEAFRO BRASIL
Todos Pela Educação
Embora tenha sofrido grande desgaste após o impeachment da presidente Dilma Rousseff e dos problemas das suas principais liderança com a Operação Lava Jato, que levou à prisão do ex-presidente Lula, o PT enquanto grupamento político continua sendo cobiçado. Três pré-candidatos, sendo dois de esquerda e um de centro esquerda lutam para ter a companhia dos petistas na eleição para prefeito de São Luís.
Respaldado pela grande votação que obteve o candidato a presidente da República Fernando Haddad na eleição de 2018 na capital maranhense, o PT ainda possui capital político, principalmente por conta da simpatia que os ludovicenses nutrem pelo ex-presidente Lula. E é justamente por isso que articuladores das campanhas de Rubens Júnior (PCdoB), Bira do Pindaré (PSB) e Carlos Madeira (Solidariedade) tentam convencer a direção nacional petista a compor aliança.
Pesquisa feita pelo pré-candidato Rubens Júnior, por exemplo, para consumo interno, revela o potencial do ex-presidente, pois quando o candidato associa a sua imagem a Lula e Flávio Dino tem um crescimento extraordinário. Daí a direção nacional do PCdoB conversar com a executiva nacional do PT para compor aliança, algo que pode ser concretizado em função dos dois partidos sempre caminharem juntos.
Ciente da importância do PT na sucessão da capital, a direção nacional do PSB, que elegeu a candidatura do deputado Bira do Pindaré como prioritária, também se movimenta e busca o apoio do partido. O presidente nacional dos socialistas, Carlos Siqueira, considera “importantíssima” a coligação com o Partido dos Trabalhadores e deve reunir nos próximos dias com a presidente da legenda Gleisi Hoffmam para tratar sobre o assunto.
Seguindo o mesmo exemplo dos dirigentes do PCdoB e PSB, o deputado Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, também já manifestou aos dirigentes petistas o desejo contar com o apoio do PT para o candidato Carlos Madeira na sucessão do prefeito Edivaldo Holanda. O resultado de todas essas articulações deverá vir a público no encontro municipal do PT convocado para os 4 e 5 de julho para definir sobre táctica eleitoral.
O movimento por candidatura própria perdeu força e deve prevalecer a tese da aliança. Reta esperar para saber qual dos três pretendentes terá o apoio. Mas pelo histórico das últimas eleições PCdoB e PSB têm a preferência. A proposta de aliança conta com o apoio declarado do presidente estadual Augusto Lobato.