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  • Jorge Vieira
  • 14/dez/2020

PT vai atuar pela unidade da oposição nas eleições na Câmara e Senado

A presidenta nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), diz que a sigla vai trabalhar para construir a unidade com os partidos de oposição nas eleições para as mesas diretoras da Câmara e do Senado. Segundo ela, o partido vai discutir com PCdoB, PSB, PDT, PSOL e Rede o compromisso com uma agenda mínima contra retrocessos no campo dos direitos e da pauta econômica para o país

Na última sexta-feira (11), em reunião da CEN (Comissão Executiva Nacional) e parlamentares da Câmara e do Senado, o PT também decidiu que vai trabalhar pelo cumprimento da proporcionalidade entre os partidos na ocupação dos espaços de direção e comissões nas Casas do Congresso e nas relatorias das matérias legislativas.

“As bancadas na Câmara dos Deputados e no Senado Federal conduzirão o processo nas respectivas Casas com acompanhamento da direção nacional do Partido, sob coordenação dos líderes das bancadas, da presidenta nacional, do secretário-geral e mais três membros dirigentes”, diz a nota da sigla.

Nas eleições para a Câmara, Bolsonaro apoia o líder do centrão, Arthur Lira (PP-AL). O grupo do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vai lançar um candidato e quer o apoio da oposição. (Com informações do Portal Vermelho)

  • Jorge Vieira
  • 14/dez/2020

Livro “Othelino: um herói da imprensa livre” será lançado nesta terça na Assembleia Legislativa

O livro “Othelino: um herói da imprensa livre” – biografia de Othelino Nova Alves (1911-1967), jornalista maranhense assassinado em São Luís no dia 30 de setembro de 1967 – será lançado nesta terça-feira (15), às 18h, no Hall do Plenário Nagib Haickel, na Assembleia Legislativa.
A obra, de autoria do jornalista Manoel Santos Neto, que conta com prefácio escrito pelo poeta Cunha Santos, é um Livro-Reportagem de 250 páginas, dividido em 28 capítulos. O livro foi idealizado por Othelino Filho, jornalista cearense, nascido em Sobral, que aos 17 anos de idade veio para o Maranhão com o firme propósito de entender a razão do assassinato de seu pai em São Luís.
No ano de 2008, Othelino Filho fez uma visita ao Jornal Pequeno, onde solicitou ao jornalista Manoel Santos Neto que o ajudasse a escrever um livro sobre a atribulada saga de seu pai.
Othelino Filho adoeceu e, pouco antes de falecer, disse que um dos grandes sonhos de sua vida era a publicação do livro biográfico de seu pai. O jornalista Manoel Santos Neto, de pronto, firmou este compromisso com ele. E, para escrever o livro, teve de valer-se de acuradas pesquisas nos acervos do Arquivo Público do Estado e da Biblioteca Benedito Leite.
O autor realizou também entrevistas com figuras que conviveram com o personagem central do livro, recolhendo testemunhos e depoimentos de Milson Coutinho, Elói Cutrim, Jersan Araújo, Aldir Dantas, Luis Vasconcelos, Haroldo Silva, Sálvio Dino, Nauro Machado, Ademário Cavalcante, José Ribamar Rocha Gomes (Gojoba) e outros entrevistados.
Após mais de 12 anos de pesquisa, iniciada em 2008, o jornalista Manoel Santos Neto conseguiu reunir as condições para agora poder lançar ‘Othelino: um herói da imprensa livre’, primeiro volume de uma série de 12 livros-reportagem intitulada ‘Valha-me Deus! Notícias que não publiquei’.
Sobre o personagem biografado:
Othelino Nova Alves nasceu no dia 15 de outubro de 1911, no bairro da Jordoa, em São Luís. Como jornalista, advogado e ativista político, marcou uma época no Maranhão. Conta-se que ele, mais passional que a maioria de seus contemporâneos, trazia em si um temperamento político evidente e não suficientemente realizado.
Além de dirigente da Federação Nacional dos Jornalistas e da Associação Brasileira de Imprensa, foi fundador e presidente do PTN (Partido Trabalhista Nacional). Sonhava ser um representante do povo do Maranhão na Assembleia Legislativa do Estado.
Mas a personalidade forte do crítico, com uma visão pessoal, frequentemente restritiva, levou-o a assumir posição marcadamente polêmica em face de inúmeros episódios ocorridos em seu redor nos tempos de sua juventude e maturidade.
No cenário político e jornalístico, ficaram as marcas inapagáveis de seu desempenho profissional, pela brilhante e aguerrida atuação em relevantes cargos na área da comunicação e como cronista e redator em diversos periódicos e jornais da capital maranhense.
Ao iniciar sua militância como homem de jornal, Othelino, com a personalidade forte de um crítico implacável, logo se inclinou por um tom combativo, que decorria de suas virtualidades políticas.
E logo passou a escrever contra as injustiças e desigualdades sociais que dominavam o Maranhão daqueles tempos.
Ao longo de sua carreira profissional, Othelino abriu duas frentes de combate, com todo o vigor de que seria capaz: uma, como cronista, escrevendo regularmente na imprensa em tom polêmico; outra, mais ampla, mais profunda, como jornalista profissional e estudioso de Direito.
Para escrever seus artigos e suas reportagens, contava, já, com um perfeito instrumento de expressão – o estilo direto, objetivo, essencialmente factual, que despojava de excessos vulgares o texto de jornal. E assim foi um dos grandes cronistas do Jornal Pequeno, de seu amigo Ribamar Bogéa.
Mas Othelino, diga-se de passagem, não era um amigo fácil. Afirmativo, dizia em voz alta o que pensava. Sabia discordar. Ou melhor: não sabia. Porque obedecia, na hora da discordância, aos seus impulsos de sinceridade veemente.
Daí resultava que, para ser mesmo seu amigo, era necessário que houvesse uma afinidade ostensiva, notadamente no plano político.
E foi assim que ele travou, em São Luís, uma dura luta contra os poderosos de então. E foi assim que ele, aos 55 anos de idade, foi barbaramente assassinado, no dia 30 de setembro de 1967. Após a sua morte, erigiu-se um busto no local em que tombou atingido por disparos de uma arma de fogo, no cruzamento da Rua de Nazaré com a Praça João Lisboa.
Othelino foi advogado de todos os partidos trabalhistas que se organizaram no Brasil. Paradoxalmente, na ditadura Vargas, ele desapareceu certo dia e, só meses depois, foi encontrado, pele e osso, no porão de uma das celas da ditadura, onde foi acerbamente torturado.
Ao defender as liberdades, os humildes e oprimidos, sofreu inúmeras agressões também fora do Estado do Maranhão, como no Ceará, Pará, Piauí e Amazonas, onde um ex-governador teria sido o autor intelectual do atentado. No Ceará, foi um senador da República. No Maranhão, as elites que não concordavam com as denúncias que fazia sobre a corrupção, com a pena desassombrada.
Othelino usou a praça e os tribunais para defender os humildes e acusar os poderosos que, na calada da noite, usavam de maquinações as mais espúrias, autoritarismo, prepotência e truculência muito comuns naquela época.
Sobre o autor:
Manoel Santos Neto, maranhense de São Luís, nasceu a 23 de julho de 1963. É jornalista profissional, bacharel em Comunicação Social pela UFMA, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM). Trabalhou como repórter e redator de diversos periódicos, entre os quais o Jornal de Hoje, Diário do Norte, O Debate, Jornal Carajás e Atos e Fatos.
Foi chefe de Reportagem e editor de Política do jornal O Estado do Maranhão, onde trabalhou de maio de 1988 a janeiro de 2001, e integrou a equipe fundadora do jornal Folha do Maranhão. Participou da equipe de redatores do Suplemento Cultural & Literário Guesa Errante, editado pelo Jornal Pequeno sob a coordenação de Josilda Bogéa e Alberico Carneiro.
Manoel Santos Neto lançou em Brasília, na Câmara dos Deputados, no dia 13 de maio de 2004, o seu livro O negro no Maranhão – A escravidão, a liberdade e a construção da cidadania.
No final de 2004, conquistou o primeiro lugar no XXVIII Concurso Literário e Artístico “Cidade de São Luís”, com o livro Os jornais do Império e o cativeiro no Maranhão. É também autor do livro João Francisco dos Santos – Uma lição de vida e co-autor do livro Chagas em pessoa, redigido em parceria com o jornalista Félix Alberto Lima, e lançado em janeiro de 2005.
Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), Manoel Santos Neto, em outubro de 2015, foi o grande vencedor do 36º Concurso Literário Cidade de São Luís, na categoria Jornalismo Literário, por conta de seu livro A ressurreição do padre, que versa sobre a vida e a obra do saudoso padre João Mohana (1925-1995).

  • Jorge Vieira
  • 14/dez/2020

Prefeito eleito de Rosário lança candidatura à presidência da Famem  

Convocada para o início de 2021, a eleição para presidente da Federação dos Municípios do Maranhão já movimenta os bastidores da disputa que promete ser um das mais acirradas da história de entidade.

Nesta segunda-feira (14), em entrevista ao programa Bom Dia Mirante, o prefeito eleito de Rosário, Calvert Filho (PSC/PT), maior surpresa das eleições de 15 de novembro, laçou sua candidatura a presidente da FAMEM e disse que vai atrás de apoios.

Para Calvert Filho é preciso acabar com essa história de que para ser presidente da Famem tem que ter grupo político, numa clara referência a briga ente dois grupos que estão de olho nas eleições em 2022 e que pretendem ter a entidade como suporte.

Comandada atualmente pelo prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier, candidato a reeleição e aliado do senador Weverton Rocha (PDT), a Famem desperta interesse dos dois grupos políticos que vão medir forças na sucessão do governador Flávio Dino.

Como é do conhecimento de todos, além do interesse do senador em manter seu aliado no comanda da entidade, o grupo liderado pelo vice-governador Carlos Brandão (Republicanos), articula com o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL)  um nome para bater chapa de com Erlânio.

Salvo alguns imprevisto, a eleição para presidente da Famem, ao contrário do que muitos a creditavam, será bastante acirrada e com resultado imprevisível.

  • Jorge Vieira
  • 12/dez/2020

Edivaldo continua maratona de entrega de obras

O prefeito Edivaldo Holanda Junior está transformando para melhor a realidade dos feirantes de São Luís com a reconstrução dos principais mercados públicos da capital. Na manhã deste sábado (12) ele reinaugurou o mercado do São Francisco, o sexto de um conjunto de 10 que serão entregues até o fim do ano somente em sua segunda gestão.

Durante a entrega do novo Mercado do São Francisco o prefeito Edivaldo estava acompanhado da primeira-dama, Camila Holanda; do presidente da Câmara Municipal de São Luís, Osmar Filho; do promotor de Justiça, Cláudio Cabral; de secretários municipais, feirantes e moradores do São Francisco e entorno.

O local estava deteriorado há anos e os feirantes não tinham mais um espaço digno onde trabalhar. O estado do mercado também comprometia a qualidade dos produtos vendidos e a saúde pública.

Agora feirantes e consumidores contam com um mercado moderno, totalmente equipado, com boxes e bancadas adequados para a comercialização organizada de produtos hortifrutigranjeiros, garantindo melhoria nas vendas já que a comunidade vai se sentir mais segura em frequentar o local.

Também já foram reinaugurados os mercados do Coroadinho, Santo Antônio e Monte Castelo, que foram totalmente reconstruídos; o Mercado do Anil, que passou por ampliação; e o Mercado das Tulhas, que teve sua arquitetura histórica restaurada.

Em seu primeiro mandato foram reformados os mercados da Liberdade e da Vila Palmeira. Este é o maior volume de intervenções para a reestruturação da rede de mercados públicos já executados em São Luís.

  • Jorge Vieira
  • 12/dez/2020

Governo investe 7,2 milhões em obras na Ponta do São Francisco, em São Luís

Intervenções que vão mudar a paisagem urbana da Avenida Ferreira  Gullar em São Luís, as obras do Programa PAC Ponta do São Francisco seguem em ritmo acelerado.

Com investimentos de R$ 7,2 milhões, a obra é executada pela Secretaria de Estado das Cidades e Desenvolvimento (Secid), tem previsão para inaugurar em 2021, e se transformará em um novo ponto turístico de São Luís.

De acordo com o titular da Secid, Raimundo Reis, “trata-se de uma ação conjunta dos governos estadual, federal e da prefeitura de São Luís que vai garantir a urbanização de todo local, com construção de praça, quadras esportivas e uma avenida que interligará o bairro às vias vizinhas”, afirmou. “É uma obra ampla de infraestrutura dessa região. Teremos uma avenida construída sobre um aterro, que vai cercar toda essa área conhecida como Ponta do São Francisco, e teremos requalificação da área, além de equipamentos de esporte, lazer e geração de renda”,  disse o secretário.

Está prevista também a criação de estacionamentos, rampas de acesso,  pesqueiro no Rio Anil e na Bacia de São Marcos, além de galpão de apoio à comunidade pesqueira.

A intervenção também vai garantir um conjunto de obras de urbanização com infraestrutura básica de rede de esgoto sanitário doméstico, drenagem pluvial, rede de abastecimento de água, redes gerais de iluminação, recuperação e continuidade do talude existente, aterro de áreas sujeitas a alagamentos causados pelo fluxo das marés e construção de equipamentos públicos de apoio à pesca e lazer, em conformidade com seus respectivos projetos urbanísticos.

Residencial José Chagas – Os antigos moradores das palafitas da região da Ponta do São Francisco foram contemplados com apartamentos no residencial José Chagas. O empreendimento, que é composto por 256 unidades habitacionais, faz parte do programa Minha Casa Minha Vida e é uma ação complementar ao projeto PAC Ponta do São Francisco.

  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2020

Rubens Junior se recupera bem após intervenção cirúrgica

Bem sucedida a intervenção cirúrgica a que foi submetido o deputado federal Rubens Pereira Júnior (PCdoB), nesta sexta-feira (11), em São Luís, para a retirada de um cisto do rim direito.

O procedimento de retirada de cisto Bosniak III, começou às 8h05, sendo concluído com sucesso às 12h. O parlamentar apresenta um quadro clínico estável e agradeceu a todos que oraram por ele através de sua rede social.

Rubens, quarto colocada no primeiro turno da eleição para prefeito de São Luís, chegou a suspeitar que havia contraído uma virose, mas ao submeter-se a exames acabou descobrindo o cisto, que foi retirado.

NOTA OFICIAL

A cirurgia a que o deputado federal Rubens Pereira Jr (PCdoB-MA) foi submetido nesta sexta-feira (11), em São Luís, foi bem-sucedida.

O procedimento para retirada de cisto Bosniak III no rim direito, que começou às 8h05, foi finalizado às 12h. Rubens já está no quarto e apresenta quadro clínico estável.

A família agradece todas as orações.

  • Jorge Vieira
  • 11/dez/2020

O sonho da Presidência da Câmara, por Ricardo Cappelli

Por Ricardo Cappelli *

Assim que o STF rejeitou a possibilidade de reeleição dos presidentes das duas casas legislativas, Lula e Ciro conversaram ao telefone e marcaram uma reunião no Congresso Nacional com as principais lideranças do campo progressista.

Na semana seguinte, todos se reuniram. Lula, Ciro, Luciana Santos (PCdoB), Lupi (PDT), Gleisi (PT), Carlos Siqueira (PSB), Juliano Medeiros (PSOL), Flávio Dino, Freixo, Molon e muitos outros.

Cercada de expectativas, a reunião começou pontualmente. A sucessão no Poder Legislativo em tempos de ameaça autoritária é uma questão estratégica diretamente ligada à linha sucessória.

Toda a imprensa nacional aguardava o desfecho com ansiedade. O dia foi tomado por especulações. Não se falava em outra coisa no Brasil.

Dentro da sala prevaleceu um clima de unidade e preocupação com o destino do país. A primeira decisão foi tomada por aclamação. Decidiram marchar unidos com os seus 132 votos. Considerando a divisão dos votos entre o bloco do governo e a chapa da oposição liberal, ficou claro o papel decisivo da esquerda.

Lula, o primeiro a falar após a decisão histórica, defendeu o lançamento de um pré-candidato, sem o compromisso de ir até o final. Um candidato que cumprisse o objetivo de preservar ao máximo a democracia e as conquistas sociais.

O ex-presidente defendeu que o escolhido deveria ser aquele com maior capacidade de unir o campo, independentemente do partido. Um parlamentar combativo e amplo, com identidade e excelente jogo de cintura.

Preocupado com a mensagem do encontro para a população, Ciro pediu a palavra. O ex-ministro iluminou a reunião ao propor uma pauta que dialogasse com a sociedade, recheada de compromissos públicos que deveriam ser assumidos pelo candidato do bloco ou pelo candidato que o grupo decidisse apoiar.

Luciana Santos defendeu incluir na agenda a garantia pelo Congresso Nacional de recursos orçamentários para que todos os brasileiros tenham acesso à vacina contra a Covid-19 em 2021.

Carlos Siqueira propôs a prorrogação do auxílio emergencial, explanando sobre o drama vivido pelos brasileiros vítimas do desemprego galopante.

Juliano Medeiros, citando o horror vivido pela população do Amapá, defendeu a inclusão do compromisso de que o candidato não paute a privatização do sistema elétrico.

Com uma pauta unitária aprovada, um rumo político definido e um pré-candidato aclamado, o final da reunião foi triunfante. Saíram todos de mãos dadas levantadas, cantando o hino nacional e marchando até o Salão Verde.

A cena me arrepiou tanto que acabei acordando. As madrugadas de Brasília andam frias. Puxei a colcha e voltei a dormir.

*Ricardo Cappelli é secretário da representação do governo do Maranhão em Brasília e foi presidente da União Nacional dos Estudantes.

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