Colocada na presidência estadual do PTB pelo polêmico ex-deputado federal Roberto Jefferson, cassado e condenado no mensalão, a deputada estadual Mical Damasceno afastou o partido de base de sustenção do governo Flávio Dino (PSB).
A legenda trabalhista, que sob o comando do deputado federal Pedro Lucas Fernandes, integrou a aliança que levou Dino ao poder em 2014 e ajudou a mantê-lo no cargo em 2018, mudou radicalmente de posição após a assenção de Mical.
Seguindo agora a linha bolsonarista e orientada por Jefferson, um ex-parlamentar ficha suja que passou algum tempo na cadeia por envolvimento com corrupção, Damasceno levou o histórico PTB para direita e se afastou do governo.
O deputado Pedro Lucas, ex-presidente do partido, esteve presente na reunião da base aliada do governo segunda-feira (5) e assinou a carta manifesto Pacto pela União, porém a atual presidente, deixando clara sua posição não comparecendo.
A ausência da parlamentar não chegou a surpreender, até porque Roberto Jefferson e o PTB apoiam irrestritamente o governo de Jair Bolsonaro, enquanto o governador e sua base de sustenção são antibolsonaristas. E Mical foi colocada na presidência estadual apenas para seguir as determinações da direção nacional.
Com a saída de Pedro Lucas para o PSL, deve assumir a presidência em abril de 2022 por conta da legislação eleitoral, o PTB no Maranhão deve sofrer profundo esvaziamento.
O governador Flávio Dino (PSB), ao reunir sua base aliada na segunda-feira (5), quando foi firmado um pacto de união tendo como base o compromisso com a sua pré-candidatura ao Senado, praticamente garantiu a cadeira que estará em disputa para a Câmara Alta do Congresso Nacional.
Além da popularidade que desfruta por conta da gestão que desenvolve, Dino terá a seu favor um exército de cabos eleitorais partidários e o substancial apoio do seu substituto a partir de abril de 2022, Carlos Brandão (PSDB), atual vice-governador e que tem demonstrado lealdadel à`sua liderança.
Logo após participar de reunião de segunda-feira, quando o governador oficializou junto à sua base aliada, composta de dezesseis partidos, sua pré-candidatura ao Senado, Brandão foi ao Twitter externar reconhecimento à liderança de Dino, hoje o político mais popular do estado.
“Nosso amigo, companheiro de jornada política e líder, @flaviodino, reuniu a todos para oficializar a sua pré-candidatura ao Senado. Assim caminharemos. Juntos. Um só nome e um só projeto. Conte comigo! Vamos em frente!”, postou Brandão, signatário da Carta Compromisso.
Com a decisão de Flávio Dino disputar o mandato de senador, parentemente deixando uma candidatura a vice-presidente em segundo plano, a chance do senador Roberto Rocha renovar o mandato fica reduzida a zero. Tudo indica que Rocha, se quiser tentar contina na vida pública, o caminho será a Câmara Federal.
A ex-governdora Roseana Sarney, que apareceu na pesquisa da Escutec, num cenário sem Flávio Dino, com 25% de intenção de votos para o Senado, se já não mostrava disposição para concorrer, com a definição do governador apoiado por dezesseis partidos, deve se contentar com um mandato na Câmara dos Deputados.
Sem concorrente, Flávio Dino terá uma aleição tranquila para o Senado e, com certeza, ajudará muito o candidato a governador que receber o seu apoio. Alguns analistas do cenário político local admitem que pela primeira vez um candidato ao Senado no Maranhão puxará votos para governador. O normal sempre foi o contrário.
De acordo com PL, o “Auxílio Cuidar” será pago às crianças ou adolescentes em situação de orfandade bilateral até o alcance da maioridade civil e tem por finalidade contribuir para a garantia do direito à vida e à saúde, bem como do acesso à alimentação, educação e lazer.
De acordo com o presidente Othelino Neto, a iniciativa do Governo do Maranhão, com o apoio da Assembleia Legislativa, é uma das medidas mais importantes adotadas pelo poder público em todo o país, com o objetivo de amenizar os impactos sociais causados pela pandemia da Covid-19.
“Um projeto muito marcante e com elevado valor social, que amenizará os impactos financeiros das crianças que perderam seus pais por conta dessa doença”, afirmou Othelino.
Reflexos sociais – Em mensagem encaminhando o PL à Assembleia Legislativa, o governador Flávio Dino destacou que “a equivocada condução do governo federal de um dos mais graves problemas sanitários dos últimos tempos contribuiu para que crianças e adolescentes perdessem precocemente seus pais, ampliando o número de órfãos no Brasil”.
“A proposta legislativa, ao tempo que consiste em mais uma medida estadual voltada a amenizar os reflexos sociais da pandemia da Covid-19, reforça o compromisso do Estado do Maranhão com os deveres constitucionais de proteger a família e assegurar à criança e ao adolescente o acesso a direitos fundamentais” enfatizou o governador Flávio Dino.
Os dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) apontam que pelo menos 45 mil crianças e adolescentes no Brasil perderam pai e mãe na pandemia.
Vida e Saúde – Poderão ser beneficiários do “Auxílio Cuidar” as crianças e adolescentes com domicílio fixado no território maranhense há pelo menos um ano antes da orfandade completa e cuja família possuísse renda não superior a três salários mínimos. Os beneficiários podem estar sob cuidado de família substituta ou em acolhimento institucional.
O projeto também prevê a possibilidade de ampliação do “Auxílio Cuidar” às crianças e adolescentes em situação de orfandade completa por razões não relacionadas à Covidd-19, desde que haja disponibilidade financeira.
Pesquisa do Instituto Ipsos divulgada nesta terça-feira (6) pela revista Veja mostra que se a a eleição para presidente fosse hoje, Lula venceria Jair Bolsonaro por 58% a 25%.
Oa números levatados revelam ainda que Bolsonaro tem a maior rejeição – de 59% – e Lula a menor, de 33%. “Voto em Lula, neste momento se alicerça no desencanto, na rendição do eleitor ao desalento com a política”, diz estudo
A Pesquisa do Ipsos encomendada pelo DEM e divulgada pela coluna Radar, da revista Veja, confirma o que outros institutos já haviam constatado: Lula venceria Bolsonaro se as eleições presidenciais fosse hoje.
E o fosso que sepera os dois principais nomes na corrida presidencial só aumenta. O desastroso governo joga a favor do petista.
No encontro de dirigentes partidários e lideranças, comandado pelo governador Flávio Dino, na noite de ontem, apenas dois presidentes de manifestaram suas posições sobre o nome que consideram com o perfil ideal para dar continuidade ao programa de governo que está sendo desenvolvido no estado.
O presidente do PT Augusto Lobato e presidente do PROS Gastão Vieira destacaram a lealdade do vice-governador Carlos Brandão e defenderam seu nome para ser o representante o grupo nas eleições de 2022. Os demais integrantes do encontro que fizeram uso da palavra nada falaram sobre suas preferências.
“Embora o PT ainda não tenha sentado para discutir alianças, vou antecipar minha posição a favor do vice-governador Carlos Brandão por sua lealdade ao governador Flávio Dino e fidelidade ao programa que está sendo desenvolvido no estado. Vou trabalhar internamente no partido para que essa posição se torne realidade”, disse Lobato.
O deputado Gastão Vieira também desacou a lealdade do vice e defendeu Brandão para ser o nome de consenso do grupo liderado pelo governador Flávio Dino, pré-candidato ao Senado.
Confome o blog já havia antecipado, o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, através de sua rede social, confirmou nesta terça-feira (6) que aceitou o convite do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, e vai se filiar ao PSD mês quem vem.
Conforme informou o ex-prefeito, pré-candidato ao governo do estado, o ato de filiação será realzado em Brasilia, em agosto.
A aproximação com PSD começou desde sua saída o PDT, no início do ano, quando começou uma série de conversações com dirigentes partidários que lhe oferceram convite para disputar o governo, mas acabou optando pelo convite de Kassab.
Edivaldo, que terá toda a estrutura do partido para fazer sua camopanha, é mais uma opção para o eleitorado no jogo sucessórioestadual.
Dirigentes dos paetidos que integram a bae aliada do governo reunidos na noite desta segunda-feira (5) a convite do governador Flávio Dino (PSB) deciram asinar carta de compromisso em defesa da unidade do grupo para a sucessão governamental de 2022.
Todos os presidentes de partidos deram suas opiniões sobre o processo sucessório e a ao final do encontro em que foi discutido o tema eleição para o governo em estado, foi redigido um documento no qual se comprometeram caminharem juntos.
Oa qutro pré-candidatos do grupo, Carlos Brandão (PSDB), Weverton Rocha (PDT), Simplício Araújo (Solidariedade) e Josimar de Maranhãozinho (PL) estiveram presentes e asssinaram a carta.
A decisão do governador Flávio Dino sobre qual dos pretendentes recerá o apoio do grupo de forma unitária acontecerá somente em novembro.
