Edivaldo Holanda Junior (PSD), ex-prefeito de São Luís, divulgou nesta sexta-feira (3) mais adesões do interior do estado à sua pré-candidatura ao governo do Maranhão em 2022.
O pedessista recebeu o apoio de Djalma Melo, que foi prefeito de Arari, região da Baixada Maranhense, por dois mandatos e encerrou a administração com alta aprovação popular. Djalma também é ex-presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), reconhecido e respeitado pelo seu trabalho como gestor municipal entre prefeitos e ex-prefeitos de várias regiões do Estado.
Em suas redes sociais, Edivaldo agradeceu a adesão de Djalma Melo e destacou o crescimento da sua pré-candidatura nos municípios maranhenses.
“Agradeço o apoio do ex-prefeito de Arari e ex-presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), Djalma Melo, da sua esposa Graça e do vice-prefeito da cidade, Raimundo Silva (El Shaday), à nossa pré-candidatura ao governo do Maranhão em 2022. Djalma fez um ótimo trabalho como gestor público e vai contribuir muito com o nosso projeto para o Maranhão. A cada dia temos recebido mais adesões de líderes e amigos que querem caminhar conosco. Muito obrigado a todos!”, publicou Edivaldo em suas redes sociais.
Prefeito de São Luís por dois mandatos consecutivos, Edivaldo vem pontuando muito bem em todas as pesquisas de intenção de voto para o Governo do Maranhão desde que deixou o comando da Prefeitura da capital, no final de 2020.
Desde que teve o seu nome confirmado como pré-candidato pela direção nacional do Partido Social Democrático (PSD), em agosto deste ano, o ex-prefeito de São Luís tem mantido uma intensa agenda de encontros com políticos e lideranças de todo o estado em apoio à sua corrida rumo ao Palácio dos Leões.
Além de Djalma Melo, Edivaldo recebeu ainda o apoio do vice-prefeito de Arari, Raimundo Silva, o El Shaday.
O vice-governador Carlos Brandão (PSDB), pré-candidato ao Governo do Estado no grupo do governador Flávio Dino (PSB), comunicou ao presidente estadual do PT, Augusto Lobato, que votará em Lula para presidente da República em 2022 e que torce para o PSDB não lançar candidatura própria a fim de facilitar a aliança nacional e não Maranhão.
Brandão disse ao dirigente petista, que a aliança eleitoral do PT com o PSDB não é ideológica, mas para derrotar o fascismo representado na candidatura de Jair Bolsonaro. A decisão do vice-governador, de aderir à candidatura do líder petista e torcer por uma aliança nacional dos dois partido, aproxima ainda mais Brandão da direção estadual da legenda de Lula.
Na conversa entre os dois dirigentes partidários, Lobato, que é pré-candidato a deputado e já manifestou preferência pela candidatura de Brandão, reafirmou que o PT não abrirá mão de participar da chapa majoritária do grupo do governador e disse e que não descarta indicar o vice de sua chapa, caso ele seja escolhido para representar o grupo do governador.
Na conversa que teve com o titular do blog Jorge Vieira nesta manhã de sexta-feira (3), Augusto Lobato observou que as conversações que Lula teve com o senador Tasso Jereissati (PSDB) quando esteve no Ceará, em agosto, após cumprir agenda no Maranhão, abriu perspectiva de uma aproximação maior entre as duas legendas. Lula, inclusive, ligou para o presidente do PT para agradecer a boa acolhida que teve no estado.
O dirigente estadual do PT disse ainda que o partido está fechado com a candidatura do governador Flávio Dino ao Senado e que o centro da tática eleitoral para 2022 é participação na chapa majoritária como vice ou primeiro suplente de Dino, reeleger os deputados José Carlos e Zé Inácio e ampliar as bancadas na Câmara Federal e Assembleia Legislativa.
O deputado federal Bira do Pindaré (PSB) considera uma vitória da classe trabalhadora a derrubada da Medida Provisória 1045, minirreforma trabalhista, pelo Senado. Na avaliação do parlamentar foi mais uma derrota do goveno de Jair Bolsonaro, que pretendidia com a MP criar espaço para trabalho escravo e redução de salário dos trabalhadores
Segundo o deputado do PSB, foi a terceira tentativa do governo usar o Congresso Nacional para reduzir direitos de trabalhadores de forma sorrateira. Em seu entendimeto, não é reduzindo direitos que o governo vai gerar empregos e sim a economia, que está destruída.
“É bom lembrar que quando fizeram a reforma trabalhista, no governo Temer, prometeram milhões de empregos e isso não aconteceu. Fizeram a reforma da Previdência, prometeram novamente milhões de empregos, também não aconteceu e não vai acontecer porque o que gera empregos é a economia e infrlizmente a economia do Brsil está destruída pelo governo Bolsonaro, um governo incapaz de olhar para as necessidades da população”.
Bira disse ainda, em discurso na Câmara, esperar o que este assunto não volte mais a ser discutido no Congresso “de maneira sorrateira para destruir direitos da classe trabalhadora com a desculpa de gerar empregos para jovens que na verdade era apenas um pretesto para transformar nossa linda juventude em mão de obra barata e descartável”.
Criar uma jornada especial de trabalho para servidoras públicas – da União, das autarquias e das fundações públicas federais – que são mães de pessoas com deficiência. Este é o objetivo do Projeto de Lei nº 3047/2021, de autoria do deputado Rubens Pereira Jr, protocolado nesta quarta-feira (1/9) na Câmara Federal. O PL atualiza a Lei nº. 8.112/1990.
“Só quem convive com pessoas com deficiência sabem o nível de dedicação exigida. Há casos em que a atenção, o amor e o carinho se dão quase que em tempo integral, impossibilitando outras tarefas relevantes”, comentou o deputado Rubens Jr.
O horário especial de trabalho poderá ser concedido mediante a comprovação de uma junta médica oficial, independentemente de compensação de horário.
Pré-candidato ao Governo do Estado, Edivaldo Holanda Junior, acertou com a direção estadual do PSD iniciar suas visitas ao municípios a partir de outubro. O ex-prefeito de São Luís, que pretendia começar suas andanças pelo interior do Maranhão em setembrro, devido ao grande fluxo de lideranças aos seu escritório políticos para manifestar apoio decidiu dedicar mais este mês para conversações antes de colocar o pé na estrada.
O presidente estadual do PSD, deputado federal Edilázio Júnior e o deputado estadual César Pires, estão cada vez mais otimistas com a aceitação do nome de Edivaldo no interior do estado. Os dois parlamentares tem visitado com constância os municípios, onde matém contatos com lideraças locais, e estão certos que a candidatura do ex-prefeito da capital e viável e tem com potencial para cresccimento.
“Estive visitando vários municípios, de diversas regiões e por onde passei não encontrei a menor resistência ao nome de nosso candidato. O que pude perceber é que Edivaldo é um nome de muito fácil aceitação, possui um potencial extraordinário e vamos caminhar com eles por todo o Maranhão. O ex-prefeito é um político que inspira confiança, é sério, transparente e muito carismático”, diz César Pires.
Seguro de suas possibilidades na corrida ao Palácio dos Leões, o ex-chefe do Executivo da capaital mante´um rotina de conversa com lideranças, pouco liga para quem está montando estrutura gigante para dar demonstração de força política, mas não consegue decolar. Recebe diariamente ex-prefeitos, vice-prefeito, vereadores, líderes municipais e comunitários enquanto prepara a agenda para percorrer o estado.
Edivaldo Holanda Junior tem conversado com as vias politicas alternativas dos municipios, ou seja, as correntes políticas que fazem oposição aos chefes de Executivos municipais ou simplemesnte desejam apoiar uma candidatura copetitiva, com reais chances de vitória e se cacifarem para pleitos futuros, o que não dizer que apoio deprefeitos não sejam bem vindos.
Prefeitos aliados dos deputados Edilázio Júnior e César Pires, por exemplo, serão apresentados a ele no momento oportuno, provavelmente durante a maratona decompromissos que estão sendo programados para o próximo mês, quendo a pré-campanha do candidato do PSD entratará em outro patamar.
Em um terceiro cenário, Lula, Bolsonaro e Ciro conseguem os mesmos percentuais – 46%, 26% e 8%, respectivamente. Doria alcança 5% e a senadora
Simone Tebet (MDB-MS), 2%. Segundo as estatísticas, 8% não optaram por candidatura alguma e 5% disseram estar indecisos.
Em um quarto cenário, o ex-presidente Lula atinge 44% do eleitorado e Bolsonaro, 25%, seguido pelo apresentador José Luiz Datena (PSL), com 7%. Ciro aparece com 6% e Doria com 3%, seguido pelo ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), com 2%, e por Simone Tebet, com 1%. Ao todo, 6% afirmaram que não votariam em postulante algum e 5% ficaram entre os indecisos.
No quinto cenário, Lula consegue 44% dos votos e Bolsonaro 24%, seguido por Ciro e por Datena, os dois com 7%. Depois viriam Mandetta e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), ambos com 2%, e Simone Tebet, com 1%. Os números mostraram que 7% não apontaram preferência alguma e 5% relataram indecisão.
Foram entrevistadas 2 mil pessoas por meio de questionário presencial entre os dias 26 e 29 de agosto nos 27 estados brasileiros. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
Em um eventual segundo turno, Lula ganha de Bolsonaro por 55% a 30%. Em agosto, o petista tinha 54% contra 33% do seu adversário.
Bolsonaro só venceria em um eventual segundo turno contra Rodrigo Pacheco (36% a 33%).
Em segundo turno entre Ciro e Bolsonaro, o pedetista tem 45% dos votos e o seu oponente, 33%.
Para o governador Flávio Dino, a adoção de uma bandeira tarifária de R$ 14,20 para cada 100 quilowatt-hora para compensar custos da crise hídrica e que, segundo especialista pode aumentar ainda mais a tarifa ano que vem, é fruto da rotina zero de trabalho do presidente Bolsonaro.
Através de sua rede social, Dino observou que enquanto o presidente promove passeios, lives e é acomeitido de delírios golpistas, o país megulha numa crise de energia, acopanhanda de tarifaço. O valor será praticado a partir desta quarta-feira, primeiro de setembro.
“Passeios de moto, de jet ski, de cavalos; cercadinhos e lives; delírios golpistas e liberticidas. Gestão administrativa e rotina de trabalho? Zero. O resultado é uma enorme crise de energia com racionamento ditado por tarifaço. Síntese da época de trevas simbólicas e literais”, disse o governador do Maranhão.
O valor representa uma alta de 49,63% em relação aos R$ 9,49 para cada 100 kWh praticados hoje. Segundo Agêencia Nacional de Energia Elétrica (Aneel) servirá para custear as despesas de geração de energia com usinas térmicas.