A candidata a deputada estadual Professora Cássia (Fé Brasil-PCdoB) foi recebida pelo ex-presidente Lula, na manhã do último sábado, 3, em São Luís.
No encontro, Lula estimulou a candidatura da Professora Cássia a deputada estadual e fez questão de fazer a foto fazendo gesto do coração, símbolo utilizado pela candidata da Federação Brasil da Esperança, em sua campanha eleitoral.
“Foi um momento de muita emoção e de muita honra poder conversar com o melhor presidente da história do Brasil e mais popular líder político da América Latina. Ouvi dele palavras de apoio e incentivo à nossa caminhada. Saí mais estimulada e com muita energia para continuar lutando pelo bem comum”, disse a Professora Cássia.
No ato político realizado em São Luís, o ex-presidente Lula falou da importância de que a população valorize as mulheres. “A mulher precisa ser respeitada por nós homens. A mulher é sujeito da política e da história”, discursou.
A senadora Eliziane Gama (Cidadania) se manifestou nas redes sociais sobre a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, suspender liminarmente trechos do decreto editado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) com flexibilização para compra e porte de armas.
“A suspensão de trechos do decreto de armas é benéfica para evitarmos a escalada ainda maior da violência política, em tempos de eleições tão polarizadas. As disputas precisam se ater no campo das ideias. A eleição é o grande momento da democracia e precisa transcorrer em paz”, defende a senador.
Nesta segunda-feira (5), ao decidir pela decisão liminar, Fachin argumentou que a campanha eleitoral exaspera o risco de violência política. O ministro do STF observou ainda que “o risco da violência política torna de extrema e excepcional urgência a necessidade de se conceder provimento cautelar”.
Os processos levados ao Supremo pelo PT e PSB que condenam a política armamentista do presidente Bolsonaro já haviam sido colocados em julgamento no plenário virtual do STF em março do ano passado, sendo suspensa em três ocasiões por pedido de vista, sendo o mais recente do ministro nomeado por Bolsonaro, Kassio Nunes Marques.
Como não há previsão para retomada do julgamento e com a proximidade da eleição, Fachin apontou “perigo na demora” e decidiu despachar monocraticamente, decisão essa aplaudida pela senadores diante do ânimos exaltados em decorrência da polarização.
O governador Carlos Brandão visitou a 62ª Exposição Agropecuária do Maranhão (Expoema), neste domingo (4). Acompanhado da primeira-dama, Larissa Brandão, o governador visitou expositores e stands das secretarias de governo que apoiam o evento.O governador comemorou o retorno da Expoema, como mais uma oportunidade para gerar emprego, renda e o fortalecimento da agropecuária e, consequentemente, a movimentação da economia.“É um momento de muita alegria para todos nós, maranhenses, especialmente para o povo de São Luís, resgatando a Expoema depois de dois anos de pandemia. A gente tem a oportunidade de gerar milhares de emprego, trazer entretenimento, através de shows culturais, e ao mesmo tempo venda de equipamentos agrícolas e melhoria genética dos animais. Eu não tenho dúvida de que com isso a gente está melhorando a agropecuária do nosso estado. Aqui tem stand que atende o grande, o pequeno e o médio produtor. E o Estado aproveita também para expor o seu trabalho com mais de 20 secretarias, colocando para a população a transparência e o serviço que a gente pode prestar”, afirmou Brandão.Durante a noite, o governador esteve nos stands das secretarias de governo presentes, do Iema e da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), além de visitar expositores de produtores locais.

Durante reunião com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, neste domingo (04/09), lideranças de empregadas domésticas relataram que os direitos da categoria foram garantidos durante os governos do Partido dos Trabalhadores e que Jair Bolsonaro, com sua política de desmonte sistêmico do estado, está atuando contra os operários brasileiros.
“Não está fácil, gente. Este desgoverno que está aí tirou os direitos da classe trabalhadora com a ‘deforma’ trabalhista e previdenciária. Ele é um homem que nos descrimina quando ele abre a boca e diz que nunca votou a favor da trabalhadora doméstica. Então, vamos falar para nossos amigos, amigas e familiares, porque somos mulheres trabalhadoras domésticas, fazemos parte da classe operária, e precisamos eleger deputados, deputadas, senadores e governadores que estão com nosso presidente Lula”, declarou Creuza Maria Oliveira, presidenta de honra da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad).
Diana Soles, imigrante boliviana, explicou que pessoas como ela muitas vezes são colocadas em situações análogas à escravidão ou contratadas sem os devidos direitos, mas que encontrou no Brasil e no presidente Lula um porto seguro.
“Estou no Brasil há 26 anos e eu estou aqui para agradecer o que o senhor [Lula] fez pela classe trabalhadora doméstica. Eu aprendi a gostar do seu trabalho, olhava, pesquisava na internet. Eu sei o que o senhor fez, e eu sei que vai fazer ainda mais. A nossa esperança é o senhor. As nossas vidas dependem do senhor, de todas nós. Se todas nos unirmos, vai ser melhor. Então, temos que ajudar o presidente Lula para que ele faça um bom governo. Para isso, estamos aqui, para nos juntarmos, as trabalhadoras domésticas”, afirmou.
Presidenta da Fenatrad, Cleide Silva Pinto entregou uma carta compromisso com todas as demandas da categoria. Emocionada, ela disse que é muita responsabilidade falar sobre as empregadas domésticas e em nome delas, e que as coisas estão difíceis com Bolsonaro na presidência.
“Eu não posso deixar de falar que tenho dois filhos e eles são formados graças ao governo Lula. O filho da trabalhadora doméstica tem canudo graças ao governo Lula, ao governo Dilma. Uma trabalhadora doméstica ter dois filhos com canudo. Porque, se você tem dinheiro, você consegue uma faculdade, mas se você não tem… tem que ter um governo comprometido com as trabalhadoras, com o povo. Então, nessa linha de pensamento, para a nossa categoria, é muito importante a volta do governo do PT”, afirmou.
Outra doméstica com filho formado é Clareni Silveira da Cruz, que saiu de Campinas, no interior paulista, para encontrar com Lula. Ela disse que sempre teve a mesma profissão e assim criou as duas filhas, sendo que uma delas é formada em um Instituto Federal construído durante os governos do Partido dos Trabalhadores. “Nós amamos o PT, toda a nossa categoria. Conta com nós! Lula é a esperança do Brasil”, completou.
Em agenda pelo Maranhão com a sua candidatura ao governo do estado, o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, chegou neste sábado à região Tocantina. Nesta manhã, ele participou de grande carreata em Imperatriz, sendo recebido com muito entusiasmo por lideranças políticas, comunitárias e pela população.
Ao lado da sua candidata a vice-governadora, professora Andrea Heringer; do deputado estadual e candidato à vaga na Câmara Federal, pastor Cavalcante; do vereador Ricardo Seidel, candidato a deputado estadual; entre outras lideranças regionais, Edivaldo participou de grande carreata pelas ruas e avenidas da cidade, recebendo inúmeras manifestações de carinho e apoio por parte da população.
“Mais uma cidade em que somos recebidos com tanta alegria pela população maranhense, que abraçou o nosso nome e vai nos conduzir, com a benção de Deus, para o governo”, disse Edivaldo agradecendo.
A popularidade de Edivaldo no segundo maior colégio eleitoral do estado é a comprovação do crescimento do ex-prefeito de São Luís na preferência do eleitorado maranhense, como mostram pesquisas recentes.
Vale destacar que o ex-prefeito de São Luís lidera as intenções de votos na capital e região metropolitana – maior colégio eleitoral do Maranhão.
Em conversa com quebradeiras de coco neste sábado (03/09), em São Luís (MA), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lembrou a luta das mulheres por sobrevivência, criticou a violência secular da qual muitas são vítimas e disse que vai recriar o Ministério das Mulheres, para tratar dos interesses específicos delas.
“Nós vamos recriar o Ministério das Mulheres”, disse. Lula afirmou que é preciso assegurar a todos o direito ao respeito, ao trabalho, ao salário e a uma casa, o ex-presidentes destacou as condições das mulheres e disse que ainda prevalece o machismo na sociedade brasileira, que dificulta a situação feminina.
Lula citou como exemplo homens que se acham progressistas, mas acham que lavar louça e cozinha é tarefa exclusiva da mulher. “Não é. A gente pode repartir essas coisas com as companheiras, e viver melhor, viver feliz”.
Como uma mãe – O ex-presidente lembrou políticas inclusivas de seus governos, como o Luz para Todos e voltou a dizer que governar é agir como uma mãe, de forma sensível, humana e solidária para cuidar do coletivo da família, tratando todos com igualdade, mas com um pouco mais de cuidado com o filho mais fraco.
“E assim é o governo. O governo existe para fazer com que as pessoas de baixo tenham oportunidade de fazer um curso como você fez, porque todos nós sonhamos em fazer um curso, todos nós”.
Em diferentes manifestações públicas, o ex-presidente tem destacado o protagonismo feminino. Ele defende, por exemplo, equiparação salarial com os homens e mais mulheres na política.