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  • Jorge Vieira
  • 11/ago/2012

Juiz suspende liminar que determinava a retirada do Facebook do ar

Camila Neumam  

O juiz Luiz Felipe Siegert Schuch, da 13ª zona eleitoral de
Florianópolis, suspendeu neste sábado (11) a liminar que determinava a
retirada do Facebook do ar por 24 horas em todo o Brasil. Segundo ele, a
suspensão ocorreu pelo fato de a empresa ter colaborado com a Justiça
Eleitoral.
O juiz havia pedido a suspensão do acesso à rede social 
Facebook por causa do descumprimento de liminar que determinava a
suspensão da página “Reage Praia Mole”, por apresentar material ofensivo
a um vereador.
“Vou suspender essa multa e a retirada do site do ar por enquanto.
Vamos reavaliar o caso lá na frente”, disse Schuch em entrevista ao UOL.
A suspensão foi solicitada pelo vereador Dalmo Deusdedit Menezes (PP),
de Florianópolis, que concorre à reeleição. O parlamentar argumentou que
houve veiculação de “material depreciativo” contra ele na página, feita
de maneira anônima por um usuário. O juiz eleitoral também determinou a
identificação das pessoas que criaram a página no Facebook.
Na decisão de sexta-feira, o juiz determinava que a rede social deveria
interromper o acesso e apresentar informação de que o site estava fora
do ar por descumprir a Legislação Eleitoral. Caso a medida não fosse
cumprida, o site teria de pagar multa diária de R$ 50 mil e o prazo de
suspensão de seria duplicado.
Questionado sobre o que o levou a mudança de posição, Schuch afirmou
que foi a disposição da empresa de origem norte-americana em colaborar
com a determinação da Justiça Eleitoral.
O Facebook repassou os números do IP (que permite localizar o usuário)
do computador de duas pessoas de Florianópolis, que já foram
identificadas e notificadas a se apresentar no cartório eleitoral em até
cinco dias.
A Justiça Eleitoral tem também a informação sobre a participação de
outro internauta na administração da página, mas seu nome não foi citado
no processo.
 

  • Jorge Vieira
  • 11/ago/2012

Castelo é o prefeito das promessas esquecidas

João Castelo transformou o trânsito num caos
O presidente do diretório
municipal do PCdoB, jornalista Márcio Jerry, através da rede social Facebook,
acusa o prefeito João Castelo de não cumprir as promessas de campanha da
eleição de 2008, quando se elegeu prometendo transformar São Luís numa cidade
humana e livre dos engarrafamentos no trânsito.
Conforme postou o
dirigente do PCdoB, para se eleger, João Castelo prometeu fazer uma série de
obras, que foram esquecidas tão logo acabou a eleição. Agora o prefeito mais
uma vez tenta enganar a população prometendo o VLT – Veículo Leve Sobre Trilhos – sem
que se tenha conhecimento de qualquer obra neste sentido.
Castelo é especialista em
mentir para a população. Em 2008, por exemplo, dedicou um programa inteiro para falar
do trânsito caótico de São Luís e apresentar solução para a falta de mobilidade.
Passaram-se quatro anos é as ruas continuam esburacadas e os engarrafamentos
pioraram, virou um caos.
Como para eleger, na
visão do prefeito, vale tudo, ele não teve a menor cerimônia em mentir
descaradamente ao anunciar na eleição passada um suposto anel viário para
garantir a mobilidade dos veículos. Mas tudo não passou de promessa eleitoreira.
Castelo prometeu em 2008,
conforme consta em fitas gravadas para o horário do programa eleitoral daquele
ano, construir um novo anel viário e simplesmente esqueceu de construir a obta prometida.
Numa busca aos arquivos
da campanha de 2008, Márcio Jerry encontrou a íntegra do discurso prefeito
sobre a promessa de melhoria do tráfego e publicou em sua página no Facebook,
que o blog republica para seus leitores fiquem atentos às novas propostas do
prefeito que promete que como sem falta e falta sem dúvida.
“Vou implantar um
novo Anel Viário na cidade. Para isso, construirei na margem direita do Rio
Anil a continuação da Avenida Ferreira Goulart, ligando o Jaracatí até a COHAB
passando pelo bairro do Anil. As avenidas Brasil e São Carlos serão duplicadas
e pavimentadas e farão a ligação com a Litorânea que será ampliada até o Olho
Dágua. Essas obras darão vida nova ao trânsito de São Luís”. Alguém ai pode me
informar onde Castelo construiu esta obra?

  • Jorge Vieira
  • 10/ago/2012

Edivaldo vai fazer parcerias com universidades para promover regularização fundiária

Edivaldo e Flávio Dino no corpo-acorpo, ontem, na Divinéia
Edivaldo Holanda Júnior disse,
na tarde de quinta-feira, 9, em visita à Divineia, que pretende tornar a administração
municipal mais próxima das universidades. A parceria terá como um dos objetivos
promover a regularização fundiária de imóveis pertencentes a pessoas de baixa
renda. “Faremos parcerias com as universidades e com o governo federal para
acabar com o problema da falta de titulação dos imóveis em várias áreas de São
Luís”, afirmou.
O candidato petecista, que
esteve acompanhado do presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur),
Flávio Dino, e de militantes da coligação Muda São Luís (PTC-PSB-PCdoB-PDT),
foi recepcionado com abraços pelos moradores do bairro.
Flávio Dino destacou que a
candidatura de Edivaldo retoma as bandeiras da campanha de 2008, porque a
cidade não avançou nos últimos quatro anos. “O que temos hoje, em 2012,
infelizmente, é o debate dos mesmos problemas de 2008, porque não houve avanço
na saúde, na educação e no trânsito”, lamentou.
Quem vive na Divinéia reclama
dos problemas existentes no bairro. Para a assistente social Raimunda Barros, a
falta de saneamento básico é o que mais incomoda. “Aqui, só existe esgoto a céu
aberto, que faz mal à saúde e prejudica toda a população”, desabafa.
A vendedora Marlene Gomes
chama a atenção para a falta de pavimentação da rua onde mora. “Na minha rua e
em outras ruas da Divinéia, só se vê buracos”, indigna-se.
Dados sociais da cidade
Pela manhã, Edivaldo e Flávio participaram do lançamento
da terceira edição dos indicadores sociais de São Luís, no auditório do
Sebrae.  A iniciativa é do Observatório Social de São Luís em parceria
com o Movimento  Nossa São Luís.
Os dados representam um panorâmico socioeconômico da
capital. Na apresentação, foi possível identificar grandes desafios para a nova
gestão municipal, classificando a cidade como uma das capitais brasileiras
com  percentuais abaixo da média na maioria das áreas apuradas.
 Entre os números mais críticos, está o quantitativo
de mortalidade infantil no município. Em 2011 foram registrados 300 óbitos de
crianças com até um ano de idade, acarretando a posição de 23° lugar no ranking
das capitais brasileiras. No quesito educação, apesar de boa qualificação (7ª
posição) relacionado a abandono e reporvação, não corresponde com à qualidade
da educação oferecida pela rede municipal de ensino.
Sobre esse dados, Edivaldo critica atual administração
pelos resultados abaixo da média apontados pelo estudo. Para Edivaldo, o
primeiro passo para resolvê-los é o  compromisso com a sociedade de
São Luís em melhorar esses resultados nos próximos anos e proporcionando
melhoria de vida aos cidadãos.
“Trabalhamos com firmeza para que estes índices venham a
ser melhorados. Vamos ampliar a estratégia do antigo Programa Saúde da Família,
que hoje atua com  94 equipes.  Nosso compromisso é dobrar
esse número até o último ano do nosso mandato.  A nossa meta, em
relação a educação, é oferecer educação pública de qualidade a nossa cidade.
Inclusive a atual administração não tem tratado com seriedade esse tema, por
ser uma administração que não dialoga com os movimentos sociais. Onde no início
do ano observamos uma greve de 70 dias e não honrando os compromissos assumidos
com os professores ao longo dos anos.”, frisou Edivaldo.
Ao lado de Edivaldo, Flávio Dino mostrou-se “A realidade
mostrada aqui prova a falta de diálogo e  comprometimento da gestão
pública com a sociedade. O sério problema da corrupção e devidos de recursos
resultam nesta realidade. São Luís não acompanhou o crescimento e o
desenvolvimento sociais e econômicos das demais capitais brasileiras,” disse
Flávio Dino.

  • Jorge Vieira
  • 9/ago/2012

Jota Pinto lamenta transtornos no trânsito de SL

Waldemar Terr
Foto Materia
 O deputado Jota Pinto (sem partido) voltou a lamentar, na sessão
desta quinta-feira (9), os transtornos provocados à população por conta
dos problemas no trânsito de São Luís. O parlamentar mostrou-se
preocupado com o grande estresse provocado no cidadão que mora na
capital, porque as pessoas saem cedo de casa para o trabalho já
preocupadas com o horário em que vão chegar.
Jota Pinto lembrou que recentemente deu entrada em um requerimento ao
prefeito João Castelo (PSDB), em que fez um apelo, direcionado também à
deputada Gardênia Castelo (PSDB) – que é um canal de comunicação com a
própria prefeitura – pedindo que a Prefeitura de São Luís, ao invés de
estar preocupada em fazer 500 metros de VLT, pudesse estar trabalhando
como nas grandes capitais brasileiras, principalmente na região
Nordeste, a exemplo de Natal e Fortaleza, onde foram construídas
passarelas e retirados os sinais dos locais nos quais funcionam
shoppings, igrejas e escolas.
O parlamentar apontou que o grande problema para que existam
engarrafamentos é o excesso de sinais. “Se você conferir o número de
sinais que tem do TCE até a Ponte Bandeira Tribuzzi, dão seis ou sete. O
que acontece? Num engarrafamento hoje, a principal causa é o excesso de
sinais. Se você pega ali da ponte da Cohama até, digamos, próximo ao
Retorno do Olho D’Água, confiram o número de sinais que têm e no horário
de pico a questão é complicadíssima”, afirmou.
Na avaliação de Jota Pinto, se forem feitas passarelas em frente aos
shoppings, escolas e igrejas, locais onde têm uma grande circulação, o
cidadão pode fazer essa passagem com maior segurança e o trânsito vai
fluir melhor. “Isso aconteceu recentemente em Natal. Você vai a Natal e
não tem trânsito, pode ser a qualquer hora. Eu fiz esse requerimento e
estou fazendo este apelo novamente para que a Prefeitura tenha essa
preocupação. Ao invés de estar preocupada em fazer 500 metros para
apresentar um VLT, que faça essas passarelas que vão ser um beneficio
maior para a população de São Luís”, garantiu.

  • Jorge Vieira
  • 9/ago/2012

Edivaldo contagia os bairros nos finais de tarde

Ainda não tinha visto nenhuma
atividade do candidato Edivaldo Holanda Júnior nos bairros da cidade, mas neste final de tarde de quinta-feira (09) presenciei uma caminhada realizada na Divinéia e confesso que fique muito
animado com a receptividade dos comunitários ao representante da coligação Muda
São Luís.  
Ao lado de Flávio Dino (PCdoB) e Roberto Rocha (PSB), o candidato está desenvolvendo um trabalho formiguinha, indo de casa
cumprimentando o eleitor e sendo bem recebido com um abraço fraterno por jovens
e adultos.
Contando uma militância espontânea
e aguerrida, a campanha de Edivaldo Holanda Júnior começa a ganhar corpo e
consistência nos bairros. Deste a convenção o candidato desenvolve diariamente
o corpo-a-corpo, coisa que nenhum outro candidato tem coragem de fazer,
principalmente o prefeito João Castelo (PSDB).
“Vamos ganhar esta eleição porque
esta é a vontade do povo”, disse o presidente da Embratur, Flávio Dino. O empresário
Renato Dionísio, candidato a vereador pelo PDT, enfatizou que só viu esta
manifestação espontânea das pessoas virem para calçada cumprimentar o candidato
majoritário na vitoriosa campanha do governador Jackson Lago, em 2006.
Holanda Júnior é o fato novo
desta eleição. Jovem, talentoso e preparado politicamente, por onde passa é
festejado, tudo indica mque terá um caminho enorme a percorrer na vida
pública. Já foi vereador por dois mandatos, é deputado federal e deseja dá
sequencia à sua trajetória como prefeito para fazer as mudanças que a cidade
precisa.  

  • Jorge Vieira
  • 9/ago/2012

Transparência: Só eleitores do MA já podem identificar doadores

Piero Locatelli / Carta Capital

Maioria dos eleitores votam sem saber quem doou aos candidatos. Foto: Elza Fiúza/ABr

Maioria dos eleitores votam sem saber quem doou aos candidatos. Foto: Elza Fiúza/ABr
Eleitores de três municípios do Maranhão são até agora os únicos  que sabem, até agora, quem banca a campanha de seus candidatos. Graças a uma decisão do juiz Márlon Reis, da 54ª Zona Eleitoral do Maranhão, os moradores de João Lisboa, Buritirana e Senador La Rocque já podem identificar os financiadores dos postulantes a prefeito e vereadores antes de decidir seu voto. Enquanto isso, a maioria dos eleitores brasileiros continuará a votar às cegas e só descobrirá a quem os políticos devem os seus cargos depois que eles estiverem eleitos.
Segundo a lei eleitoral de 1997, os candidatos não precisam dizer quem deu o dinheiro a eles antes da eleição. Essa informação só é divulgada depois que as eleições acabam. Portanto, são inúteis para que o eleitor decida em quem votar.
Com base na Lei de Acesso à Informação, sancionada no ano passado, o juiz determinou que o nome dos doadores, CNPJs ou CPFs e valores fossem divulgados nas declarações parciais entregues pelos candidatos nos dias 6 de agosto e 6 de setembro do ano eleitoral. A lei, sancionada no ano passado, assegura “a divulgação de informações de interesse público, independentemente de solicitações”. Na interpretação do juiz, isso se sobrepõe à antiga regra eleitoral.
Blog publica os dados parcialmente
Apesar do avanço rumo à transparência, a falta de estrutura da Justiça Eleitoral dificulta por enquanto a pesquisa do eleitor. Funcionários da Justiça eleitoral criaram um blog para divulgar as prestações dos candidatos, já que o sistema de prestação de contas do Tribunal Superior Eleitoral não permite a inserção do nome dos doadores. A parte das informações já publicadas está disposta de forma confusa, distribuída numa grande lista em formato pdf. Isso torna a busca difícil e é impossível listar, por exemplo, para quais candidatos uma determinada empresa doou.
Outras tentativas
Outros juízes ao redor do país tomaram decisões semelhantes à de Reis, mas até agora os dados não foram divulgados. As tentativas de transparência esbarram em interpretações divergentes de outros magistrados, na burocracia do Estado ou no desconhecimento e na má vontade dos candidatos.
Um dos magistrados que tentou ter uma postura pela transparência esbarrou na decisão de seus colegas. A decisão do juiz Álvaro Rodrigues Junior, da 41ª Zona Eleitoral em Londrina (PR), foi derrubada pelo desembargador Rogério Coelho, do TRE-PR. Coelho alegou, com base na Constituição, que Rodrigues Junior não teria competência para fazer novas regras sobre as eleições e estaria criando novos critérios de inelegibilidade.
No Mato Grosso, dois juízes determinaram a publicação dos dados em oito cidades. Nos municípios que fazem parte das zonas eleitorais de Poconé e de Mirassol D´Oeste, os dados foram entregues pelos candidatos, mas ainda não foram publicados na internet. Nas cidades mato-grossenses de Brasnorte e Cáceres, os candidatos não apresentaram os valores doados por cada empresa. O juiz determinou que eles refizessem as prestações dentro do prazo de 48 horas.
Dois juízes no interior de Amazonas também decidiram tomaram atitudes semelhantes na última semana. Nos dois casos, os prazos foram prorrogados para que os candidatos tenham mais tempo de fazer as declarações completas.
Todos os juízes que decidiram pela divulgação dos doadores fazem parte do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, que ajudou na elaboração e na busca de assinaturas para o projeto da Lei Ficha Limpa.

  • Jorge Vieira
  • 9/ago/2012

Planalto articula saída de Lobão das Minas e Energia

Da Veja.com

Energia

Presidente Dilma Rousseff busca convencer líderes do PMDB de que o ministro é o melhor nome para a presidência do Senado

Ana Clara Costa e Naiara Infante Bertão
o ministro de minas e energia, Edison Lobão

Edison Lobão: saída do MME tem de ser vantajosa para ele (José Cruz/Agência Brasil)
Se for bem-sucedida na tentativa de convencer Lobão a deixar o MME, a presidente tentará emplacar o nome de Marcio Zimmermann para o posto
O destino do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, começa a ser desenhado nos corredores do Palácio do Planalto à revelia de algumas lideranças do PMDB. Fontes ouvidas pelo site de VEJA afirmam que, no que depender da presidente da República, Dilma Rousseff, as funções do político maranhense na pasta se encerrarão até fevereiro do próximo ano. Não por desavença ou indisposição com o peemedebista, mas sim porque Dilma prefere vê-lo na presidência do Senado na Legislatura 2013-14. Para o Ministério, a presidente quer designar um nome técnico, como, aliás, é de seu feitio. Em diversas oportunidades, ela deixou clara a sua preferência por líderes ágeis e com conhecimento profundo do setor que comandam em cada ministério, demonstrando certo desconforto com escolhas meramente políticas. Um dos principais nomes para o posto de Lobão é o do catarinense Marcio Zimmermann, que já é secretário-executivo do MME e filiou-se ao PMDB em março.
A estratégia da presidente seria perfeita, não fosse a discordância de membros do próprio PMDB – que historicamente controla os principais órgãos do setor elétrico brasileiro. No Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL) articula há meses seu retorno à cadeira de presidente do Senado, da qual foi alijado no final de 2007 após ser atropelado por uma série de denúncias. Além disso, um eventual rompimento com Renan provocaria reflexos imediatos na já desafinada relação do Planalto com o Legislativo.
Tampouco Lobão está plenamente convencido de que assumir o cargo no Senado é a melhor decisão. “A presidente possui uma ótima relação com o Lobão, mas não com o Renan. Ter um nome de confiança na articulação política do Senado, às vésperas das eleições de 2014, é primordial para o partido. Ela precisa dele”, afirma uma fonte ligada ao Planalto. Além disso, caciques do PMDB temem que, ao permitir que um nome técnico comande o MME, o partido perca mais espaço dentro do governo Dilma – após sucessivos desfalques ocorridos na esteira de escândalos de corrupção que apearam ministros pemedebistas do poder. 
Tabuleiro – Em seu segundo mandato como chefe da pasta (o primeiro foi entre 2008 e 2010), Lobão é peça importante no xadrez político dentro e fora do Ministério. Aliado de José Sarney (PMDB-AP) no Maranhão desde os tempos da Arena, ele não só é um dos ministros mais respeitados no Planalto, como também o principal nome para suceder a família Sarney no governo do Maranhão, em 2014. Com os olhos para esse projeto, comandar o Senado seria uma vitrine ideal.
“Só há uma coisa que o Lobão queira mais do que o Ministério. É o governo do estado. E a família Sarney já definiu que ele será o sucessor”, afirma uma fonte ligada ao governo maranhense. Segundo a fonte, em reunião ocorrida em fevereiro deste ano em São Luís, onde estavam presentes José Sarney, seus filhos e o genro Jorge Murad, o nome de Lobão foi oficialmente definido para a sucessão. A escolha sobrepõe-se à alternativa de lançar à reeleição Roseana Sarney – atual governadora do estado e filha mais velha do presidente do Senado –, tendo em vista que seu governo encontra-se cada vez mais enfraquecido.
Caberá à presidente Dilma Rousseff a tarefa de tentar convencer Sarney e Lobão de que a presidência do Senado é a melhor saída política para PT e PMDB. Uma aliança bem estruturada entre eles também é fundamental para se contrapor à movimentação de parlamentares pemedebistas que querem a volta de Renan Calheiros ao posto. “O Lobão não é de brigar. Ele não vai forçar nenhuma situação”, diz um ex-assessor do ministro. 
Contudo, fontes garantem que ele tampouco está disposto a ceder a interesses que não sejam os dele. Aos 75 anos, Lobão está bem no Ministério, fortalecido politicamente graças ao seu talento de negociador e, segundo pessoas próximas, terá de enxergar algum benefício em deixar a pasta para assumir a extenuante rotina no Senado. “Ele não quer! Imagina o estresse do velhinho, que ainda por cima sonha em ser governador do Maranhão”, diz um assessor.

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