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  • Jorge Vieira
  • 30/out/2012

Bolsa família é maior em cidades do PSB

Partido
que mais cresceu em 2012, o PSB elegeu prefeitos em cidades que tem a mais alta
taxa de cobertura do Bolsa Família no Brasil entre os grandes partidos. Na
média, 44% das famílias recebem esse auxílio federal nos municípios onde o PSB
venceu. Por comparação, a taxa para o PT, responsável no âmbito federal pelo
programa de transferência de renda, é de apenas 33%.

“A população que recebe o Bolsa Família não está achando que isso é um
favor do governo. Do contrário, teria votado no PT, não no PSB”, diz o
secretário nacional do PSB, Carlos Siqueira. “Essa cobertura, no caso da
eleição municipal, não representou uma adesão imediata da população aos
candidatos do governo federal. No Nordeste, o PT teve um desempenho muito aquém
do que se esperava”.

Nas eleições presidenciais de 2010, as regiões mais atendidas pelo Bolsa
Família penderam para a então candidata do PT, a presidente Dilma Roussef.
Quanto maior a cobertura do programa no município, maior foi a votação de Dilma
e menor a de José Serra. Nas eleições municipais de 2012, a correlação não
voltou a se repetir em favor do PT.

  • Jorge Vieira
  • 30/out/2012

Eleitor que não votou tem até o dia 27 dezembro para apresentar justificativa

O eleitor que não votou no segundo turno das eleições por estar fora de
seu domicílio eleitoral e não justificou a ausência tem até o dia 27 de
dezembro para regularizar sua situação. Quem faltou ao primeiro turno
do pleito deve regularizar a situação até o dia 6 do mesmo mês.
De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a justificativa deve
ser apresentada em qualquer cartório eleitoral do país. Para tanto, o
eleitor deve preencher o Requerimento de Justificativa Eleitoral,
disponível gratuitamente, nos cartórios eleitorais e nos postos de
atendimento ao eleitor.
O documento também pode ser baixado no site do TSE.
O eleitor que não votar e não apresentar justificativa fica impedido de
tirar passaporte, participar de concurso público, obter empréstimos em
bancos públicos, renovar matrícula em escola pública, entre outras
sanções.
Quem deixar de votar e não apresentar justificativa por três eleições,
considerando cada turno uma eleição, tem o título cancelado.
Os eleitores residentes no exterior que não se cadastraram para votar
no país onde se encontram e os que estiverem fora do Brasil no dia do
pleito municipal devem justificar a ausência do voto no prazo de 30 dias
após o retorno ao Brasil.
Os cadastrados para votar no país onde moram não votam nem precisam
justificar a ausência na eleição municipal, pois votam apenas em pleitos
para presidente da República.

  • Jorge Vieira
  • 29/out/2012

Prefeito eleito define educação e saúde como prioridades para a prefeitura

Edivaldo
Holanda Júnior, eleito prefeito de São Luís no último domingo (28), revelou
quais serão as prioridades para a prefeitura nos próximos quatro anos. Edivaldo
afirmou que logo no primeiro dia tomará providências para que as aulas no
ensino público comecem em 1º de fevereiro e para que o atendimento nas unidades
de saúde seja humanizado.
O próximo
prefeito de São Luís afirmou que sua primeira ação de governo será voltada para
a regularização do calendário escolar. “Vamos fazer uma força-tarefa conjunta para
que as nossas crianças tenham o direito de frequentar a escola dentro do
período escolar normal. Vamos trabalhar para reverter esses seis meses que
muitas crianças ficaram fora da sala de aula,” revelou.
A saúde
pública também será prioridade. Edivaldo lembrou que fortalecerá a parceria com
o governo federal através do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que já
garantiu recursos para a instalação de mais três Unidades de Pronto Atendimento
na capital.
Em
entrevista coletiva concedida na tarde da segunda-feira após as eleições em
segundo turno, Edivaldo esclareceu diversos pontos sobre as expectativas para
os quatro anos de mandato aos jornalistas presentes.

Sobre a
transição de governo, que deverá começar nos próximos dias, Edivaldo afirmou
que buscará um procedimento tranquilo para que sejam respeitadas a autonomia da
administração atual e os projetos que Edivaldo tem para a cidade.
A relação
com o governo do estado também será institucional. Edivaldo lembrou de exemplos
em todo o país em que prefeitura e estado fazem parte de campos políticos
diferentes, mas que trabalham em conjunto para o crescimento da cidade.
“Teresina
e Fortaleza, que são logo aqui ao lado, têm união da prefeitura e do governo,
apesar de eles fazerem política em campos diferentes. Em São Luís vamos
trabalhar para fazer o mesmo,” confirmou.

Edivaldo
também foi perguntado sobre a relação que terá com os funcionários públicos
municipais e garantiu que os boatos de possíveis demissões não são verdadeiros.
“Vamos valorizar os trabalhadores da prefeitura de São Luís e dar condições de
trabalho para que o serviço público seja cada vez melhor para aqueles que mais
precisam,” disse.
Valorização
das festas tradicionais e compromisso com os grupos que promovem a cultura de
São Luís também foi pauta. Edivaldo garantiu que vai fomentar o desenvolvimento
da cultura de São Luís.

  • Jorge Vieira
  • 29/out/2012

Edivaldo garante que fará uma grande administração

O prefeito eleito Edivaldo Holanda Júnior, ao
falar ontem para o público que lotou a chácara do vice Roberto Rocha, na Vila
Fialho, para comemorar a vitória espetacular sobre o candidato tucano João
Castelo, garantiu que fará uma grande administração para São Luís.
“Eu e Roberto Rocha vamos nos dedicar diuturnamente a resolver
os problemas mais urgentes da cidade, queremos fazer uma grande administração
em São Luís e introduzir as mudanças prometidas ao longo na campanha”,
enfatizou.
O voto em Edivaldo foi o voto do sentimento de mudança, de
renovação. A população deu a dica que quer renovar o quadro político do Estado,
que já não aguenta mais velhas práticas, como mentir em horário eleitoral, por
exemplo.  
Prefeito eleito aos 34 anos, Edivaldo Holanda Júnior confirma
sua liderança política na capital e certamente dará inicio o processo de
renovação da classe política do Estado.
Quanto ao prefeito João Castelo, caso confirme o que andou falando no horário eleitoral, vestirá o pijama da aposentadoria a partir de 2013. 

  • Jorge Vieira
  • 28/out/2012

Edivaldo é eleito prefeito de São Luís

O deputado federal Edivaldo
Holanda Júnior é o novo prefeito de São Luís. Com 94.03% das urnas totalizadas, o
candidato da coligação Muda São Luís mantém vantagem de 12 pontos percentuais
sobre João Castelo:
Edivaldo tem 56,5% dos votos
válidos, contra 43,95% de João Castelo.
Agora é festa!!!
 

  • Jorge Vieira
  • 28/out/2012

Flávio Dino: Hora da Mudança

JP Artigos

Por: Flávio Dino*

‘Nada é permanente, exceto a mudança’. Com essa frase, que circula há 2.500 anos em nossos ouvidos, o filósofo Heráclito resumiu, na Grécia antiga, a tendência das forças do universo e de nós mesmos, seres humanos, de estarmos em constante movimento. Movimento de ideias, de opiniões, mas, principalmente, movimento em direção a condições melhores de vida, para nós e nossos concidadãos.

O caráter inevitável da mudança torna ineficaz o esforço de algumas pessoas, especialmente as beneficiadas por uma determinada situação, em manter as coisas exatamente como estão. Lembra a imagem de alguém tentando conter o buraco de uma gigantesca represa apenas com suas frágeis mãos.

É impossível conter a onda da mudança, principalmente quando esse processo toma corpo como um movimento de muitos, com a adesão de milhões de corações e mentes. Como aprendi a dizer na minha juventude: ‘o povo unido jamais será vencido’.

Mas, em todo processo de mudança, sempre haverá as vozes do medo. Quando começa a tomar peso um processo de alteração do status quo da sociedade, erguem-se as vozes dos poderosos para dizer que aquele processo é perigoso, ‘uma aventura’ ou que falta experiência aos que buscam mudança. Contudo, quando a esperança vence o medo, podemos ver sempre que os resultados são bem melhores.

No campo da política, olhemos em torno de nós, por exemplo. Em Pernambuco, Eduardo Campos é um bom exemplo de mudança bem-sucedida no campo da política. O governo pernambucano passou anos nas mãos de um mesmo grupo governante. A posse de Eduardo injetou ânimo na política pernambucana e colocou o estado em um impressionante trilho de crescimento. O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de Pernambuco cresceu de 0,5581 para 0,6902. A melhoria tirou Pernambuco do quadro de ‘regular’ para o de ‘desenvolvimento moderado’, onde está o restante do país.

No Ceará, uma série de mudanças foram responsáveis por uma modernização impressionante do estado. Antes entregue ao coronelismo, o estado passou por uma reviravolta elegendo governador o então jovem empresário Tasso Jereissati, alterando a estrutura de poder local. Agora, o estado passa novamente por um processo de mudança, com a ascensão do governador Cid Gomes. Também lá houve melhoria da qualidade de vida das pessoas. O IDH do Ceará subiu de 0,53 em 2000 para 0,71 em 2009.

O que vemos, em todos esses casos, é que a alternância de poder faz bem a todos os setores sociais, que podem exercer seus talentos e vocações sem o peso oligárquico. A estrutura de poder dos coronéis desestimula os bons empresários, cria uma casta de ‘apadrinhados’, ignora o mérito dos trabalhadores, gera corrupção e pobreza. É ao que assistimos no Maranhão. Aqui o IDH caiu! Ou seja, os novos governantes colocaram Pernambuco e Ceará na mesma sintonia do restante do país, em que a qualidade de vida melhorou com Lula e Dilma. Aqui no Maranhão, com o poder dos grupos oligárquicos e dos coronéis, continuamos a ser o último vagão do trem.

Em meio a este cenário triste pode-se ouvir o clamor de mudança tomando as ruas. E, neste novo momento que está nascendo, teremos um Maranhão de todos nós.

*Flávio Dino, 43 anos, é presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), foi deputado federal e juiz federal

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