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  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2012

OAB/MA elege seus dirigentes nesta sexta (23)

Os
Dirigentes  da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Maranhão e das 11
Subseções da entidade no Estado, para o triênio 2013/2015, serão
escolhidos sexta-feira, dia 23/11.  O horário da votação é das 9h às 17h.
Serão eleitos, em única votação, os Conselheiros Seccionais, Conselheiros
Federais, as Diretorias da OAB/MA e da Caixa de Assistência dos Advogados
(CAA/MA) e das Subseções maranhenses. Mais de cinco mil profissionais estão
aptos a votar.
De
acordo com a Comissão Eleitoral da OAB/MA, a votação ocorre em São Luís, no
prédio sede da Seccional e nas sedes das Subseções de Açailândia, Bacabal,
Balsas, Caxias, Chapadinha, Codó, Imperatriz, Pedreiras, Pinheiro, Presidente
Dutra e Santa Inês, e mesas receptoras de Barra do Corda, Estreito e
Grajaú, não sendo permitida a votação em trânsito. Para facilitar a
localização dos locais de votação, foi disponibilizado no site www.oabma.org.br, da
Seccional, um banner: Eleições 2012 que aponta os locais de votação. Para
ter acesso, o advogado só precisa clicar sobre o link e digitar o número de sua
Inscrição na OAB/MA, CPF e a data de nascimento.
Além
de poder consultar o site  www.oabma.org.br, os votantes também contarão com um mural
instalado na sede da OAB-MA para consultar o domicilio eleitoral em que se
encontra cadastrado. Somente estarão aptos a votar todos aqueles advogados que
constem na lista de votantes devidamente atualizada pela Seccional.
Mais
que uma obrigatoriedade, o voto é um ato de compromisso com o futuro da OAB/MA,
devendo ser justificada eventual ausência por  escrito, no prazo de
30 (trinta) dias contados da data do pleito, a ser apreciada pela Diretoria do
Conselho Seccional. O formulário de justificativa poderá ser obtido no próprio
site da entidade.
Para
exercer o seu voto o advogado eleitor deverá apresentar Cartão ou
Carteira de Identidade de Advogado, ou ainda Cédula de Identidade –
RG, Carteira Nacional de Habilitação – CNH, Carteira de Trabalho e
Previdência Social – CTPS ou o Passaporte.

  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2012

TJ e MP promovem caminhada pelo fim da violência contra as mulheres

O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) e o Ministério Público
estadual promovem caminhada na Avenida Litorânea no domingo (25), às 8h
(com saída próximo ao posto do Corpo de Bombeiros), em comemoração ao
Dia Internacional dos 16 Dias de Ativismo pelo fim da violência contra
as mulheres. Ainda nesse dia e horário haverá atividade semelhante na
Avenida Beira-Rio, em Imperatriz. 
Os dois eventos são abertos à comunidade e marcam o início de ações
conjuntas para denúncia e conscientização sobre tema preocupante neste
Estado: a violência contra mulheres. A Coordenadoria Estadual da Mulher
em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJMA e a Vara Especial
de Combate à Violência Contra a Mulher de São Luís estão à frente da
organização da caminhada na Litorânea. O desembargador Raimundo Barros
representará o Judiciário.
Autor da indicação, o presidente Antonio Guerreiro Júnior fez
comunicado sobre a data na sessão plenária do TJMA nessa quarta-feira
(21), e convidou magistrados e servidores a participarem ativamente da
campanha. “Queremos difundir uma cultura de paz, respeito e igualdade
entre os gêneros”, anunciou.
Criada pelo Tribunal de Justiça para direcionar a luta estadual contra a
violência à mulher, a Coordenadoria tem como presidente a
desembargadora Nelma Sarney. O órgão realiza ações regulares – sempre
com caráter educativo – no sentido de discutir com a sociedade o
fenômeno da violência doméstica e das questões de gênero.  A proposta é
que juntos possam enfrentar as situações de conflito.

 

Estado tem alta incidência
Levantamento divulgado em agosto, com base em dados da Delegacia
Especial da Mulher em São Luís, mostrou aumento acentuado nas denúncias
de violência contra o gênero feminino. Na capital, foram mais de 3 mil
ocorrências registradas até aquele mês. Na maioria dos casos, as vítimas
tinham entre 18 e 29 anos de idade.
A delegacia acredita em números ainda mais assustadores. A maioria dos
casos não chega ao conhecimento das autoridades policiais em razão do
medo da mulher em denunciar o companheiro. Grande parte das agredidas
aponta a dependência econômica como justificativa.
A Lei Maria da Penha, que completou seis anos em 2012, é a forma mais eficaz de punição aos agressores.

  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2012

Desafios da Saúde em São Luís

Simplício Araújo*

O Sistema Único de Saúde é a maior política pública com garantia de direitos
para a população que conseguimos traduzir na Constituição Brasileira, o acesso
à saúde é uma obrigação do Estado e
desde a criação do SUS (Sistema Único de Saúde) o poder publico tenta
concretiza-lo na plenitude, no entanto o máximo que conseguiu foi que alguns
governos o coloquem como política prioritária que tenta cumprir as garantias
constitucionais dos cidadãos.

A população fica a mercê de cada governante, quando este entende o processo, o
sistema de saúde avança e melhora, porém quando não entendem, as consequências
são danosas para a população e o sistema retrocede, de tal forma que pode
exibir requintes de crueldades para quem precisa dele.

As capitais brasileiras, no que se refere à implantação e desenvolvimento do
SUS, têm um papel de suma importância na composição desse Sistema em cada
estado. De forma regionalizada, hierarquizada, e descentralizada com a
participação popular, devem buscar oferecer à população um sistema de saúde
eficiente na atenção primária de saúde, ações de saúde de Média e Alta
Complexidade, Vigilância Sanitária, Vigilância Epidemiológica, Saúde do
Trabalhador e Vigilância Ambiental, dando respostas aos grandes problemas de
saúde da população. Por ser capaz de oferecer um grande número de serviços nos
mais diversos graus de complexidade à sua população, a capital é também na
maioria das vezes referência de atendimentos para outros municípios que não
dispõem desses serviços mais especializados.

As capitais devem caminhar para ser um exemplo de modelo de gestão em saúde no
estado. É imprescindível o entendimento de todos que o SUS é de
responsabilidade tripartite (governos estadual, municipal e federal) em todo o
país e que os fóruns de pactuação (COMISSÕES INTERGESTORAS BIPARTITE e
TRIPARTITE) sejam respeitados, pois as mesmas definem o que cada ente federado
fará no sistema em se tratando de ações e serviços de saúde assim como o
financiamento. Importante também lembrar o papel de controle dos Conselhos de
Saúde e do Ministério Público da execução da Política de Saúde, numa lógica de
cobrança da responsabilidade tripartite pactuada pelos gestores do SUS em cada
Estado.

Nesse contexto, é lamentável no que se transformou o modelo de saúde de São
Luís, a política de atenção às Urgências é deplorável, o sistema de resgate
Pré-hospitalar, o SAMU está sucateado, sem ambulâncias, força de trabalho em
greve, sem política salarial igualitária. As duas UPAS municipais (Os
Socorrinhos), praticamente estão desativadas, os Pronto Socorros (Socorrões I e
II e Hospital da Criança) estão sempre superlotados, faltam medicamentos,
material hospitalar, manutenção de equipamento, chegando ao cúmulo de faltar
alimentação para os pacientes e trabalhadores, e o mais grave, as gratificações
dos funcionários e os salários de médicos atrasados.

A dificuldade para o usuário do SUS conseguir realizar exames laboratoriais,
consultas especializadas e internações eletivas é uma triste realidade. Aqueles
que precisam e não conseguem, pedem às pessoas que imaginam que poderão
influenciar para conseguir o direito constitucional que lhes está sendo negado.
As filas já começam a se formar nas marcações de consultas, pois com o desmonte
dos laboratórios municipais, a contratação de serviços laboratoriais privados
não consegue dar resposta às demandas de exames que são solicitados. Contribui
também para esse aumento, a escassez de consultas especializadas que ocorre em
parte pela precariedade de funcionamento do Centro de Especialidades do
Filipinho e do fechamento para reforma do Pam Diamante.

O Sistema de Regulação ainda é incipiente, não se firmou como instrumento de
controle e organização do gestor de saúde da capital, e é ignorado pelo gestor
estadual, o município não faz o seu papel com competência e eficiência, a SEMUS
é obrigada a conviver com um pequeno sistema de saúde paralelo estadual que não
informa dados do atendimento realizado e nem aceita ser regulado pelo
município. O prédio onde funciona a Central de Regulação Municipal (CEMARC)
está em péssimo estado de conservação e o pátio de computadores para realizar o
atendimento é insuficiente, obsoleto e sucateado. O problema se agravou após
algumas unidades descentralizadas de marcação de consultas serem desativadas
quando deveriam ter sido ampliadas.

A Vigilância em Saúde, composta pela Vigilância Sanitária, Epidemiológica,
Ambiental e Saúde do trabalhador, foi colocada em segundo plano, isso é
demonstrado pelo abandono da área onde funciona, necessitando de reformas e
equipamentos, chegando ao absurdo da Vigilância Sanitária Municipal ter sido
interditada pela Vigilância Sanitária Estadual. Os Veículos utilizados para
executar as ações de saúde dessas áreas, mais de 60% estão parados precisando
de reparos, e para suprir essa deficiência foi contratada uma empresa de
locação de carros, que não conseguem atender às demandas específicas das
vigilâncias. O Centro de Controle de Zoonose está quase desativado, o controle
da população de cães e gatos está abandonado, e a vacinação é precária. O
resultado foi o aparecimento de dois casos de RAIVA HUMANA em São Luís levando
ao óbito duas pessoas por ineficiência do poder público no que se refere ao
controle de endemias na nossa capital.

O SUS tem estratégias pontuais que contribuem para a melhoria e eficiência do
Sistema de Saúde, mas o governo municipal praticamente não as utiliza. Como
exemplo, podemos citar: Saúde na Escola, estratégias de humanização do
atendimento, Academia da Saúde, Internação domiciliar, Núcleos de Apoio à Saúde
da Família entre outras.

A realidade é que o Sistema de saúde de São Luís está com muitos problemas, o
governo que entra tem que ter a competência de construir estratégias para
superar grandiosos desafios, para que possa voltar a ser um Gestor Pleno de
Saúde, pautado no Pacto Pela Saúde e protagonista de um comando único na Gestão
da Saúde Municipal.

Entre os inúmeros desafios a serem enfrentados podemos citar: o
subfinanciamento da saúde municipal, onde dos recursos Federais destinados ao
estado só 45% em média desse montante fica na gestão do município de São Luís
que é uma Macro região, responsável por 03 hospitais de Urgência sem nenhum tipo
de ajuda do tesouro estadual para executar essa missão; a necessidade de
reforma e equipamentos de todas as unidades de saúde da SEMUS, assim como a
construção de novas unidades hospitalares; a desvalorização dos servidores
públicos municipais, massacrados pela injustiça salarial e a falta de uma
política de capacitação das diversas categorias de servidores públicos para
exercer suas funções com maior competência.

Não se pode deixar de ter estratégias para acabar com o sofrimento que
demonstra requintes de crueldades do sistema saúde municipal com pacientes
depositados nos corredores dos Socorrões, direito à alimentação e direito à
privacidade sendo negado, deve se buscar atendimento e internação digna dentro
do respeito às regras de Vigilância Sanitária e da garantia do tratamento
médico adequado. É imprescindível a obrigação de pagar os prestadores do SUS no
mês subsequente à prestação de serviço à população seja cumprido, o pagamento
está atrasado há três meses, só com a assiduidade se pode garantir que a
regulação dos serviços oferecidos seja respeitada.

Reorganizar o sistema de saúde articulando a Atenção primária e aumentando sua
cobertura no PSF, com as ações de Média e Alta Complexidade é mais uma
estratégia que deve ser focada de forma contundente para mudar a realidade
desse sistema que hora se encontra em total ineficiência. É preciso que os
gestores responsáveis de forma solidária pelo Sistema de Saúde de São Luís, se
articulem mais para diminuir a superposição de ações de saúde que cada um executa,
pois só dessa maneira o bem maior que é o ser humano de nossa cidade, terá seu
direito constitucional, o direito a saúde, garantido.

*Simplício Araújo é Deputado Federal

  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2012

PSC já discute alianças para 2014 com o governo

Os presidentes dos diretórios
estadual e municipal do PSC, deputado federal Costa Ferreira, e Israel Ferreira, respectivamente, iniciaram o processo de dicscussão para formação de aliança com um almoço do qual participaram o vice-governador Washington
Luiz, vereadores eleitos e lideranças de vários
partidos.
 
O encontro foi articulado pelo presidente estadual do PSL, vereador Francisco Carvalho, e marcou o início das conversações que visam a
consolidação de alianças políticas para o processo eleitoral de 2014, bem como
o fortalecimento de ações pelo desenvolvimento econômico do Estado do Maranhão.
 
Costa Ferreira destacou a iniciativa
de realização do encontro e os bons resultados que serão alcançados. “Este é o momento em que
o grupo se une em busca de espaço. Quando existe comprometimento, os efeitos
são satisfatórios. Devemos focar em uma nova fase para o nosso Estado que
oferece inúmeros potenciais de crescimento”, enfatizou o deputado.
 
Para Israel Ferreira o momento foi bem importante,
pois a consolidação de alianças políticas é a essência para que o Maranhão seja
administrado de forma democrática e
para que o governo represente os interesses da população. “Os
partidos unidos demonstram força. Queremos ter um acesso maior nas ações e decisões
do governo”, afirmou.
 
Ao final da reunião, o PSC sugeriu a realização de
seminários onde os dirigentes possam compartilhar com autoridades, líderes e
com a própria comunidade, os diversos anseios e prioridades do Estado. 
 

  • Jorge Vieira
  • 21/nov/2012

Maranhão vive clima de guerra civil, diz Cutrim

Em meios aos debates sobre concessão da Medalha
Manoel Bequimão ao secretário de Segurança, Aluísio Mendes, nesta manhã de quarta-feira (21), o ex-secretário
Raimundo Cutrim fez uma revelação constrangedora.
Segundo Cutrim, “a Segurança Pública do Maranhão
vive hoje apenas da mídia”. O ex-secretário observou que, nos últimos anos, o
Estado passou a ser um dos mais violentos do país.
Raimundo Cutrim fez referência a
uma matéria publicada pela revista “Veja” na qual consta que o Maranhão é o
Estado onde mais cresceu o índice de criminalidade do país nos últimos dois
anos, período em que Aluísio está ocupando a pasta.
Conforme os dados levantados por
Cutrim, em primeiro lugar no ranking da marginalidade está a Bahia, em segundo o
Maranhão e terceiro o Pará.
O parlamentar teve a preocupação
de fazer um comparativo dos índices de violência entre os estados do Maranhão e
São Paulo e chegou a conclusões preocupantes.  
Em São Paulo, na capital, com 11,3
milhões de habitante, ocorreram 1.064 homicídios, no período de janeiro a 30 de
outubro, enquanto a grande São Luís, com 1,3 milhão, registrou no mesmo período
572 homicídios.
“Se verificarmos, vamos ver que a
cada 100.000 habitantes em São Paulo temos quase 9 homicídios. Na grande São
Luís, no entanto, foram 44 mortes para cada 100.000 habitantes. Então aqui,
minha gente, estamos vivendo uma verdadeira guerra civil”, denunciou.

  • Jorge Vieira
  • 21/nov/2012

José Reinaldo diz que Flávio Dino é o nome para o governo

Por John Cutrim

Em conversa com jornalistas durante a solenidade de inauguração da obra de pavimentação e readequação da Avenida Santo Antônio (interbairros), ocorrida na tarde desta terça-feira (20), o ex-governador José Reinaldo Tavares disse que a eleição para o governo do Estado será decisiva para a manutenção do grupo politico comandado pelo senador José Sarney no Estado.

“O momento de mudança é muito forte. O Sarney vai perder poder na esfera federal quando deixar de ser presidente do Senado e se ele perder aqui o governo, o grupo que ele lidera se acaba. Vai ser a eleição da vida do Sarney”, declarou José Reinaldo.

Com semblante tranquilo e bastante sereno nas palavras, Reinaldo afirmou que o presidente da Embratur, Flávio Dino, é um candidato com potenciais chances de vencer a disputa pelo governo do Estado em 2014. “O Flávio é muito forte, agora ele vai ter que reunir a classe política, o que exige muito trabalho”, ressaltou o ex-governador.

Questionado se a eleição em São Luís, Imperatriz e outras cidades provocou uma divisão na oposição, o que acabou por estimular o surgimento de uma terceira força política a nível estadual, José Reinaldo frisou que Flávio Dino terá que ter o papel de trazer a classe política para si. “Houve uma vitória do Flávio aqui em São Luís e naturalmente isso o fortaleceu, no entanto há uma quebra na oposição”, analisou.

Segundo o ex-governador, a oposição tem que ir unida em um candidato só para vencer a família Sarney. “A oposição, ao contrário das outras eleições, está forte o suficiente para o embate e o nome é o do Flávio Dino”, asseverou.

Perguntado sobre sua relação atual com o presidente da Embratur, José Reinaldo respondeu: “meu contato com o Flávio continua muito bom, apenas sugeri um caminho e ele optou por outro”. Em relação ao seu futuro político, Tavares, filiado do atualmente no PSB, revelou que recebeu convite para ingressar no PSDB e no PPS. “Vou pensar e até setembro de 2013 vou tomar uma decisão. Vou concorrer a alguma coisa, mas não está decidido”, finalizou.

  • Jorge Vieira
  • 21/nov/2012

Legislativo proibe empresa ficha suja contratar com o Estado

O Governo do Estado está
proibido de assinar contratos ou convênios com empresas que diretamente ou
indiretamente utilizem trabalho escravo na produção de bens e serviços.
A iniciativa partiu do deputado
Bira do Pindaré (PT) e visa coibir, nos dias de hoje, a existência de
trabalhadores no Maranhão vivendo em condição análoga ao tempo da escravidão.
O Projeto
de Lei  085/2012, aprovado nesta manhã de
quarta-feira (21), disciplina vedações à formalização de contratos e convênios
com órgãos e entidades da administração pública do Maranhão.

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