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  • Jorge Vieira
  • 2/jan/2013

Euclides deixa dívida de R$ 15 mi na FUMC

Secretário gostava de aparecer, mas esquecia de pagar

O ex-presidente da Fundação Municipal
de Cultura, Euclides Moreira Neto, conhecido pelos chiliques em público e por
querer aparecer mais que as brincadeiras juninas no arraial montado pela Prefeitura
de São Luís na Praça Maria Aragão, também colaborou com a enorme dívida deixada
pelo prefeito João Castelo (PSDB) para o sucessor pagar.

Segundo revelou na manhã de hoje
o novo secretário de Cultura do Município, jornalista Francisco Gonçalves, a
antiga Fumc deixou como herança uma dívida da ordem de R$ 15 milhões.
O novo secretário, que tomou
posse na manhã de hoje (2), atribui o rombo encontrado a administração
desastrosa do ex-prefeito João Castelo.
Gonçalves defendeu uma reformulação
total na secretaria e adiantou que está analisando alguns processos para saber
o que é real e o que fictício, mas assegurou que estão garantidos os bailes da
Corte, dos Artistas e do Irê, promovidos pela prefeitura.
Entre as inovações que pretende
colocar em prática para os festejos momescos de fevereiro próximo, Francisco
Gonçalves destaca que este ano a cidade terá Carnaval durante o dia, ao
contrário de anos anteriores quando as brincadeiras só se apresentavam depois
de 19h.

  • Jorge Vieira
  • 2/jan/2013

Irresponsável, João Castelo deixou R$ 500 mi em dívidas para Edivaldo pagar

Castelo só ficou de olhos bem abertos para individar a cidade
O
novo prefeito Edivaldo Holanda Júnior assumiu o comando da capital do Estado prometendo
medidas duras contra o desperdício, buscar novas fontes de renda para tirar a cidade
da crise financeira herdada da administração passada e recuperar sua capacidade
de investimento em setores essenciais.
O
desafio é grande, pois a situação financeira da cidade é das piores. São Luís,
segundo Edivaldo Júnior denunciou no discurso de posse, “está em estado de
abandono”.
A
insensibilidade, associada à falta de responsabilidade do ex-prefeito João
Castelo (PSDB), deixaram fora da sala de aula nada menos que 130 mil
estudantes, o que só confirma o desprezo do ex-governante com a juventude.
O
estrago maior de João Castelo, no entanto, ocorreu com as finanças do
município. Quando ele assumiu a prefeitura em janeiro de 2009, São Luís possuía
uma dívida da ordem de R$ 60 milhões, mas quando entregou para o sucessor em
primeiro de janeiro de 2012, esta dívida com fornecedores tinha subido para R$
500 milhões.
Diante do
rombo deixado pelo irresponsável João Castelo, o novo prefeito disse em seu
discurso de posse: “o que está ficando de dívida equivale a praticamente um ano
de arrecadação de todos os impostos recolhidos pelo município. Isto tudo,
traduzido no atraso generalizado do pagamento de fornecedores, prestadores de
serviços e alugueis”, condenou.
O cenário
é de terra arrasada, conforme define Edivaldo Holanda, mas o compromisso do
prefeito é mudar e transformar a situação caótica, desenvolvendo uma
administração moderna, transparente e eficiente.
Embora
o antecessor tenha se esmerado em transformar a cidade de São Luís, patrimônio
da humanidade, num amontado de lixo, onde nada funciona, principalmente em
setores essenciais, como Saúde e Educação, Edivaldo acredita e vai trabalhar para
recuperar a capital da ação predatória da tropa expulsa da prefeitura pela população. 

A maior prova de falta de compromisso e sensibilidade do ex-prefeito, no entanto, foi encerrar o mandato sem pagar o salário dos servidores. Apenas duas outras administrações haviam enfrentado esta situação: Gardênia Castelo (sua esposa) e Conceição Andrade, consideradas as duas piores administrações da cidade, desde que São Luís voltou a eleger seu prefeito. Castelo, portanto, também passa a fazer parte da galeria dos piores que passaram pela prefeitura.

  • Jorge Vieira
  • 2/jan/2013

Principais adversários do PT estão fora dos partidos políticos, diz Rui Falcão

Ricardo Galhardo 

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, verbalizou
ontem (1º) uma tese que vem se difundindo no partido desde a condenação pelo Supremo
Tribunal Federal de líderes históricos petistas no julgamento do mensalão: a
principal oposição ao PT hoje não está nos partidos políticos mas em setores do
empresariado refratários ideologicamente aos governo petistas.

Segundo Falcão, além dessa oposição extrapartidária
existe preocupação quanto à atuação do Judiciário que, conforme ele, tenta se
sobrepor à soberania popular.

O presidente do PT anunciou que o partido fará em
2013 uma reformulação programática à luz dos 10 anos no governo federal. O foro
será o 5º Congresso Nacional do PT, ainda sem data definida, onde também será
feito um balanço dos erros e acertos do partido.

De acordo com Falcão, um dos principais erros do PT
foi não ter identificado de pronto a oposição extrapartidária.

“Um dos erros talvez foi não localizar
imediatamente quem são nossos principais adversários”, disse ele. “Há uma
oposição extrapartidária localizada em grandes grupos econômicos que não se
conformaram até hoje com as transformações que o país vem sofrendo e não querem
abdicar de seus privilégios. Não quero nominar os grupos mas eles são fortes,
muito fortes, estão presentes na nossa sociedade diariamente, fazem opinião”,
completou o dirigente petista.

Questionado se entre estes grupos estão as grandes
empresas de mídia, Rui desconversou. “Para a imprensa o que nós queremos é mais
liberdade de expressão”.

Falcão não elencou setores do Judiciário entre os
adversários do PT mas disse enxergar um perigo na forma como os magistrados tem
interferido em assuntos políticos. “Há um perigo muito grande de o Judiciário
procurar assumir funções que não lhe competem e inclusive tentar se sobrepor à
soberania que é do povo e não de algum dos três poderes”, disse ele.

O presidente do PT também fez um mea culpa em
relação às práticas que levaram o partido a se tornar o centro do escândalo do
mensalão.

“Eventualmente temos enveredado por práticas que
são correntes em outros partidos mas que o PT não deveria ter enveredado”, afirmou.

Para evitar novos escândalos vinculados ao caixa
dois eleitoral, Falcão disse que o PT fará em 2013 uma grande campanha pela
reforma política, com a possibilidade de coletar assinaturas para um projeto de
iniciativa popular, cujo foco será o financiamento público de campanhas.

  • Jorge Vieira
  • 2/jan/2013

Leia na íntegra o discurso de posse do prefeito Edivaldo Holanda Júnior

Exmo. Senhor Presidente da
Câmara Municipal,
Exmos. Senhores Vereadores,
Imprensa,
Ilustres convidados,
Queridos familiares,
Senhoras e senhores:
Assumo neste momento a
responsabilidade maior, concedida por este bravo povo, de governar São Luís.
Este é um privilégio delegado a poucos e por isto me sinto grandemente honrado
e agradecido a Deus e a todos.
A esperança que veio das
ruas me encheu de fé no futuro desta cidade.
São Luís é brava e valente e
resistiu aos ataques predadores deste governo que acaba de findar.
É hora de reconstruí-la com
muito carinho e muito amor.
Convoco a partir de agora
minha equipe de governo para colocar em ordem a cidade. A tarefa não é fácil.
Os desafios são muitos. É meu dever informar a situação precária na qual São
Luís se encontra. A cidade está em estado de abandono. Na educação 130 mil
alunos ficaram fora da sala de aula. Foram meses de insensibilidade absoluta do
Governo findo em relação às crianças. Elas levarão para sempre, em seus
currículos, a marca da incompetência de uma administração que não se preocupou
nem com elas, nem com a vida, nem com o cidadão.
O transporte público está em
situação de colapso. A frota de ônibus é antiga e precária, com linhas mal
dimensionadas e onerosas, deixando usuários insatisfeitos.
Na saúde, o serviço do Samu
foi praticamente paralisado, havendo 15 ambulâncias paradas por falta de
manutenção e de combustível e funcionários em greve por condições mínimas de
trabalho. Existem quatro ambulâncias novas doadas pelo Ministério da Saúde, que
aguardam há meses para serem enviadas para São Luís, porque a Prefeitura não
pagou a transportadora que realiza o frete.
Os Socorrões estão em
situação de calamidade pública. As filas de cirurgia aumentaram significativamente
nos últimos meses. Faltam medicamentos e materiais hospitalares. Os médicos,
prestadores de serviços, estão com mais de três meses de salários atrasados e
muitos abandonaram o plantão.
Foi necessária a intervenção
providencial do Estado, para que centenas de pessoas não viessem a óbito nessas
unidades de saúde. Aqui me dirijo à senhora governadora para dizer que ações
importantes como esta na área da saúde serão bem vindas em outras áreas
sensíveis e carentes da nossa Administração. Relação institucional entre o
Município, Estado e União é condição sine qua non para sairmos da situação de
calamidade que nos encontramos. Da minha parte não haverá barreira política
para esta relação. O povo é maior do que nossas diferenças. E espera de nós um
melhor entendimento em favor dele e em favor da cidade.
A Prefeitura apresenta grava
desequilíbrio financeiro. Para que os senhores tenham um comparativo real, os
restos a pagar herdados da gestão anterior ao governo que ora finda, era da
ordem de 60 milhões de reais apenas. Por que apenas? Porque estamos recebendo
de restos a pagar do Governo que se vai um volume criminoso da ordem de mais de
500 milhões de reais. Para que vocês tenham uma ideia de grandeza, o que está
ficando de dívida equivale a praticamente um ano de arrecadação de todos os
impostos recolhidos pelo município. Isto tudo, traduzido no atraso generalizado
do pagamento de fornecedores, prestadores de serviços e alugueis.
Como se não bastasse, os
funcionários municipais tiveram a triste notícia do não pagamento dos seus
salários do mês de dezembro, enquanto isto, ao apagar das luzes, numa
verdadeira afronta e desrespeito a milhares de pais de famílias, o prefeito
pagou milhões a empresas sem nenhum critério republicano.
O foco, contudo, não é de
lamento, embora esta seja uma situação que nos causa a todos o sentimento de
profunda indignação. Apesar do cenário de terra arrasada, afirmo que estamos
aqui para mudar e transformar esta situação caótica, apresentando a vocês, uma
administração moderna, transparente e eficiente. Para isso conto com uma equipe
competente, preparada e pronta para dar o melhor por São Luís.
Cumpriremos nossos
compromissos de campanha. Todos serão cumpridos. Escolas de tempo integral,
bilhete único, subprefeituras, viadutos, corredor de transporte. Enfim, a nossa
palavra de campanha é um documento de cartório diante da minha querida São Luís.
Dia 9 próximo, estarei
divulgando as ações dos primeiros 120 dias da nossa administração. Essa agenda
de trabalho que será apresentada visa assegurar o alinhamento dos secretários
de toda a equipe de governo, as prioridades da nova gestão, apresentando ações
consistentes, integradas e factíveis, que iniciem a mudança esperada pela
população de São Luís. O nosso compromisso é com uma gestão profissional,
transparente e meritocrática e orientada para resultados.
A corrupção será vista como
crime hediondo. Tolerância zero para ela. É por causa da corrupção que crianças
ficaram fora da sala de aula e é por causa dela que morrem pessoas de fome. É
por causa da corrupção que não há remédio e nem comida nos Socorrões. É por
causa da corrupção que crianças ficaram fora da sala de aula. E é por causa
dela que morrem pessoas de fome. Ela é mãe da miséria e do fracasso da
Administração que se foi. Com a graça de Deus e o apoio de todos vocês
haveremos de combatê-la e de torná-la uma estatística do passado.
Finalizando, convoco a
sociedade civil organizada: universidades, empresários, igrejas, sindicatos,
OAB, a classe política, funcionários, homens e mulheres para que juntos façamos
um pacto por São Luís. E que este pacto seja de ajuda e compreensão, paciência
e altruísmo diante da reconstrução das nossas ruas, bairros, praças, escolas,
redes de saúde, melhoria do transporte. Enfim, um compromisso que nos leve a
alegria da autoestima renovada por São Luís.
Lanço um agradecimento
especial a minha querida São Luís. Ao meu povo que me tratou sempre com muito
carinho. Agradeço ao Flávio Dino, companheiro e líder que esteve comigo em
todos os momentos e acreditou nessa possibilidade de mudança. Ao Roberto Rocha,
meu vice-prefeito, que trazendo o PSB possibilitou as condições de nossa
candidatura.
Agradeço aos partidos
aliados PCdoB, PSB, PDT e ao meu PTC, aos partidos irmãos que chegaram no
segundo turno, lideranças de outros campos políticos e aos militantes desses
partidos que aguerridamente mobilizaram as ruas.
Agradecimento especial à
minha querida esposa Camila e à Thalita, minha filhinha que vai nascer, à minha
mãe Vânia Jalila, ao meu pai Edivaldo Holanda, às minhas irmãs Rivanda Berenice
e Raíssa Adjine, aos meus tios e primos, ao Roosevelt e Pedro, meus cunhados,
minha querida avó Onorina Braga. Eles todos souberam suportar comigo as
críticas injustas do adversário. Um obrigado especial ao meu Deus que esteve
comigo em todo o momento da campanha.
Vamos à luta!
É hora de trabalhar!

  • Jorge Vieira
  • 1/jan/2013

Pereirinha é reeleito para o quinto mandato

Em eleição realizada na tarde desta terça-feira
(1º), no auditório da Fiema, o atual presidente da Câmara Municipal, Isaias Pereirinha
(PSL) obteve 19 votos dos 31 possíveis e se reelegeu para o quinto mandato. Helena
Duailibe (PMDB) teve 12 votos.
A nova Mesa Diretora ficou composta com Isaías
Pereirinha (presidente), Astro de Ogum (1º vice-presidente), Pavão Filho (2º
vice-presidente), Gutemberg Araújo (3º vice-presidente), Josué Pinheiro (1º
secretário), Ivaldo Rodrigues (2º secretário), Luciana Mendes (3º secretário),
Marlon Garcia (4º seretário) e Beto Castro (5º secretário).

  • Jorge Vieira
  • 1/jan/2013

Edivaldo critica Castelo em discurso de posse

Ao tomar
posse na tarde de hoje (1º), o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC) afirmou
que está recebendo “uma prefeitura de terra arrasada”. O ex-prefeito João
Castelo sequer apareceu para entregar a faixa.

“Assumo,
neste momento, a responsabilidade maior e concedida por este bravo povo de
governar minha querida São Luís. É um privilégio de poucos. A esperança que
veio das ruas me encheu de fé. É hora de reconstruí-la com muito carinho e amor.
Convoco a minha equipe para colocar em ordem a nossa cidade. A tarefa não é
fácil. Os desafios são muitos”, disse diante de um auditório lotado.

Em outro
momento do discurso, Edivaldo Júnior ressaltou que a cidade está em estado de
abandono. “Na educação, 130 mil alunos ficaram fora da sala de aula. Elas
levarão para sempre em seus currículos a marca daquela administração. Nenhum
administrador tem o direito de roubar o futuro das crianças. O transporte
público está em situação de colapso. Na saúde, o serviço do Samu foi
praticamente paralisado. Os Socorrões estão em situação de calamidade pública.
Essa situação nos causa profunda indignação”, acrescentou.

O novo
prefeito classificou a administração passada com “irresponsável” por entregar
para ele uma “prefeitura de terra arrasada”, mas que fará um gestão com metas e
cobrando resultados.

Holanda
Junior teceu ainda severas críticas à administração João Castelo,
principalmente por ter priorizado o pagamento de fornecedores e deixado de
pagar o salário dos servidores municipais.

“Tivemos
uma transição que não foi nada amistosa. A atual gestão dificultou ao máximo o
relacionamento entre a nossa equipe e a deles. A gestão que finda nos deixa
cerca de R$ 500 milhões a pagar. Recebemos uma prefeitura quebrada. A nossa
responsabilidade é resgatar a prefeitura do caos, a cidade dos caos que se
encontra”, afirmou o prefeito de São Luís.

Edivaldo
Holanda Júnior aproveitou a posse para mandar um recado ao secretariado.
Segundo o prefeito, “a corrupção deve ser vista como crime hediondo. Tolerância
zero. É por causa da corrupção que crianças ficaram fora da sala de aula e
pessoas morrem de fome. É hora de trabalhar”, concluiu.

  • Jorge Vieira
  • 31/dez/2012

Edivaldo defenderá pacto pela cidade em discurso de posse

Tudo pronto para a solenidade de
posse do prefeito eleito Edivaldo Holanda Júnior, manhã (01), a partir das 17h, no
auditório da Fiema – Federação das Indústrias do Estado Maranhão.
O novo prefeito, segundo informou
sua assessoria, fará uma retrospectiva da campanha, reafirmará os compromissos,
falará sobre os problemas encontrados e apresentará propostas para enfrenta-los.
A determinação do prefeito aos
auxiliares, segundo informou uma fonte ao blog, é para que a equipe comece o ano arregaçando
as mangas.
Em seu discurso de posse, Edivaldo conclamará a classe empresarial
maranhense e sociedade de um modo geral a fazer um pacto pela cidade.  
Diante das dificuldades já
anunciadas para 2013, como redução do FPM, Holanda Júnior quer contar com a
colaboração de todos para enfrentar os problemas mais urgentes da capital.

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