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  • Jorge Vieira
  • 18/jan/2013

Roseana gastará R$ 4 milhões no Carnaval; já para a saúde de São Luís, nada!

Do Blog do John Cutrim

Enquanto o prefeito Edivaldo Holanda Junior determinou que 50% do valor destinado ao Carnaval de 2013 sejam transferidos para a Secretaria Municipal de Saúde (SEMUS) – o que corresponde a uma injeção de R$ 1 milhão para a pasta -, por outro lado a governadora Roseana Sarney anunciou hoje, em solenidade no Palácio dos Leões, que serão gastos R$ 4 milhões para o Carnaval. Já para a sáude de São Luís, até agora nenhum tostão sequer!

Roseana anuncia programação do carnaval promovida pelo Governo do Estado.

Se há dinheiro sobrando por parte do governo do Estado paras as festas carnavalescas, com a contratação de atrações de fora de cachês caríssimos (Monobloco, Diogo Nogueira), em contrapartida até o momento a governadora Roseana Sarney não manifestou oficialmente qualquer tipo de ajuda a saúde municipal, algo que poderia ser feita com a continuidade da parceria institucional que vinha ocorrendo no setor (ou era apenas mais uma peça de marketing do ‘melhor governo’ da filha do senador José Sarney?).

Se Edivaldo alocou metade da verba que seria utilizada no carnaval para socorrer a saúde de São Luís, a governadora Roseana, que controla um orçamento muito maior, também poderia fazer o mesmo, nem que fosse 20% da verba, o que já ajudaria bastante.

Ou que fosse de outra forma, então, através de outros meios.

A verdade é que não existe, de fato, qualquer ajuda do governo do Estado nem a saúde do município e muito menos em outras áreas, os quais se encontram em situação de extrema dificuldade. Parece mesmo que a ‘boa vontade’ da governadora, como demonstrada na gestão anterior, fica apenas no discurso. Na hora de agir, a história é outra. Pura demagogia.

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2013

Flávio Dino propõe “ceus abertos” para diminuir preço de passagem aérea

Flávia Oliveira

Presidente da Embratur propõe reduzir preço de passagem aérea

O presidente da Embratur,
Flávio Dino, vai propor ao governo uma política limitada de “céus abertos” no
país. Trata-se de uma reação à alta exagerada no preço das passagens aéreas,
tanto no período das festas de fim de ano quanto na temporada do verão 2013.

Técnicos da autarquia,
subordinada ao Ministério do Turismo, já trabalham no projeto. A intenção é
liberar voos domésticos para companhias sul-americanas, como Lan Chile, 
Aerolíneas Argentinas e peruana Taca
“Não será fácil para o
governo mudar o Código Brasileiro de Aviação e adotar um modelo parcial de céus
abertos, como existem na Europa. Como não se cogita tabelamento nem controle de
preços, o caminho será a ampliação da concorrência, uma das virtude do bom
capitalismo”, diz Dino
Filiado ao PCdoB, o presidente da Embratur se
indignou com as empresas nacionais ao pesquisar nos site da Gol, TAM e Azul
preço de passagens Brasília-São Luís no final de semana.
Em nenhum, o bilhete saia
por menos de R$ 3 mil. Para ele, as tarifas empurram os brasileiros para o
exterior: “Ir ao Maranhão custa o mesmo que ir a Milão”, disse.

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2013

Projeto de Comunicação da Prefeitura prioriza o interesse público

A Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) realizou na tarde de ontem, 16, o primeiro de uma série de encontros que ocorrerá ao longo do ano com os assessores das secretarias municipais. O secretário Márcio Jerry apresentou aos colaboradores, jornalistas, publicitários, radialistas e relações públicas, as diretrizes e ações do projeto de política pública de comunicação para São Luís, que se fundamenta na promoção e divulgação de ações integradas de comunicação com foco no interesse público.
O projeto da Secom busca em especial a construção de um canal direto com a população que utiliza equipamentos e serviços públicos, além de criar formas permanentes de comunicação com os servidores municipais.
O plano abrange ainda a instalação de uma ouvidoria geral e a utilização em larga escala das redes sociais para a divulgação das ações da Prefeitura por meio de ferramentas como o videorrelease e radioweb, além da criação da intranet para a otimização da comunicação interna.
A estrutura da Secom terá quatro superintendências: de Imprensa, de Relações com a Comunidade, de Marketing e de Mídias Sociais destinadas a operacionalizar o trabalho a partir de um padrão transparente, democrático e eficiente.
O secretário Márcio Jerry pediu aos assessores o comprometimento com a nova política de comunicação, “que deve buscar primordialmente o diálogo entre a Prefeitura e a população”. E prometeu “esforço contínuo para organizar e profissionalizar progressivamente as atividades exercidas pelas assessorias de comunicação das secretarias”.

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2013

Calheiros no Senado, Alves na Câmara e o Congresso no lixo

Por Reinaldo Azevedo

Ezra
Pound dizia que os poetas são as antenas da raça. Entendo que os,
digamos, artistas do regime são, então, as antenas do regime. Não faz
muito tempo, o músico Wagner Tiso, comentando o lulo-petismo, se disse
preocupado com resultados, não com a ética. O ator Paulo Betti defendeu a
necessidade de se “enfiar a mão na merda” para governar. A era
lulo-petista viverá, em breve, dois capítulos que recendem à ética
bettiana e reafirmam o realismo tisiano. Quando Renan Calheiros e
Henrique Eduardo Alves, ambos do PMDB, se sagrarem, respectivamente,
presidentes do Senado e da Câmara, Betti e Tiso terão motivos para
comemorar. Antenas.

Abaixo, há
uma sequência de posts com uma pequena amostra da obra recente desses
dois patriotas, como se não bastasse a folha corrida de atos pregressos.
Para funções tão importantes da República, o PMDB pode não ter escalado
os seus melhores homens, mas certamente indicou os mais influentes,
aqueles que representam, por assim dizer, o sumo e a súmula moral do
partido.
Henrique
Eduardo Alves, na sua campanha eleitoral, percorre o país a bordo de um
jatinho emprestado por um colega de bancada, o deputado Newton Cardoso
(PMDB-MG), o famoso Newtão, ex-governador de Minas que encontrou tempo
para se tornar bilionário mesmo sendo político. “Ou por causa”, intuirão
os leitores mais desconfiados. Em tempo: Newtão não incluiu o avião
entre os seus bens na declaração entregue ao TSE porque diz que o
aparelho está arrendado. Certo. Ele tem dinheiro para comprar uma frota…
O aparelho é só o seu pecado com asas.
A
empreiteira para a qual Alves direcionou algumas de suas emendas é uma
casa de periferia guardada por um bode. E isso, meus caros, não é
metáfora nem trecho de alguma obra de realismo mágico, subgênero
literário que encontrou na América Latina ambiente propício ao pleno
florescimento. O surrealismo não precisa ser imaginado. Está nas coisas.
Há mesmo um bode na tal casa. Só não está lá a empreiteira que recebeu a
bufunfa. O dono da empresa era, até a semana passada, um seu assessor. O
homem achou melhor se demitir.
Os Renans,
o pai e o filho, que é deputado federal, não conseguem explicar a
questão quântica que envolve a família e a propriedade de algumas
rádios, que, a um só tempo, são e não são do clã. Tudo depende do modo
como se olhe a coisa e dos documentos que são consultados.
Em 2007,
Calheiros teve de renunciar à Presidência do Senado porque ficou claro
que uma empreiteira pagava a pensão de um filho que ele teve fora do
casamento. Homem ético, cuidadoso com as palavras, ao se referir ao
episódio e ao período em que a amante estava grávida, ele dizia sempre
“a gestante”, deixando claro que é um político de sangue-frio e que
consegue manter o devido distanciamento crítico entre a Presidência do
Congresso e as folias de alcova… Seus pares se negaram a cassar seu
mandato.
Menos de
seis anos depois, eis Calheiros, mais uma vez, como o primeiro da fila
na sucessão ao Senado, candidato a dar sequência à gestão de José
Sarney, o Nosferatu que confere ao PMDB o senso muito aguçado de
eternidade que tem o partido.
É evidente
que essa gente não chegou agora à política. Alves já foi da base de
apoio de FHC, e Renan chegou a ser ministro da Justiça na gestão tucana.
Os fatalistas, quem sabe convencidos por Betti e Tiso, dizem que o
“Presidencialismo de coalizão” obriga a essas coisas… É besteira. Já
tratei desse assunto em outras oportunidades e não vou entrar no mérito
agora. Volto ao ponto: os petistas não inventaram esses caras, mas
permitiram que alcançassem altitudes inéditas. Encontram no pragmatismo à
moda peemedebista o instrumento necessário à consolidação de sua
hegemonia.
Também em
nome do realismo, as oposições, em especial o PSDB, buscarão uma
composição com esses valentes, porque a resistência poderia lhes custar
não participar da mesa diretora das respectivas Casas. Seria esse um
risco a correr? Seria, sim, desde que houvesse alguma interlocução com a
sociedade e um discurso. Mas não há. Vai, uma vez mais, se enrolar no
administrativismo e articular um de seus muitos silêncios.
Quando
alguns vigaristas acusam uma parcela da imprensa de ser o verdadeiro
partido de oposição do país, não deixa de haver certa verdade no que
dizem. Oposição à safadeza, à sem-vergonhice e à sem-cerimônia com que a
política brasileira enfia a mão naquela metáfora de Paulo Betti.

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2013

Carnaval sem passarela: São Luís agradece o fim do desperdício de dinheiro público

Esperei que todo mundo se pronunciasse a respeito
da decisão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior em suspender a construção da
passarela para o desfile das Escolas de Samba e a destinação de 50% dos
recursos do Carnaval para a saúde de São Luís, para poder dar minha opinião
sobre o assunto.

Apesar de gostar muito da folia de Momo, tenho absoluta
convicção que a grande maioria dos cidadãos ludovicenses apoiou a iniciativa da
Prefeitura de São Luís em acabar com o este paternalismo que só serve para
encher bolso de dono Escola de Samba e Blocos Tradicionais em época de
Carnaval.   

O mais curioso de tudo é a arrogância daqueles que
afirmam que só colocam as brincadeiras na rua se a prefeitura pagar. Ora, me
compre uma carrada de bode seu bando de mercenários carnavalescos de
mentirinha. Como pode o município fazer festa com os hospitais sem medicamentos,
estudantes fora da sala de aula e com outros setores essenciais transformados em
caos?

Qual a importância que esse desfile de imitação de
Escolas de Samba do Rio de Janeiro tem para a cidade? Alguém já teve a preocupação
de observar que a tal passarela do samba, no Anel Viário, só tem público no
domingo de madrugada quando a Favela do Samba, Turma do Quinto e Flor do Samba
se apresentam?

Será que vale a penas gastar tanto dinheiro público, volto a repetir,
para ver apenas três imitações de Escola de Samba do Rio de Janeiro desfilar
com seus carros alegóricos caindo os pedaços na avenida? A população não merece
isso.  

Adoro os Blocos Tradicionais, sim, mas da forma que
eles brincavam, quando iam para as ruas de livre e espontânea vontade, apenas
pelo prazer da diversão, até porque as fantasias são pagar pelos brincantes, porém,
depois que confinaram eles à passarela, basta olhar para as arquibancadas vazias
para observar a falta de interesse do público.  

Nasci vendo esses  maravilhosos blocos e as Escolas de Samba com nosso rítimo desfilando pelas ruas da cidade, sem compromisso com títulos, apenas pelo prazer dos brincantes desfilarem com seus estandartes. Pouca coisa ainda resta deste tempo não muito distante, apenas os blocos continuam como antes, porém na Escolas de Samba trocaram os tambores de mão feito com pele de animal por repique, caixa, tarol, tamborim e sudão de naylon. Para que a imitação ficasse mais parecida com o original, aceleraram o rítimo e perderam a identidade cultural.  


Na minha opinião, está correta a decisão do
prefeito em cuidar dos problemas mais urgentes da cidade. Como pode esses
dirigentes de Escolas de Samba quererem obrigar a
prefeitura a doar dinheiro para eles quando enfermos estão morrendo nos hospitais
de urgências e emergência por falta de medicamentos? É muita cara de pau, uma verdadeira falta de respeito com a população. 

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2013

Prefeito e presidente da Câmara defendem pacto por São Luís

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, recebeu, na manhã desta quarta-feira (16), em seu gabinete no Palácio La Ravardière, o presidente da Câmara Municipal de São Luís, Isaías Pereirinha. Durante a visita institucional realizada pelo chefe do Legislativo municipal, Edivaldo ressaltou a importância da construção de um relacionamento de diálogo permanente e respeito entre os dois poderes.

“Fui vereador por dois mandatos e sei da importância da Câmara Municipal, de tal forma que queremos conduzir uma relação de forma correta, respeitosa e de diálogo com aquela Casa, com o objetivo comum que é o bem da nossa cidade’, declarou Edivaldo.

Em nome dos 31 vereadores eleitos, o presidente Isaías Pereirinha, que estava acompanhado de assessores, parabenizou o prefeito pelo gesto e defendeu a parceria institucional entre os dois poderes.

“Vamos ajudá-lo a administrar a cidade, ressaltando a independência dos poderes. Temos agora, passada as eleições, que descer do palanque, calçar as sandálias da humildade e trabalhar juntos por São Luís. Não haverá, portanto, revanchismos da nossa parte e da Câmara”, afirmou Pereirinha.

Um dos assuntos colocados em pauta na audiência foi a construção da nova sede da Câmara Municipal. O prefeito assegurou apoio na execução do projeto. “O processo está em andamento e iremos ajudar a dar prosseguimento a essa ação”, garantiu o chefe do Executivo municipal.

Ao final da visita, que durou cerca de uma hora, o prefeito Edivaldo agradeceu a predisposição de cooperação demonstrada pelo presidente da Câmara e conclamou a todos a se engajarem na proposta de pacto por São Luís.

“Precisamos todos dar as mãos, fazer um pacto por São Luís. Para tanto, pedimos de antemão o apoio dos 31 vereadores, que são pessoas sérias, competentes, comprometidas, eleitas democraticamente pela vontade soberana da população e que, com certeza, irão colaborar na reconstrução da nossa cidade”, disse Edivaldo.

Também participaram do encontro os secretários Osmar Filho (Assuntos Políticos) e Márcio Jerry (Comunicação).

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