Logo Blog
aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz
  • Jorge Vieira
  • 6/jun/2013

Falta de apoio político trava a criação de comitês hidrográfico no Maranhão, diz Simplício Araújo

Simplício Araújo comandou a reunião que debateu os comitês hidrográficos

Foi realizada nesta quarta-feira (5) na Comissão de Integração Nacional
audiência pública proposta pelo deputado federal e vice-líder da minoria Simplício
Araújo (PPS/MA)
 que debateu a utilização dos recursos hídricos no país
e a criação dos comitês de bacias hidrográficas. Durante o debate, o
parlamentar afirmou que o principal entrave para a criação dos comitês
hidrográficos é a falta de vontade política.
Participaram do debate além de parlamentares, o secretário de recursos
hídricos e ambiente urbano do Ministério do Meio Ambiente, Ney Maranhão, a
diretora – geral do Instituto Mineiro de Gestão das Águas, Marília Carvalho de
Melo, o presidente da Comissão do Comitê de Bacias do Mearim, Wilton Lopes de
Sousa, o especialista em recursos hídricos da Agência Nacional de Águas (ANA),
Osmar Fernandes, e o presidente da Comissão do Comitê de Bacias do Munim,
Borromeu Vale. Os convidados debateram os casos de sucesso na implantação
e também os entraves na criação dos comitês. No Maranhão, por exemplo, dois
comitês estão prontos para serem criados, mas, por problemas burocráticos e
falta de vontade política por parte do governo estadual, a situação de ambos
encontra-se indefinida.
“Nosso objetivo com a audiência fo promover um amplo debate entre casos
de sucesso na implantação dos comitês, como o de Minas Gerais e fazer um
contraponto com o Maranhão, que possui dois projetos de comitês, mas, por falta
de apoio do governo estadual, não conseguem ser implementados”, disse
Simplício.
O representante da ANA fez uma explanação sobre a atual situação dos
comitês pelo país. Segundo Osmar, existem atualmente 184 comitês de bacias
estaduais e 10 interestaduais, porém, muitos não se reúnem, as pautas são pouco
deliberativas, e, na ausência de propostas, os comitês dirigem suas discussões
para temas de outras políticas. Para ele, é necessário que se faça um massivo
programa de capacitação.
A diretora – geral do Instituto Mineiro de Gestão das Águas destacou a
importância da parceria entre estado e sociedade para o sucesso dos comitês.
Marília de Melo afirmou que os maiores desafios na implantação dos comitês é
criar uma gestão participativa para a efetivação dos resultados e também uma
agenda de construção e fortalecimento dos comitês.
Já o presidente da Comissão do Comitê de Bacias do Mearim afirmou que o
“estado do Maranhão parou no tempo. Empreendimentos grandes estão sendo
instalados no estado, irão utilizar as águas do rio Mearim e, como o comitê não
existe, a licença ambiental foi expedida com apenas duas audiências públicas,
sem nenhuma preocupação em ouvir a população diretamente envolvida.”
Simplício Araújo criticou a forma como o governo do Maranhão vem
tratando a criação dos comitês. “Alegam que o estado não possui recursos
financeiros para viabilizar a criação dos comitês, mas contraem empréstimos
bilionários junto ao BNDES.”
O Comitê de Bacia Hidrográfica é um órgão colegiado da gestão de
recursos hídricos, com atribuições de caráter normativo, consultivo e
deliberativo e integra o Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos
Hídricos. Os comitês devem integrar as ações de todos os governos, seja no
âmbito dos municípios, do estado ou da união; propiciar o respeito aos diversos
ecossistemas naturais; promover a conservação e recuperação dos corpos d’água e
garantir a utilização racional e sustentável dos recursos hídricos. 

  • Jorge Vieira
  • 6/jun/2013

Diálogos pelo Maranhão vai a Alto Parnaíba

Caravana Diálogos pelo Maranhão vai a Alto Parbaíba
A caravana  Diálogos pelo Maranhão voltará
ao sul do estado neste fim de semana. Alto Parnaíba, Tasso Fragoso, Governador
Edison Lobão e Ribamar Fiquene receberão o movimento a partir desta sexta (07).
Flávio Dino e outras lideranças da oposição estarão nestes municípios
interagindo com a população.
Na sexta, o Diálogos pelo Maranhão marcará
presença em Ribamar Fiquene (18h) e Governador Edison Lobão (19h30) para
discutir soluções para os problemas do estado. A caravana do movimento Diálogos
pelo Maranhão
 abrirá espaço para a população, movimentos sociais e
representantes da região para discutirem novas propostas para o estado.
As discussões se estenderão até o sábado (08) à tarde,
quando o movimento chegará a Tasso Fragoso e Alto Parnaíba. Mais uma vez, o
movimento debaterá a situação socioeconômica do Maranhão, buscando novas formas
de ação do poder público para resolver os problemas do estado.
O Projeto
O Movimento Diálogos pelo Maranhão acontece
desde março e já percorreu várias cidades do estado discutindo propostas para
superação dos dados sociais do Maranhão, a partir de um novo modelo de gestão.
A proposta está pautada em três eixos: Igualdade,
Democracia e Desenvolvimento. O Diálogos pelo Maranhão busca a
construção conjunta de propostas, debatendo com movimentos sociais, partidos,
lideranças políticas, sindicatos, igrejas, trabalhadores, empresários, ou seja,
toda a sociedade.

  • Jorge Vieira
  • 6/jun/2013

Obra fantasma: Stênio tenta defender o indefensável

O deputado Stênio Resende perdeu
uma boa oportunidade de ficar calado, nesta manhã de quinta-feira, ao tentar
defender o governo do estado da acusação de ter feito obra fantasma e com fins
eleitoreiros no município de Raposa.
Stênio repetiu a nota elaborada pela secretaria de
Comunicação do governo, de que se trata de um convênio celebrado, em outubro de
2012, entre a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social e Agricultura
Familiar e o Grupo de Ação Social Vera Macieira, para a execução do Projeto de
Melhoramento de Caminhos de Acesso com prazo de execução de 12 meses que vigora
até o dia 17 de outubro do corrente ano.
O que ele omitiu é que a obras fantasma foi paga sem
ser executada, o local onde seriam realizados os serviços não existe e a
entidade conveniada não possui endereço.
A intervenção do parlamentar a favor de Fernando
Fialho deixou apenas transparecer que ele é apenas mais um a querer
jogar o lixo para debaixo do tapete, mesmo com todas as evidências de crime de
improbidade.

  • Jorge Vieira
  • 6/jun/2013

Prefeitura lança amanhã temporada junina 2013

A Prefeitura de São Luís apresenta nesta
sexta-feira (07), às 10h, o projeto São João 2013, no auditório do Memorial
Maria Aragão (Praça Maria Aragão, Centro).
Com o tema “São João de São Luís – Festança de
todas as cores”, a temporada junina na Praça Maria Aragão terá início no dia 13
de junho e contará com uma programação diversificada, funcionando das 18h às
00h, de domingo a quinta-feira, e das 18h às 01h, sexta-feira e sábado.
Além deste, obedecendo à política de
descentralização adotada pela gestão municipal, a Prefeitura apoiará diversos
festejos juninos pela cidade, estimulando a organização e a participação das
comunidades. Este ano, os bairros Cohab/Cohatrac também recebem um Arraial
oficial da Prefeitura, de 17 a 30 de junho, no Largo da Feirinha Livre, na Cohab.
Neste mesmo período, acontecem 51 arraiais apoiados
e distribuídos nas 15 microrregionais, atendendo, assim, a população de quase
todos os bairros e estimulando a circulação de grupos e artistas nos diversos
eventos espalhado pela cidade.

  • Jorge Vieira
  • 6/jun/2013

Nota de esclarecimento do governo confirma obra fantasma, diz líder da oposição

O líder da oposição no plenário da Assembleia
Legislativa, deputado Rubens Pereira Júnior

(PCdoB), ao analisar a nota oficial
emitida pelo governo do estado sobre o convênio com a ONG Grupo Ação Social
Vera Macieira, disse nesta manhã de quinta-feira (06) que o secretário de Desenvolvimento
Social e Agricultura Familiar, Fernando Fialho, apenas confirma as denúncias sobre
a obra fantasma e com fins eleitoreiros, contratada, paga e não executada, no
município de Raposa.

Rubens Junior ressaltou que o governo confirma o
convênio com o Grupo de Ação Social Vera Macieira para “melhoramento de
caminhos de acesso” na Raposa. O problema é que foram constatadas inúmeras
irregularidades cadastrais com o grupo conveniado Vera Macieira, a exemplo do
CNPJ divergente e dos endereços inexistentes da sede do grupo.
Na tarde de quarta-feira (05), durante a verificação
no local, os parlamentares de oposição confirmaram a inexistência do povoado
Trechos, nome que consta no extrato do convênio firmado pelo Estado e que na
verdade nunca existiu. “Fomos à Raposa e não encontramos nenhum povoado com
este nome, nenhuma obra de melhoria de acesso e muito menos o endereço do grupo
Vera Macieira descrito no extrato”, disse o líder da oposição Rubens Jr.
Ainda na nota emitida pelo governo, o próprio
secretário confirma que o convênio foi primeiro firmado com a entidade e
somente seis meses depois o grupo Vera Macieira teve a sua utilidade pública
reconhecida pela Assembleia, divergindo da lei. “Todas as irregularidades
existentes, tanto com a empresa, como no convênio e o fato de a obra ter sido
paga e nada ter sido publicado no Portal da Transparência, caracterizam
improbidade administrativa. Investigaremos até o fim e todas as medidas serão
tomadas para que esse tipo de convênio fantasma não aconteça daqui para
frente”, alegou Rubens.
A primeira medida tomada pela oposição foi a visita
ao suposto povoado “Trechos” na Raposa. Ao constatarem a inexistência do local
e de todos os endereços sede do grupo Vera Macieira, os deputados de oposição
convocaram, através de requerimento, o secretário Fernando Fialho para esclarecer
todas as irregularidades já encontradas. Na próxima sessão a Assembleia votará
o requerimento onde o secretário Fernando poderá ser ouvido e dar todas as
explicações sobre o convênio.

  • Jorge Vieira
  • 6/jun/2013

Adiada convocação de secretário das obras fantasmas

Por falta de quorum, ficou para a próxima segunda-feira a votação do requerimento assinado pelos deputados Rubens Pereira Júnior (PCdoB), Marcelo Tavares (PSB), Othelino Neto (PPS) e Bira do Pindaré (PT) convocando o secretário de Desenvolvimento Social e Agicultura Familiar, Fernando Fialho, para prestar esclarecimentos sobre as obras conveniadas com o Instituto Ação Social Vera Macieira para o povoado Trechos, no  município de Raposa, e não encontradas pela Comissão de Administração.
 
Os parlamentares da oposição se revezaram esta manhã de quinta-feira (06), na tribuna do Poder Legislativo, para cobrar do governo explicações para o convênios de R$ 5 milhões assinado com uma entidade fatasma para execução de serviços de “melhorias de caminhos de acesso ao povoado Trechos, no município de Raposa”. A entidade informou três endereços que não existem, embora tenha realizado licitação para contratar empresas para supostamente executar as obras.
 
A oposição quer que o governo do estado encaminhe à Assembleia Legislativa cópia do contrato, suspenda o convênio e está sugerindo que o Ministério Público ingresse com uma ação criminal.
 
Se o contrato foi feito dentro da legalidade e as obras foram executadas e pagas, como afirma o Fernando Fialho, a melhor forma de esclarecer o assunto é aceitando o debate no plenário do Poder Legislativo. Fugir se escondendo atrás da bancada governista é assinar o atestado de culpa da imoralidade cometida com o dinheiro público.
 
 
 

  • Jorge Vieira
  • 6/jun/2013

OBRAS FANTASMAS: Deputados convocarão secretário de Roseana para se explicar

Associação que “ganhou a licitação” não foi encontrada em nenhum dos três endereços informados. Parlamentares pedirão suspensão do restante do convênio ao TCE
Os deputados oposicionistas Othelino Neto (PPS/MD), Rubens Júnior (PCdoB), Bira do Pindaré (PT) e Marcelo Tavares (PSB) constataram, in loco, no município da Raposa, na tarde desta quarta-feira (05), a inexistência de obras de melhorias no acesso ao povoado “Trechos”, localidade desconhecida pelos moradores, pelos Correios e que não foi encontrada pelos parlamentares durante a vistoria. O convênio, no valor de R$ 4,9 milhões, foi firmado entre o governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social e Agricultura Familiar (Sedes), e o “Grupo de Ação Social Vera Macieira”, que não existe em todos os endereços informados e vistoriados pela Comissão.
Após constatarem a inexistência da associação conveniada e da localidade beneficiada e a não realização das obras, os deputados decidiram que convocarão o secretário estadual de Desenvolvimento Social e Agricultura Familiar, Fernando Fialho, para explicar o caso na Assembleia Legislativa do Maranhão. Outra providência urgente será pedir a suspensão do restante do convênio junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) e ingressar com representação no Ministério Público.
estrada fantasma governo estadual do maranhaoO périplo dos deputados teve início pela Rua do Cacau do bairro Pirâmide, na Raposa, que seria um dos endereços da suposta Associação Vera Macieira. No local, não foram encontrados nem sinais do “Grupo de Ação Social” e os moradores garantiram desconhecer a existência dessa entidade, nunca ouviram falar no povoado “Trechos” e, muito menos, em obras de melhoramento de acesso naquelas proximidades.
Segundo o motorista Robson da Nóbrega, um dos supostos terrenos que pertenceria à associação foi vendido por ele há dez anos para uma pessoa chamada Lurdes, que havia informado intenção de construir no local uma entidade social, mas que nunca iniciou obra nenhuma. O espaço foi apenas murado e só acumula mato e lixo.
“Aqui, nesta rua, nunca teve associação nenhuma. E por aqui, nunca passou trator e nem sinal de obra alguma”, revelou o pedreiro Antonio Carlos Rocha do Vale, morador do local há mais de dez anos.
estrada fantasma governo rosenganaOs deputados foram também ao prédio Sousa Center, na Beira-mar, e encontraram a sala 106, que seria outra sede da inexistente associação, fechada, desabitada e sem móveis. Comerciantes que trabalham no local também nunca nem ouviram falar da “Associação Vera Macieira”. Uma placa apagada indica que, no local, já funcionou o Instituto de Educação e Cidadania do Maranhão.
Durante a vistoria, os deputados foram até a agência central dos Correios da Raposa para saber sobre a existência do povoado “Trechos” e constataram que a localidade não existe no município da Raposa. Ou seja, associação, localidade e obras não foram encontradas.
Providências urgentes
Após confirmar as irregularidades na Raposa, o líder da Oposição, Rubens Jr, informou que os quatros deputados vão tentar suspender o que resta do convênio através do Tribunal de Contas do Estado, além de entrar com representação junto ao Ministério Público.
“Temos então mais de 4 .800 milhões gastos que poderiam ser aplicados em outras áreas. Nós não podemos deixar que o dinheiro público seja jogado fora dessa forma. Convocaremos o secretário Fernando Fialho para que ele possa explicar o que aconteceu com esse convênio. Nossa maior preocupação é que isso já seja dinheiro para a campanha de 2014 e esteja sendo usado na forma de abuso de poder político e econômico”, frisou o parlamentar.
Para o presidente da Comissão de Administração Pública, Othelino Neto, trata-se de mais um escândalo que não pode ficar impune como tantos outros ao exemplo da Paulo Ramos Arame e da recente JNS Canaã. “Vamos ser implacáveis nas cobranças desse e de outros casos. Não aceitamos corrupção e nem que esses convênios sirvam de caixa para a eleição de 2014”, disse.
ghostbuster_01A mesma constatação foi feita pelo deputado Bira do Pindaré que destacou o papel Ministério Público no processo de investigação de práticas como estas. Lembrou ainda que “esta é uma excelente oportunidade do órgão mostrar o compromisso de investigar denúncias como esta, que desvaloriza o nosso povo e maltrata a nossa gente”.
“Após essa visita, constatamos que tudo é fantasma. A estrada é fantasma, a entidade é fantasma, a obra é fantasma, o povoado Trecho é fantasma. Essa é uma situação grave que precisa, urgentemente, de uma investigação, sobretudo por parte do Ministério Público que, a meu ver, deve se dedicar a essa temática”, defendeu o petista.
Do mesmo pensamento, Marcelo Tavares disse que só o que existiu foi o convênio e a verba repassada à associação fantasma. “Comprovamos que não existe obras, entidade e nem povoado. O que existiu mesmo foi só o convênio fraudulento e o repasse indevido de recursos”, concluiu.
Entenda o caso
Os deputados investigam a assinatura de um convênio estabelecido entre a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social e Agricultura Familiar (Sedes) e o Grupo de Ação Social Vera Macieira para execução de melhorias no acesso ao povoado Trechos, na Raposa. O convênio foi firmado no valor de R$ 4,9 milhões, mas os pagamentos realizados não constam no Portal da Transparência do governo.
O convênio foi assinado antes do Grupo de Ação Social Vera Macieira ser reconhecido como uma entidade de utilidade pública, o que, segundo a lei, não deveria acontecer. Primeiro, a instituição deve ter a sua utilidade pública reconhecida para, em seguida, ter convênios com o estado. Outra incoerência é que as empresas beneficiadas com o acordo receberam juntas R$ 4,2 milhões, quando o real valor do convênio chegou aos R$ 4,9 milhões.
Irregularidades como o CNPJ no nome de outra associação e endereços inexistentes ou não encontrados foram outros problemas encontrados durante a investigação ao Grupo Vera Macieira. O convênio estabelece melhorias no acesso ao povoado Trechos, que, juntamente com a obra, ainda não foram localizados nas investigações já feitas. Outra falha é que os convênios do governo estadual firmados com as empresas responsáveis – Sonortec – Sociedade Norte Técnica de Construção Ltda e IM Construções e Serviços LTDA – não constam no Portal da Transparência do Estado.

1 2.376 2.377 2.378 2.379 2.380 2.809

Buscar

aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz