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  • Jorge Vieira
  • 27/dez/2023

Paulo Victor segue com Carlos Brandão e fecha apoio a Duarte em São Luís

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Paulo Victor anunciou por meio das redes sociais o apoio ao deputado federal e pré-candidato a prefeito de São Luís, Duarte Júnior. O apoio veio logo após o anúncio do presidente do PSB, governador Carlos Brandão.

“Sob condução de Carlos Brandão marcharemos rumo a vitória com o Duarte Júnior em São Luís. O melhor estímulo para conseguir mudar o que não está ao nosso alcance é unir-se com aqueles que partilham do mesmo sentimento de mudança. Desprovidos de qualquer vaidade ou interesses franzinos, formaremos a maior frente do bem por nossa querida Cidade. Bora resolver que vai dar certo”, disse por meio da publicação.

Em alguns eventos, Paulo Victor já mostrava a aproximação com Duarte, ao juntar seu slogan “vai dar certo”, com a famosa frase clichê do pré-candidato do PSB “bora resolver”.

Vale lembrar que Paulo Victor tem uma grande liderança na maior Câmara Municipal do Estado. Com os apoios anunciados, o tabuleiro começa a mover-se rumo a 2024.
O presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Paulo Victor anunciou por meio das redes sociais o apoio ao deputado federal e pré-candidato a prefeito de São Luís, Duarte Júnior. O apoio veio logo após o anúncio do presidente do PSB, governador Carlos Brandão.

“Sob condução de Carlos Brandão marcharemos rumo a vitória com o Duarte Júnior em São Luís. O melhor estímulo para conseguir mudar o que não está ao nosso alcance é unir-se com aqueles que partilham do mesmo sentimento de mudança. Desprovidos de qualquer vaidade ou interesses franzinos, formaremos a maior frente do bem por nossa querida Cidade. Bora resolver que vai dar certo”, disse por meio da publicação.

Em alguns eventos, Paulo Victor já mostrava a aproximação com Duarte, ao juntar seu slogan “vai dar certo”, com a famosa frase clichê do pré-candidato do PSB “bora resolver”.

Vale lembrar que Paulo Victor tem uma grande liderança na maior Câmara Municipal do Estado. Com os apoios anunciados, o tabuleiro começa a mover-se rumo a 2024.

  • Jorge Vieira
  • 27/dez/2023

Brandão assume presidência do PSB e anuncia apoio à pré-candidatura de Duarte Júnior

O governador Carlos Brandão anunciou, pelas redes sociais, nesta quarta-feira (27), que está no comando do PSB no Maranhão. Na ocasião, destacou ainda que o nome da sigla para a majoritária em São Luís será o pré-candidato e deputado federal, Duarte Júnior. E informou que a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale, assume a vice-presidência do partido no estado.

“Com satisfação, informo que fui conduzido à presidência do PSB Maranhão. Anuncio ainda que nos reuniremos em torno da pré-candidatura do deputado federal Duarte Júnior à prefeitura de São Luís. Juntos, fortaleceremos a boa política em nosso estado”, relatou o governador do Maranhão.

Com força no partido, Brandão assume a liderança deixada pelo senador Flávio Dino, que ocupará vaga no Supremo Tribunal Federal. O governador tem a missão de manter o grupo coeso em torno do nome de Duarte Júnior.

“Feliz e honrado com o apoio do governador Carlos Brandão à nossa pré-candidatura à Prefeitura de São Luís. A nossa cidade precisa de parcerias com o governo do Estado e o governo federal para atrair investimentos e avançar em grandes projetos que geram emprego, renda e qualidade de vida para a nossa população. Juntos, vamos transformar a capital dos maranhenses em um lugar de mais oportunidades para todos”, destacou Duarte Júnior.

Em registro com o presidente nacional do partido, Paulo Siqueira, com o Ministro da Justiça e Segurança Pública em exercício, Ricardo Capelli, Carlos Brandão e Duarte, em Brasília, a direção nacional do partido também se manifestou pelas redes sociais, destacando a importância de Brandão e Dino para a política maranhense. “Expressamos nossa gratidão pela valiosa contribuição ao fortalecimento do partido no Maranhão, ao Ministro Flávio Dino e ao ex-Deputado Federal, Bira do Pindaré. Estamos confiantes em um futuro ainda mais próspero e justo sob a liderança de Carlos Brandão”, disseram.

  • Jorge Vieira
  • 26/dez/2023

Cerimônia de posse de Brandão na presidência do PSB só acontecerá após o recesso

A assessoria do governador Carlos Brandão (PSB) esclareceu nesta manhã de terça-feira (26) não haver qualquer movimentação na direção nacional do partido no sentido de oficializar sua ascensão à presidência da legenda no Maranhão. Segundo o comunicado enviado à imprensa, o ato que vai transferir do comando para Brandão somente deve acontecer após o recesso.

“Chequei com o governador Brandão se haverá alguma cerimônia de posse do partido, em Brasília, nos próximos dias. Ele me explicou que não. Todos de recesso neste período. Assim que tudo estiver organizado, acontecerá com as deferência que merece”, diz o comunicado da assessoria do governador, corrigindo informação de que ele assumiria hoje o comando estadual do PSB.

Brandão vai assumir a direção do partido no Maranhão em substituição ao ainda ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, que assumirá a vaga deixada pela ministra Rosa Weber no STF (Supremo Tribunal Federal) no mês de fevereiro, mas deve permanecer no Ministério até o dia 8 de janeiro, data em completará um ano  da fracassada tentativa de golpe da extrema direita contra o presidente Lula (PT).

A direção estadual vem sendo exercida interinamente pelo ex-deputado federal e atual secretário de Agricultura familiar, Bira do Pindaré, presidente do diretório municipal, desde que Dino foi anunciado como ministro.

Para chegar ao comando do PSB, o governador travou uma batalha nos bastidores com a suplente de senadora Ana Paula, que vai assumir a titularidade do mandato após a posse de Dino no STF, e havia manifestado interesses em comanda a legenda socialista no Maranhão.

Há comentários nos bastidores da política local de que a senadora deve ser a primeira baixa do PSB com a chegada de Brandão no comando do partido.

  • Jorge Vieira
  • 26/dez/2023

Polícia Federal deve indiciar Bolsonaro em inquéritos das fake news e das milícias digitais

Por Plínio Teodoro

Fórum – A Polícia Federal (PF) deve concluir no início de 2024 os inquéritos das fake news e das milícias digitais e indiciar Jair Bolsonaro (PL) na esfera criminal, o que pode levar o ex-presidente à prisão. As informações são de Aguirre Talento, no portal Uol nesta terça-feira (26).

Segundo os investigadores, até o momento há elementos para indiciar o ex-presidente por crimes como organização criminosa, peculato (desvios de recursos públicos) e atos contra o Estado Democrático de Direito. No entanto, a decisão sobre os crimes que serão imputados a Bolsonaro só se darão ao final do inquérito.

A PF acredita que com Paulo Gonet, que substituiu Augusto Aras no comando da Procuradoria-Geral da República (PGR), os inquéritos devem ter rápida tramitação até serem julgados.

No inquérito das milícias digitais, os investigadores se desdobram em cinco linhas de investigação: ataques a opositores, ataques às urnas eletrônicas e ao Judiciário, tentativas de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, propagação de fake news sobre a Covid-19 e uso da estrutura do Estado para obtenção de vantagens indevidas.

Os inquéritos criminais contra Bolsonaro ganharam impulso após a delação do ex-ajudante de ordens, o tenente coronel Mauro Cid.

Ofensiva no TSE

Na Justiça Eleitoral, que condenou Bolsonaro à inelegibilidade até 2030, a defesa do ex-presidente prepara uma ofensiva para tentar reverter o quadro até 2026 e tentar deixá-lo apto para uma possível nova disputa contra Lula nas eleições presidenciais.

A estratégia é liderada pelo ex-Secretário de Comunicação (Secom) da Presidência, que faz parte do corpo de advogados de Bolsonaro, Fabio Wajngarten.

Ele foi escalado pelo ex-presidente para construir pontes com o Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo principal de tentar reverter a inelegibilidade.

Segundo informações de Bela Megale, no jornal O Globo, Wajngarten tenta se aproximar da corte via ministro Gilmar Mendes, com quem teria tido ao menos dois encontros nas últimas semanas – um deles em área reservada a autoridades em um aeroporto de São Paulo.

Além de tentar reverter a inelegibilidade, Wajngarten também busca reaver as armas e objetos de ex-assessores que foram apreendidos em operações da Polícia Federal – além de tentar reconduzir alguns dos auxiliares para a assessoria do ex-presidente.

  • Jorge Vieira
  • 22/dez/2023

Carlos Lula defende políticas públicas para amparar população em situação de rua

Na semana natalina, o deputado estadual Carlos Lula (PSB) realizou uma ação social voltada à população de rua na região do Mercado Central, na capital maranhense. Ao longo do ano, diversas ações foram promovidas e garantiram escuta ativa das necessidades das comunidades e novos projetos de autoria do parlamentar foram propostos na Assembleia Legislativa.

Segundo o parlamentar, a cidade de São Luís não possui dados oficiais sobre a população de rua e que, mesmo com o aumento de pessoas vivendo em situação de vulnerabilidade, nenhuma política foi criada nos últimos anos para assistir este grupo. Para Carlos Lula, as ações sociais realizadas por diferentes organizações ajudam a combater a fome dessas pessoas, mas há outros problemas que precisam ser observados.

“Embora haja diversos grupos atuando nessa área, no coração de São Luís, é imprescindível que sejam implementadas políticas públicas direcionadas ao amparo dessa população vulnerável. Muitas vezes privados de acesso a serviços de saúde e cuidados especializados, essas pessoas frequentemente enfrentam a cruel realidade da fome”, disse Carlos Lula.

Vulneráveis – Para Maria de Jesus Almeida, do Coletivo Por Elas Empoderadas e liderança na região, os mais vulneráveis carecem de maior atenção do poder público. Ela também reconhece o trabalho que tem sido desenvolvido pelo deputado para dar visibilidade aos excluídos sociais.

“É muito importante esse cuidado que o deputado Carlos Lula tem com as pessoas, principalmente quando a gente entende que essa atenção é maior com as populações mais vulneráveis. E isso é um orgulho para mim, saber que temos alguém que pensa no próximo e não perdeu a sensibilidade e a humildade”, afirmou.

Os ludovicenses também enfatizam a importância de desenvolver políticas públicas que atendam às necessidades daqueles que estão em situação de maior vulnerabilidade. Um exemplo é Emilson Pereira, residente do bairro Madre Deus, que testemunhou a iniciativa do parlamentar.

“As políticas públicas devem ser feitas para ajudar quem mais precisa e essa população necessita de ações permanentes. Eu acredito nas ideias do deputado Carlos Lula e vejo que ele está fazendo um importante trabalho, principalmente em benefício de quem mais precisa”, pontuou.

  • Jorge Vieira
  • 21/dez/2023

Proposta de Duarte prevê piso salarial para veterinários e zootecnistas de R$ 9.696

O deputado federal Duarte Jr. (PSB) apresentou o Projeto de Lei 6066/2023, que tem como objetivo a instituição do piso salarial nacional de médico veterinário e zootecnista, que determina que contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e os sob o regime dos servidores públicos, das fundações públicas e do Distrito Federal, será de R$ 7.272,00 mensais para jornada de seis horas diárias e 9.696,00 mensais para jornada de oito horas diárias.

De acordo com o projeto, o piso salarial fixado é a remuneração mínima obrigatória por serviços prestados pelos profissionais com relação de emprego por qualquer que seja a fonte pagadora.

Em justificativa, Duarte enfatizou que o projeto traz para apreciação a necessidade dos profissionais da medicina veterinária e da zootecnia que permeiam os mais complexos meios funcionais e que são responsáveis minimamente pelo desenvolvimento da saúde pública, meio ambiente, saúde animal e agronegócio.

“Assim, com base na legislação pátria que trata especificamente de saúde e de saúde pública, vimos que tais profissionais são demasiadamente importantes para o SUS e que precisam ser reconhecidos pela sua importância e serem alçados ao necessário patamar laboral e contemplados com jornada e piso salarial dignos”, diz o texto do projeto.

A proposta aguarda agora a Presidência da Câmara para ser distribuída para as comissões.

  • Jorge Vieira
  • 21/dez/2023

Datafolha: defesa da democracia cai e 7% dos brasileiros querem volta da Ditadura

Por Plínio Teodoro

Fórum – Passado quase um ano da tentativa de Jair Bolsonaro (PL) de dar um golpe de Estado para reimplantar uma Ditadura no país, ainda há uma parcela de brasileiros que acredita ser “aceitável” viver sob um regime autoritário, segundo dados da pesquisa Datafolha divulgados nesta quinta-feira (21).

No início da reunião ministerial nesta quarta-feira (20), realizada no Palácio do Planalto, Lula anunciou que está organização um ato democrático no dia 8 de janeiro, juntamente com líderes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso Nacional, para lembrar a tentativa de golpe.

“Nós estamos convidando um ato para lembrar a tentativa de golpe no dia 8 de Janeiro”, disse Lula. “O ato está sendo convocado por mim, pelo presidente do Senado, presidente da Câmara e presidente da Suprema Corte”, emendou – assista aqui.

De acordo com o levantamento, a defesa da democracia também recuou desde a pesquisa realizada em outubro passado, às vésperas do segundo turno das eleições, quando 79% dos brasileiros diziam apoiar o regime democrático, um recorde desde o início da série histórica, em 1989.

Atualmente, segundo o Datafolha, 74% dos brasileiros preferem democracia à ditadura como regime político para o Brasil.

Outros 15% dizem que “tanto faz se o governo é uma democracia ou uma ditadura” e 7% afirmam que “em certas circunstâncias, é melhor uma ditadura do que um regime democrático”.

No ano passado, 11% declaravam que tanto faz entre ditadura e democracia e apenas 5% defendiam a volta da Ditadura.

Neste ano, o Datafolha ouviu 2.004 pessoas em 135 cidades no dia 5 deste mês. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

Cenário eleitoral não muda

Dados já divulgados pelo Datafolha mostram que o cenário eleitoral no Brasil segue praticamente inalterado um ano após Lula vencer Bolsonaro nas eleições presidenciais e ser diplomado para assumir pela terceira vez a Presidência da República.

Segundo a pesquisa, 90% dos eleitores não mudariam o voto e avaliam ter feito a melhor escolha para o Planalto nas eleições de 2022. Apenas 8% se arrependem do voto.

O índice é idêntico entre os eleitores que votaram tanto em Lula, quanto em Bolsonaro, mostrando que o país segue dividido após o petista vencer a disputa no segundo turno por 50,9% a 49,1%.

Entre aqueles que votaram em Lula, 40% dizem confiar mais no presidente agora do que durante o processo eleitoral. Outros 41% afirmam que a confiança é a mesma e 19% dizem que confiam menos. No total, 81% daqueles que escolheram o petista para presidente seguem confiando na mudança proposta por ele.

O levantamento mostra que 9% dizem ter se arrependido do voto em Lula, enquanto 7% se arrependem de ter votado em Bolsonaro. Entre os bolsonaristas, 36% dizem confiar mais nele agora e 46% dizem que a confiança é a mesma do ano passado. Outros 17% dizem confiar menor.

No total, 30% se declaram petistas e 25% se classificam como bolsonaristas, segundo o Datafolha.

Pesquisa Quaest

Na pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (20), Lula fecha o ano de 2023 com uma aprovação de 54% dos brasileiros, que veem os programas sociais retomados pelo atual governo como principal feito do presidente em terceiro mandato. O índice de aprovação na última pesquisa Quaest de 2023 está dois pontos percentuais do registrado no primeiro levantamento, realizado em fevereiro – mas acima dos 51% revelado em abril pelo instituto.

O pico da aprovação de Lula aconteceu em agosto, quando a Quaest registrou índice de 60% – contra 35% daqueles que desaprovavam o presidente. Atualmente, o índice de aprovação está em 43%, diante dos 28% registrados em fevereiro.

A pesquisa mostra como principais feitos do presidente a recriação do Minha Casa, Minha Vida e o aumento do Bolsa Família, lembrados por 7% dos entrevistados. A bolsa de R$ 200 e a poupança de R$ 1 mil para as crianças não deixarem a escola vem em seguida, juntamente com a retomada do Farmácia Popular e o lançamento do Desenrola, programa de renegociação de dívidas criado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Eles foram citados por 6% dos entrevistados.

A Quaest mostra ainda um país dividido – “polarizado”, no termo usado pela mídia liberal – em um cenário ainda bastante próximo ao do resultado das eleições presidenciais, vencidadas por Lula por 50,9% contra 49,1%.

Entre aqueles que votaram no petista, 90% aprovam o trabalho que ele está fazendo, contra 9% de desaprovação. Já entre os que votaram em Bolsonaro, 83% desaprovam Lula e 15% aprovam Lula.

A polarização é refletida na avaliação do governo, que registra 36% de positivo, 32% de regular e 29% de negativo. O índice de aprovação está 4 pontos abaixo da primeira pesquisa, quando 40% avaliavam o govenro como positivo e 20% como negativo – outras 24% classificavam como regular em fevereiro.

Na pesquisa atual, entre os lulistas, o governo tem 22% de ótimo, 43% de bom e 29% de regular positivo. Já entre os bolsonaristas, 47% avaliam como péssimo, 20% como ruim e 24% como regular negativo.

Em relação a economia, 34% acham que melhorou, 33% que ficou do mesmo jeito e 31% que piorou. Para 55% dos eleitores de Lula houve melhora, enquanto para 64% dos bolsonaristas, uma piora.

A Quaest ouviu 2.012 pessoas em 120 cidades de todas as regiões do país entre os dias 14 e 18/12. A margem de erro é de 2.2 pontos percentuais e o nível de confiabilidade de 95%.

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