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  • Jorge Vieira
  • 12/nov/2013

PED do PT está subjudice

O Processo de Eleição Direta do PT, realizado no
último domingo, está subjudice. Em comunicado enviado á Secretaria de Organização
do PT-MA dia 9, véspera do pleito, o Secretário de Organização Nacional do
partido,  Florisvaldo Sousa, ao se
manifestar sobre a sucessão interna da legenda, adverte que a questão das quitações coletivas
ainda será decidido pela executiva nacional. Veja o comunicado
abaixo.

Na tarde de hoje, o secretario de organização do
PT, Edivaldo Coqueiro, encaminhou comunicado a todos os militantes informando
que as informações divulgadas por blog’s favoráveis ao candidato Raimundo
Monteiro foram plantadas para enganar os filiados.  
 Henrique Sousa também mandou
mensagem aos seus eleitores com o seguinte conteúdo: Companheiros, há uma farsa
em curso para tentar consolidar uma fraude. A farsa são as notas e notícias
alinhadas ao interesse da candidatura de Monteiro em divulgar resultados
paralelos dando ele como vendedor do PED, na tentativa de desestabilizar a
apuração oficial feita na sede do PT. É preciso que o secretário de organização
Ivaldo Coqueiro e coordenador da COE estadual, venha a público e esclareça a
verdade para a sociedade e para os filiados, e a verdade é essa: 1. Até o
momento foram apurados votos de 137 municípios e o resultado é o que segue:
Monteiro = 3.777 votos (45,98%) Henrique = 2.124 votos (25,86%) Lobato = 1.377
votos (16,76%) Mundico = 470 votos ( 5,72%) Rodrigo = 364 votos ( 4,43%) Eri
Castro= 106 votos ( 1,29%) Estes são os votos válidos. É este resultado oficial
que determina se a eleição será em um ou dois turnos. Falta apurar ainda outros
24 municípios. Neste momento tem segundo turno, pois a soma de votos de todos
os candidatos supera a de Monteiro em 664 votos. Companheiro Monteiro, não dá
pra ganhar na marra. Tem que ganhar no voto. O filiado do PT decidiu: VAMOS NOS
ENFRENTAR NO SEGUNDO TURNO!!
Companheir@s

        Sobre o resultado das eleições do PT
estadual, informo que toda as noticias publicadas são matéria plantada para
enganar os filiados e a sociedade. Passo o correio recebido do Sec. Nacional do
PT sobre os municípios com quitação coletiva, onde manifesta que esse
municípios estão sub-judice.
   Ivaldo Coqueiro

Date:
Tue, 12 Nov 2013 12:34:59 -0200
Subject: Fwd: Comunicado
From: sorg.ptma@gmail.com
To: ivaguco@hotmail.com
 
 Para publicação
———- Mensagem encaminhada ———-
De: SORG DN PT <sorgdnpt@gmail.com>
Data: 9 de novembro de 2013 14:49
Assunto: RES: Comunicado
Para: Secretaria de Organização PT-MA <sorg.ptma@gmail.com>, SORG Nacional <sorg@pt.org.br>,
Sorg Nordeste <sorg.nordeste@pt.org.br>


Caro Coqueiro
Este processo não
teve uma decisão terminativa na Câmara de Recursos. As listas já estavam
emitidas e neste momento nem a SORG Nacional e nem a SORG Estadual podem
impedir o processo de votação, mesmo porque, em todos estes municípios existem
filiados aptos que efetuaram suas contribuições individualmente.
Fica claro também
que em função dos acontecimentos o processo já está sub-judice, cabendo análise
posterior por parte da executiva do PT.
Atenciosamente
Florisvaldo Souza

  • Jorge Vieira
  • 12/nov/2013

Presidente da Assembleia diz que até quinta-feira (14) marca a eleição para o TCE

O
presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (foto),  anunciou nesta
manhã de terça-feira que vai conversar amanhã (13) com o vice-governador
Washington Oliveira para tratar sobre a eleição do novo conselheiro do Tribunal
de Constas do Estado, cujo o processo foi paralisado em função do PED do PT.
Como
tudo indica a vitória do atual presidente Raimundo Monteiro no primeiro
turno, o presidente vai ouvir os candidatos para marcar a data da eleição para
a cadeira do ex-conselheiro Yedo Flamarion Lobão, que está vaga desde o final
de setembro.
O
processo já havia sido deflagrado, mas foi suspenso a pedido do Palácio dos
Leões em função do interesse direto da governadora em afastá-lo da vice e coloca-lo
no Tribunal de Contas do Estado, abrindo caminho para que o projeto político do
grupo Sarney para 2014 seja posto em prática.
Oficialmente,
a indicação pertence a Assembleia Legislativa, mas neste caso,  governadora está exigindo de sua base no Poder
Legislativo a aprovação do nome do vice-governador, para que possa renunciar ao
mandato, disputar o Senado e deixar no comando do estado um nome de sua
confiança.
Arnaldo Melo disse que até quinta-feira estará
anunciando a data da eleição.

  • Jorge Vieira
  • 12/nov/2013

Para proteger Aluísio Mendes, governadora coloca em risco a segurança da população

O deputado Raimundo
Cutrim, experiente delegado da Polícia Federal que combateu o crime organizado
no Maranhão e colocou seus chefões na cadeia, disse ao blog ter absoluta certeza
que o caos na segurança pública do estado é motivado pela falta de
credibilidade do secretário Aluísio Mendes (foto), que segundo ele, não tem os
requisitos necessários para comandar o setor.
A fragilidade do
secretário e a falta de motivação dos policiais em decorrência das péssimas
condições de trabalho e salários insignificantes tem se revelado uma combinação
explosiva a favor da criminalidade e só a governadora não consegue enxergar o
que está um palmo do seu nariz, por negligência ou cumplicidade.
Os delegados de
polícia acusam o secretário de ser um estranho no setor, falam abertamente que
não se sentem a vontade sendo comandados por um agente de polícia, acusam
Aluísio Mendes de incompetente, mas o homem continua firme no comando da Segurança
do Maranhão, provavelmente em decorrência dos serviços prestados à família Sarney.    
Somente este ano já
foram registrados quase 700 assaltos a ônibus e somente este mês novembro já
ocorrerem 35 assassinatos, incluindo o policial militar metralhado no trailer
da Vila Nova. Após o episódio do último final de semana, os discursos da
oposição na Assembleia Legislativa cobraram a demissão do secretário, mas
Aluísio parece inabalável, a pesar dos transtornos que tem causado a população,
que se sente insegura e com medo de sair as ruas.  
Os bandidos perderam o respeito com o aparelho de repressão policial. Na noite do último sábado (9), vários
criminosos metralharam dois postos da Polícia Militar, sendo um na
Vila Nova, que resultou na morte do
soldado Francinaldo Sousa Pereira e outro no Bairro de Fátima, tendo como vítima o sargento Marcos Antonio
Correa Cutrim, que estava de plantão, e foi ferido a bala.  
Na guerra deflagrada pela marginalidade no
último final de semana até Delegacias de Polícias foram metralhadas sem que os
policiais pusessem reagir por falta de armamento adequado para o confronto.
Deputados, delegados, policiais militares e agentes
são unânimes em afirmar que o secretário não possui competência para exercer a
função e os dados estatísticos ajudam a forma esta opinião contra o ocupante da
pasta, mas nada disso sensibiliza a governadora, que faz de conta de que o
problema não é com ela, se quer dar uma palavra sobre o caos no setor e mantém
Aluísio na secretaria.
Diante de tudo que a sociedade está
presenciando, sou obrigado a concordar com o ex-secretário de segurança
Raimundo Cutrim: o sistema de segurança pública do Maranhão acabou, o
secretário não tem moral e o estado vive o pior momento de sua história.

  • Jorge Vieira
  • 11/nov/2013

PT quer evitar intervenções nos estados

A atual presidente do
Partido dos Trabalhadores e provável vencedor do Processo de Eleição Direta
realizado no último domingo, Rui Falcão, em entrevista ao jornal O Estado de
São Paulo, voltou a afirmar que não haverá intervenção nos estado onde as
alianças contrariarem a orientação nacional.
O dirigente petista
considera o caso do Maranhão um dos mais emblemáticos, em decorrência do PT
continuar rachado desde 2010 quando a maioria decidiu apoiar Flávio Dino e a
executiva nacional interviu, atropelou o resultado da votação e determinou
aliança com a governadora Roseana.
Três anos depois, o discurso
do presidente do PT já não é o mesmo. Ele só garante apoio a Roseana se ela for
candidata ao Senado. “Tenho posição pessoal de apoiar a candidatura de Roseana
ao Senado. Acho que a maioria da nossa militância tende apoiar a candidatura de
Flávio Dino ao governo”, afirmou Rui Falcão.  

  • Jorge Vieira
  • 11/nov/2013

Restauração do antigo prédio do BEM será concluída até março

Prédio terá estrutura interna redefinida,
para sediar órgãos do poder municipal
Anunciado pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior, no início do mês de setembro, o programa Avança São Luís prevê 43 projetos de curto, médio e longo prazo, e, incluindo, também, ações de desenvolvimento do Centro Histórico. Uma destas ações será conclusão da reforma do prédio, onde funcionava o antigo Banco do Estado do Maranhão (BEM), localizado na Rua do Egito, iniciada na gestão anterior.
“O projeto inclui restauração e modernização do edifício, que estava com sua arquitetura comprometida desde que foi inutilizado. Ele será adequado a qualquer estrutura pública e seu layout será preparado para eventuais mudanças”, explica o gerente do projeto, o secretário adjunto da Secretaria de Urbanismo e Habitação (Semurh), Diogo Lima.
A obra tem orçamento em torno de R$ 5 milhões e consistirá na restauração do prédio. O principal objetivo é transformá-lo em um centro administrativo para que alguns órgãos ligados à Prefeitura funcionem no local. A obra tem sido desenvolvida dentro do cronograma planejado, com o prazo para a conclusão até o primeiro trimestre de 2014.
De acordo com o secretário adjunto da Semurh, o local abrigará a Procuradoria Geral do Município (PGM), a Controladoria Geral do Município (CGM) e parte da Comissão Permanente de Licitação (CPL).
A obra abrange uma reforma na parte estrutural e de acabamento, com pintura, reestruturação das esquadrias, substituição dos elevadores e colocação de vidro inglês.
Desativado desde a extinção do BEM, há aproximadamente 10 anos, o prédio terá sua estrutura interna redefinida, de modo a torná-lo adaptável a sediar qualquer órgão do poder municipal. Isto será possível graças utilização de piso elevado, recurso que facilita a instalação de cabeamento e a climatização das salas em prédios corporativos, além de possibilitar mudanças práticas de layout do ambiente.
O edifício de 12 pavimentos também receberá o gabinete auxiliar para reuniões da Prefeitura e, o painel, localizado na sua parte de trás, será revitalizado.
“Esta restauração irá resgatar um marco arquitetônico no Centro Histórico de São Luís, onde serão instaladas estruturas importantes para o funcionamento do poder público municipal, atendendo cidadãos de modo geral, tanto para a utilização dos serviços ali prestados, quando para a contemplação da cidade, pois oferecerá uma das mais belas vistas da cidade”, comenta Diogo Lima.
Junto com a reforma da estrutura central, será revitalizada também uma casa histórica, cuja fachada é voltada à Rua do Sol. O espaço servirá como um anexo para o prédio principal.

  • Jorge Vieira
  • 11/nov/2013

Presidente da Fiema defende parcerias para acelerar o desenvolvimento do Maranhão

                                                                                                                      

O
Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão, Edilson Baldez
das Neves (foto), ao encerrar na ultima sexta-feira a segunda edição do “Indústria de
Talentos”, evento que serviu para discussões sobre educação e inovação para o
atendimento de mão de obra qualificada e incentivo a novas tecnologias no
Maranhão, ressaltou o desafio do Sistema Fiema em qualificar profissionais como
forma de colaborar com o desenvolvimento do estado e ajuda-lo a atrair novos
empreendimentos. 
Segundo
Edilson Baldez, as ações do “Indústria de Talentos” mostraram que o Sistema
Fiema dispõe de ferramentas para dar suporte ao desenvolvimento da indústria e oferecer
oportunidades para os maranhenses participarem do crescimento da economia do
Maranhão. “Nosso propósito é contribuir efetivamente com o crescimento
econômico, qualificando os maranhenses para atuarem na indústria e
consequentemente melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores”.
Após
três dias de intensa movimentação de estudantes, professores, empresários nos
stand’s montados no retorno da Cohama, o presidente falou com exclusividade ao Jornal
Pequeno sobre o que está sendo o ano de 2013 para o empresariado maranhense do
ramo industrial e o que esperam para 2014, ano de Copa do Mundo, sucessão
nacional e estadual.
Para
Baldez, o ano que está indo embora foi razoável, deu para o empresário escapar,
uns com prejuízos maiores, outros menores, mas ele adverte que foi um período de
reflexão, de instalação de projetos maiores, de restruturação das empresas e deu
a oportunidade do Sistema Federação das Indústrias ampliar as suas instalações
e preparar os professores para a demanda de 2014.
“2013
foi a oportunidade que tivemos de atender as demandas das empresas, então acho
que está sendo um ano promissor em todos os sentidos, não só pelos resultados
diretos do que produzimos, mas muito mais pela conscientização por parte do
poder público e privado de que agente tem que dar as mãos para investir, quer
na formação de mão de obra, quer na instalação de numa logística melhor, quer
no próprio desenvolvimento de talentos e inovação para que as empresas se
tornem mais competitivas e o estado possa exportar muito mais do que importar
produtos manufaturados”, observa.
Apesar
das dificuldades vividas pelo setor industrial, Edilson Baldez acredita que
2014 será muito melhor que 2013 em decorrência do empresariado ter feito o
dever de casa, ter preparando um grande número de mão de obra para o mercado e
da consolidação de empreendimentos como o da mineradora Vale, que está ampliando
sua capacidade de embarque; da Suzano, que começa operar ainda este ano, assim
como muitos outros projetos foram consolidados e vão começar a produzir a
partir de 2014.
“Eu
acho que paralelamente a construção de novos projetos, esses já vão começar a
produzir e, consequentemente a nossa balança vai melhorar”, acredita o dirigente
empresarial. Ele adverte, porém que ainda falta muita coisa para que o estado
possa atrair grandes investimentos, entre os quais destaca a falta de
infraestrutura e logística em todos os sentidos.
“Está
faltando um entendimento melhor, precisamos criar condições, oferecer o que for
possível, para que outros projetos possam se implantar aqui, porque hoje existe
uma guerra entre os estados e quem tem condições de oferecer melhor estrutura,
melhor mão de obra qualificada é que leva vantagem, pois o capital vai na
direção onde for mais receptivo para ele. É um capital que circula e vai na
direção que for melhor, então nos temos que criar essa consciência de oferecer
melhores condições porque o estado só pode crescer se ele produzir e gerar riqueza
para o seu povo. Para mim, a única maneira de desenvolver o nosso povo e com
educação e trabalho”, defende.
Dentro
do contexto, o presidente da Fiema diz que a entidade também fez o dever casa e
que seu principal desafio foi iniciar a restruturação das instalações e
laboratórios, requalificar os professores e instrutores do sistema e ampliar a
conscientização do empresariado de que tem que ir para dentro da Federação, levar
seus problemas e discutir com o coletivo. “É esse o objetivo dessa Casa. O
empresário tem que se sentir dono dessa Casa, aproveitar essa abertura que nós
temos para que ele possa contribuir e agente possa servir melhor, produzir mais
mão de obrar e levar os pleitos e os anseios do empresário aos órgãos públicos,
mas para isso é preciso primeiro que ele acredite nisso, acredite em si, na sua
entidade de classe, que é possível, com a sua participação, tornar o Maranhão
um grande estado”, defende.
Refinaria Premium – A reportagem do Jornal Pequeno quis
saber do presidente da Fiema se ele acredita na instalação da Refinaria Premium,
prometida pela Petrobrás para Bacabeira, e ele respondeu que acredita porque
trata-se de um empreendimento que interessa ao Brasil e não aos empresários
como querem deixar transparecer alguns.
“Eu
acho que a refinaria interessa mais ao Brasil. Interessa também ao Maranhão
porque algumas indústrias vão vir para cá, mas nós que já estamos instalados
aqui não teremos ganho direto, a não ser algumas empresas que vão trabalhar na
instalação do empreendimento. As vezes ficam com a ideias de que o setor
industrial está interessado e eu quero dizer que quem está interessado e
precisando de refinaria é o país”, opinou.
Para
Edilson Baldez, a refinaria é importante porque o Brasil está exportando óleo
bruto barato e importando refinados, caro, e que há necessidade de construir o
empreendimento seja no Maranhão, Ceará ou Pernambuco, mas que vai depender da
capacidade de investimento da Petrobrás. “Eu só acredito nessa refinaria se
tiver uma parceria privada, se criarem condições da empresa acreditar e vir
fazer os investimentos junto com a Petrobras. Eu tenho a convicção de que ela
virá, se não agora será no futuro, mas eu acredito que ela virá”, afirma.
Parceria Público Privado – Embora o governo federal incentive
as PPP’s – Parceria Público Privado – no Maranhão não se tem conhecimento de
nenhuma parceria que tenha sido efetivada e o presidente da Fiema acredita que
o maior entrave seja o próprio governo. Para ele, o estado deveria ser um
indutor, normatizador, mas quer fazer o papel do empresário sem ter competência
para fazer isso.
No
entendimento do dirigente empresarial, o estado deve fazer sua gestão pública,
preparar as normas e dar segurança jurídica, porque o empresário vem de
qualquer parte do mundo fazer investimento se existir o mínimo de segurança. 
“Esse
é um problema crônico do nosso estado, do país e nós precisamos discutir, por
isso eu tenho insistido muito que tem que haver uma aproximação do setor
público com o privado, infelizmente o governo ver o empresário como adversário,
como alguém que não é útil para o país, mas quero advertir que sem o
empresário, sem a empresa privada produzir, o país não vai a lugar nenhum e nem
o estado vai a lugar nenhum. Matar o empresário é o mesmo que quebrar os ovos da
galinha de ouro”, adverte.
Edilson
diz que desde o primeiro dia que assumiu a direção da Fiema tem chamando o
poder público para discutir e encontrar caminhos que levem ao desenvolvimento
do Maranhão, por entender que todos os estados se desenvolveram a partir da aproximação
do publico com o privado.
“Foi
com parcerias firmes, definitivas e prolongadas que eles se desenvolveram. Nós
não precisamos mais inventar a roda, já sabemos o caminho, agora está faltando aos
políticos, empresários, entidades representativas da sociedade nos
conscientizar disso, descer das tamancas e botar o pé no chão que encontraremos
a solução para o desenvolvimento do estado do Maranhão”, defende.
*Jornal Pequeno

  • Jorge Vieira
  • 11/nov/2013

Maranhão produz um Carandiru por mês e governadora silencia, diz Flávio Dino

Em meio a
um final de semana de terror no estado, Flávio Dino cobrou do Governo do Estado
solução imediata para por fim à insegurança em que vivem os maranhenses. “O
Maranhão está produzindo um Carandiru por mês e a governadora não demite o
secretário, nada faz, nada diz,” comentou Flávio Dino (PCdoB), líder da
oposição no Maranhão.

O
massacre do presídio de Carandiru é conhecido internacionalmente pela
brutalidade e teve como saldo final a morte de 111 detentos. Na comparação
entre os dois eventos, Flávio Dino fez referência apenas aos mortos na região
Metropolitana de São Luís. No mês passado, foram 108 pessoas assassinadas
apenas na capital e cidades vizinhas.
A inércia
do Governo do Estado frente à crise na Segurança Pública tem mudado a rotina
das pessoas em todo o estado, que reclamam da insegurança ao andar pelas ruas.
Dino lamentou o silêncio das autoridades, que não apresentam soluções para o
problema. “Inadmissível silencio da governadora Roseana Sarney em meio a
centenas de mortes causadas pela crise do sistema de segurança,” disse.
A crise
no sistema de Segurança Pública do Maranhão preocupa a toda a sociedade. No
sentido inverso, o Governo do Estado não tem apresentado soluções para o
problema e chegou a cortar investimentos no setor. A proposta de lei
orçamentária enviada por Roseana Sarney retira da Segurança Pública mais de R$
178 milhões – enquanto houve um grande aumento no total do orçamento para o
estado de mais de R$ 1 bilhão.
Com um
caos de insegurança instalado no estado, os maranhenses não ouvem sequer uma
palavra da governadora Roseana Sarney, que parece estar alheia ao problema. Um
mês após a rebelião no maior presidio do Maranhão e que desencadeou o debate
sobre o tema da Segurança Pública, nenhuma atitude efetiva foi tomada pelo
governo.

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