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  • Jorge Vieira
  • 10/abr/2014

Márcio Honaiser recebe Título de Cidadão Maranhense em concorrida solenidade

Em concorrida solenidade nesta
manhã de quinta-feira, o empresário Márcio Honaiser (foto), recebeu, o Título de
Cidadão Maranhense concedido pelo deputado Othelino
Neto (PCdoB) que, discursou na sessão especial para justificou a honraria ao
militante histórico do Partido Democrático Trabalhista.

“O homenageado de
hoje já deveria ter recebido o Título de Cidadão Maranhense há muito tempo pela
importância que tem na construção da democracia e no processo de libertação do
Maranhão, como militante histórico do PDT, e pelos relevantes serviços
prestados ao Maranhão na área empresarial. Conheci Márcio Honaiser durante
campanha do ex-governador e saudoso líder pedetista, Jackson Lago”, disse
Othelino Neto.
Honaiser agradeceu
a homenagem e citou o saudoso ex-governador Jackson Lago, com quem militou no
PDT por muitos anos. “Eu sempre me senti maranhense de fato; e agora sou
maranhense de direito. Quero destacar aqui a figura do saudoso Jackson lago,
amigo, conselheiro, exemplo de simplicidade, honestidade e lealdade. Homem que
não se preocupava com bens materiais e, sim, com a transformação do Maranhão”, o
discursou o pedetista.
A solenidade foi
prestigiada pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, pelo ex-ministro
e presidente nacional do partido, Carlos Lupi, políticos do PDT e de diversos
partidos da oposição, secretários municipais, deputados estaduais e federais,
vereadores e por lideranças e movimentos fortes do PDT, como o da Juventude e o
das Mulheres.
Na presença de
Manoel Dias, Othelino disse que o Maranhão merece toda a atenção do Governo
Federal, porque já foi muito penalizado por uma oligarquia que comanda o Estado
há mais de cinco décadas. O deputado lembrou que, na época de Jackson Lago, o
grupo Sarney, enciumado, proibia, até mesmo, a qualquer ministro de vir ao
Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 10/abr/2014

“Estado de Emergência não serviu para construir presídios”, denuncia Cutrim

 O deputado Raimundo Cutrim (foto) denunciou, na
sessão desta quinta-feira (10), que o Governo Roseana não utilizou o período de
estado de emergência para construir os oito novos presídios previstos. O
parlamentar disse que hoje, 10 de abril fez exatamente os 180 dias definidos
pelo decreto do Estado de Emergência ou Situação de Emergência do Sistema
Penitenciário do Maranhão.
“Nada daqueles presídios anunciados no estado de
emergência e que depois, de acordo com a Lei, não pode ser prorrogado. Amanhã
não pode ser feito nada e não se tem notícia de nenhuma obra inaugurada até a
presente data, pelo que se sabe continua na mesma coisa”, afirmou.
O deputado contou que em 2013 foram 60 pessoas
mortas nos presídios e, em 2014, já são nove e que as fugas se tornaram rotina
no Estado. Além disso, foram noventa e oito homicídios e que a cada dia “está
sendo tomado de assalto na grande São Luís uma média de dez veículos, entre
motos e carros, e assalto a residências nem se fala, mas hoje para gente sair
de carro é muito difícil”.
“Dos oito presídios da capital que iriam construir
não se tem notícia, nem do início das obras, principalmente da construção. Eu
disse naquela oportunidade que em seis meses não tinha condições de se
construir um presídio. Eu sabia como era a dificuldade para construir, eu
avisei que essa festa ia terminar como eu estou dizendo, só a propaganda
midiática, não se tem notícia da construção de nenhum presídio”, assegurou.
Criticou ainda a posse do deputado Ricardo Murad na
Secretaria de Segurança. “Assumiu agora o nosso colega deputado Ricardo Murad,
ele que não está dando conta da Secretaria de Saúde com os hospitais todos
fechados no Estado, a saúde é só mídia, no Estado do Maranhão. Ainda mais com
uma pasta como a segurança, realmente é muita irresponsabilidade que o Governo
do Estado está fazendo com o povo do nosso Estado”, disse.
O deputado falou também sobre a péssima situação
das estradas em todo Maranhão. “Eu viajei agora para a Baixada e chegando a São
Bento a situação está muito crítica. A 014 que levou o nome do nosso querido
deputado João Evangelista está largada às traças”, denunciou.

  • Jorge Vieira
  • 10/abr/2014

Grupo de deputados quer lança candidatura de Arnaldo Melo ao Senado

O grupo de parlamentares ligados ao Palácio dos
Leões que fechou com o presidente da Assembleia Legislativa, caso houvesse
eleição indireta para governador, tenta agora emplacá-lo como candidato a
senador na chapa do empresário Edinho Lobão.  
A indicação do nome de Arnaldo para disputar o
Senado Federal foi levantada em uma reunião realizada na quarta-feira ((9),
no gabinete da presidência da Assembleia, após uma conversa via celular com o ministro
Edison Lobão, colocada em viva voz para que todos os presentes tomassem
conhecimento do que os dois estavam tratando.
Lobão, em viva voz, pediu apoio  dos parlamentares à candidatura do filho, Edinho Lobão, ao governo. Após a conversa coletiva, até o deputado Marcos Caldas, ardoroso defensor da candidatura de Arnaldo Melo ao governo, observou: “agora já temos candidato ao governo e vamos colocar o presidente no Senado”.

Por conta da indicação do grupo, Arnaldo Melo
amanheceu hoje em Brasília para uma reunião com a cúpula do grupo sarneisista afim de
sacramentar sua indicação, visto que também demonstram interesse em disputar a
cadeira os deputados Gastão Vieira e Pedro Fernandes. 
O líder do bloco governista, deputado Roberto Costa, afirmou ao blog que tem compromisso com Gastão Vieira, mas se ele desistir, vai fazer coro com a candidatura de Arnaldo Melo. Ele admitiu, no entanto, que o presidente poderá ser o candidato.   

  • Jorge Vieira
  • 10/abr/2014

Prefeito Edivaldo reúne com ministro para tratar da liberação das emendas

O prefeito Edivaldo Holanda Júnior reuniu na quarta-feira (9) com
o ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, para tratar sobre a viabilidade de emendas para
obras na capital maranhense.
Parte da bancada maranhense acompanhou o prefeito na
reunião realizada em Brasília com o ministro. Na pauta, a viabilidade das emendas empenhadas junto ao
Governo Federal para obras estruturantes na capital do Maranhão.
Para deputado Weverton Rocha, que acompanhou o
prefeito, a posse do novo ministro renova a esperança de que as emendas
destinadas pela bancada maranhense sejam empenhadas e executadas.
Segundo o prefeito Edivaldo Holanda “os
municípios dependem de recursos federais para que diferentes políticas públicas
sejam implementadas e melhorem a qualidade de vida da população”.
O ministro demonstrou otimista com a destinação das
emendas. “Esse ano devemos ter uma adequação fiscal, que possibilitará
mais investimentos em programas federais”, salientou Berzoini.
Cabe à Secretaria de Relações Institucionais, a
coordenação política do Governo, conduzir o relacionamento do Governo com o
Congresso Nacional e os partidos políticos, e, ainda, dialogar com os Estados,
Distrito Federal e Municípios.

  • Jorge Vieira
  • 9/abr/2014

Comissão de Minas e Energia aprova projeto que devolve mina de Serra Pelada aos garimpeiros

A Comissão de Minas e Energia, da
Câmara dos Deputados, aprovou hoje (9/4) Projeto de Decreto Legislativo N°
1.407/13 do deputado Domingos Dutra (foto), e outros parlamentares, que anula
a Portaria Ministerial n° 514, que concedeu à empresa Serra Pelada Companhia de
Desenvolvimento Mineral (SPCDM), a concessão para lavra de minério de ouro,
paládio e platina no município de Curionopólis-PA.
Com a anulação, é retomada a validade
do Alvará de Pesquisa nº 1.485, cabendo, exclusivamente, à Cooperativa de Mineração
dos Garimpeiros de Serra Pelada (COOMIGASP), a administração dos trabalhos de
garimpagem no antigo garimpo de Serra Pelada.
“Consegui aprovar, hoje, na Comissão de
Minas e Energia, um Projeto de Decreto Legislativo, que anula a Portaria de
Lavra do Garimpo de Serra Pelada, que estava nas mãos da SPCDM para voltar às
mãos da COOMIGASP, ou seja, com esta decisão, o garimpo de Serra Pelada volta
para as mãos dos garimpeiros. Nós vamos continuar lutando para que na Comissão
de Constituição e Justiça seja reafirmada a anulação dessa Portaria de Lavra”,
completou o deputado.
O Garimpo de Serra Pelada foi criado em
janeiro de 1980, e passou a ser administrado pela COOMIGASP, em 1984, nos
termos da Lei nº 7.194/84 com a anuência da estatal Vale do Rio Doce (atual
Vale). Perante o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a reserva
mineral passou a ser controlada pela cooperativa, que em 2007 recebeu
autorização do DNPM para a exploração mineral direta do garimpo.
Para executar a exploração, a cooperativa
decidiu firmar parceria com empresa canadense COLOSSUS. A COOMIGASP e a
COLOSSUS, então, criariam a SPCDM, que seria responsável pela pesquisa mineral.
De acordo com a proposta da empresa canadense, ela aplicaria a quantia de R$ 6
milhões e ficaria com a participação de 51% do capital social; enquanto caberia
aos garimpeiros o percentual de 49%. Mas não foi o que aconteceu.
Já sob a direção de Gesse Simão de
Melo, a COOMIGASP e a empresa COLOSSUS firmaram aditivo com a redução da
participação da cooperativa na empresa SPCDM de 49 para 25% e o consequente
aumento da participação da empresa COLOSSUS de 51 para 75%.
Hoje a Coomigasp está sob intervenção e
nada pode fazer, por isso os conflitos envolvendo os garimpeiros, que lutam
para resgatar o garimpo de Serra Pelada. “A empresa Colossos quebrou a
confiança entre os garimpeiros ao corromper a Cooperativa e ao não prestar
contas no garimpo de Serra Pelada, ao estar quase falida”, garantiu o deputado.

Domingos Dutra se mostra esperanço com
aprovação do projeto. “É mais um passo que damos na defesa dos garimpeiros de
Serra Pelada para corrigir as injustiças, principalmente com os 25 mil
maranhenses, que são garimpeiros de Serra Pelada”, comemorou o deputado Dutra
durante a reunião da Comissão de Minas e energia, no plenário da Câmara dos
Deputados, em Brasília. A proposta seguirá para votação na Comissão de
Constituição e Justiça.

  • Jorge Vieira
  • 9/abr/2014

Estado de Emergência acabou sem que presídios fossem construído

Maranhão da Gente
Passado o fim do prazo estipulado pelo governo do estado para a
construção de dez novos presídios no interior e um na capital que atenuariam a
crise no sistema prisional do estado, nenhuma unidade foi inaugurada. A
construção dos presídios que seria iniciada dez dias após o decreto do estado
de emergência, com dispensa de licitação, apenas integra a lista de promessas
do governo Roseana Sarney (PMDB).
Em 10 de outubro de
2013, o governo do estado decretou o estado de emergência prometendo construir
onze unidades prisionais para sanar a crise carcerária no estado. Em janeiro,
ainda mais agravada a crise de segurança no Maranhão, o governo do estado
firmou compromisso para implementar onze medidas organizadas pelo Comitê Gestor
de Ações Integradas para a resolução da crise no sistema penitenciário.
Passados os 180
dias estipulados em outubro, com 62 assassinatos com requintes de crueldade nas
unidades prisionais do estado, ataques a ônibus e delegacias, execução de
policiais e um cenário de efervescência crescente na violência do estado, o
governo ainda não inaugurou os presídios.
A última informação oficial do governo estado sobre a construção dos
presídios versa de 19 de março de 2014. Nesta data, o governo divulgou release informando
que “o Presídio de Segurança Máxima, que está sendo construído em São Luís e
que, segundo o secretário, deve ficar pronta em setenta dias, garantirá 479
novas vagas ao sistema”. As publicações oficiais, no entanto, não relataram
nada sobre o andamento da construção das unidades do interior do estado.
Se estivesse
concretizada a promessa da governadora de entregar as unidades prisionais,
seriam criadas 2.326 vagas nas penitenciárias do estado. Os presídios seriam
construídos em cidades como Imperatriz, Bacabal, Coroatá, São Luiz Gonzaga,
Timon e Pinheiro. Questionada sobre o andamento das obras no interior do
estado, a Secretaria de Comunicação do Estado não enviou respostas à nossa
redação.

  • Jorge Vieira
  • 9/abr/2014

CPI dos combustíveis se municia para começar ouvir investigados no dia 22

A Comissão
Parlamentar de Inquérito, que visa investigar abusos nos preços dos
combustíveis e formação de cartel na capital maranhense, instalada no último
dia 03, está analisando, nas primeiras duas semanas, documentos e se municiando
de informações para, a partir desse levantamento, começar a ouvir o depoimento
dos envolvidos a partir do próximo dia 22, às 14h, no Plenarinho da Casa. O comunicado
foi feito em pronunciamento, nesta terça-feira (09), pelo presidente da CPI,
deputado Othelino Neto (PCdoB).
Após uma nova reunião com a Consultoria Legislativa, ficou definido que
a CPI ouvirá as primeiras pessoas do dia 22 ao dia 25 de abril, logo após a
Semana Santa. De terça a quinta-feira, os depoimentos iniciarão às 14h; e na
sexta-feira (25), às 8:30h.  O foco da Comissão será investigar, no prazo
de até 120 dias, o abusivo aumento nos preços dos combustíveis e a possível
formação de cartel entre empresários do setor na capital maranhense.
A CPI já
solicitou à procuradora geral de Justiça, Regina Rocha, permissão para que o
Ministério Público, por meio da Promotoria do Consumidor, assessore,
formalmente, os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito, não só durante
todo o trabalho de apuração como também no momento da produção do relatório.
“Esse acompanhamento  vai nos ajudar bastante, até tendo em vista o fato
de o MP já ter um procedimento interno instalado para investigar essa mesma
situação da possível formação de cartel”, explicou Othelino.
Apuração
rigorosa –
De acordo
com o presidente da CPI, a Comissão vai ouvir convidados e convocados para
extrair dessas pessoas as informações suficientes com o objetivo claro de ter uma
apuração rigorosa, mas respeitando o direito de ampla defesa daqueles que
estiverem na condição de investigados. “Precisamos dar um resultado concreto,
consolidado para a sociedade e, dessa forma, cumprir a missão que é coibir essa
exploração que está acontecendo contra a população de São Luís e do Maranhão
com essas cobranças abusivas dos preços dos combustíveis”, afirmou Othelino.
Além de Othelino Neto como presidente, a CPI dos Combustíveis conta
ainda com André Fufuca (PEN) como vice-presidente e César Pires (DEM) como
relator. A Comissão tem ainda como membros Jota Pinto (PEN), Carlos Amorim
(PDT), Roberto Costa (PMDB) e Francisca Primo (PT), na condição de titulares.
Ficaram como suplentes Bira do Pindaré (PSB), Camilo Figueiredo e Raimundo
Louro (PR), Neto Evangelista (PSDB), Alexandre Almeida (PTN) e Doutor Pádua
(PRB).
Para os deputados que compõem a CPI, a instalação da Comissão foi um
clamor da própria sociedade que não aguenta mais conviver com os abusos nos
preços dos combustíveis, praticados pelos postos de venda na capital
maranhense.
Segundo Othelino Neto, a prática de formação de cartel é um crime contra
a sociedade, contra a livre concorrência e contra a economia, porque não
permite à população a possibilidade de ter uma variação de preço. De acordo com
levantamento feito pelo parlamentar, da Ponta d’Areia até a saída de São
Luís, encontra-se a gasolina com o mesmo valor de R$ 2,99.

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