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  • Jorge Vieira
  • 22/maio/2014

A melhor proposta possível

O índice de 8,32% deve ser mesmo o
melhor que a prefeitura pôde oferecer aos professores de São Luís.
As contas públicas municipais passam
por um momento de rigoroso controle. A ordem é clara: é preciso cortar gastos
em quase um terço. De acordo com documento enviado ao Tribunal de Contas do
Estado (TCE) pela prefeitura,quase a totalidade dos recursos do Fundeb já estão
comprometidos só com a folha do magistério. Vale lembrar que o Fundeb não deve
custear apenas o salário dos professores. Reformas em escolas, melhorias
pontuais e até a aquisição de material podem ser feitos com o recurso.
Ainda assim, conseguiram fazer um
planejamento para conceder um reajuste maior que o de muitas capitais
brasileiras. Curitiba, modelo de desenvolvimento, concedeu apenas 5,38%. No ano
passado, os professores da capital maranhense receberam 9,5% de aumento, além
de vários direitos garantidos pelo estatuto, como progressões horizontais e
verticais, adicionais por titulação e por difícil acesso. Além do aumento de
salário, o poder público deve trabalhar também para conceder esses benefícios
aos que fizeram o pedido do ano passado para cá.
Os professores hoje tem também uma
garantia concedida a poucos profissionais, em poucas capitais brasileiras:
podem usar um terço de sua carga horária para atividades extraclasse, como
preparar aulas ou fazer algum curso de aprimoramento profissional. Essa
conquista também foi viabilizada pela prefeitura no ano passado.
E mesmo assim, decidiram pela greve. A
quem interessa o movimento? Provavelmente, não às crianças ou suas famílias.

  • Jorge Vieira
  • 21/maio/2014

“O Maranhão está fora do mapa do Brasil”, diz Domingos Dutra em discurso na Câmara

Em discurso proferido na Câmara dos Deputados, o deputado Domingos Dutra (SD/MA),
mostrou mais uma vez a sua indignação com a oligarquia Sarney. Para ele, mesmo
com fim da ditadura militar em 1988, o Maranhão continua vivendo em um
verdadeiro regime familiar.
“O Maranhão é o único
Estado em que não teve alternância. Está fora do mapa do País: terminou a
ditadura militar em 1985, com a Constituinte, mas continuou uma ditadura
familiar”, afirmou o deputado.
Segundo Dutra, o
estado está perdido e sem governo, os policiais estão fazendo passeata para
pedir segurança para eles mesmos, uma escrivã foi assassinada dentro da própria
delegacia, sem falar no acidente do começo do mês em que matou oito crianças
por serem transportadas de forma errada em pau de ara
“Na semana passada a
escrivã de polícia Loane, foi assassinada dentro da delegacia de polícia. Há 3
meses, os ra. policiais militares, fizeram uma passeata em São Luís pedindo
segurança para si. Ou seja, quando policiais militares vão para as ruas pedir
segurança para si é porque estamos no fundo do poço”, lamentou o deputado.
o deputado aproveitou
a ocasião para lembrar os setenta ônibus que foram encontrados na última
semana. Ônibus que foram mandados ao Maranhão pelo governo federal e estavam
estocados para serem distribuídos durante a campanha eleitoral, para serem
trocados por votos.  Dutra afirma que a oligarquia Sarney precisa
acabar.
“Essa oligarquia que domina
o Maranhão, há 48 anos, tem que ser mandada para o Afeganistão, porque nós já
cansamos de tanta humilhação, de tanta gente que morre de morte matada ou de
morte morrida, como aconteceu com a escrivã Loane, que foi assassinada dentro
de uma Delegacia, ou com os 8 adolescentes que morreram num acidente quando
carregados em pau de arara, enquanto o Governo do Estado da Sra. Roseana
Mubarak guardava dentro da garagem 70 ônibus do Governo Federal”, se indignou
Domingos Dutra durante seu discurso feito, na Câmara dos Deputados, em Brasília

  • Jorge Vieira
  • 21/maio/2014

Prefeito Edivaldo pede solidariedade de Roseana e Dilma com São Luís

Edivaldo defende parcerias com Estado e União para obras em São Luís

O prefeito Edivaldo, em comunicado à imprensa, na tarde de hoje, relatou
as inúmeras ações que a prefeitura tem realizado para amenizar os estragos
provocados pelas fortes chuvas que continuam castigando a cidade e pediu a
solidariedade de todos neste momento de dificuldade, principalmente financeira.

Edivaldo informou que o Núcleo de Meteorologia da UEMA constatou que
somente em dois dias choveu o que estava previsto para todo o mês de maio, mas
que desde o primeiro momento a Força Tarefa da Prefeitura atua para minimizar
os danos provocados e dar suporte às vítimas.   
O prefeito disse que solicitou audiência com a governadora Roseana Sarney
e com a presidente Dilma Rousseff em busca de parcerias efetivas para a
realização de obras de drenagem e pavimentação que a cidade precisa. 

Edivaldo enfatizou, no entanto,
que sua administração está fazendo o maior esforço para vencer todo tipo de
dificuldade, mesmo com uma queda na arrecadação própria e nas transferências de
receitas tributárias. 

  • Jorge Vieira
  • 21/maio/2014

PROS oficializa participação na aliança de oposição

Após reunião com o
presidente da executiva nacional do Partido Republicano da Ordem Social,
Eurípedes Junior, o presidente estadual da legenda, deputado José Vieira, confirmou
o PROS na coligação  com a oposição.
Segundo os dois dirigentes,
não existe a menor possibilidade do PROS não caminhar junto com Flavio Dino. 
José Vieira
adiantou que o partido está buscando novos caminhos e prosperidade para o povo do
Maranhão que clamam por mudanças e dias melhores.
Eurípedes destacou o
trabalho e o crescimento  do Partido no
Maranhão e salientou o desempenho dos candidatos a deputado federal, bem como o
papel do PROS-Mulher, que tem como presidente a candidata a deputada estadual,
Patrícia Vieira.
O presidente nacional da sigla adiantou adiantou ainda que todas as conversações no aranhão estão sob a responsabilidade do presidente José Vieira 
                         

  • Jorge Vieira
  • 21/maio/2014

Deputado critica banalização das interdições de avenidas

O deputado Othelino Neto,
destacado membro da oposição e defensor dos movimentos sociais organizados
criticou, nesta manhã de quarta-feira (21), a banalização das interdições de avenidas
por movimentos de protesto.
Othelino ressaltou que considera
legítimas as manifestações porque acha que as pessoas que estão se sentindo com
seus direitos não atendidos têm mesmo de reivindicar e se manifestar, mas
condena os excessos.
 “Não se pode considerar interditar uma
avenida, interditar uma rua como um ato normal, um ato corriqueiro, porque, ao
passo que se faz uma reivindicação e se consegue chamar a atenção da sociedade,
é algo que diz respeito a direitos de milhares de pessoas que não conseguem ir
ao seu trabalho, não conseguem ir para suas casas, não conseguem buscar seus
filhos na escola, porque as avenidas, BRs e ruas estão interditadas”.
O parlamentar lembra que
semana passada  milhares de pessoas não
conseguiam entrar em São Luís, não conseguiam sair de São Luís, porque a BR-135
estava interditada. Ele esclarece que não se trata de crítica a A ou B, mas de
uma avaliação sobre um excesso que está gerando incômodos mais diversos à
população.
“Eu vi um motorista de Van,
eu estava no município de Zé Doca na sexta-feira passada, dizer que veio a São
Luís trazer passageiros e que ficou oito horas parado na BR com crianças no
carro, crianças com fome, crianças chorando, com as mães muito aperreadas
porque não conseguiam entrar na cidade”, relatou.
Para o parlamentar, o
excesso de interdições de vias públicas merece uma reflexão de todos. “Acho
todas legítimas e acho mesmo que tem que se chamar atenção das autoridades, mas
não se deve vulgarizar, não se deve banalizar a interdição de estradas, a
interdição de BR’s porque, ao reivindicar um direito, se tira o direito de
outros cidadãos que querem ir ou querem vir. Então merece a reflexão”, observou
Othelino.
“Vejo depoimentos sucessivos
de pessoas que ficaram três, quatro, cinco, seis horas paradas em algum lugar,
paradas em alguma via, porque não conseguiam sair porque tinha uma interdição.
E como ficam aqueles que precisam ir para a casa? Que precisam chegar ao seu
trabalho? Que tem um compromisso inadiável? Que tem uma consulta médica? Que
tem que buscar ou deixar o filho na escola? Esses também merecem ter o seu
direito de ir e vir respeitado”, defendeu.
E para concluir sugeriu que
Governo do Estado, Prefeitura de São Luís e Ministério Público façam uma
reflexão e avalie como lidar com esse tipo de manifestação que tira o direito
das pessoas de andar livremente, não só em qualquer cidade, mas também nas BRs,
no Maranhão e no Brasil a fora.

  • Jorge Vieira
  • 20/maio/2014

Deputados saem em defesa do prefeito Edivaldo

Os deputados
oposicionistas Othelino Neto e Marcelo Tavares (foto) rebateram, na
sessão desta terça-feira (20), as críticas feitas pelo deputado governista
Roberto Costa (PMDB) à Administração de São Luís. “Vossa Excelência ataca a
Prefeitura de São Luís porque não tem argumentos para defender o Governo do
Estado”, disparou Marcelo.
     
Segundo o
deputado Othelino Neto, os problemas de São Luís têm se agravado devido às
fortes chuvas que têm castigado a cidade, ao problema histórico e estrutural de
falta de obras de drenagem e, sobretudo, à perseguição política imposta pelo
governo do Estado ao prefeito de São Luís. “A deputada Gardênia sabe bem como é
o prefeito perseguido e sabotado pelo Governo do Estado”, lembrou.
Outro
argumento lançado por Othelino que, segundo ele, comprova a perseguição do
grupo político da governadora ao prefeito de São Luís foi o relativo a não
liberação das emendas parlamentares. “Ano passado, nós, deputados da Bancada de
Oposição, disponibilizamos nossas emendas para São Luís e a governadora
ignorou. Agora, em 2014, de novo colocamos emendas para São Luís e a
governadora não libera”, revelou.
Othelino
disse que o prefeito Edivaldo Holanda (PTC) está fazendo um grande esforço para
diminuir o sofrimento da população de São Luís, determinando aos seus
auxiliares que priorizem as situações mais críticas. “O prefeito sente-se
incomodado com a situação da população e nem de longe é omisso. Ele tem
responsabilidade, foi eleito para resolver os problemas da cidade e tem procurado
fazer isso”, observou.
O deputado
Marcelo Tavares, em sua intervenção, chamou à atenção para o volume de recursos
liberados pelo governo do Estado para os municípios do Maranhão, por intermédio
de convênios, que envolvem o montante de R$ 500 milhões. “Sabem quanto a
governadora liberou para São Luís? Zero, zero para São Luís, porque a
governadora persegue a população de São Luís e também tem parcela de culpa nos
problemas que nossa cidade enfrenta”, argumentou.

“Os
problemas de São Luís seriam bem menores se a governadora Roseana Sarney, que é
a governadora também de São Luís, fizesse o que lhe é de responsabilidade, mas
a governadora, cega pela política atrasada de seu grupo, persegue os prefeitos
de oposição, e quando ela persegue o prefeito Edvaldo, na verdade, ela está
prejudicando é a população de São Luis”, disse Marcelo.

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