O
deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) criticou, em pronunciamento nesta
terça-feira (25), artigo do senador José Sarney, intitulado “Sua Excelência, o
Buraco”, que foi republicado na edição do último domingo (23) do jornal O
Estado do Maranhão, onde ele afirma que “a cidade parece estar em guerra”. O
parlamentar disse que as dificuldades encontradas pela Prefeitura de São Luís
foram, em grande parte, agravadas pela perseguição do governo Roseana Sarney contra
a atual administração e lembrou que o grande conflito vivido hoje, na capital,
fica por conta da crescente criminalidade.
Othelino
destacou trecho do artigo, onde Sarney diz que, “ao chegar a São Luís,
parece que a cidade está em guerra”. Segundo o deputado, de fato, a capital
parece estar em guerra, assim como todo o Maranhão, nem tanto pelos buracos,
mas por conta dos índices de violência que, infelizmente, assustam a população
da Grande Ilha. “É triste ver a nossa ilha tão bonita, de um povo tão pacato,
sendo destaque como uma das capitais mais violentas do mundo”, lamentou.
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No período de 1º a 5 de dezembro, todas as unidades do Ministério
Público no Estado estarão sob inspeção da Corregedoria Nacional do Ministério
Público. O trabalho, que contará com a participação de membros auxiliares,
auditores e servidores do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), será
coordenado pelo corregedor nacional do Ministério Público, Alessandro Tramujas
Assad.
A etapa maranhense do evento “Diálogo
Municipalista – Caminhos para Enfrentar a Crise”, organizado pela
Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e Federação dos Municípios do Estado
do Maranhão (FAMEM), terá início nesta quarta-feira (26) no Hotel
Luzeiros, em São Luís.
A assessoria de
comunicação da Vivo encaminhou nota de esclarecimento ao blog informando que
ainda não foi notificada da decisão do Ministério Público Federal no Maranhão de
ingressar na Justiça com uma ação de cível pública contra as operadoras de
telefonia móvel que não prestam serviço de qualidade à população maranhense e contra
a Anatel por não cumprir com sua obrigação de fiscalizar as empresas que
exploram esta atividade no estado.
Jornal Pequeno