Editorial do Jornal Pequeno
Em Network, populações de cidades inteiras, guiadas por um apresentador de TV, saíram nas janelas e gritaram: “Estou muito puto e não vou mais aturar isso”. Embora a tradução não seja literal, foi precisamente esse o recado que o povo do Maranhão deu e continua dando ao grupo Sarney. Foi o que disse esse povo ao eleger Flávio Dino e escolher um novo modelo político, uma nova história para esse Estado, afinal, arrasado por 50 anos de uma política patrimonialista cuja obra principal foi o enriquecimento ilícito de alguns poucos apaniguados do poder.
Fora do poder, não se conformam e armam a suaNetwork, a rede de intrigas que tem como alvo principal o secretário de Assuntos Políticos, Marcio Jerry e o governador Flávio Dino, vítimas de ofensas e mentiras sonorizadas em último volume nos meios de comunicação de José Sarney. O secretário perdeu a paciência e disparou que os ataques vem do setor da oposição “mais desqualificado, mais suspeito de falcatruas, mais desmoralizado perante a opinião pública”.
“Sou militante de uma causa que é maior do que um governo”, disse Márcio Jerry. E é preciso entender que essa tem sido a causa de muitos maranhenses, sacrificados nestes anos todos pelo absolutismo e cleptocracia que arrasou o Maranhão. Foi-nos permitido sonhar com a libertação do jugo sarneisita que se manteve, em princípio, sob o escudo das divisas dos generais da ditadura militar e, em seguida, sob o tacão do abuso de poder econômico e político, fraudes eleitorais e outros crimes de maior repercussão.
Foi esta causa que acendeu a esperança de um Maranhão transparente, menos violento, livre da agiotagem, da pistolagem, da ganância latifundiária e madeireira, da grilagem, do trabalho escravo, dos êxodos sem destino, da juventude sem futuro, das negociatas com recursos públicos, dos propinodutos e de toda a corrupção.
Essa causa se manteve incrustada na mente da esquerda brasileira, dos socialistas, comunistas, democratas que, também e por muito mais tempo no Maranhão, resistiram à força bruta dos coronéis.
Não é uma causa que possa caber, sequer como ideia, na cabeça de quem faz da política uma ciência de privilégios e ganhos pessoais. É a causa de quem luta pela emancipação dos povos, pelo arrefecer de todas as misérias e pobrezas, dos que que se agarram à utopia de fazer deste mundo um lugar melhor de se viver. Para todos e não apenas alguns; E a causa de muitos, de milhões confinados aos próprios sonhos de liberdade e justiça. É, sim, uma causa maior que qualquer governo, acima de interesses coligidos nas fronteiras das más intenções.
Andrea Murad e a mídia sarneisista tentam colocar o secretário Márcio Jerry dentro de um helicóptero que é só deles, em que só eles voaram, carregando para longe do Maranhão a transparência e a ética que não queriam que voltassem mais. Mas voltou.
A Prefeitura de Caxias realizou neste sábado (17) a Mega Revisão do Enem para 450 alunos de escolas públicas. O evento aconteceu no auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologia do Maranhão (Facema) e foi totalmente gratuito, com entrega de material de estudo e sorteio de brindes.
O prefeito de Caxias, Leo Coutinho, falou com os alunos sobre a importância desse tipo de ação na reta final de preparo para a prova do Enem. “Próxima semana, no sábado e domingo, os alunos caxienses irão ser testados. Desejo boa sorte a todos e tenho certeza que as aulas da Mega Revisão do Enem da Prefeitura de Caxias ajudaram a muitos nessa caminhada rumo à faculdade. Agora, é hora de tranquilidade e acreditar em si. Estarei rezando por vocês e que tudo ocorra bem na hora da prova\”.
A Mega Revisão do Enem preparou os alunos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que possibilita jovens e adultos que estão concluindo ou concluíram o 3º ano do Ensino Médio a entrarem na Educação Superior.
O Enem acontece nos próximos dias 24 e 25. Aqui em Caxias, devido ao horário de verão, os alunos devem chegar aos locais de provas de 11h às 12h. Os portões serão fechados após esse prazo e nenhuma pessoa poderá entrar.
Segundo o Ministério da Educação, cada participante deve ter em mãos caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, obrigatória para o exame. O uso de caneta com outra cor de tinta poderá comprometer a leitura ótica do cartão-resposta.
Também é obrigatória a apresentação de documento de identificação original válido com foto válido. O cartão de confirmação da inscrição não é documento obrigatório para a realização do exame, porém, é recomendável que o participante o tenha em mãos, para verificar as informações do local de provas.
Blog dos Leões – O direito de defesa e amplo contraditório assegurado na Constituição e que também deve permear o jornalismo para a idoneidade das informações tem sido negado, reiteradamente, ao Governo do Maranhão nas matérias produzidas pelos diversos veículos do Sistema Mirante de Comunicação.
Como estratégia para evitar a verdade sobre os fatos e o esclarecimento das ações do Governo à população, o pedido de posicionamento sobre determinadas reportagens tem sido enviado há poucos minutos do chamado dead line, termo utilizado no jornalismo para definir o prazo final para que uma reportagem seja entregue para publicação.
O caso mais gritante ocorrido nesta semana foi para a reportagem em rede nacional sobre o exame de mamografia veiculado pelo Jornal Hoje, na Rede Globo, na terça-feira (13). A reportagem foi produzida durante um mês e com exceção do Maranhão, todos os demais estados citados na reportagem foram solicitados a prestar esclarecimentos em tempo equivalente.
O pedido de esclarecimento ao Governo do Maranhão foi feito através da afiliada TV Mirante que solicitou as informações às 11h48 de terça-feira, apenas um pouco antes do telejornal ir ao ar e em horário avesso ao expediente de órgãos públicos e privados. Mesmo assim, o Governo do Estado enviou os esclarecimentos embora não tenham sido divulgados na íntegra.
Na reportagem foi mostrado o caso de Lago do Junco, que não possui o exame de mamografia pela rede pública e os moradores sofrem com a necessidade de deslocamento. Esse cenário de abandono é reflexo dos vários anos de descaso que agora são combatidos pela atual gestão com investimentos e apoio aos municípios, o que antes não ocorria.
Outra demonstração da falta de ética para impedir a verdade sobre os fatos foi o pedido de esclarecimentos do Jornal O Estado do Maranhão a respeito da situação financeira do Executivo Estadual, matéria publicada no domingo (11). A solicitação foi feita às 12h20 de sábado (10), ou seja, sem tempo hábil para resposta uma vez que nesse dia da semana o fechamento dos jornais ocorre mais cedo, ainda no fim da manhã do sábado.
A prática também ocorre no portal G1 Maranhão, braço do G1 que é administrado através do Sistema Mirante. O veículo chegou a enviar pedido de esclarecimento depois das 23h com dead line (tempo limite para resposta) até as 5h, horário avesso e impraticável a qualquer conduta no jornalismo, impossibilitando o real exercício democrático de defesa.
Essa estratégia tem sido utilizada rotineiramente ao longo dos demais dias como durante a quinta-feira (15) com envio de dois pedidos de esclarecimento a menos de 20 minutos para o JMTV 2ª edição entrar no ar. Ou mesmo um pedido depois das 19h para esclarecimentos serem repassados até 8h de sexta, horário onde não há mais expediente em órgãos públicos e até mesmo privados, inviabilizando qualquer esclarecimento.
A postura não apenas é uma afronta a um preceito constitucional de defesa do Governo do Maranhão sobre as ações adotadas para solucionar problemas de várias décadas, agravados pela falta de políticas públicas ao longo dos últimos anos, mas também fere o direito à informação uma vez que a população fica sem acesso à verdade sobre os fatos.
Triunfo de Flávio Dino, que completa um ano neste mês, foi também o êxito do uso de novas formas de comunicação, que abriram brechas no domínio dos coronéis da mídia local
Por Daniel Merli*
Neste outubro, completa-se um ano da vitória de Flávio Dino na disputa pelo governo do Maranhão, encerrando 50 anos de domínio da família Sarney. Vitória de ampla coalizão contra o atraso, liderada por um comunista, fato inédito em eleições estaduais no país. Foi também o êxito do uso de novas formas de comunicação, que abriram brechas no domínio dos coronéis da mídia local.
O Maranhão pode ser considerado um estado-síntese do chamado “coronelismo eletrônico” – o controle de emissoras de TV por políticos, retroalimentando seu poder local. No Maranhão, das quatro principais TVs, três são controladas por políticos. A TV Mirante, retransmissora local da TV Globo, é da própria família Sarney – gerando a situação esdrúxula de, ao longo de quatro mandatos, a governadora Roseana anunciar na emissora de sua própria família.
A TV Difusora, retransmissora do SBT, é de propriedade da família Lobão, do senador e ex-ministro Edison e do candidato derrotado por Flávio Dino, Edinho. A TV Maranhense, retransmissora da Band, é de Manoel Ribeiro, até o ano passado deputado estadual pelo PTB e líder do governo Roseana na Assembleia. De cara, o quadro já colocou o candidato de oposição para participar de três debates televisivos organizados por empresas de seus adversários.
Nesse quadro, a internet teve um papel essencial, mesmo no estado com os menores índices de acesso à internet do país, de acordo com a Pesquisa Brasileira de Mídia 2015, da Secom da Presidência da República. A conexão baixíssima, em sua maior parte via celular, transformou o WhatsApp no principal meio de comunicação. E criou canais de comunicação da militância que se espalharam pela sociedade, permitindo a criação de redes de apoio aos ataques da família Sarney.
As empresas de comunicação logicamente também foram para a rede, onde há predomínio de audiência da iMirante – braço digital do Sistema Mirante. Mas a falta de legitimidade na cobertura – e principalmente na não-cobertura – de alguns temas, abriu caminho para muitas iniciativas autônomas. A transposição dos editores do jornal da família Sarney, O Estado do Maranhão, para serem blogueiros oficiais do sarneysismo na rede, não deu conta da concorrência de jornalistas independentes que atuam no estado.
Um episódio marcante para a virada foi a crise do Presídio de Pedrinhas, que ganhou repercussão nacional e mundial, mas como tantas outras, não encontrava reverberação nos veículos locais. Acabou sendo difundida localmente principalmente por blogs como o Marrapá, o que potencializou a audiência dessa iniciativa do jornalista Leandro Miranda.
Para a campanha de Flávio Dino, a internet teve papel essencial na contestação de ataques ao candidato por veículos das famílias que controlavam politicamente o Maranhão.
Foi o caso de um vídeo supostamente “vazado” na internet, que foi ao ar na TV Difusora, do então candidato Edinho Lobão, e apareceu no jornal da família Sarney. No vídeo, um presidiário em um suposto depoimento atribuía a Flávio Dino a organização de um assalto em São Luís. O vídeo foi “desconstruído” no mesmo dia e divulgado pelas redes. Em menos de 24 horas, o preso já havia sido identificado e admitiu que havia recebido uma promessa de pagamento para encenar o vídeo. A vacina ajudou a inocular o episódio, que teve efeito reverso para a candidatura sarneyzista, terminando por descredibilizá-la.
Foi a edição de vídeos que permitiu à campanha difundir porWhatsApp para a rede de apoiadores as edições dos melhores momentos de Flávio Dino nos debates organizados pelas emissoras de TV de seus adversários. E dar visibilidade nacional aos abusos, como a famosa entrevista para a TV Mirante, em que o candidato é perguntado apenas sobre o comunismo e não sobre o estado.
No domingo que marcou o fim de seu domínio de 50 anos no estado, José Sarney usou a coluna na capa de seu jornal para criticar justamente a internet. Atribuía a ela a difusão da informação de que o Maranhão frequentava as piores posições em todos os índices de qualidade de vida, para ele uma mentira. “Cada vez mais, com o avanço das comunicações em tempo real, é mais fácil você ser enganado e não saber onde está a verdade”. Questionava: “calculem se Pilatos tivesse naquele tempo blogueiros, sites, Facebook, WhatsApp e essa parafernália toda”.
Hoje no governo, Flávio Dino mantém a internet como seu principal canal de diálogo com a população, por meio de seus perfis e do governo no Facebook e Twitter – por onde anunciou os nomes do secretariado e as principais medidas de governo. O governo também investiu em um canal próprio de radiodifusão que é a Rádio Timbira, emissora pública que havia sido sucateada durante as décadas de governos Sarney.
Mas a iniciativa mais importante foi o lançamento, ainda no primeiro ano de governo, de um Orçamento Participativo (OP) no Maranhão por meio de consultas pela internet. O modelo de OP havia se consagrado nas gestões municipais do PT nos anos 1990, marcando o “jeito petista de governar”, e foi implantado em nível estadual pelo então governador do Rio Grande do Sul Olívio Dutra. Teve menos destaque ou foi simplesmente deixado de lado em outras gestões de esquerda. Que a retomada, facilitada pela consulta eletrônica, seja a semente de mudança de modelos de gestão pelo país.
*Daniel Merli, 38 anos, foi coordenador da campanha de Flávio Dino para redes sociais e internet
O deputado federal Weverton Rocha, líder da bancada do PDT na Câmara Federal e presidente estadual do partido, no Maranhão, realizou uma palestra, em São Luís, direcionado à filiados, dirigentes, prefeitos, pré-candidatos, vereadores, lideranças dos movimentos sociais e sociedade civil.
O evento, que inaugurou as atividades do Fórum de Debate PDT 12 – Dialogar para Fortalecer, contou, ainda, com as presenças do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, do secretário de estado da Agricultura, Márcio Honaiser, da secretária municipal de Informação e Tecnologia, Tati Lima, e do secretário municipal de Desportos e Lazer, Júlio França.
Segundo Weverton, o principal objetivo é criar um espaço de reuniões, debates e atividades de avaliação do cenário político, como instrumento de preparação para as eleições municipais de 2016. ”O povo está mais participativo, está discutindo mais a política brasileira. Estamos retomando os debates, e, a cada semana, um convidado estará falando de sua área de atuação”, ressaltou.
Durante o Fórum, o pedetista falou sobre as crises política e econômica, e, também, da agenda de desenvolvimento do Brasil e dos desafios postos para as cidades brasileiras. “O PDT tem bastante equilíbrio. A política econômica é muito dura. Nos posicionamos nas pautas que são contra os trabalhadores. Só vamos enfrentar a crise, se rediscutirmos a política econômica do país”, analisou o pedetista.
Na ocasião, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, destacou a experiência do PDT na capital e no estado, através do legado de Jackson Lago. O gestor municipal parabenizou a coordenação executiva do PDT pela iniciativa do debate. “O diálogo fortalece as bases, para formular um projeto de desenvolvimento para São Luís e para o Maranhão“, pontuou. Ele salientou, também, a agenda positiva construída pelo deputado Weverton Rocha, em Brasília. “Temos Weverton Rocha a frente da liderança, dos discursos, exercendo posição de influência, contribuindo e lutando, em vários ministérios, pelo desenvolvimento do estado”, frisou.
A administração transparente do Governo Flávio Dino e o novo momento vivido pelo povo do Maranhão tem incomodado muito o grupo expulso do Palácio dos Leões após cinquenta anos de desmandos e muita corrupção. Incomoda tanto que nunca se viu plantarem tantas mentiras com a única finalidade de atacar aqueles que estão implantando no Estado as mudanças que vão permitir nos livrar do modelo arcaico criado para beneficiar famílias e drenar recursos públicos para empresas ligadas ao grupo Sarney.
O governador Flávio Dino em apenas nove meses e meio já fez pelo estado o que o grupo Sarney deixou de fazer ao longo das cinco décadas em que mandou no Maranhão: estancou a corrupção que tirava dos maranhenses o direito a educação, saúde e saneamento básico e até a merenda escolar das crianças, que viviam amontadas em escolas de taipa e sem a menor condição de aprendizado, enquanto os recursos eram desviados para enriquecimento de empresários inescrupulosos.
O estancamento da corrupção, pelo visto, incomoda muito a família e o que restou do grupo Sarney no Maranhão. A mídia controlada por eles não se conforma em ver minguado o dinheiro público que abastecia os cofres do Sistema Mirante de Comunicação e parte para o tudo ou nada. Inventam mentiras, plantam factoides na blogosfera e usam uma boneca de ventríloquo no plenário da Assembleia para atacar o governador e seus auxiliares.
E tudo isso com farta repercussão no jornal, rádio e televisão. O motivo da pancadaria? O governador acabou com ralo por onde escorriam o dinheiro do povo do Maranhão para os cofres das empresas atreladas a família Sarney. Queriam que o governo mantivesse a sinecura que permitia a transferência de recursos públicos mensalmente para o Sistema Mirante e seus tentáculos na blogosfera, mas simplesmente quebraram a cara. Flávio não se intimidou e cortou tudo.

Governador Flávio Dino se reuniu com deputados federais de vários partidos para discutir prioridades para o povo maranhense
Não é a primeira vez, mas vale destacar que os secretários e o próprio governador Flávio Dino (PCdoB) têm conversado com deputados estaduais e federais de diversos partidos para destinação de emendas que beneficiem a população maranhense. Embora isso devesse ocorrer sempre, na prática é a primeira vez que no Maranhão se tem um governo que coloca os interesses sociais à frente da coloração partidária.
Os exemplos mais recentes ocorreram ao longo desta semana. Na quarta-feira (14), o governador esteve em Brasília onde comandou uma reunião com a bancada federal maranhense para conversar sobre as prioridades do Maranhão para o Orçamento Federal em 2016. Já na tarde desta quinta-feira (15), o secretário de Assuntos Políticos e Federativos do Maranhão, Márcio Jerry (PCdoB), buscou o apoio dos deputados federais para aprovação de emendas.
Nos dois casos, não foram ouvidos apenas deputados do PCdoB ou de partidos aliados. A reunião de quarta-feira com o governador Flávio Dino foi aberta a todos os deputados federais maranhenses e a agenda de Márcio Jerry nesta quinta-feira para tratar das ações prioritárias ao desenvolvimento do estado teve tanto reunião com o deputado federal Rubens Júnior, do mesmo partido, quanto com os parlamentares Victor Mendes (PV) e Pedro Fernandes (PTB).
Várias outras demonstrações do apartidarismo nas ações desenvolvidas pelo Estado já ocorreram este ano. Uma das mais importantes foi ainda em fevereiro, quando o governador Flávio Dino recebeu no Palácio dos Leões a bancada federal maranhense para unir esforços em prol do povo maranhense.
A postura do governador e seus secretários demonstra que, hoje, o mais importante é garantir o desenvolvimento do Maranhão e os parlamentares têm colaborado com a união de forças para a solicitação de emendas ao estado, o que joga por terra as vozes contraditórias de uns poucos que se ressentem pela perda de privilégios por parentesco durante as gestões anteriores e que nunca se preocuparam com o povo maranhense.