“É com grata satisfação que confirmamos que a presença do Corpo de Bombeiros deixará de ser um sonho e passará a ser realidade. Graças à boa vontade política do governador Flávio Dino para com o povo de Santa Inês, a partir do próximo mês teremos a corporação instalada em nosso município”. Com essas palavras, o prefeito Ribamar Alves anunciou na última terça-feira (10/11) a sede provisória dos bombeiros em Santa Inês.
Como o gestor havia proclamado, o comando do Corpo de Bombeiros do Maranhão enviou a Santa Inês o tenente-coronel Carlos Mendes, comandante do 6º Batalhão dos Bombeiros da cidade de Bacabal. Ele veio vistoriar os locais oferecidos pela Prefeitura de Santa Inês para abrigar provisoriamente o batalhão dos bombeiros.
Mendes foi recebido pelo prefeito Ribamar Alves e comitiva. Eles estiveram visitando dois locais que possuem estrutura básica erguida. O primeiro local foi o prédio próximo à Secretaria Municipal de Obras (Avenida Juriti, bairro Parque Santa Cruz), local com bom espaço e que adequado para abrigar os bombeiros. O comandante gostou das instalações e disse que com poucas adaptações o local estará apropriado.
Lembremos, sim, das palmatórias, da carta de ABC, da tabuada, da confusão silábica, dos liceus esotéricos e da luta árdua sob o sol a pino em busca do conhecimento. Das longas caminhadas para aprender as primeiras letras e ter a alegria de saber assinar o nome, o que de qualquer um fazia um ser especial. No Maranhão, a educação se manteve assim durante décadas.
Pode-se dizer que a educação empacou nesse estado, por falta de interesse, de vontade política, por visões estreitas situadas na administração pública. Ainda as escolas de taipa, de barro, os galpões fedidos, as crianças mal alimentadas, a corrupção contra os recursos do Fundeb e do transporte escolar e nenhum projeto que erigisse a educação como prioridade.
Mas um concurso público lançado recentemente pelo governo Flávio Dino chamou a atenção de toda a comunidade docente e discente do estado e do povo em geral para as mudanças que, em menos de um ano de governo, se operam e cristalizam no setor. Existe, finalmente, um projeto de governo no propósito de revolucionar a educação. Através dele, finalmente, 12 mil professores ganharam promoção e mil outros foram contratados para cobrir o déficit nas escolas. O Programa Bolsa Escola alcança 1 milhão e 500 mil alunos no estado e injeta R$ 75 milhões de reais na economia. Esse programa previne a evasão escolar, um dos mais fortes obstáculos aos sonhos de melhores dias da juventude maranhense. Foi iniciada a construção de 23 institutos tecnológicos, 30 núcleos de educação integral e 300 novas escolas vão se espalhar pelo Maranhão.
Sobre o concurso, o presidente do Sindicato dos Professores do Estado do Maranhão, Júlio Pinheiro, disse que se trata de uma luta histórica que está sendo atendida pelo governador Flávio Dino. São conquistas do espírito democrata que convulsionou as ruas do Estado exigindo a substituição do entrevado modelo político que ignorava os direitos das mais diversas categorias de servidores. Nas escolas, há eleições diretas para diretores, pondo fim aos apadrinhamentos e indicações políticas. Uma democracia que chegou tarde ao Maranhão, mas que é também uma antiga reivindicação do magistério, alunos e pais de alunos.
E, acima de todas essas conquistas, o Programa Escola Digna consistente na substituição das escolas de taipa e barro por prédios de alvenaria. Apenas para que se tenha uma ideia do abandono a que estava relegado o sistema estadual de educação, nada menos que 161 municípios se inscreveram neste programa.
A nossa educação era, portanto, uma educação de taipa e, num retrocesso secular, tratada a palmatória. Mas, ao que tudo indica, a educação maranhense finalmente está liberta da palmatória sarneisista que a ela tanto maltratou. (Editorial JP)
O empresário do transporte indígena Uirauchene Alves, que tentou pressionar o Governo e se transformou em paladino da mídia oligárquica, sobretudo dos deputados ligados ao clã Sarney, foi condenado a 14 anos e 7 meses de prisão por extorsão mediante sequestro. A decisão foi do juiz federal José Magno Linhares, da 2ª Vara da Justiça Federal do Maranhão e prevê pena cumprida inicialmente em regime fechado.
Uirauchene se tornou figura fácil nos jornais, blogs e rádios da família Sarney quando acorrentou uma dúzia de índios no Palácio dos Leões e, posteriormente, na Assembleia Legislativa para achacar o Governo a pagar dívida irregular deixada pela ex-governadora Roseana Sarney referente ao transporte escolar indígena dos anos de 2013 e 2014.
Patrocinados pelos deputados Sousa Neto, Adriano Sarney, Andrea Murad e Wellington do Curso, os índios foram usados pelo empresário e permaneceram vários dias em condições insalubres para atender aos anseios de Uirauchene e transformar a situação em pauta para a mídia oposicionista denegrir a imagem do governador Flávio Dino.
Passados quatro meses, a máscara do silvícola com sobrenome da nobreza portuguesa caiu e a Justiça Federal, de acordo com denúncia do Ministério Público Federal de 2004, o condenou pelo sequestro de dois funcionários da FUNASA, que permaneceram oito dias em poder dos indígenas.
A sentença da Justiça Federal considera a situação de Uirauchene como “grave, pois o acusado figurava como representante dos direitos indígenas, exercendo posição de liderança na comunidade, e ao invés de zelar pela paz e ausência de conflitos entre os índios e a FUNASA desse modo não procedeu, devendo ser aplicada maior reprovabilidade a sua conduta”.
Prestes a ir para a cadeia por um crime que ele disse não ter cometido, o empresário soma mais uma mentira no rol que já inclui propina para assessora do governador e sequestro de índio pelo Governo.
Depois de ser santificado pela oposição como soberano de todas as verdades, Uirauchene agora se vê acuado com a realidade.
As informações são do Blog Marrapá.
Folha de São Paulo – Delator da Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef foi um dos primeiros presos da operação, e está detido há quase dois anos. Agora, corre o risco de ser preso novamente: no final de setembro, a Justiça do Maranhão decidiu por sua detenção preventiva.O novo decreto prisional integra as investigações sobre o pagamento de precatórios pelo governo do Maranhão. Youssef afirmou, em delação premiada, que viabilizou o pagamento de R$ 6 milhões em propina pela empreiteira Constran, da UTC, para “furar” a fila dos precatórios do Estado em 2014.
Quando foi preso, em março daquele ano, o doleiro estava em São Luís para, inclusive, fazer o pagamento de R$ 1,4 milhão a João Abreu, então secretário da Casa Civil do governo de Roseana Sarney (PMDB), segundo afirmou em delação. Abreu nega.
O depoimento do doleiro, enviado à Justiça do Maranhão, deu início às investigações no Estado. Ainda assim, a polícia pediu a prisão preventiva de Youssef e de outros dois investigados, com o argumento de garantir a ordem pública e impedir a destruição de provas.
Segundo a Folha apurou, a defesa de Youssef contestou a decisão. Argumentou que o decreto descumpre o acordo de delação –que estabelece que o doleiro ficará na cadeia por três anos e, depois, passará ao regime aberto.
Na prática, com o novo decreto, Youssef iria para uma cadeia no Maranhão após ser solto em Curitiba.
Uma das cláusulas da delação, homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), prevê que seus efeitos valem “em todo foro e instância”. A própria Procuradoria-Geral da República foi acionada para atestar que os fatos ocorridos no Maranhão estão abarcados no acordo.
Segundo o argumento da defesa, Youssef não teria qualquer possibilidade ou interesse em destruir provas do fato, uma vez que ele próprio o denunciou.
A prisão, porém, continua valendo: em parecer recente, o Ministério Público do Maranhão pediu certidões que expliquem qual é a situação prisional de Youssef, e voltou a se posicionar favoravelmente à prisão. A defesa pediu sua revogação, mas a Justiça ainda não se manifestou.
Procurados pela Folha, os advogados de Youssef e o Ministério Público Estadual não quiseram se pronunciar sobre o caso, que corre em segredo de Justiça.
A foto acima foi postada nas primeiras horas da manhã de hoje pelo governador Flávio e revela a empolgação do chefe do Executivo com Programa que está transformando a realidade de cidades que viviam abandonadas à própria sorte.
Hoje, as ruas de várias cidades do interior do Estado, independente do partido ao qual pertença o prefeito, estão com suas ruas asfaltadas, ao tempo em que homens trabalham para garantir o sustento de suas famílias.
Diante do sucesso do programa, o governador postou a seguinte mensagem em sua página no Facebook: “#MaisAsfalto segue gerando benefícios e trabalho para milhares de maranhenses”.
O deputado federal Rubens Júnior, vice-líder da bancada do PCdoB, ao votar na última terça-feira (10) na reunião da Comissão de Constituição e Justiça favorável à Proposta de Emenda à Constituição 44/2015, que define carga horário de trabalho diária e semanal dos policiais e bombeiros militares, observou que a PEC levará mais dignidade ao trabalhos desses profissionais.
A Constituição Federal estabelece carga horária semanal para os trabalhadores rurais e urbanos, porém não contempla de forma igualitária os servidores dos órgãos militares. Como a PEC, no entanto, terão que cumprir 40 horas semanais.
“Muitos servidores militares estaduais hoje são submetidos a jornadas desumanas e extenuantes, em alguns casos que ultrapassam 48 horas consecutivas. Nessas condições não dá para esperar um trabalho de qualidade de um servidor público tão importante para a segurança da nossa sociedade”, defendeu o vice-líder.
A PEC teve seu parecer aprovado na CCJ e agora segue para uma comissão especial que analisará o mérito. Caso seja aprovada nesta comissão seguirá para o plenário da Câmara. Terminando o trâmite na Câmara o passo seguinte é o Senado Federal.
A corrente majoritária petista Construindo um Novo Brasil, em reunião com presidente licenciado do PCdoB, Márcio Jerry, na noite de terça-feira (10), levantou a possibilidade do PT indicar o candidato a vice na chapa do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), como forma de consolidar um projeto já visando as eleições de 2018.
Os dirigentes petistas, segundo o deputado José Inácio, um dos participantes da reunião, entendem que como o PCdoB possui o Governo do Estado, o PDT a Prefeitura de São Luís e que seria justo colocar na mesa de discussão a possibilidade do Partido dos Trabalhadores indicar o vice.
O PT, conforme o parlamentar, pretende ampliar essa aliança a outras cinquenta cidades em onde possui interesse na disputa eleitoral de 2016, incluindo São Luís, onde procura viabilizar sua participação na coligação que reunirá no mesmo palanque PCdoB e PDT.
Na avaliação do deputado, esses três partidos deverão formar o núcleo da aliança que apoiará a reeleição do governador Flávio Dino.
O dirigente do PCdoB ouviu as ponderações dos dirigentes do PT, liderados pelo presidente Raimundo Monteiro, mas não respondeu se aceita ou não a proposta de abrir mão de indicar o vice de Edivaldo. O deputado Inácio, no entanto, acredita que são boas as chances, até porque o próprio Márcio Jerry já admitiu publicamente essa possibilidade como forma de ampliar a aliança.