
Prefeito Ribamar Alves alerta concursados sobre o prazo para entrega de documentos
Os 202 professores aprovados no Concurso Público nº 001/2011 e que tiveram seus nomes publicados no Edital de Convocação Nº 001/2016, divulgado pela Prefeitura de Santa Inês no último dia 28/04, têm até esta segunda-feira (23/05) para apresentar a documentação necessária para que sejam efetivados no quadro de funcionários da Educação de Santa Inês.
Preocupado com obaixo número de concursados que já entregaram a documentação, o prefeito Ribamar Alves alerta os educadores convocados para que não deixem para a última hora e procurem logo a Secretaria Municipal de Educação e apresentem seus documentos. “É importante frisar que o ingresso por meio de concurso dar a estabilidade a cada professor, que estará enquadrado no Plano de Cargos e Carreiras implantado em nossa gestão, o qual garante todos os seus direitos da categoria”, disse Ribamar Alves.
O secretário de Educação, Paulo Rodrigues, explica que o prazo não será prorrogado. Portanto, o excedente que não apresentar documentação até o dia 23 perderá a oportunidade. Paulo enfatiza ainda que se todas as vagas não forem preenchidas, será divulgado novo Edital para completar o número necessário de professores para a rede municipal de ensino.
Os candidatos aprovados e convocados através Edital Nº 001/2016 deverão se apresentar na sede da Secretaria Municipal de Educação – na Rua 7 de Setembro, nº 99, no Centro de Santa Inês, munidos de toda a documentação, conforme exigido pelo Edital de Concurso nº 001/2011, no horário das 09:00h às 12:00h e das 15:00h às 18:00h.
A proposta defendida pelo suplente de senador, Edinho Lobão, candidato derrotado ao Governo do Estado nas eleições de 2014, de federalizar o Porto do Itaqui foi duramente criticada, nesta manhã de quarta-feira (18), no plenário da Assembleia Legislativa. A iniciativa, defendida durante uma entrevista concedida à Rádio Difusora FM, está sendo interpretada nos bastidores da política como uma tentativa de prejudicar o Governo Flávio Dino.
Num discurso inflamado, no plenário da Assembleia Legislativa, o deputado Bira do Pindaré classificou com esdrúxula a proposta defendida por setores ligados ao grupo Sarney de federalizar o Porto do Itaqui, segundo ele, “um dos maiores patrimônios que o Estado do Maranhão possui na atualidade”.
O parlamentar lembrou que o porto, que tinha previsão de lucro para 2015 de apenas R$ 309 mil, a partir do Governo Flávio Dino alcançou o lucro de R$ 68 milhões somente no ano de 2015. “Então, é este filé que é o Porto do Itaqui que, de repente, aparece essa proposta esdrúxula, absurda, absolutamente execrável de federalização”.
Para Bira, a proposta defendida pelo suplente de senador Edinho Lobão, trata-se de um movimento que tem como propósito enfraquecer duramente o Estado do Maranhão e causar enormes prejuízos ao povo maranhense. “O Itaqui pertence ao povo do Maranhão e tem importância para o desenvolvimento do Estado”, observou o deputado.
Folha – Ex-ministro de Minas e Energia, o senador Edison Lobão (PMDB-MA) recusou participar de acareação com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, um dos delatores do esquema de corrupção na estatal.
Lobão é investigado neste inquérito pela suspeita de que o ex-diretor lhe pagou R$ 1 milhão “em razão de suas funções como ex-diretor de Abastecimento […] atendendo a solicitação do” próprio beneficiário não só por ser do PMDB, mas também se valendo de suas funções como ministro de Minas e Energia, instância política da Petrobras”.
A investigação apura se o dinheiro teria saído do caixa referente ao PP no esquema, sendo que “a doação se efetivou por meio do doleiro Alberto Youssef, valendo-se de operações fictícias, como artifícios, em contexto de possível processo de ocultação e dissimulação de sua origem.”
Advogado do senador, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse que Lobão tinha interesse em fazer, mas foi orientado pela defesa a não participar da acareação.
O criminalista afirmou que o Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Yousseff fizeram acareações, mas os dois “estão em franca contradição” no caso.
“É a própria negação da essência da delação, que é o compromisso de dizer a verdade. Ora se dois delatores se contradizem as delações não podem valer e o Ministério Público teria o compromisso ético de pedir a nulidade das delações”.
O senador ainda é alvo de outra apuração no Supremo, ao lado de líderes do PMDB, por suspeita de ser beneficiado com o pagamento de propina para a construção da usina de Angra 3.
O STF já autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lobão, de André Serwy, apontado por delatores como operador do ex-ministro de Minas e Energia na Lava Jato, e de duas empresas.
Na época, a defesa do senador Lobão informou que, por ser um homem público, suas contas estão “naturalmente abertas” e que ele próprio colocou seus sigilos à disposição da Polícia Federal quando prestou depoimento.
Sua defesa nega o recebimento de propina pelo senador.
Segundo a delação premiada do dono da UTC, Ricardo Pessoa, Lobão, no comando do ministério, pediu R$ 30 milhões em propina para financiar o PMDB nas eleições de 2014. O empresário contou aos investigadores que pagou R$ 1 milhão ao senador para que fizesse “ingerência” em favor do consórcio da UTC para construção da usina nuclear Angra.
O dinheiro foi pago em três parcelas, sendo que em duas, Serwy foi receber pessoalmente no escritório da UTC. Em uma delas, o empresário teria voltado para Brasília de carro, para evitar possíveis problemas no aeroporto, em razão das quantias em dinheiro vivo.
De acordo com delatores, parentes de Serwy trabalhariam para Lobão no Senado e seu pai teria sido sócio de Lobão em uma empresa. (AGUIRRE TALENTO, MÁRCIO FALCÃO)

Mascote de Eduardo Cunha, o neófito Fufuquinha que estabelecer nova hierarquia
Marrapá – Além de ineficaz, inoperante e marcada por trapalhadas, a bancada maranhense na Câmara Federal agora quer estabelecer uma nova hierarquia entre os poderes Legislativo e Executivo no Maranhão. Para alguns nobres parlamentares, o governador do Maranhão só poderá encontrar um ministro ou representante federal mediante autorização da bancada maranhense no Congresso Nacional.
Leio em blogs que cinco deputados sarneyzistas e cheios de “mimimi” se sentiram ofendidos porque o governador se reuniu com o ministro Maurício Quintella, sem procurar os parlamentares que fazem declarada oposição ao governo. De forma orquestrada, partiram para atacar o governador, vou repetir, porque ele não procurou a bancada federal.
O deputado “emo”, Fufuquinha, que até ontem cursava o Ensino Médio, e só virou deputado por causa do pai, o ficha suja Fufuca Dantas, está se achando o “interlocutor” do presidente interino, Michel Temer, porque esteve no Palácio do Jaburu. Para Fufuquinha, um governador, juiz federal, reconhecido nacionalmente deve benção a ele.
Quando as obras de duplicação ficaram paralisadas, nenhum deputado federal foi cobrar do governo a retomada das obras. Coube a Flávio Dino uma cobrança para que as máquinas voltassem ao trabalho.
Aluísio Mendes, o pior deputado do Maranhão segundo o Atlas Político, araponga do Sarney, investigado pela PF por vazar informações, disse que o governador não tem relação com o Palácio do Planalto e por isso deveria procurar os deputados. Só um lembrete, Flávio foi o primeiro governador a se reunir com um ministro da equipe de Temer, mostrando seu prestígio e respeito nacional. Até agora, o único deputado federal procurado pelos peemedebistas foi Waldir Maranhão.
Os deputados campeões de gastos, Pedro Fernandes e Victor Mendes, acharam uma “grosseria” e autossuficiência do governador o não convite à reunião com o ministro. E nem poderia fazer, até porque os dois tem viagem marcada para Bruxelas, com o objetivo de fazer turismo na Bélgica pago pela Câmara. Não estão muito preocupados com a situação do Maranhão.
Flávio Dino sempre foi um defensor da duplicação da BR-135. Ainda como deputado federal, ouviu as reivindicações de várias associações e uniões de moradores de bairros situados às margens da rodovia e pediu ao Ministério dos Transportes providências para reduzir os acidentes entre os quilômetros 0 e 25. Antes disso, o então deputado já havia encaminhado documento ao governo federal solicitando recursos para a duplicação da 135 na área do Campo de Perizes.
Como governador, foi o responsável pela retomada nas obras e pelos avanços na duplicação ao cobrar mais celeridade do DNIT. Por muito tempo tudo ficou parado na rodovia depois que Maurício Itapary, indicado pelo deputado federal Hildo Rocha, assumiu o órgão.
Assim como Roseana jamais se submeteu a meia dúzia de deputados fanfarrões, o governador Flávio Dino sabe que o máximo que arranjaria procurando esses parlamentares seria dificuldade e chantagem.

Bira criticou as primeiras medidas do governo interino de Michel Temer
As primeiras medidas do governo do presidente interino Michael Temer (PMDB) foram destaque na sessão plenária, desta terça-feira (17), da Assemblei Legislativa do Maranhão. O assunto foi levado à tribuna pelo deputado Bira do Pindaré (PSB), que afirmou preocupação com as medidas. “É um governo sem mulher, sem negros, sem votos, sem cultura e é um governo que não combate a corrupção, porque extingue o principal órgão de enfrentamento da corrupção no Brasil, que é a CGU. Então não posso deixar de expressar a minha preocupação”, ressaltou
O parlamentar socialista lembrou que a população se revoltou contra a corrupção e que esse movimento acabou sendo usado como cortina de fumaça para que se operasse a mudança de governo no Brasil. No entanto uma das primeiras e principais medidas do presidente interino foi extinguir um órgão consolidado como o principal órgão de combate à corrupção. A crítica de Bira a extinção da Controladoria é justamente esta.
“Um órgão que tinha um status diretamente vinculado à Presidência da República, portanto, o status superior dado aos órgãos auditados e por isso mesmo tinha força para identificar as irregularidades e dessa forma processar as pessoas que cometiam erros de conduta dentro do governo e em todas as esferas, mas agora simplesmente se extingue a CGU. Significa perda de identidade. Significa enfraquecimento da independência para o trabalho da CGU. Significa enfraquecimento do combate à corrupção”, pontuou o parlamentar.
Para ele, o combate à corrupção não passou de um engodo para se conseguir um objetivo maior, mudar o comando na Presidência da República no Brasil. A prova disso é a revolta dos servidores da CGU, que estão protestando, já estão fazendo paralisação em várias cidades brasileiras, denunciando esta medida absurda de se extinguir o principal órgão de controle do Governo Federal no combate à corrupção.
O mais grave, segundo Bira, é que Temer, que assumiu a presidência no lugar da presidente Dilma após decisão no Congresso Nacional que admitiu o processo de impeachment da presidente, já havia, no chamado plano de governo ‘Uma Ponte para o Futuro’, assumido o compromisso de fortalecer a Controladoria.
“A Ponte Para o Futuro está se confirmando como a ponte para o passado, porque extinguir a CGU é um retrocesso, é voltar décadas de avanços no combate à corrupção no Brasil. Tem um ditado popular que diz: “pau que nasce torto, morre torto. E, evidentemente, o governo Temer está começando muito errado. Ficam aqui minhas palavras de protesto a essas medidas absurdas desse governo absolutamente sem respaldo e sem legitimidade para estar à frente do nosso país, do nosso Brasil’, concluiu.

Deputado Levi Pontes destacou o trabalho desenvolvido pelo prefeito Edivaldo
A Assembleia Legislativa repercutiu nesta terça-feira (17) a posição de destaque ocupada pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior na 9ª edição do prêmio Prefeito Empreendedor, realizado pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Os deputados Edivaldo Holanda (PTC) e Levi Pontes (PCdoB) destacaram o desempenho positivo do prefeito de São Luís.
“São ações da gestão Edivaldo que promovem a inclusão social e econômica dos produtores rurais. A iniciativa, além de atender às necessidades nutricionais básicas de parte da população ludovicense, promoveu uma verdadeira revolução no meio rural: dinamizou a economia, estimulou o desenvolvimento de pequenos negócios e gerou emprego e renda”, avaliou o deputado Edivaldo Holanda.
Edivaldo Holanda Júnior venceu a etapa estadual da premiação, ocorrida em março, e ficou entre os vinte primeiros da etapa nacional, num universo de 1800 gestores municipais participantes da premiação. O prêmio Prefeito Empreendedor reconhece iniciativas inovadoras de gestores municipais que se destaquem pelo incentivo ao pequeno empreendedorismo e ao desenvolvimento de suas localidades.
Para o deputado Edivaldo Holanda, a participação de São Luís na etapa nacional da premiação foi uma oportunidade para mostrar ao Brasil o trabalho desenvolvido em São Luís, que já contempla 300 agricultores cadastrados e mais de 300 mil pessoas beneficiadas, conquistando o desenvolvimento social tão importante para o crescimento de São Luís.
A capital maranhense participou da premiação com o projeto “Fomento aos Negócios do Campo”, inserido no contexto do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O projeto foi inscrito na categoria “Pequenos negócios do campo” e foi a única capital brasileira classificada como finalista na categoria
“São Luís é a única capital brasileira com reconhecimento do Sebrae na área dos negócios do campo. Para nós, desta Casa Legislativa, esse é um fator que reforça o caráter pioneiro e ousado do projeto que busca, no pequeno produtor rural, um caminho de desenvolvimento para a cidade”, parabenizou o petecista.
O deputado Levi Pontes comentou sua participação na entrega do prêmio ao prefeito durante a etapa estadual e se disse muito orgulhoso em saber do destaque nacional dessa iniciativa.
“Eu tive o prazer de entregar o prêmio ao prefeito. Para mim, isso foi motivo de muito orgulho. É muito importante saber que o prefeito também tem um olhar para área rural de São Luís, que tem essa preocupação com o fomento ao empreendedorismo e com a segurança alimentar, tanto com a zona urbana quanto com a zona rural. A preocupação com a distribuição de renda acrescenta muito ao caráter humano e sensível da sua administração”, elogiou Levi Pontes.
Reconhecimento – O projeto “Fomento aos negócios do Campo”, desenvolvido pela Prefeitura de São Luís, está inserido no contexto do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), de iniciativa do governo federal e executado em parceria com estados e municípios.
Coordenado pela Secretaria Municipal de Segurança Alimentar (Semsa), o projeto conta com articulações também junto às secretarias de Criança e Assistência Social (Semcas) e Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), Planejamento e Desenvolvimento (Seplan), além da Defesa Civil, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFMA) no abate do plantel de frango e do Programa “Mesa Brasil”, do Sesc. Em março deste ano, Edivaldo Holanda Júnior foi o vencedor da etapa estadual da premiação com o projeto.
O deputado Weverton Rocha e parte da bancada federal maranhense reuniram-se nesta terça-feira (17) com o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Serra, para defender a continuidade e ampliação dos programas sociais no Maranhão.
Na ocasião, Weverton destacou a importância dos programas que transformaram a vida de muitos brasileiros que viviam em situações de risco social e extrema pobreza. “Não podemos perder a visão social que incluiu com cidadania milhões de brasileiros. Os avanços são inquestionáveis. Além de garantir a permanência dos programas, o novo governo precisa ampliar o acesso aos benefícios”, disse.
Weverton observou, ainda, a necessidade de implementar programas sociais voltados aos jovens. “Precisamos investir, também, em ações intersetoriais, principalmente esporte e cultura, que são ferramentas de inclusão social para os jovens, e ainda os afastam de riscos sociais como o crack e a pobreza”, ressaltou.
Estiveram presentes, os deputados Juscelino Filho (DEM), Aberto Filho (PMDB), Hildo Rocha (PMDB) e André Fufuca (PP).