
Maranhense Zaid Duarte, tinha atuação mais ofensiva na internet
Entre os dez presos pela operação Hashtag da Polícia Federal, um chama atenção pelo fato de ser maranhense e integrar uma suposta célula terrorista que estaria supostamente orquestrando ataque durante os Jogos Olímpico que será realizado no Rio de Janeiro no mês de agosto.
Segundo informações levantadas pela Polícia Federal, o membro da célula desarticulada, nosso conterrâneo era quem tinha postura mais ofensiva na internet, onde externava todo o seu ódio. até ser rastreado, preso e está hoje com a fotografia estampada nos grandes veículos de comunicação do país.
Chama-se atualmente Zaid Mohammad Abdul-Rahman Duarte, embora tenha nascido em São Luís e batizado com o nome de Marcos Mário Duarte. Ele Mudou de nome após a conversão ao islamismo e foi preso por postar mensagens agressiva nas redes sociais.
Segundo o portal Uol, Marcos Mário Duarte ou Zaid Mohammad Abdul era conhecido como Zaid Duarte e mantinha um blog chamado Islã Maranhão e um canal no Youtube que chamava a atenção pelas mensagens de ódio e apoio as ações de grupos extremistas —mais que o suficiente para ser enquadrado pela lei antiterror. Em seu Facebook, Zaid tinha fotos posando com armas de paintball, um jogo que simula batalhas de guerra.
O governador Flávio Dino recebeu a Secretária Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Ministério da Justiça e Cidadania– SEPPIR/MJC, Luislinda Valois, na noite desta terça-feira (21), no Palácio dos Leões. Na pauta do encontro, o andamento de uma série de convênios e parcerias que visam o fortalecimento das políticas de igualdade racial no estado, além da articulação de novas iniciativas voltadas para a implementação de programas atinentes à área.
De acordo com Flávio Dino, o Governo do Maranhão vem desenvolvendo, permanentemente, ações voltadas para a consolidação das políticas de igualdade racial, a exemplo das cotas para concursos públicos do estado. “Compreendemos a especificidade do tema. A Secretaria de Igualdade Racial (Seir) tem uma equipe que tem um papel permanente”, destacou.
O governador citou outros projetos voltados para a área como forma de ratificar a importância que as políticas de igualdade racial têm no plano de Governo do Maranhão. Ele destacou o lançamento do ‘Selo Quilombos do Brasil’ e a ‘Rota Maranhão Quilombola’, dois projetos que visam estruturar a produção e os bens materiais voltados para a área.
Luislinda Valois ressaltou a importância do Maranhão nesse processo de implementação das políticas de igualdade racial, já que o estado tem a segunda maior população negra do Brasil. Ela disse que a situação do jovem negro no Brasil tem que melhorar, e por isso é importante constituir políticas em parceria entre o Governo Federal e o Governo do Estado.
Entre as pautas apresentadas durante a reunião, a secretária enumerou pleitos que vão desde a formulação de convênios para a realização de diagnósticos locais e construção de um plano estadual com metas de redução de homicídios dos jovens negros da periferia, perpassando por questões fundiárias dos territórios quilombolas, até casos de intolerância religiosa e enfrentamento ao racismo.
Para o secretário da Seir, Gérson Pinheiro, é importante para o Estado alinhar políticas e convênios já celebrados com o Governo Federal para a implantação de políticas de fortalecimento da igualdada racial no Maranhão. “São vários trabalhos que a gente já tem iniciado e que a presença da secretária vem só para reforçar e se somar a todos os esforços no sentido de melhorar o IDH, para que o Maranhão passe a ser visto de forma diferente e seja um estado diferente do que era há algum tempo atrás”, realçou.
Também participaram da reunião os secretários de Estado da Segurança Pública, Jefferson Portela; da Mulher, Laurinda Pinto; da Juventude, Tatiana Pereira; além dos assessores do SEPPIR/MJC, Juvenal Araújo e Camila Costa.
Cerca de 8 mil unidades habitacionais estão sendo construídas pela Prefeitura de São Luís por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida” do governo federal. Deverão ser entregues à população nos próximos meses os residenciais Eco Tajaçoaba, Vila Maranhão e Piancó – Maracanã e Vila Embratel – e os residenciais Mato Grosso I e II e Morada do Sol.
Entre os empreendimentos residenciais estão casas e apartamentos com 2 quartos, sala de estar e copa, cozinha, banheiro social e lavanderia. Entre as unidades habitacionais há também as adaptadas para pessoas com deficiência.
Nos últimos três anos, a Prefeitura de São Luís já entregou mais de 10 mil unidades habitacionais desenvolvendo, assim o maior programa habitacional do Norte e Nordeste do Brasil. O último empreendimento do programa “Minha Casa, Minha Vida” a ser entregue foi o Residencial Vila Maranhão: as chaves de 944 apartamentos foram entregues em junho deste ano pelo prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior.
“Realizamos um trabalho coordenado, focado e direcionado ao atendimento das famílias que realmente necessitam. Fazemos a coleta de demandas, o acompanhamento social das famílias beneficiadas e o monitoramento do ritmo das obras, para que os empreendimentos sejam entregues com a maior celeridade possível. E isso tem acontecido, de forma que avançamos muito em nossa política habitacional, mesmo em um cenário tão difícil de aquisição de recursos no qual vivemos”, disse Edivaldo.
COMUNIDADES
Segundo o titular da Secretaria Municipal de Urbanismo e Habitação (Semuhr), Diogo Lima, o programa habitacional em São Luís não contempla apenas as edificações físicas. Além da construção das moradias, a Prefeitura desenvolve nas comunidades beneficiadas pelos projetos um trabalho social voltado à organização da população e a gestão comunitária dos espaços comuns, na perspectiva de contribuir com a harmonia entre os moradores e a melhoria da qualidade de vida das famílias.
Nesse sentido, até 12 meses depois da entrega das unidades, a Prefeitura realiza um conjunto de ações de caráter educativo e informativo junto aos beneficiários, para promover o exercício da participação cidadã.
O trabalho social realizado pela Prefeitura nessas comunidades contempla a realização de ações como palestras educativas e cursos de capacitação nas áreas de sustentabilidade, saúde, alimentação, atendimento, embelezamento, informática, artes, educação, entre outras áreas, na perspectiva do aprimoramento, da empregabilidade e da geração de renda aos beneficiários da ação.
“No trabalho social que desenvolvemos, nossa abordagem prima pelas questões de identidade de gênero, raça e regionalismo, assim como também pela mobilização e participação social através das atividades de caráter socioeducativas; busca a consolidação de bases associativas e de ações direcionadas à geração de trabalho e renda, à educação sanitária, ambiental e patrimonial”, frisou Diogo Lima.
De um total de 16.128 unidades habitacionais previstas para São Luís, por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, já foram entregues, só na atual gestão, mais de 10 mil. Entre os empreendimentos entregues estão os residenciais Ribeira de 1 a 9; Amendoeira de 1 a 4; Vila Maranhão de 1 a 4; Santo Antônio 1 e 2; Piacó 7 e 8; Nova Aurora 1 a 4; São José 5; e Recanto Verde.
Força Estadual de Saúde atendendo em domicilio pessoas sem assistência nos 30 municípios mais pobres do Maranhão pic.twitter.com/yC2Sx9EfyO
— Flávio Dino (@FlavioDino) 21 de julho de 2016

Eliziane Gama prometeu dar continuidade ao legado de João Castelo
Dando sequência ao legado que o ex-prefeito João Castelo (PSDB) deixou para a pré-candidata Eliziane Gama (PPS) dar continuidade, caso seja eleita, o blog publica hoje mais duas heranças malditas da gestão que antecedeu a administração do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT): dívida com servidor público e saúde.
Aliado de Eliziane, o ex-prefeito João Castelo foi condenado pela 7ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) a dois anos e três meses de prestação de serviço à comunidade ou a uma entidade pública por deixar de pagar os salários do funcionalismo público municipal em dezembro de 2012. A condenação é resultado de ação civil pública ajuizada pelo MP-MA em maio de 2014. De acordo com órgão, foram aplicadas as penalidades previstas em dois artigos do Decreto-Lei 201/67, que trata da responsabilidade de prefeitos e vereadores. A pena inicial era de dois anos e três meses de detenção, mas foi convertida em prestação de serviços.
Inquérito Civil n° 01/2013 do MP-MA que apurou a falta de pagamento do funcionalismo municipal de São Luís em dezembro de 2012 constatou que Castelo deixou de enviar ao Banco do Brasil (responsável pela administração da folha de pagamento do Município) a ordem de pagamento dos salários dos servidores, configurando ato de improbidade administrativa, feito por meio de ação, com pedido de indisponibilidade de bens. Também foi ajuizada denúncia criminal contra João Castelo.
Segundo o MP-MA, Castelo também teria determinado a utilização de R$ 36 milhões da reserva financeira da Prefeitura de São Luís para o pagamento a fornecedores. Uma comissão de promotores observou que a liquidação dos pagamentos se deu em apenas cinco dias (de 27 a 31 de dezembro), tempo que seria menor que o usual.
Para os promotores de Justiça Justino da Silva Guimarães, João Leonardo Sousa Pires Leal e Danilo José de Castro Ferreira, a derrota nas eleições de 2012 para o atual prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC) teria motivado a conduta de Castelo, que é acusado de tentar dificultar a nova administração municipal.
“Nesse caso, foi o denunciado [João Castelo], […] quem tomou a decisão de livre e conscientemente deixar de pagar os salários para privilegiar pagamento de outras obrigações refratárias, inclusive, com o objetivo de causar dificuldades à nova administração, o que, de fato, ocorreu, já que os valores tiveram de ser pagos de forma parcelada. Portanto, é claro o dolo em sua conduta”, concluiu o Ministério Público Estadual.
SAÚDE
Desvio na Semus: Conclusão de relatório do Ministério Público de Contas (MPC) nos dados disponibilizados pela Prefeitura de São Luís logo nas primeiras semanas de 2013 evidenciaram suposto desvio de R$ 140 milhões da Saúde nos quatro anos da gestão João Castelo. Entre 2009 e 2011, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) acumulou uma dívida de R$ 135.752.744,13 de 2009 a 2011 e, ainda, efetuou pagamentos da ordem de R$ 5 milhões sem o prévio empenho, o que é crime, de acordo com a Lei nº 4.320/64.
Intervenção: No inicio do mês de abril de 2013, o Conselho Estadual de Saúde do Maranhão (CES) entrou com um pedido junto ao Ministério da Saúde com intuito de ocorrer uma intervenção no sistema público de saúde municipal. Segundo o relatório, os integrantes do conselho constataram que, além de ter encontrado uma situação de superlotação dos hospitais, as condições de trabalho dos profissionais que atuam nesses hospitais são precárias. Resquícios da antiga gestão. Este problema é em decorrência dos anos de sucateamento da saúde pública.
Socorrões sem estrutura: Os hospitais de urgência e emergência Socorrão 1 e 2 com estrutura deficitária, a falta diária de remédios e materiais básicos, como gases, linhas de sutura e soro fisiológico, é diária. Os leitos todos ocupados e os pacientes em macas improvisadas nos corredores.
Samu sucateado: Castelo deixou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência(SAMU) de São Luís apenas 2 AMBULANCIAS em funcionamento. Durante a gestão de Castelo, o serviço chegou a contar com apenas três ambulâncias de uma frota de 19, o que resultou numa longa greve.
O senador Roberto Rocha resolveu jogar sujo para satisfazer seus interesses pessoais na sucessão municipal. Rocha tem pressionando fortemente a direção do Diretório Nacional do PSB, barganhando o voto no impeachment em troca de uma declaração do dirigente rifando o deputado Bira do Pindaré do processo eleitoral.
O senador, conhecido nos bastidores da política como “asa de avião” usa seu voto a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff para conseguir uma declaração de Carlos Siqueira descartando a candidatura própria e respaldando o filho, vereador Roberto Rocha Junior, como vice na chapa que lhe aceitar.
“O que ele quer é se eximir da responsabilidade, no estilo atirar pedra e esconder as mãos. Em ato covarde, faz isso porque não tem coragem de assumir os próprios atos”, disse um militante do partido.
A informação colhida pelo blog é que essa declaração pode sair ainda hoje. Já tentaram por diversas formas fazer com que o Bira desistisse da candidatura pra facilitar as coisas pra ele. Dado os últimos acontecimentos, isso é óbvio que não vai ocorrer.
Do Portal AZ – A primeira pesquisa Data AZ para as eleições em Timon, em 2016, aponta vantagem de até 18 pontos percentuais do atual prefeito Luciano Leitoa (PSB) em relação ao candidato melhor situado na oposição, o deputado estadual Alexandre Almeida (PSD). A ex-prefeita Socorro Waquim (PMDB) aparece em terceiro lugar, bem distante dos dois primeiros colocados na sondagem.
Pesquisa Data AZ em Timon: Luciano Leitoa (42,60%), Alexandre Almeida (28,80%) e Socorro Waquim (11,60%)
A pesquisa realizada no dia 14 de julho, com 500 eleitores em 40 bairros e localidades rurais, aponta Leitoa com 42,60% das intenções de voto em sondagem estimulada, contra 28,80% de Alexandre Almeida. Socorro Waquim aparece com 11,60%.
Na pesquisa estimulada, quando são apresentados os nomes dos prováveis postulantes ao cargo de prefeito, são ainda citados, com até um ponto percentual, o empresário Ramon Alves de Sousa (PP), da empresa Timon City, com 3,60% e Irmão William (PSC), com 1,20%.
Os que dizem não saber ou não opinam sobre a eleição chegam a 4,40%, enquanto aqueles que não escolheriam nenhum dos nomes chegam a 5,60%. Somados esses dois percentuais como eleitores indecisos, chega-se a 10%.
Pesquisa espontânea
Luciano Leitoa aparece com 38,40% na sondagem espontânea, ou seja, quando o eleitor diz o nome do candidato sem que lhe seja apresentada uma lista de postulantes. Alexandre Almeida aparece com 20% e Socorro Waquim tem 7,20%. Os indecisos (soma de nenhum candidato e não sabem ou não opina), tem-se um terço dos eleitores: 33,4%.
Mesmo tendo menor percentual de intenções de voto na pesquisa estimulada em relação à espontânea (42,60% contra 38,40%), o prefeito Luciano Leitoa tem maior margem sobre o principal adversário na declaração espontânea de voto: 18,40% sobre o deputado Alexandre Almeida.
Alexandre Almeida é o menos rejeitado
Ex-vereador de Timon e deputado estadual, Alexandre Almeida tem a favor dele na sondagem a menor taxa de rejeição entre os três principais postulantes à Prefeitura de Timon. Somente 10,60% dos eleitores dizem que não votariam nele de jeito nenhum para ocupar o cargo.
A mais rejeitada na sondagem feita pelo Data AZ é a ex-prefeita de Timon, Socorro Waquim. Se a eleição fosse hoje, ela apareceria com 30,20% de rejeição, seguida do atual prefeito Luciano Leitoa, com 26%.
Os menos rejeitados na pesquisa são também aqueles candidatos com menores percentuais das intenções de voto tanto na sondagem estimulada quanto na espontânea: Ramon da Timon City (3,40%), Dimas Casimiro (1,20%), Eliésio Silva e Irmão William (1%).
Os eleitores que não sabem, não opinam ou não rejeitam nenhum dos candidatos somam 25,80%.
Socorro Waquim perde para Almeida e Leitoa
O Data AZ simulou cenários de disputa direta entre os candidatos em Timon e neles a ex-prefeita Socorro Waquim perderia tanto se disputasse com Luciano Leitoa, seu sucessor na Prefeitura, quanto para o deputado Alexandre Almeida, que poderá vir a ser aliado dela na campanha.
No cenário em que fosse candidata contra Luciano Leitoa, Socorro teria menos da metade dos votos do adversário. Leitoa aparece com 53,20% das intenções de voto, contra 25,40% da peemedebista.
Num embate com Almeida, Socorro teria ainda menos votos. O deputado estadual seria votado por 54,60% dos eleitores consultados contra 21% de intenções de voto para a ex-prefeita.
O cenário no qual há mais equilíbrio é o de uma disputa direta entre Luciano Leitoa e Alexandre Almeida. Neste caso, o prefeito venceria com 42,20% das intenções de voto, uma diferença de 3,2% em relação ao deputado estadual, que surge com 39%.
Certeza do voto é elevada
Mais da metade dos timonenses ouvidos pela Data AZ (58%) diz já ter definido o voto para prefeito, contra 25,60% que ainda não estão decididos sobre em quem votar.
Há 15% de eleitores declarando que talvez tenham definido voto.
Então, chega a 40,60% a soma dos que ainda não definiram voto com aqueles que estão numa zona de indecisão sobre definir ou não o candidato como uma certeza.

Ficha técnica da pesquisa
Registro na Justiça Eleitoral: MA-01126/2016.
Tamanho da mostra – 500 pessoas, sendo 450 na zona urbana e 50 na zona rural.
Número de bairros e localidades pesquisadas – 40.
Data de realização – 14 de julho de 2016.
Margem de erro – 4,4% para mais ou para menos.
Contratante: Portal AZ