O deputado federal Sarney Filho, se não abrir o olho, mais uma vez levará um “passa moleque” da irmã Roseana Sarney. Sem a menor perspectiva de reunir em seu palanque antigos aliados, do porte do PTB e DEM, ou legendas nanicas que sempre gravitaram em torno do grupo, a ex-governadora já não descartaria a possibilidade de concorrer ao Senado, colocando mais lenha no caldeirão da oligarquia, já prestes a explodir.
O ministro do Meio Ambiente, após uma infinidade de mandatos de deputado federal, lançou, ainda em 2017, sua pré-candidatura ao Senado Federal, em solenidade esvaziada numa casa de eventos, em São Luís, e tem trabalhado para ser o candidato do grupo. Ciente de que uma chapa com dois irmãos dificilmente conseguiria sucesso, passou a defender que o grupo apoie a candidatura do senador Roberto Rocha ao governo, sendo ele o candidato ao Senado. A iniciativa de Zequinha rumo ao PSDB, no entanto, até agora, não prosperou.
Roseana, embora tenha lançado a pré-candidatura ainda em 2017, não tem se comportado como candidata. Sempre que é entrevistada e instada a falar sobre sucessão, sai pela tangente dizendo que seu nome está à disposição do partido, mas não se vê um único movimento dela em agregar base política e nem se tem notícia de andanças pelo interior do estado, como é comum a político pré-candidato sem mandato, o que torna sua candidatura ao governo uma interrogação.
Como se não bastasse os problemas internos na família Sarney, existe ainda uma abacaxi a ser descascados que atende pelo nome de Lobão. Mesmo enrolado até pescoço na Operação Lava Jato, o senador não abre mão de disputar a reeleição, o que torna a disputa ainda mais encarniçada nas hostes oligárquicas. Isto porque existe o entendimento que aliança do governador Flávio Dino fará pelo menos um senador e só existem duas cadeiras em disputa.
Se a perspectiva dos dois lados da disputa é de fazer pelo menos um senador, é lógico que Lobão, Sarney Filho ou Roseana, caso passe mesmo a perna no irmão e se candidate ao Senado, vai sobrar. Diante da constatação, tudo indica que vão trabalhar para rifar Lobão, um politico prestes a vestir pijama que responde a vários processos por corrupção e tenta se proteger com a imunidade que o mandato oferece.
O senador João Alberto, nosso Carcará, considerado um cão fiel do ex-senador José Sarney, já desistiu de disputar a reeleição e está se aposentando da vida pública. Existem fortes comentários nos bastidores da sucessão de que será ele o candidato a governador do grupo Sarney, já que a vaidade da ex-governadora não lhe permite sacrifício. “Pra perder o João Alberto serve como candidato”, arriscou um aliado da oligarquia.
O presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem), prefeito Cleomar Tema, prestou homenagem ao governador Flávio Dino pelo primeiro lugar no ranking realizado pelo portal G1 entre 60 governantes de todo o país. A solenidade, ocorrida na terça-feira (17), no Palácio dos Leões, reuniu mais de 100 prefeitos que demonstraram reconhecimento pelas políticas voltadas para o fortalecimento do municipalismo.
Em seu discurso, Cleomar Tema enfatizou que, de todas as ações do governo que foram reconhecidamente realizadas em levantamento nacional, “mais de 90% foram ações voltadas para os nossos municípios”. O prefeito de Tuntum citou como exemplos os programas Mais Asfalto, Escola Digna, Água Para Todos, a ampliação dos hospitais macrorregionais – que antes só existia em Presidente Dutra e hoje são seis novas unidades – ou seja, “ um trabalho voltado para todos”.
Tema e os mais de 100 prefeitos presentes ao evento que homenageou Flávio Dino agradeceram a parceria do governador, sobretudo no atual momento de aguda crise financeira e diminuição da arrecadação que está afetando os cofres públicos.
“Governador, Vossa Excelência tem cumprido ao longo do tempo as suas metas de campanha. Continue trabalhando por todos os nossos municípios”, completou o presidente da Famem reconhecendo a gestão de Flávio Dino à frente do Maranhão.
Marco Antonio Villa
Estado de Minas – José Ribamar Ferreira de Araújo Costa é a mais perfeita tradução do oligarca brasileiro. Começou jovem na política, conduzido pelo pai. Aos 35 anos, resolveu mudar de nome. Foi rebatizado por desejo próprio. Alterou tudo: até o sobrenome. Virou, da noite para o dia, José Sarnei Costa. O Costa logo foi esquecido e o Sarnei, já nos anos 1980, ganhou um “y” no lugar do “i”. Dava um ar de certa nobreza.
Na história republicana, não há personagem que se aproxime do seu perfil. Muitos tiveram poder. Pinheiro Machado, na Primeira República, foi considerado o fazedor de presidentes. Contudo, tinha restrita influência na política do seu estado, o Rio Grande do Sul. E não teve na administração federal ministros da sua cota pessoal. Durante o populismo, as grandes lideranças lutavam para deter o Poder Executivo. Os mais conhecidos (Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Leonel Brizola, entre outros) mesmo quando eleitos para o Congresso Nacional, pouco se interessavam pela rotina legislativa. Assim como não exigiram ministérios nem a nomeação de parentes e apaniguados.
Mas com José Ribamar Costa, hoje conhecido como José Sarney, tudo foi muito diferente. Usou o poder central para apresar o “seu” Maranhão. Apoiou o golpe de 1964, mesmo demonstrando simpatia para com Jango Goulart. Em 1965, foi eleito governador e em 1970 escolhido senador. Durante o regime militar, priorizou seus interesses paroquiais. Nunca se manifestou contra as graves violações aos direitos humanos, assim como sobre a implacável censura. Foi um senador “do sim”. Obediente, servil. Presidiu o PDS e lutou contra as diretas já. No dia seguinte à derrota da Emenda Dante de Oliveira, enviou telegrama de felicitações ao deputado Paulo Maluf – que articulava sua candidatura à sucessão do general Figueiredo – saudando o fracasso do restabelecimento das eleições diretas para presidente. Meses depois, foi imposto pela Frente Liberal como candidato a vice-presidente na chapa da Aliança Democrática. Tancredo Neves recebeu com desagrado a indicação. Lembrava que, em 1983, em fevereiro, quando se despediu do Senado para assumir o governo de Minas Gerais, no pronunciamento que fez naquela Casa, o único senador que o criticou foi justamente Ribamar Costa. Mas teve de engolir a imposição pois sem os votos dos dissidentes não teria condições de vencer no Colégio Eleitoral.
Em abril de 1985, o destino pregou mais uma das suas peças: Tancredo morreu. A Presidência caiu no colo de Ribamar Costa. Foram cinco longos anos. Conduziu pessimamente a transição. Teve medo de enfrentar as mazelas do regime militar – também pudera: era parte daquele passado. Rompeu o acordo de permanecer quatro anos na Presidência. Coagiu – com a entrega de centenas de concessões de emissoras de rádio e televisão – os constituintes para obter mais um ano de mandato. Implantou três planos de estabilização: todos fracassados. Desorganizou a economia do país. Entregou o governo com uma inflação em março de 1990 de 84%. Em 1989, a inflação anual foi de 1.782%. Isso mesmo: 1.782%!
A impopularidade do presidente tinha alcançado tal patamar, que nenhum dos candidatos na eleição de 1989 – e foram 22 – quis ter o seu apoio. O esporte nacional era atacar Ribamar Costa. Temendo eventuais processos, buscou a imunidade parlamentar. Candidatou-se ao Senado. Mas tinha um problema: pelo Maranhão dificilmente seria eleito. Acabou escolhendo um estado recém-criado: o Amapá. Lá eram três vagas em jogo – no Maranhão era somente uma. Não tinha qualquer ligação com o novo estado. Era puro oportunismo. Rasgou a lei que determina que o representante estadual no Senado tenha residência no estado. Todo mundo sabe que morava em São Luís, e não em Macapá. E dá para contar nos dedos suas visitas ao estado que “representou” por 24 anos
Espertamente, em 2002, estabeleceu estreita aliança com Lula. Nunca teve tanto poder. Passou a mandar mais do que na época em que foi presidente. Chegou até a anular a eleição do seu adversário (Jackson Lago) para o governo do Maranhão. Indicou ministros, pressionou funcionários, fez o que quis. Elegeu-se duas vezes para a presidência do Senado. Suas gestões foram marcadas por acusações de corrupção, filhotismo e empreguismo desenfreado. Ficaram famosos os atos secretos, repletos de imoralidade administrativa.
Nas duas presidências Dilma teve grande influência. Nomeou ministros, controlou estatais. Por puro oportunismo, na última hora, apoiou o impeachment. No novo governo impôs na pasta do Meio Ambiente o seu próprio filho e vetou ministros, como no recente caso envolvendo o Ministério do Trabalho. E tudo isso sem ter mais mandato parlamentar.
O mais fantástico é que em mais de meio século de vida pública – como o célebre Pacheco de Eça de Queirós –, não é possível identificar uma realização, uma importante ação em prol do Brasil, nada, absolutamente nada.

Deputada Manuela D’Ávila (PCdoB), pré-candidata a Presidencia da República
A deputada estadual e pré-candidata à Presidência da República pelo PCdoB, Manuela D’Ávila (RS), usou sua página oficial no Facebook para elogiar a boa situação fiscal do Maranhão, obtida em três anos de gestão do também comunista Flávio Dino.
“O estado do Maranhão ampliou investimentos, construiu escolas, aumentou salários de professores, valorizou a polícia, criou uma universidade, estabeleceu novas bolsas para estudantes, investiu em saúde… e tem as contas em dia, em situação exemplar”, parabenizou a parlamentar.
Para Manuela D’Ávila, Dino acertou em manter uma carteira de investimentos públicos apesar da crise econômica que assola o país. “Flávio Dino mostrou que cortar investimentos e penalizar o povo não é o caminho, pelo contrário, só leva a mais recessão e depressão econômica. Que orgulho”, disse.
De acordo com levantamento divulgado na última terça-feira (16) pelo jornal O Estado de São Paulo, o Maranhão está entre os cinco estados brasileiros que conseguiram manter as contas públicas no azul e com índices fiscais superavitários mesmo com a crise nacional.
A Prefeitura de São Luís reforçou esta semana a limpeza e desobstrução em pontos considerados críticos do canal que cobre parte da extensão da bacia do Rio das Bicas. Os serviços estão sendo executados pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) e visam evitar ocorrências de inundações de terrenos e moradias do Coroado e do Polo Coroadinho, este último, um dos mais populosos da capital.
Na terça-feira (16), a Semosp acionou a Blitz Urbana, órgão ligado à Secretaria Municipal de Segurança com Cidadania (Semusc) para proceder com a demolição de construção irregular localizada na Avenida Queiroga, nas proximidades da Avenida dos Africanos. Com a desobstrução do acesso ao canal, os trabalhos de limpeza tiveram continuidade. A ação contou com o apoio da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT), que disciplinou o tráfego no local.
Visando à prevenção de possíveis inundações ocasionadas durante o período chuvoso, na região do Coroadinho, a Prefeitura de São Luís realizou, em outubro do ano passado, fiscalização para identificar construções irregulares no entorno do canal do Rio das Bicas. Segundo o secretário da Semosp, Antonio Araújo, a fiscalização foi a primeira fase de um conjunto de medidas preventivas para evitar que as ocupações irregulares provoquem a retenção de água e entupimentos, gerando danos ao rio e alagamentos na área. Araújo informou ainda que a Prefeitura realiza, de forma contínua, serviços de limpeza, desobstrução e manutenção do canal, para manter a área livre de alagamentos.
“As ocupações irregulares e indevidas ao longo canal acabam prejudicando o manejo hidráulico da bacia, colocando em risco de alagamento o polo Coroadinho e o Coroado. A Semosp está intensificando a limpeza do canal para melhorar a vazão do rio no período das chuvas”, explica o titular da Semosp, ressaltando que o canal tem extensão de pouco mais de dois quilômetros e é uma obra importante para a região.
LIMPEZA
Nesta etapa, as máquinas retroescavadeiras vão operar entre o Portal do Coroadinho e a entrada do Parque Pindorama. O acúmulo de resíduos e de outros materiais despejados irregularmente no canal, principalmente por estabelecimentos comerciais e de natureza diversas localizados em sua extensão, têm prejudicado a vazão natural do rio das Bicas em diversos pontos. Com isso, o retorno das inundações registradas no passado é uma ameaça aos moradores neste período do ano, quando as precipitações pluviais avolumam o curso do rio.
A obra de urbanização do Rio das Bicas realizada com recursos do Banco Mundial foi concluída pela Prefeitura de São Luís na gestão do prefeito Edivaldo após o ajuste dos projetos originais. O benefício das obras repercutiu positivamente para mais de 50 mil habitantes do polo Coroadinho.
A Prefeitura de São Luís tem investido na melhoria da qualidade de vida da população do Polo Coroadinho de forma acentuada desde 2013. Com mais de 40 anos de existência, a área recebeu, na gestão do prefeito Edivaldo, o maior programa de urbanização realizado na cidade nos últimos anos.
Alegando perdas por conta da alta no preço dos combustíveis no país, os empresários do setor querem o reajuste da tarifa do transporte coletivo da capital. O último reajuste concedido pela Prefeitura foi em março de 2016, há quase dois anos
Os empresários alegam que os sucessivos aumentos dos combustíveis têm provocando desequilíbrio na planilha de custos das empresas, o que dificulta o cumprimento das obrigações trabalhistas e daa exigências previstas no contrato firmado para a prestação do serviço, além de não ter lucro.
O reajuste pedido pelos empresários na capital é de 0,40 centavos. Se houver aumento, o preço da tarifa nível 2 subiria de R$ 2,20 para R$ 2,60; nível 3 de R$ 2,50 para R$ 2,90; e de nível 4 de R$ 2,90 para R$ 3,30.
A enfermeira Ana Paula Lobato, esposa do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), assumiu, nesta quarta-feira (17), a presidência do Grupo de Esposas de Deputados do Estado do Maranhão (Gedema). A assinatura do termo de posse aconteceu na sede do Gedema e foi prestigiada pelo presidente da Casa, esposas que compõem o grupo, diretores e parlamentares.
Enfermeira por formação e empresária, Ana Paula Lobato garantiu que dará continuidade ao excelente trabalho desempenhado pela Dra. Cleide Coutinho. Ela também ressaltou que o Gedema seguirá cumprindo com o seu papel de promover a integração entre os funcionários da Casa e ajudar em causas e projetos sociais.
“Foi feito um belo trabalho pela Dra. Cleide Coutinho. Vamos continuar dando assistência aos servidores da Casa e ajudar no que for possível nas ações sociais, na Creche-Escola Sementinha e no projeto Sol Nascente. Ainda estamos nos ambientando e, mais para frente, vamos poder falar sobre novidades e novos projetos”, completou.
A posse da nova presidente do Gedema foi bastante prestigiada. Entre os presentes estavam a deputada Ana do Gás (PCdoB), os deputados Hemetério Weba (PV) e Fernando Furtado (PCdoB).
O presidente Othelino Neto destacou que, pelas circunstâncias, foi preciso fazer a transição para que o Gedema continuasse a cumprir com a sua função.
“Vai ser feito um trabalho de continuidade no Gedema, que já vinha sendo realizado com muita competência pela Dra. Cleide Coutinho. O grupo continuará a agir junto aos funcionários da Casa, promovendo a integração entre os servidores e, ao mesmo tempo, dando seguimento aos projetos sociais, que são muito importantes”, assinalou.
A deputada Ana do Gás também desejou sorte e sucesso a Ana Paula Lobato. “Eu acredito no compromisso da Ana Paula, que já fazia parte do Gedema e, agora, dará continuidade ao grande trabalho da Dra. Cleide Coutinho, que deixa um legado de muita paixão e compromisso. Desejo todo o sucesso e acredito que esse trabalho irá continuar, como já estava sendo feito”, afirmou.