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  • Jorge Vieira
  • 17/maio/2018

Rejeição de Temer é mais um problema para Roseana

Padrinho da candidatura de Roseana, rejeição de Temer beira os 90%

Além de teto eleitoral, a ex-governadora Roseana contará com um problema a mais, caso decida manter a candidatura ao Governo do Estado: o elevado índice de rejeição do presidente Michel Temer, seu principal aliado, atestado pela última pesquisa CNT/MDA.

A coluna Expresso, da revista Época, traz essa semana o comentário do cientista político Alberto Carlos de Almeida, autor do livro “A cabeça do brasileiro”, em que adverte que “a transferência da rejeição é tão real quanto a transferência de votos”.

Como a rejeição de Temer, que tem em José Sarney seu principal conselheiro, beira os 90%, tudo indica que as chances da ex-governadora Roseana sair do processo eleitoral menor do que entrou na campanha, de fato, são reais.

Na última pesquisa contratada pela TV Difusora ao Instituto Data Ilha, Roseana lidera a rejeição com 39,3% e todos no Maranhão sabem das relações estreitas que ela e o pai José Sarney com o presidente mais impopular da história do país.

 

  • Jorge Vieira
  • 17/maio/2018

Enquanto a aliança de Flávio Dino está pronta para eleição, oposição cria factoide

Enquanto a aliança que apoiará a reeleição do governador Flávio Dino está consolidada com quatorze partidos, a oposição continua perdida e criando factoide. O quadro políticos partidário para as eleições de outubro próximo está definido, hoje se sabe quem são os filiados de cada legenda, os candidatos majoritários estão praticamente definidos e as pesquisas indicam que o pleito poderá ser definido logo no primeiro turno, razão do desespero do consórcio de candidatos lançados pela oligarquia Sarney.

A coligação do governador Flávio Dino largou na frente, ampliando o favoritismo sobre a concorrência, enquanto a oposição bate cabeça, mostra pouco fôlego na corrida eleitoral, segundo as pesquisas, e tem se preocupado ultimamente apenas em criar factoides na vã esperança de atingir o candidato do PCdoB. Após as espernear contra os capelães, reclamarem da presença do governador no lançamento da pré-candidatura do deputado Simplício Araújo do Solidariedade,  agora anunciam que vão recorrer contra o aumento concedido aos professores.

Especializados em Fake News, a oligarquia escalou Ricardo Murad, aqueles mesmo acusado pela Polícia Federal de ser o chefe da organização criminosa que desviou R$ 1 bilhão da saúde pública do Maranhão, para protocolar ações infundadas no Ministério Público para que os veículos ligados ao grupo Sarney espalhem nos quatros cantos do Estado que o governador estariam cometendo crime eleitoral, o que não passa de uma grande mentira.

O desespero da oposição sarneysista faz sentido, a final, Dino lidera com 60% das intenções de votos e isso tem tirado o sono do velho cacique José Sarney, que estava nos Estados Unidos e retornou as pressas ao Maranhão na tentativa de evitar uma debandada ainda maior de aliados.

Outro motivo de grande preocupação diz respeito a aliança dinista composta siglas do porte do PCdoB, PDT, PSB, DEM, PTB, Solidariedade, PT e mais sete legendas de pequeno porte, enquanto não a candidata Roseana não consegue atrair nenhum legenda de médio porte paras seu palanque, devendo se contentar, caso mantenha a candidatura, com algumas siglas nanicas e sem a menor expressão.

O PSDB vai com Roberto Rocha, mas, a exemplo de Roseana, não tem despertado interesse nos partidos que não participar com candidato próprio da eleição majoritária de governador por conta da falta de perspectiva de crescimento. Já Maura Jorge e Ricardo Murad enfrentam os mesmos problemas entre os nanicos.

Se levarmos em consideração as quatorze siglas da aliança dinista, as que servem às candidaturas de Roseana, Ricardo Murad, Maura Jorge e Roberto Rocha e se observamos que as legenda de esquerda (PCB, PSOL e PSTU) também apresentarão seus representantes na eleição majoritária, restará poucas legendas a serem conquistadas.

  • Jorge Vieira
  • 16/maio/2018

Grupo Sarney tem saudade da corrupção na PM

O grupo Sarney vem atacando, sistematicamente, as Forças de Segurança do Maranhão. Os temas são os mais variados e estapafúrdios possíveis. Até investidas contra capelães eles estão fazendo. Essas agressões escondem, na verdade, a saudade dos tempos em que a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros do Maranhão eram verdadeiros antros de corrupção.

O objetivo das investidas sarneyzistas contra o competente comando da Segurança Pública de Flávio Dino ficou notório com a prisão do coronel reformado da PM, Carlos Roberto de Sousa Lima, o coronel Betão, ex-secretário do Gabinete Militar do governo Roseana e uma espécie de faz tudo do clã. Ele foi preso pela Polícia Federal, ontem, no bojo da Operação Círculo de Fogo.

No início de fevereiro, a Polícia Federal já havia prendido o ex-comandante do Corpo de Bombeiros do Maranhão no governo Roseana, o coronel Vanderley, juntamente com um primeiro-tenente bombeiro e um advogado, todos por suspeita de desvio de ao menos R$ 10 milhões dos atingidos pela estiagem, nos anos de 2013 e 2014.

A prisão de figuras de comando das tropas militares do Estado no governo Roseana só confirma o quanto a corrupção estava entranhada durante o regime oligárquico. E ratifica também que os ataques desferidos contra o governo Flávio Dino tem como objetivo criar uma cortina de fumaça para esconder as falcatruas que eram feitas por aqueles que deviam zelar pela ordem do povo maranhense.

No fundo, o grupo Sarney tem saudade da corrupção que acontecia na PMMA e no CBMMA.

  • Jorge Vieira
  • 16/maio/2018

Jerry: Dino está melhor nas pesquisas agora que há quatro anos

Mais do que bons números, há um valor simbólico importante na Pesquisa Data Ilha divulgada nesta terça-feira (15) pela TV Difusora, que aponta o favoritismo do governador Flávio Dino. É que, aparecendo com 60,03% dos votos, seria reeleito logo no primeiro turno, com mais de 30 pontos percentuais na frente da segunda colocada, a ex-governadora Roseana Sarney, que aparece com 27,68% dos votos válidos. E é, para o presidente do PCdoB-MA, Márcio Jerry, um dado que diz muito sobre a conjuntura política do Maranhão.

“Governador mantém em maio de 2018 percentual de intenções de votos maior que o de maio de 2014, ano em que foi eleito”, avaliou Márcio Jerry, ao comparar os dois contextos. Para o presidente do partido, a avaliação, que já era muito positiva antes de Flávio Dino ser conduzido ao Governo do Estado, se confirmou ao longo dos últimos três anos de gestão.

Com políticas públicas voltadas para a correção de equívocos históricos com a população mais fragilizada do Maranhão, o governador cumpriu compromissos importantes feitos em 2014. O que explica os números apresentados pelo último levantamento. “Pesquisa Difusora/DataIlha mostra enorme favoritismo do governador Flávio Dino na corrida pela reeleição. Povo reconhece que é honesto e trabalhador, quem honra o mandato que recebe democraticamente”, identificou Márcio Jerry, que acredita que a diferença pode aumentar ainda mais, considerando os ataques midiáticos que o governador sofre diariamente, por meio de factoides e tentativas de notícias falsas.

“A baixaria da oposição, que todo dia aciona estoque de mentiras para tentar atingir Flávio Dino, não surte efeito. O povo não gosta de mentiras e baixarias, o povo gosta de trabalho e seriedade. Por isso Flávio Dino lidera e ainda vai ampliar a enorme vantagem que tem”, pontuou.

Pesquisa


A pesquisa ainda aponta em terceiro lugar, estaria o deputado estadual Eduardo Braide (PMN) com 6,87%, seguido por Roberto Rocha (PSDB) com 2,63%, Maura Jorge (PODE) com 1,40% e Ricardo Murad (PRP), que aparece em último lugar com 1,18%.

Na votação nominal, que considera os indecisos, brancos e nulos, Dino aparece na frente, com 52,36%. Nesse cenário, Roseana se mantém em segundo lugar com 24,15%, seguida por Braide com 5,99%, Roberto Rocha com 2,29%, Maura Jorge com 1,40 % e Ricardo Murad com 1,03%. Não souberam ou não responderam 4,91%. Brancos e nulos somaram 7,86%.

O levantamento também revelou o nível de satisfação do governo Dino entre os maranhenses. Segundo o Instituto Data Ilha, o atual governo é aprovado por 60,09%. 37,01% dos entrevistados disseram desaprovar a atual gestão estadual.

A pesquisa foi registrada sob o número MA-05944/2018 no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e ouviu 2.137 maranhenses entre os dias 9 e 10 de maio. O instituto percorreu 37 cidades do estado.

É a segunda pesquisa Difusora/DataIlha divulgada este ano. A anterior foi em fevereiro e também apontava vitória de Flávio Dino no primeiro turno. (Portal Vermelho)

 

  • Jorge Vieira
  • 16/maio/2018

Pré-candidatura de Roseana Sarney agoniza

*ROBSON PAZ

A 90 dias do fim do prazo de registro de candidaturas para as eleições de 7 de outubro, um mar de incertezas ronda a oposição sarneysista sobre o candidato que enfrentará o governador Flávio Dino na disputa pelo governo do Estado.

Há meses, escrevi neste espaço que o embate entre o governador Flávio Dino e a ex-governadora Roseana Sarney é improvável. Tese que se consolida à medida em que se aproxima o pleito.

A razão é simples. Sem apoio popular, político e aliada de Michel Temer, presidente mais rejeitado do país pós-ditadura, Roseana Sarney aposta as últimas fichas no poderio midiático do clã. E partiu para um festival de ataques Fake news ao governo Flávio Dino. Tentaram transformar em escândalo e envolver o governo no suicídio do médico Mariano Castro; no suposto monitoramento de políticos e a nomeação legal de capelães da Polícia Militar. Com baixa credibilidade e nenhum amparo na realidade, as investidas midiáticas da oposição sarneysista fracassaram, conforme atestam pesquisas.

A rejeição experimentada nas andanças pelo interior fez a emedebista recuar das aparições públicas. Aos defensores da candidatura de Roseana Sarney resta torcer por um ‘inusitado’ escândalo envolvendo o governo. Uma espécie de novo ‘Reis Pacheco’ para dar o mínimo de oxigênio ao projeto sarneysista de voltar ao poder. Chances remotas se considerarmos que o governo Flávio Dino se destaca como o mais eficiente do país, combate a corrupção e cuja transparência e controle dos gastos públicos saltou de zero para dez na escala da CGU (Controladoria Geral da União).

E na ausência de Roseana Sarney, qual será o posicionamento do clã? Apoiar Roberto Rocha? Estimular a candidatura de Eduardo Braide? Nenhuma coisa, nem outra. Ser a segunda força política do Estado não é a pior situação dos mundos. Menos ainda considerando que daqui a quatro anos haverá novo embate pelo governo e este não terá como candidato o governador Flávio Dino.

Por isso mesmo, Sarney não pensa na hipótese de transferir o espólio. Sabendo disso, o deputado estadual Eduardo Braide anunciará, nas próximas semanas, sua candidatura a deputado federal. Manterá, assim, o projeto de disputar a prefeitura de São Luís em 2018.

Pois bem, e o que faria o grupo Sarney? A prioridade do clã é eleger um senador. Com o olhar voltado para a eleição de 2022. A evidência aponta para a candidatura de Sarney Filho (PV). Mas, este poderá ser uma vez mais sacrificado e ceder a vaga para a irmã.

Qual seria a justificativa e quem substituiria Roseana Sarney? A explicação já começou a ser ensaiada. Roseana só aceitaria ser candidata ao governo no comando do MDB. Proposta, de pronto, recusada pelo senador João Alberto. Com a desistência de Roseana Sarney resta como alternativa a candidatura do fiel escudeiro de Sarney, João Alberto. Candidatura que cumprirá a tarefa de manter minimamente coeso os 25% orgânicos do grupo.

Aos demais candidatos do consórcio sarneysista restará resignarem-se à condição de linha auxiliar do projeto coronelista. E Flávio Dino segue com amplo favoritismo para conquistar o segundo mandato.

*Radialista, jornalista. Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.

  • Jorge Vieira
  • 16/maio/2018

Clima de indefinição assombra aliados de Roseana

A ex-governadora Roseana Sarney, que já retornou dos Estados Unidos, continua criando suspense em torno da sua pré-candidatura. No velório do senador Epitácio Cafeteira, o ex-deputado Joaquim Haickel, em conversa com alguns jornalistas, mostrava pessimismo em relação à confirmação da candidatura.

O empresário Fernando Sarney, também em roda de conversa com políticos, afirmara que a irmã confirmará a candidatura ainda esta semana, mas é fato que até agora não se vê nenhum movimento no sentido de “preparar terreno” para Roseana voltar ao interior do Estado com a “Caravana da Guerreira”.

Nos bastidores da sucessão, onde todos sabem que o grupo Sarney só move com dados de pesquisas em mãos, comenta-se que os números não seriam nada favoráveis a ex-governadora: Teria teto e seria derrotada facilmente pelo governador Flávio Dino em caso de um segundo turno.

Como a ex-governadora já está em São Luís, aguarda-se um comunicado oficial sobre a confirmação da candidatura ou desistência, já que o clima de incerteza permanece entre os poucos aliados. A final, os deputados Sarney Filho e Adriano Sarney, filho e neto de José Sarney, afirmaram que ela não quer ser candidata, estaria sendo forçada.

 

  • Jorge Vieira
  • 16/maio/2018

Weverton pede votação do projeto que regula emancipação de municípios

O líder da Minoria, deputado Weverton (PDT-MA), entregou ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) um requerimento, assinado pelos presidentes dos partidos de oposição (PDT, PCdoB, PT, PSB e PSOL), pelo líder da Minoria e líder da oposição, pendido que seja colocado em pauta o Projeto de Lei Complementar 137/2015, que regula a possibilidade de criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios.

“Havia rumores de que o projeto não seria votado porque a oposição estava obstruindo. Isso não é verdade, tanto que estamos pedindo para que seja colocado em pauta com urgência. Tivemos um bom diálogo com o presidente e ele vai pôr em votação”, explicou Weverton.

Acompanhado de Weverton e de outros deputados, o presidente da Câmara Rodrigo Maia conversou com representantes do movimento e anunciou que o projeto que regula as emancipações será colocado em pauta logo depois da votação da Medida Provisória 811/2017, que trata da venda do petróleo do pré-sal.

Mais cedo, Weverton já havia se encontrado com os representantes maranhenses do movimento, que estavam tendo dificuldade para entrar na Câmara, em função de uma regra de segurança. O deputado conseguiu a liberação de um plenário das comissões, com capacidade para 150 pessoas, e garantiu o ingresso de todos que aguardavam na entrada do prédio.

 

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