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  • Jorge Vieira
  • 9/jan/2025

Presidente do PCdoB se manifesta sobre possibilidade de reunificação do grupo governista

O deputado federal Márcio Jerry, presidente estadual do PCdoB, segundo maior partido da federação PT/PCdoB/PV, diante das mais diversas especulações sobre o futuro da aliança que chegou ao poder em 2014 com a eleição de Flávio Dino e o fim da dominação sarneysista no Maranhão, após quase cinco décadas, resolveu se manifestar sobre a possibilidade de reunificação do grupo governista e as condições para que isso ocorra.

Jerry usou sua rede social para defender, antes de mais nada o diálogo entre as partes e adverte que ‘só há acordo – na política e na vida – quando legitimamente todas as partes envolvidas tem interesses e projetos contemplados. E isso não se alcança sem diálogo franco e desprovido de atitudes hegemonistas”. O dirigente do Partido Comunista do Brasil, diz ainda que este diálogo deve ocorrer “sempre e rigorosamente sintonizado com nosso povo”.

Para evitar mais especulações, o Blog reproduz a íntegra da manifestação do dirigentes do PCdoB sobre as condições necessárias para a reunificação da base governista, hoje rachada, mas com perspectivas de retomada do projeto original.

  • Jorge Vieira
  • 9/jan/2025

PF descobre novo plano para assassinar Lula com bombas e fuzil que derruba até helicóptero

A Polícia Federal (PF) e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) estão investigando uma nova ameaça de atentado contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação, inicialmente divulgada pelo site Metrópoles, foi confirmada pela emissora CNN Brasil.

Segundo as apurações, o plano, com execução prevista para janeiro, envolveria o uso de explosivos, granadas e um fuzil Barrett .50, arma de alta potência capaz de derrubar até helicópteros.

O caso está sob sigilo e é conduzido pela Divisão de Proteção e Combate ao Extremismo Violento (Dpcev) da PCDF, com o apoio da Divisão de Inteligência Policial (DIP) da PF. As autoridades consideram a ameaça real e trabalham para identificar os responsáveis, bem como outros elementos relacionados ao plano de assassinato de Lula e Moraes.

As ameaças contra Lula e Moraes não são casos isolados. Em dezembro de 2024, a Polícia Civil do DF prendeu Lucas Ribeiro Leitão, que prometera um “banho de sangue” em Brasília e fazia menções a “táticas militares” em postagens nas redes sociais.

Outro episódio ocorreu em novembro, quando um homem-bomba conhecido como “Tiü França” detonou explosivos em frente ao STF, em uma tentativa frustrada de assassinar Moraes. No mesmo período, outro suspeito estacionou um carro no quartel da Polícia Militar do DF, alegando carregar dispositivos explosivos destinados a atacar prédios das forças de segurança.

Além disso, a operação Contragolpe, recentemente deflagrada pela PF, descobriu um plano liderado por militares de alta patente, como os generais Mario Fernandes e Walter Braga Netto. O esquema previa o assassinato de Lula, Moraes e do vice-presidente Geraldo Alckmin no fim de 2022 para impedir a posse do então presidente eleito e manter Jair Bolsonaro no poder. Ambos os generais estão presos. (Revista Fórum)

  • Jorge Vieira
  • 9/jan/2025

Projeto quer suspender salário de militares da ditadura

A deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS) apresentou um projeto de lei que pede a suspensão da remuneração de militares denunciados por violações de direitos humanos e crimes contra a humanidade praticados no período da ditadura civil-militar instaurada com o golpe de 1964.

Segundo o texto, protocolado nesta terça-feira (7), na Câmara dos Deputados, a suspensão de remuneração e proventos será mantida até que haja decisão definitiva do processo judicial. No intervalo da tramitação, o militar não terá direito a receber nenhum tipo de subsídio, adicional ou gratificação relacionados ao seu cargo ou função pública.

O projeto também destaca que, antes de que a suspensão seja executada, o militar será devidamente notificado e que, conforme asseguram a Constituição Federal e a legislação brasileira, terá direito ao contraditório e à sua própria defesa perante a Justiça. A interrupção do pagamento da remuneração e proventos pode ser cancelada, caso haja elementos suficientes que provem sua inocência quanto aos crimes imputados ao militar.

A proposta da parlamentar prevê que em caso de absolvição definitiva, transitada em julgado, ou seja, quando a sentença judicial é de absolvição do acusado e foram esgotados todos os recursos possíveis, o militar terá direito ao pagamento retroativo dos valores suspensos, devidamente corrigidos pela inflação.

No documento protocolado, a parlamentar menciona que a proposta tem como respaldo o Estatuto dos Militares (Lei nº 6.880/80), em que são descritos tanto os direitos como deveres dos membros das Forças Armadas.

Fernanda Melchionna (foto) diz que o Brasil deve honrar os compromissos que sela com a comunidade internacional, no que diz respeito à salvaguarda dos direitos humanos e ao combate à impunidade.

“O caso de Rubens Paiva, ex-deputado torturado e morto em 1971, ilustra a relevância da medida. Ele nunca mais foi visto após ser levado para prestar depoimento em 1971, período da ditadura militar, podendo ser considerado um caso de desaparição forçada. Apesar das graves acusações e do reconhecimento formal das violações, militares denunciados pelo crime, como o general José Antônio Nogueira Belham, continuam recebendo remunerações públicas, mesmo diante de fortes evidências de seu envolvimento neste crime de lesa humanidade”, exemplifica.

Rubens Paiva teve sua história recontada no filme Ainda estou aqui. O longa-metragem foi dirigido por Walter Salles e protagonizado por Fernanda Torres, que venceu o Globo de Ouro no último domingo (5), e Selton Mello, que interpreta Rubens Paiva.

A deputada disse ainda que apresentou o projeto após as notícias dos valores pagos aos militares denunciados no assassinato de Rubens Paiva. “Recentemente, veio à tona a realidade que o Brasil paga R$ 140 mil por mês aos militares denunciados pelo assassinato de Rubens Paiva. Isso é uma vergonha. Esse privilégio tem que acabar”, afirmou à Agência Brasil.

A proposta também ‘incorpora o reconhecimento de violações documentadas por decisões da Comissão Nacional da Verdade, criada pela Lei nº 12.528/2011, que investigou e reconheceu graves violações de direitos humanos ocorridas no Brasil, especialmente durante o regime militar. Conferir a importância merecida e validar as recomendações da Comissão da Verdade em relação aos militares que atuaram durante o período da Ditadura Militar e praticaram crimes contra os direitos humanos e crimes contra a humanidade reforça o dever do Estado de agir em conformidade com o Direito Internacional e com os princípios de verdade e reparação”. (Agência Brasil)

  • Jorge Vieira
  • 8/jan/2025

Roberto Costa recebe mais adesões na corrida pela presidência da FAMEM

O prefeito de Bacabal, Roberto Costa (MDB), seguindo com a agenda de reuniões e em busca de apoio para fortalecer sua candidatura à presidência da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), esteve nesta quarta-feira (8) no município de Pinheiro, onde recebeu a adesão de vários prefeitos da Baixada Maranhense.

Val Cunha, prefeita de Serrano do Maranhão, por exemplo, enalteceu a trajetória política do pré-candidato. “Roberto já tem uma larga experiência política. É um bom nome, reconhecido em todo o Maranhão, e nós ficamos satisfeitos em poder contribuir com essa eleição”.

Roberto Costa tem apresentado propostas e dialogado com prefeitos, buscando tornar a FAMEM uma instituição mais unida e presente, com o objetivo de apoiar os municípios por meio de articulação com o governo do estado e o governo federal.

“Ele ingressou na vida pública há muito tempo. Na Assembleia Legislativa, contribuiu muito para todo o nosso estado. Agora, temos certeza de que, na Federação dos Municípios, enquanto presidente, ele tem muito a contribuir e ajudar nas causas do municipalismo”, declarou o prefeito de Cedral, Danilo Moraes.

Também estiveram presentes ao encontro o prefeito de Pinheiro, André da Ralpnet; Heliezer, prefeito de Peri-Mirim; Deyvison do Posto, prefeito de Mirinzal; Gilson Lima, prefeito de Presidente Sarney; Nivaldo Araújo, prefeito de Alcântara; Jadeco, prefeito de Apicum-Açu; Márcio Hominho, prefeito de Bacuri; Letícia de Sibá, prefeita de Bacurituba; Guerra, prefeito de Penalva; Dr. Rômulo, prefeito de Cajapió; Dico de Dedeco, vice-prefeito de Palmeirândia; Joãozinho Pavão, prefeito de Santa Helena; e Magno, prefeito de Guimarães.

  • Jorge Vieira
  • 8/jan/2025

Governo Lula ‘restabeleceu a civilidade e normalizou as relações entre Poderes’, diz Gilmar Mendes

O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu entrevista a Guilherme Amado, do PlatôBR, e fez uma análise sobre o atual cenário político do Brasil. Com mais de duas décadas de presença influente na República, o magistrado afirmou que os dois primeiros anos do terceiro governo Lula (PT) foram fundamentais para ‘restabelecer a civilidade no país’. Após o tumultuado governo de Jair Bolsonaro (PL), Gilmar Mendes vê o atual momento como uma era de normalização das relações entre os Poderes, um retorno à estabilidade institucional que, para ele, é essencial para o fortalecimento do Estado democrático.

Gilmar Mendes não poupou elogios ao presidente Lula, destacando a postura institucional do petista como “exemplar” e sugerindo que a candidatura à reeleição do atual presidente é uma possibilidade concreta. Segundo Mendes, Lula goza de boa saúde e tem mostrado competência em retomar o prestígio internacional do Brasil. “Dá para ver que o Brasil voltou ao cenário internacional com grande prestígio, graças também a essa normalização institucional”, afirmou o ministro, reafirmando a importância da política externa do governo.

A entrevista também abordou outros pontos sensíveis do cenário político, como o futuro de Bolsonaro. Embora Mendes tenha se mostrado discreto sobre o destino de Bolsonaro, ele rebateu críticas direcionadas ao STF, defendendo a atuação da Corte durante momentos de crise. O ministro também destacou a “atitude extremamente cuidadosa” de Lula na gestão do pós-8 de janeiro de 2023, data marcada pela tentativa de golpe bolsonarista.

A relação do atual governo com o Congresso também foi mencionada. Para Gilmar Mendes, mesmo diante de uma relação muitas vezes dificultada pela construção de maiorias, o governo tem mantido um diálogo civilizado com o Legislativo.

Ao mesmo tempo, o ministro fez uma reflexão sobre um ponto em que o governo tem deixado a desejar. Para ele, é fundamental que o Brasil desenvolva mecanismos mais eficazes para evitar que militares se envolvam na política e para despolitizar as forças policiais. “Essas são questões que eu acho que o governo deve responder”, afirmou, cobrando mais ações concretas nessa área. (247)

  • Jorge Vieira
  • 8/jan/2025

8 de Janeiro não vingou, mas tentativa de golpe deverá ter consequências para Bolsonaro

A tentativa de golpe de estado liderada pelo aprendiz de ditador Jair Bolsonaro (PL), em 8 de janeiro de 2023, completa nesta quarta-feira (8) dois anos.

O movimento de extrema direita não vingou devido a pronta intervenção da instituições republicanas, que mandou para a cadeia a turba que ocupou a Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Os líderes da intentona que tentou derrubar o presidente Lula e manter Bolsonaro no poder sofrem agora as consequências do ato insano, que jamais deverá ser esquecido.

O 8 de janeiro de 2023, foi um dia de terror; bolsonaristas incentivados por militares traidores da pátria, vandalizaram Brasília e clamaram por intervenção militar.

A tentativa de golpe de estado, segundo a investigação da Polícia Federal, tramada por Bolsonaro, Braga Neto, Augusto Heleno e sua turma de extrema direita não vingou e agora seus líderes enfrentam as barras da justiça, começaram ser presos.

Também devemos ressaltar as declarações dos ministros do STF Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Rosa Weber – aposentada – que ressaltaram, em declarações ao jornal O Globo, a resistência e o fortalecimento da democracia brasileira frente às tentativas golpistas.

Os ataques, que atingiram gravemente as sedes dos Três Poderes em Brasília, foram definidos pelos magistrados como um marco de amadurecimento das instituições democráticas do país, mas também como um alerta sobre os perigos do extremismo.

Para evitar que atos extremistas contra a democracia volte a se repetir, seus autores e articuladores devem ser punidos com os rigores da lei.

E o Supremo Tribunal Federal, alvo mais afetado pelas depredações, se prepara para receber ainda neste ano denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Jair Bolsonaro (PL) e outros envolvidos no planejamento dos ataques.

Os desdobramentos que estão em curso pode levar Bolsonaro e sua turma para a Papuda, local onde já estão recolhidos seus seguidores que não aceitaram a vontade da maioria da população, conforme é a regra nas democracias.

Pesquisa da Quaest divulgada na segunda-feira (6), mostra que 86% dos brasileiros reprovam as invasões das sedes dos Três Poderes.

O levantamento sugere que, mesmo dois anos após o ocorrido, a desaprovação do episódio supera 80% tanto entre eleitores do ex-presidente Jair Bolsonaro quanto do presidente Lula.

  • Jorge Vieira
  • 7/jan/2025

Prefeitos do Médio Sertão defendem o nome de Roberto Costa na presidência da Famem

Concluindo a agenda do fim de semana, o prefeito de Bacabal e candidato à presidência da Famem, Roberto Costa, recebeu apoios importantes, desta vez de prefeitos da região do Médio Sertão.

O encontro que reuniu as lideranças políticas aconteceu na cidade de Colinas e contou com a participação de 16 prefeitos da região.

Presente à reunião, o prefeito de Matões, Nonatinho, reafirmou seu voto em Roberto Costa e elencou as qualidades do candidato.

“O Roberto é uma pessoa com bastante experiência dentro da política, de boa índole, de bom trato e relacionamento, e o mais importante, sabe o caminho das pedras. Ao lado dele, nossos municípios e nosso povo só têm a ganhar”, destacou Nonatinho.

Já a prefeita de Mirador, Domingas Cabral, falou sobre unidade e trabalho.

“O nome do Roberto demonstra a unidade que nós, prefeitos, pretendemos ter para resolver as principais demandas do nosso povo. Diálogo, harmonia, união, respeito, compromisso e muito trabalho, é o que teremos daqui pra frente, com ele na presidência”, enfatizou a gestora municipal.

A eleição da Famem acontece no próximo dia 15 de janeiro, e a votação será presencial.

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