Não existe nada mais precioso do que a vida. Mas até esse direito foi negado aos maranhenses ao longo dos últimos anos com a gestão de Roseana Sarney e Ricardo Murad. Quem não se lembra das várias notícias locais e nacionais sobre a falta de leitos para gestantes em São Luís?
Foram vários casos mostrados em telejornais locais e nacionais em 2013 e 2014, onde cruelmente os pequenos maranhenses tiveram a vida ceifada por falta de leitos. Houve cobertura inclusive na TV Mirante, de propriedade dos Sarney, que relatou os casos como se fossem completamente desassociados dos desmandos na Saúde dirigida por Ricardo Murad e tentou atribuir a responsabilidade ao município, que foi duramente castigado com a recusa de convênios e bloqueio de verbas.
Um dos mais bárbaros e lamentáveis episódios ocorreu em dezembro de 2014, no último ano de Roseana Sarney como governadora, onde uma mãe deu à luz, em frente à Maternidade Marly Saney, após horas a esperar, e a criança nasceu na frente da unidade, caindo e sofrendo traumatismo craniano.
Essas são lembranças lamentáveis, mas que não podem ser esquecidas diante do cenário positivo construído em apenas 11 meses da gestão do governador Flávio Dino, que em outubro deste ano inaugurou a Maternidade Nossa Senhora da Penha, no Anjo da Guarda, que já realizou mais de 140 partos, mais de 140 vidas, mais de 140 motivos para se ter esperança.
As notícias bizarras e vergonhosas da morte de recém-nascidos em São Luís por falta de leitos agora são coisas do passado, com um governo que no lugar de perseguir oferece apoio aos municípios. Porém, o motivo, a causa das mortes de outrora, não pode ser esquecido: o desgoverno dos anos anteriores, o descaso e os desvios protagonizados por Ricardo Murad na Saúde, cargo alcançado dentro de uma relação direta de parentesco com Roseana Sarney, que simplesmente fechou os olhos para os maranhenses.
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