Todos notavam que Luís Pedrosa andava triste. Foi candidato a governador em 2014 e não teve nem 1% dos votos. Também não conseguiu mais dar seus habituais espetáculos em Pedrinhas, como fazia no passado.
Aí apareceu o conflito com os gamelas. E, claro, lá está Pedrosa. Como sempre, obcecado em apontar o dedo contra o governo do Estado, mesmo sabendo, ou devendo saber, que cabe ao governo federal resolver o problema.
Mas Pedrosa não quer saber de resolver problema. Ele quer é palanque. Para ver se em 2018 consegue uns votinhos a mais.
Para tanto, Pedrosa formula esquisitas teorias sobre decepações de animais e as tem como aplicáveis aos índios. Para Pedrosa não importam laudos médicos, ciência, conceitos claros. Apenas discurso e uns 15 segundos de fama.
Ele só não consegue explicar porque foi tão suave com Edinho Lobão em 2014 e agora poupa Michel Temer. Será medo ou mais um oportunismo?
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