2018 é uma nova eleição conhecida por ser marcada pela avalanche de notícias nas redes sociais. Sendo assim, a carga de “fake news”, as temidas notícias falsas que espalham boatos na velocidade da luz, deve aumentar ainda mais.
O eleitor deve ficar atento, não somente ao que é verdadeiro ou falso, mas no uso leviano pelas próprias “vítimas” destas fake news, afinal, o velho discurso de “é tudo intriga dos adversários” pode virar “é fake news, sou inocente”, quando na verdade, o passado do dito cujo é mais sujo do que pau de galinheiro.
O eleitor terá que separar o joio do trigo diante de muita informação falsa com cara de verdadeira e muita verdade que tentarão desmentir a todo custo. É ver pra crer.
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