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O drama de quem lançou candidatura ao Senado e não tem como recuar

Cinco dos seis pré-candidatos ao Senado são deputados federais

Oficialmente as campanhas propriamente ditas somente começam após as convenções partidárias, previstas pelo calendário eleitoral para ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto, mas o que se percebe nos bastidores das eleições 2018 é que antes mesmo da pré-campanha a grande maioria dos candidatos a presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e respectivos suplentes, deputado federal e deputado estadual já está com seus redutos mapeados , o que significa dizer que não preparou terreno ao longo de 2017 deverá enfrentar enorme dificuldade para entrar no jogo.

A situação é mais crítica para aqueles deputados que resolveram lançar pré-candidatura ao Senado Federal, dispensaram suas bases de eleições passadas, com são os casos de Sarney Filho (PV), Weverton Rocha (PDT), Eliziane Gama (PPS), José Reinaldo Tavares (sem partido) e Waldir Maranhão (sem partido) e não terão como voltar atrás, visto que seus redutos já foram transferidos para outros candidatos que vão disputar a eleição proporcional e iniciaram movimento neste sentido ainda no início do passado quando começaram os pré-lançamentos de nomes para concorrer às duas cadeiras que estão em disputa para a Câmara Alta do Congresso.

Dos nomes citados, apenas Weverton está com situação definida, pois teve seu nome anunciado pelo próprio governador com o candidato número um da chapa. Os demais ainda lutam contra o drama de ficarem sem mandato, como é o caso de Sarney, que fez da política sua profissão e corre o risco de ficar “desempregado”. Já Waldir Maranhão, sem apoio do governo ou do PT, continua sendo uma interrogação. Mas tudo que vai tentar ser candidato a deputado federal.

Por conta de compromissos que antigos aliados assumiram como novo pretendente a um  mandato na Câmara Federal ou Assembleia Legislativa, a deputada Eliziane Gama, por exemplo, tenta convencer o Palácio dos Leões de que seria a melhor opção do grupo para compor a segunda vaga na chapa que apoiará a reeleição do governador Flávio Dino, mas conta com a forte concorrência do ex-governador José Reinaldo Tavares. Waldir Maranhão é considerado carta fora do baralho por pura falta de viabilidade eleitoral.

Situação mais complicada vive o grupo Sarney, onde o ministro do Meio Ambiente Sarney Filho e senador Edison Lobão brigam internamente para ter a preferência do grupo, pois todas as análises sobre a eleição para o Senado indicam que a tendência é a aliança de Flávio Dino eleger um senador e a coligação sarneysista outro. O problema está justamente ai. Se existe a convicção de que, se fizer, a oligarquia faz apenas um, um dos dois vai sobrar e Lobão, todo enrolado na Lava Jato, não quer perder o foro, se não vai para as mãos do Sérgio Moro.

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