O ex-presidente Lula, conforme este blog já havia cantado a bola, veio ao Maranhão ampliar o leque de aliança que possa ajudá-lo a derrotar as forças do atraso na eleição presidencial de 2022, nada a ver com definição de acordo em torno de um dos pré-candidatos ao governo do estado no grupo do governador Flávio Dino (PSB).
Pedetista tentaram criar um clima de fato consumado uma suposta aliança PT/PDT, avalizada pelo líder maior do PT, mas ouviram Lula dizer em alto e bom som em sua entrevista coletiva que “saio daqui com nenhum acordo”. E acrescentou que somente em março de 2022 “a gente já vai estar com bastante clareza do que a gente quer”.
Na coletiva que deu após o encontro com movimentos sociais na sede da Fetaema, Lula foi bem claro e não deixou a menor dúvida sobre o motivo de sua vista ao Maranhão: “numa viagem dessa, você não vem aqui para definir aliança, porque primeiros nós temos que respeitar os partidos”.
O ex-presidente resssaltou, porém, que a presidenta nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann, tem relação com a direação nacional do PDT e que o PT do Maranhão também tem relação com o PDT local, mas observou que “o governador Flávio Dino tem relação conosco e com todos os outros (dezesseis partidos), então não definimos nada”.
Pelas palavras do líder maior do PT, a quem caberá a última palavras sobre aliança do partido no Maranhão, nenhum acordo foi fechado e que qualquer decisão nesse sentido somente acontecerá, provavelemnte, em 2022 e até lá muita coisa ainda pode acontecer, mas é fato que pedetistas e tucanos vão continuar disputando a preferência de ter os petistas em seus palanques.
E neste jogo, o governador Flávio Dino terá papel fundamental, pois Lula não deixou dúvidas que sua aliança preferêncial é com o chefe do Executivo estadual e para o lado que ele, provavelmente leverá o PT junto.
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